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Parentalidade lúdica deixa crianças mais seguras e aumenta a confiança e os laços familiares

Belo Horizonte, por Kleber Patricio

Fotos: Marcelo Martins.

As interações e os momentos lúdicos entre pais, mães, cuidadores e as crianças geram impactos duradouros e positivos na vida, pois durante a primeira infância, o brincar é uma das principais linguagens utilizadas pelos pequenos, além de ser uma forma de desenvolvimento cognitivo, emocional, social e motor. Quando a figura materna ou paterna é envolvida na brincadeira, seja com um olhar, uma palavra ou interação, os vínculos familiares se estreitam.

Outra forma de chamarmos esses momentos entre pais e filhos é a parentalidade lúdica, em que, quando há a presença da família, as crianças se sentem seguras e enxergam figuras carinhosas e protetoras, nas quais podem confiar. Essa confiança pode evitar diversos episódios até mesmo de violência. “Quando a criança confia nos pais ou em seus cuidadores, uma porta se abre e, a partir deste momento, ela pode contar sobre o que está acontecendo, principalmente se está sofrendo alguma violência. O afeto e o cuidado devem fazer parte do dia a dia das famílias com as crianças e isso pode ser proporcionado em larga escala nas brincadeiras com os pequenos”, destaca Maurício Cunha, diretor de país do ChildFund Brasil.

Televisão ainda é a atividade mais compartilhada com as crianças

Em março, o ChildFund Brasil publicou a Pesquisa Nacional da Situação de Violência Doméstica contra Crianças no Ambiente Doméstico, na qual foi perguntado aos familiares com que frequência os adultos da casa realizam atividades com as crianças. Os resultados mostram uma frequência baixa, sendo que a atividade mais compartilhada entre eles é assistir a vídeos ou à televisão, em que 66,7% responderam que realizam sempre. Dos entrevistados, 57,6% também disseram sempre escutar e cantar músicas junto às crianças. Contudo, quando se trata de brincar e jogar, levar para passear em praça ou parques ou até ler livros e histórias, a proporção de adultos que realizam essas atividades sempre não ultrapassa 40,4%. Esses dados mostram que a importância da conscientização do brincar junto deve ser muito maior, pois esses momentos são quase inexistentes.

Para fortalecer esses vínculos, o ChildFund Brasil, em parceria com a The LEGO Foundation, realizou o projeto “Brinca e Aprende Comigo”, que buscou promover intervenções positivas em comunidades e no ambiente familiar por meio do desenvolvimento de ações de conscientização sobre parentalidade lúdica e aprendizagem socioemocional na primeira infância, transformando atitudes e comportamentos, especialmente por meio do brincar. O projeto foi realizado em 37 municípios por meio de 12 organizações sociais parceiras do ChildFund Brasil e já foi colocado em prática em seis países (Brasil, Etiópia, Guatemala, Honduras, México e Uganda), impactando 12,5 mil crianças de zero a oito anos e mais de 6.200 mães, pais e outros cuidadores no Brasil. O site do projeto disponibiliza materiais lúdicos e brincadeiras. Clique aqui para baixar.

2023 e o enfrentamento de crimes contra crianças e adolescentes

Por meio de estratégias de advocacy, o ChildFund Brasil tem contribuído para com medidas que podem aumentar a prevenção de violência contra crianças. Em agosto, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2861/2023, que pode instituir a parentalidade positiva e o direito ao brincar como estratégias prioritárias para prevenção da violência contra crianças. A redação do texto foi inspirada no Projeto Brinca e Aprende Comigo.

A Pesquisa Nacional da Situação de Violência Contra Crianças no Ambiente Doméstico indica que mais de 90% dos casos de violações ocorrem dentro de casa, sendo 72,7% onde moram a vítima e o acusado da agressão.

Outro dado alarmante é da Safernet, que destaca que, só em 2022, houve 111.929 denúncias de crimes envolvendo fotos e vídeos de violência sexual na internet contra crianças no Brasil. O número representa um aumento de 9,91% em relação ao ano anterior. Para evitar crimes, há a necessidade de aumentar o contato pessoal com as crianças, fazendo com que elas tenham menos contato com as telas, o que é possível por meio da parentalidade lúdica e das brincadeiras. Para orientar crianças adolescentes, familiares e toda a sociedade, o ChildFund Brasil elaborou uma cartilha com orientações que contribuem na prevenção do abuso e à exploração sexual on-line de crianças e adolescentes. Você pode baixar os materiais aqui.

Sobre o ChildFund Brasil

O ChildFund Brasil é uma organização que atua na promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente para que tenham seus direitos respeitados e alcancem o seu potencial. Atualmente, está presente em sete estados brasileiros (Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Piauí e São Paulo). Para realizar esse trabalho, que impacta positivamente na vida de mais de 155 mil pessoas, entre elas cerca de 85 mil crianças e adolescentes, a organização conta com a doação de pessoas físicas por meio do programa de apadrinhamento de crianças e também de doações de empresas, institutos e fundações que apoiam os projetos desenvolvidos.

A fundação do ChildFund Brasil foi em 1966 e sua sede nacional se localiza em Belo Horizonte (MG). A organização faz parte de uma rede internacional associada ao ChildFund International, presente em 24 países e que gera impacto positivo na vida de 16,2 milhões de crianças e suas famílias. A organização foi eleita a melhor ONG de assistência social em 2022 e a melhor para Crianças e Adolescentes do país por três anos (2018, 2019 e 2021), além de estar presente, também, entre as 100 melhores por seis anos consecutivos pelo Prêmio Melhores ONGs.  www.childfundbrasil.org.br

(Fonte: DePropósito Comunicação de Causas)

Mostra “Ar: Acervo Rotativo” chega ao Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba

Sorocaba, por Kleber Patricio

Fotos: Helena Marc/Divulgação.

A exposição coletiva “Ar: Acervo Rotativo” foi aberta no dia 4 de novembro (sábado) no MACS – Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba, no interior de São Paulo. Com organização e curadoria de Laerte Ramos, a mostra reúne 400 artistas visuais com obras medindo até 5 x 5 cm. O evento marca a inauguração da nova reserva técnica e biblioteca – especializada em artes visuais (realizada com recursos do ProAC) – do MACS, que também inicia as comemorações de seus 20 anos.

O projeto foi premiado pelo edital ProAC nº 13/2023 – Artes Visuais/Circulação de Exposição. Previamente, foi apresentado no Lux Espaço de Arte (16/9–14/10/2023), no Edifício Vera, no centro, e na Oficina Cultural Oswald de Andrade (28/10–19/11/2021), no Bom Retiro, ambas em São Paulo, com realização do Adelina Instituto.

O projeto segue somando artistas por onde passa e, em sua plataforma no Instagram [@acervorotativo], apresenta com transparência seu acervo público-independente em construção e a possibilidade de conexão aos artistas via depoimentos em vídeo na plataforma do IGTV e seus perfis em redes sociais para contatos e pesquisas. O acervo tem obras de artistas do Brasil, assim como do Japão, Nova Zelândia, Bélgica, Uruguai e Argentina, possibilitando em breve parcerias com instituições culturais também no exterior.

Sobre Ar: Acervo Rotativo

A missão do projeto é a formação de um acervo público independente com obras de artistas visuais contemporâneos brasileiros e estrangeiros. Os artistas são instigados a sintetizar sua poética de trabalho nas dimensões 5x5cm ou até 5x5x5cm. Todas as obras em exibição física ou na plataforma on-line são doadas pelos próprios artistas ao “Ar: Acervo rotativo” e serão expostas em museus, centros de cultura e instituições culturais.

O pequeno formato pode ou não ser interpretado como um desafio dentro da poética e pesquisa do artista, mas trará consigo a preciosidade do gesto e sua essência. O “Ar – Acervo rotativo” visa criar este acervo através da participação dos artistas para atuar como um agente em diversas regiões, possibilitando um recorte significativo da produção nacional e internacional.

Sobre o curador

Laerte Ramos (Brasil/São Paulo, SP, 1978) destaca-se no panorama da arte contemporânea brasileira especialmente pela produção em gravura e instalações em cerâmica. Trabalha com diversas linguagens como xilogravura, serigrafia, pintura, escultura, tapeçaria, objetos, utilizando técnicas e materiais que o desafiam como artista-pesquisador.

Graduado em artes plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado – FAAP em Bacharel (2001) e Licenciatura (2002), as pesquisas por ele empreendidas têm como principal eixo condutor os meios reprodutivos da imagem, as seriações em diferentes suportes e a relação com as cidades em que são produzidas ou expostas. Seus trabalhos excedem o caráter de meras peças unitárias e cruzam diferentes linguagens para modificar a compreensão destas e do espaço em que se inserem. Desde a segunda metade da década de 1990, Laerte Ramos tem participado de importantes mostras coletivas e, nos últimos 26 anos, realizou diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Participou de programas de residência artística (França, Suíça, Holanda, Portugal, Estados Unidos e China) e foi contemplado com prêmios; dentre os quais, podem ser destacados o prêmio suíço Lelocleprints (2004), o Prêmio Marcantônio Vilaça – Pró Cultura/ MinC (edições de 2012 e 2013) e o Prêmio Mostras de Artistas no Exterior da Fundação Bienal de São Paulo/Phoenix Institute of Contemporary Arts (2011). Representou o Brasil na ExpoMilano/2015 com uma grande instalação de cerâmica que ocupou o Octógono da Pinacoteca de São Paulo no ano anterior. Tem o recorde de 54 exposições individuais, 8 participações em residências artísticas e 32 prêmios como artista. Já como curador, Laerte possui 13 exposições e três prêmios, destacando o Prêmio Marcantônio Vilaça em 2020 com a mostra “Compreensão do Ar” ou (E = M2). Atua desde 2017 também como curador e é diretor do Ar: Acervo Rotativo – uma coleção independente de arte contemporânea em pequenas dimensões. A frente da produtora Studium Generale, possibilita diversas frentes de troca de saberes com residência em seu ateliê e projetos de exposições entre outras parcerias culturais. Vive e trabalha em São Paulo. https://www.laerteramos.com.br/

Sobre o MACS

A AECA é uma Associação fundada em 2004 com o objetivo de criar e administrar o Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (MACS). A instituição foi qualificada como OSCIP em 2007 e conta desde então com o apoio técnico da Prefeitura Municipal de Sorocaba, da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa e por meio do Sisem, da Secretaria Especial da Cultura, assim como do Ibram (Instituto Brasileiro de Museus).

O MACS é fruto do entusiasmo de um aguerrido grupo de empresários, intelectuais e artistas sorocabanos que criaram um museu vivo e dinâmico. Com apoio do poder público e de instituições privadas, o grupo está transformando o antigo armazém ferroviário da Sorocabana em um museu voltado para a contemporaneidade e que será dotado das mais avançadas técnicas museológicas. Este museu não nasceu a partir de uma coleção ou uma grande fortuna, mas sim, do desejo de pessoas comuns em criar um espaço voltado para as artes visuais no interior. O projeto conta ainda com a inestimável colaboração de museólogos, curadores e artistas do cenário nacional e internacional, que reforçam a importância da iniciativa.

O Prof. Dr. Fábio Magalhães, diretor artístico da unidade, é o responsável pela construção do projeto museológico do MACS, e o arquiteto Pedro Mendes da Rocha foi o responsável pela primeira fase do projeto arquitetônico da instituição. Atualmente o curador do MACS é o jovem sorocabano Allan Yzumizawa.

Uma das mais importantes características da criação do MACS é a descentralização da arte e da cultura, criando um equipamento de qualidade voltado prioritariamente para as artes visuais no interior do Estado de São Paulo. Abrigado em dois antigos galpões da extinta Estação Ferroviária de Sorocaba, o museu continua sendo requalificado e mantido com recursos privados e públicos por meio de editais e leis de incentivo e não recebe nenhuma subvenção pública de forma recorrente. https://www.macs.org.br/

Serviço:

Exposição “Ar: Acervo Rotativo”

Organização e curadoria: Laerte Ramos

Artistas visuais: Evandro Prado, Tamara Andrade, Bruno Novaes, Sergio Allevato Filho, Danielle Noronha, Thereza Salazar, Gabriel Torggler, Antonia Bara, Diego Castro,  Rogerio Pinto, Felipe Goes, Ulysses Bôscolo, Mauricio Parra, Thatiana Cardoso, Rosilene Fontes, Beatriz Ruco, Gabriela Sacchetto, Marlene Stamm, Renan Marcondes, Ana Takenaka, Angella Conte, Renata Cruz, Andrey Rossi, Marina Woisky, Angela Od, Mai Fujimoto, Nario Barbosa, Daniel Melim, Manoel Veiga, Azeite De Leos, Marcelo Gandhi, João Angelini, Thiago Toes, Elias Muradi, Dario Felicíssimo, Matias Picon, Mirla Fernandes, Helcio Barros, Ana Ruas, Fábio Magalhães, Alice Ricci, Patricia Bagniewski, Julia Gonzales, Eriel Araújo, Ricardo Alves, Matheus Guilherme, Luciana Paiva, Rafael Kenji, Maria Queiroga, Rafael Alonso, Keyt Mendonça, David Magila, Adriano Franchini, Cleiri Cardoso, Rodrigo Bueno, Guilherme Teixeira, Luca Parise, Bettina Vaz Guimarães, Katia Fiera, Liliana Alves, Junior Ahzura, Betânia Sensini, Hermano Luz, Auni Seiva, Yuli Yamagata, Raphael Giannini, Santos Amaury, C. L. Salvaro, Maurício Adinolfi, Efe Godoy, Alissa Osumi, Fernando Soares, Erica Kaminishi, Marcia Cymbalista, Hugo De Leoni, André Filur, Rick Rodrigues, Tiago Segundo,  Ildeu Lazarinni, Sergio Niculitcheff, Ana Dias Batista, Renato Leal, Leandro Da Costa, Diogo Bueno, Tangerina Bruno, David Almeida, Amanda Fahur, Gustavo Torrezan, Marcia Porto, Hadna Abreu, Ana Júlia Vilela, Martina Brusius, Monica Rizzoli & Tony De Marco, Márcio Almeida, Marcia Rosenberger, Catharine Rodrigues, Mário Vasconcelos, Hugo Fortes, Flavio Abuhab, Thamyres Donadio, Murilo Kammer, Beatriz Chachamovits, Lulo Chaumont, Silvia Ruiz, Marcela Campos, Vitor Zanini, Isabela Couto, Laura Gorski, Claudio Matsuno, Guilherme Moreira,  Thais Beltrame, Marcelo Moscheta, Maíra Paiva, Nilson Sato, Charles Cunha, Edvania Rêgo, Larissa Camnev, Renata Voss, Raul Leal, Rodrigo Rigobello, João Henrique, Maria Andrade, Bel Barcellos, Yara Dewachter, Sergio Romagnolo, Luiz 83, Yara Fukimoto, Marta Nicholson, Patricia Gerber, Virgílio Neto, Ricardo Sanchez,Alan Oju, Rafaela Antunes, Ana Mercado Leal, Adalgisa Campos, Mirela Cabral, Jéssica Caldeira, Fernanda Azou, Amanda Mei, Marília Scarabello, Elton Hipolito, Corina Ishikura, Diego Rimaos, Claudia Inoue, Sebastián Mutuverria, Rodrigo Cunha, Mônica Lóss, Henrique Detomi, Aster Da Fonseca, Carolina Pavam Ferreira, Peter De Brito, André Felipe Cardoso, Pedro Henrique Moutinho, Thia Sguoti, Marcone Moreira, Lucia Castanho, Lucas  Simões, Yuli Anastassakis, Laura Mattos, Júnior Suci, Luciano Ogura, Giovani Caramello, Isadora Almeida, Jeff Barbato, Maria Livman, Marina Da Silva, Aline Moreno, Diana Vaz, Marli Takeda, Bruno Alves, Daniele Shirozono, Ana Hortides, Zuba, Leandro Muniz, Marcela Cánepa, Jan M.O., Paulo Penna, Vii Lenard, Juliana Jacyntho, Caró, Élcio Miazaki, Cris Basile, Ana Zequin, Katie Lagast, Luciano Zanetti, Rafael Campos Rocha, Monique Huerta, Ana Freitas, Fabio Menino, James Kudo, Mariana Gonçalves, Veronica Laminarca, Patrizia D’angello, Isis Gasparini, Daniel Franco & Denise Cruz, Regis Ribeiro,Neiliane Araujo, Daniela Avelar, Denis Moreira, Danielle Carcav, Fábio Florentino, Ramo, Amália Barrio, Isaura Ogawa, Cristina Suzuki, Analia Gaguin, Sandra Lapage, Nalu Rosa, Wagner Olino, Nathalia Favaro, Sofia Saleme, Renan Teles, Pedro Pessoa, Rodrigo Linhares, Helô Sanvoy, Angerami, Verônica Spnela, Júlia Stradiotto, Carlos Pileggi, Luciana Bertarelli, Reynaldo Candia, Marita Hewitt, Tec, Leda Braga, Julie Dias, Tiago Judas, Daniela Marton, Carlos Monaretta, Gina Dinucci, Cesar Fujimoto, Mirella Marino, Gabriel Pessoto, Marcia Gadioli, Bruno Ferreira, Isabella Lescure, Aloysio Pavan, Roberta Segura, Alexandre Ignácio Alves, Letícia Larín, Elisa Arruda, Sheila Ortega, Marcelo Dias, Fernanda Figueiredo, Rafaela Foz, Lucimar Bello, Eder Rol, Arlete Kalaigian, Mesmo, Mariana Serri, Tiago Costa, Caru Duprat, Aline Van Langendonck, Yohana Oizumi, Hugo Mendes, Rosa Grizzo, Renata Padovan, Marcos Gorgatti, Jessica Lauriano, Mauro Yamaguti, Alice Gelli, Gamah, Jadson Rocha, Claudia Hamerski, Eduardo Baltazar, Raquel Fayad, Marjô Mizumoto, Colectivo Potência, Taly Cohen, Ck Martineli, Sidney Philocreon, Monica Rubinho, Flavia Renault, Denise Cruz & Daniel Franco, Juliana Freire, Julia Pereira, Isabela Vida Moreno, Juan Casemiro,  Catarina Gushiken, Bruna Sizilio, Amanda D’onofrio, Catiuscia Dotto, Vanessa Freitag, Danny Starr, Jussara Marangoni, Heloisa Lodder, Danielle Cukierman, Karina Zabala Glocker, Iara Freiberg, Cristina Bottallo, Carlota Mason, Clara De Cápua, Vitória Kachar,  Renato Gosling, Etienne Yamamoto, Giuliano Giagheddu, Gio Soifer, Raquel Nava, Guilherme Borsatto, Rosa Hollmann, Lucas Souza, Paulo Cibella, Genivaldo Amorim,  Carol Ambrosio, Daniel Mello, Adriana Affortunati, A Andrógina, Trovanini, Glauco Menta, Washington Da Selva, Francisco Maringelli, Marcos Rossetton, Eduardo Amado, Flávio Cro, Consuelo Vezarro, Ricardo Frazin, Xto, Milton Tortella, Mariana Porto, José Luiz Pistelli, André Bonani, Giulia Frozza, Bruna Amaro, Edu Silva, Tati Pedrini, Felipe Corsini, Claudia Nên, Flavia Ventura, Mari Sperandio, Pedro Leão, Vitória Fogaça, Marina De Falco, Soraia Dias, Sandra Crivellaro, Felipe Oliveira Mello, Eric Frizzo, Rodrigo Sassi, Mariana Zoccoli, Edilson Viriato, Beatriz Lindenberg, Juliana Brandão, Michel Cena7, Lucas Quintas, Carolina Amorim, Síssi Fonseca, Matheus De Simone, Luciana Dlugacz, Thales Pomb, Marina Shroeder, Luna Bastos, Deolinda Aguiar, Clarice Panades, Paulo Agi, Vitor Mazon, Helena Marc, Sheila Oliveira, Márcio Kozlowski, Lina Cruvinel, Iaco Viana, Carolina Mikoszewski, João Salazar, Giba Gomes, Rafael Marques, Karen Picciotto, Bruna Granucci, Carlos Carvalho, Mattüs, Pricila Saulus, Tatiana Stropp, Leonardo Bacan, Pri Barbosa, Luah Souza, Sara Ramos, Pazé, Erica Iassuda, Diego Marcicano, Kika Levy, Lucineia De Souza, Lia Chaia, Paulo Otávio, Dri Bragotto, Tchelo, Anny Lemos, Flavia Mielnik, João Ferreira, Julia Schettini, Cynthia Loeb, Anne Courtois, Pedro Varela, Katia Kimiek, Mariana Meloni, Pedro Luis, Teresa Berlinck, Karen Dolorez, Leonardo Conceição, João Coviello, Susana Goienetxe, Nina Horikawa, Adriana Stolfi, Elaine Arruda e Cesar Trinca

Abertura: 4/11/2023, a partir das 14h

Visitação: 5/11/2023 – 28/1/2024 – quarta a sexta, 14h às 19h; sábados, domingos e feriados, 10h às 15h

Local: MACS – Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba Av. Dr. Afonso Vergueiro, 280, Jardim Santa Rosália – Sorocaba – São Paulo – SP

Tel.: (15) 3233-1692

Site: https://www.macs.org.br/

Valor: gratuito

Redes sociais: Acervo rotativo @acervorotativo | Laerte ramos @laertertamos | Acervo rotativo @macsmuseu

Créditos das fotos: Helena Marc/Divulgação.

(Fonte: Marmiroli Comunicação)

8ª edição do Rio Fantastik – Festival Internacional de Cinema Fantástico do Rio de Janeiro 2023 homenageia Elisabeth Hartmann

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Still do filme “Mãe”. Imagens: divulgação.

O Rio Fantastik Festival está na sua 8ª edição, sempre com o objetivo de privilegiar o cinema fantástico nacional, onde novos talentos e profissionais consagrados no gênero de terror podem exibir seus filmes. Além dos trabalhos de nossos cineastas, serão exibidos alguns clássicos e filmes cultuados do gênero que reflitam o que está acontecendo no país no ano da realização do festival. Como é um tempo de mudanças, os organizadores selecionaram alguns clássicos que comentam sobre a possibilidade de um futuro melhor.

A homenageada desse ano é a atriz gaúcha Elisabeth Hartmann. Segundo o curador Carlos Primati, Elisabeth Hartmann, nascida em 1930, teve uma carreira respeitável nas telas ao longo de mais de vinte anos. Estreou em “A ilha” (1963), de Walter Hugo Khouri, e contracenou com o cômico Mazzaropi em sete filmes entre 1965 e 1978. Imponente e carismática, teve papéis de destaque em filmes de mistério, suspense e horror, como “Os diabólicos herdeiros” (1971), “Ensaio geral: Noite das fêmeas” (1976), “Mulher desejada” (1978) e “A força dos sentidos” (1980). Mas provavelmente sua atuação mais extravagante foi em “Curral de mulheres” (1982), um exemplar de presídio feminino na selva, dirigido por Osvaldo de Oliveira, no qual contracena com Maurício do Valle, e que será exibido no Rio Fantastik Festival. Os dois formam uma dupla de traficantes de moças que ficam trancafiadas em jaulas na selva. Um momento memorável é a intensa cena de sexo ao ar livre embaixo de uma chuva torrencial. Elisabeth Hartmann pouco filmou depois disso, mas deixou uma filmografia repleta de obras de culto pelos aficionados por cinema fantástico.

Still do filme “Vão das Almas”

A mostra Competitiva, com curadoria de Carlos Primati, terá quatro longas e quatro curtas na disputa pelo troféu Cramulhão. Como sempre, com projetos vindos de diversas cidades brasileiras. São filmes que retratam as ideias e o olhar dos cineastas sobre a nossa sociedade pelo viés do cinema fantástico do nosso país.

A parte internacional do Rio Fantastik Festival será dedicada ao ator Charlton Heston, que completaria 100 anos em 4 de outubro de 2023. A Mostra Centenário Charlton Heston vai exibir os clássicos do ator no cinema fantástico: “O Planeta dos Macacos” (1968), “A última esperança da Terra” (1971), “No mundo de 2020” (1973), “Terremoto” (1974) e “Reencarnação” (1980). Heston se notabilizou no cinema por papéis heroicos em superproduções da Era de Ouro de Hollywood. O ator era um defensor extremado da liberdade de expressão e ganhou o Oscar de melhor ator por “Ben-Hur” (1959), de William Wyler. Heston morreu aos 84 anos, em decorrência de uma doença degenerativa com sintomas similares aos do Mal de Alzheimer em 5 de abril de 2008.

Este ano o júri oficial é composto pela produtora Carolina Dib, o roteirista David Rauh e o ator Udylson Paula. O júri da ACRRJ conta com os jornalistas e críticos de cinema Ana Rodrigues, Bruno Giacobbo e Tatiana Trindade. Teremos ainda a premiação escolhida pelo público.

PROGRAMAÇÃO

16/11 – quinta-feira

18h Mãe (22 min) + Ressentimento (77min)

20h O planeta dos macacos (112 minutos)

17/11 – sexta-feira

18h Encruzilhada Bar (10 min) + Propriedade (100 min)

20h10 A última esperança da Terra (98 minutos)

18/11 – sábado

18h Vão das almas (15 min) + Atmosfera (89 min)

20h No mundo de 2020 (97 minutos)

19/11 – domingo

18h Cáustico (22 min) + Casa Izabel (84 min)

20h Terremoto (122 minutos)

20/11 – segunda-feira

18h Premiação

19h Homenagem a Elisabeth Hartmann (13 min) + Curral de mulheres (93 minutos)

21h Reencarnação (105 minutos)

Sinopses – filmes em competição

Longas

Atmosfera, de Paulo Caldas (Brasil, 2023). Com João Miguel, Milhem Cortaz, Zezita Matos, Peter Ketnath, Luka Omoto, Magda Figueiredo. Horror Psicológico/Drama. Sinopse: Edmundo vive isolado no meio da natureza, caseiro que é de um sítio em São Paulo. A presença da mãe assombra-o com poesias e memórias do sertão onde nasceu. A linha tênue entre a lembrança e o delírio leva Edmundo a um mergulho no fantástico. Ao se deparar com a morte, o caseiro-poeta busca dar significado à vida. 90 minutos. 14 anos.

Casa Izabel, de Gil Baroni (Brasil, 2022). Com Jorge Neto, Laura Haddad, Luís Melo, Andrei Moscheto, Sidy Correa. Suspense/Drama. Sinopse: Em uma isolada casa grande fundada por uma elite escravocrata, instala-se um retiro de crossdressers. Nela homens vestem-se de uma realidade glamorosa e delirante, distante dos anos de chumbo da ditadura militar no Brasil dos anos 70. As mentiras contadas nessa liberdade forjada começam a ruir quando inevitavelmente o establishment se infiltra na casa, rompendo a fronteira das maquiagens e de todos os artifícios de distração da fatalidade. 85 minutos. 14 anos.

Propriedade, de Daniel Bandeira (Brasil, 2023). Com Malu Galli, Zuleika Ferreira, Tavinho Teixeira, Samuel Santos, Ane Oliva. Horror/Drama. Sinopse: Para proteger-se de uma revolta dos trabalhadores da fazenda de sua família, uma reclusa estilista enclausura-se em seu carro blindado. Separados por uma camada impenetrável de vidro, dois universos estão prestes a colidir. 100 minutos. 16 anos.

Ressentimento, de Mariana Vita, Denis Augusto (Brasil, 2023). Com Andressa Francelino, Beatriz Napoleone Souza, João Folcato, Marco Giafferi.

Horror Psicológico/Drama. Sinopse: A chegada de um cachorro de rua desestabiliza a aparente calmaria do dia a dia de pai, mãe e filha num sítio no interior de São Paulo. Observe a experiência de Judite e Ester, seus sonhos premonitórios, suas visões e a manifestação do peso das relações de família. 77 minutos. 12 anos.

Curtas

Cáustico, de Wesley Gondim (Brasil, 2023). Com Ana Luiza Rios, Bianca Terraza, Sergio Sartório, Wellington Abreu. Horror/Drama. Sinopse: Mãe e filha descobrem uma milagrosa cura para a doença de Dalva. 22 minutos. 16 anos.

Encruzilhada Bar, de Johann Jean (Brasil, 2023). Com Múcia Teixeira, Rodrigo Bico, Alex Ivanovich. Horror/Comédia. Sinopse: Encruzilhada Bar apresenta uma misteriosa e assombrosa noite em um pequeno bar de interior onde Da Guia e Seu Miúdo, respectivamente funcionária e dono do estabelecimento, estão às voltas com um misterioso cliente disposto a aguardar a chegada de um credor para lhe pagar uma dívida bastante peculiar. Com muita garra e bom humor, Seu Miúdo vai contar com a ajuda da destemida e porreta Da Guia, para tentar se safar desta grande enrascada. 11 minutos. 10 anos.

Mãe, de Natália Tavares (Brasil, 2023). Com Guilherme Alves, Zuleika Bezerra, A.C. Coêlho de Assis “Coelhão”. Horror/Drama. Sinopse: Luís é um garoto de 11 anos que vive em um povoado de beira de estrada no sertão pernambucano apenas com sua mãe, Selma. O pai de Luís foi embora quando ele era apenas um bebê. Após ter sonhos estranhos e notar uma movimentação suspeita na casinha de ripa do quintal de sua casa, Luís começa a desconfiar que sua própria mãe está envolvida no desaparecimento dos homens do povoado. O limite com o sobrenatural é explorado nesse curta metragem onde o abandono e o isolamento fazem os personagens tomarem decisões irreversíveis. 23 minutos. 14 anos.

Vão das almas, de Edileuza Penha de Souza, Santiago Dellape (Brasil, 2023). Com Deusenir Santana, Doroty Marques, Kaléo Henrique, Luan Vinícius, Romes Santos. Horror/Folclore. Sinopse: No Quilombo Kalunga, a profecia da Matinta corta o vilarejo-fantasma do Vão de Almas como uma corrente de ar gelado: “Existem vários tipos de Saci. Pererê é aquele menorzinho, que prega peça. Saçurá faz maldade…”. 15 minutos. 14 anos.

Sinopse – Homenagem Elisabeth Hartmann

Curral de mulheres (idem), de Oswaldo Oliveira (Brasil, 1985). Com Elisabeth Hartmann, Maurício do Valle, Sandra Graffi. Suspense/Ação/Policial. Sinopse: Edgar, um traficante sexual, envia seus homens para atrair grupos de mulheres para sua propriedade na floresta, aprisionando-as e vendendo-as. 93 minutos. 18 anos.

Sinopses – Centenário Charlton Heston

A última esperança da terra (The Omega man), de Boris Sagal (EUA, 1971). Com Charlton Heston, Anthony Zerbe, Rosalind Cash. Ficção Científica/Ação/Drama. Sinopse: A guerra biológica dizimou a vida na Terra. Los Angeles é uma cidade fantasma desolada, onde Robert Neville dirige seu conversível pelas ruas iluminadas pelo sol em busca de suprimentos. 98 minutos. 14 anos.

No mundo de 2020 (Soylent green), de Richard Fleischer (EUA, 1973). Com Charlton Heston, Edward G. Robinson, Leigh Taylor-Young. Ficção Científica/Policial/Mistério. Sinopse: Em um mundo devastado pelo efeito estufa e pela superpopulação, um detetive da polícia de Nova York investiga o assassinato do presidente executivo de uma grande empresa. 97 minutos. 14 anos.

O Planeta dos Macacos (Planet of the apes), de Franklin J. Schaffner (EUA, 1968). Com Charlton Heston, Roddy McDowall, Kim Hunter. Ficção Científica/Aventura. Sinopse: Uma tripulação de astronautas choca com um planeta num futuro distante onde os macacos são inteligentes e a espécie dominante. Ganhou Oscar honorário (John Chambers) e foi indicado por figurinos (Morton Haack) e trilha sonora (Jerry Goldsmith). 112 minutos. 14 anos

Reencarnação (The awakening), de Mike Newell (EUA, 1980). Com Charlton Heston, Susannah York, Jill Townsend. Terror. Sinopse: Um arqueólogo descobre que sua filha está possuída pelo espírito de uma rainha egípcia. 105 minutos. 14 anos.

Terremoto (Earthquake), de Mark Robson (EUA, 1974). Com Charlton Heston, Ava Gardner, George Kennedy. Ação/Suspense/Drama. Sinopse: Várias pessoas interconectadas lutam para sobreviver quando um terremoto de magnitude inimaginável atinge Los Angeles, Califórnia. Ganhou Oscar por melhor som (Ronald Pierce, Melvin M. Metcalfe Sr.) e realização especial (Frank Brendel, Glen Robinson, Albert Whitlock). Foi indicado por fotografia (Philip H. Lathrop), direção de arte (Alexander Golitzen, E. Preston Ames, Frank R. McKelvy) e edição (Dorothy Spencer). 122 minutos. 14 anos.

Serviço:

8º Rio Fantastik Festival – Festival Internacional de Cinema Fantástico do Rio de Janeiro 2023

Festival – de 16 a 20 de novembro

Preço por sessão: R$14

Estação NET Botafogo 2 – Rua Voluntários da Pátria, 88.

(Fonte: Alexandre Aquino Assessoria de Imprensa)

Prefeitura de Indaiatuba abre inscrições para curso de criação e edição de imagens

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

A Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria de Governo e do Sebrae Aqui, abre as inscrições para um curso de criação e edição imagens para mídias sociais. As aulas acontecem de 21 a 29 de novembro das 13h às 17h de maneira presencial no Senai. Os interessados devem se cadastrar aqui. É obrigatório que os candidatos tenham mais de 18 anos.

O objetivo é ensinar de maneira prática como utilizar as ferramentas básicas dos softwares Adobe Photoshop para criar, editar e exportar imagens para as mídias sociais. O requisito exigido é que o aluno possua conhecimento prévio em Informática básica.

Programação

Introdução à imagem digital

Arquivos de imagens digitais: BITMAP X VETORIAL

Sistema de cores: RGB X CMYK

Formatação de arquivo

Introdução ao Photoshop

Área de trabalho

Camadas: transparências, transformação e organização

Feramenta Mover

Tranformação Livre

Máscara de Camada

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Serviço:

Criação e edição imagens para mídias sociais

Data: 21 a 29 de novembro

Hora: 13h às 17h

Local: Senai – Rua Senai, 129 (Fazenda Pimenta)

Telefone: (19) 3834-9278

Inscrições gratuitas: https://www.sympla.com.br/evento/criacao-e-edicao-imagens-para-midias-sociais-sebrae-aqui-indaiatuba-turma-2/2203888.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

‘Canciones Cruzadas’ comemora dez anos com lançamento nas plataformas

Porto Alegre, por Kleber Patricio

Marcelo Delacroix e Daniel López – Canciones Cruzadas. Foto: Arquivo Pessoal.

Fruto da parceria entre músicos de dois países, o uruguaio Daniel López e o brasileiro Marcelo Delacroix, o disco “Canciones Cruzadas” chega às plataformas digitais a partir do dia 10 de novembro de 2023. “Há bastante tempo, o Rio Grande do Sul vem descobrindo o caminho da integração com o Uruguai e Argentina”, atesta a dupla de artistas. “Em diversas ações e parcerias, reconhecem-se nas semelhanças regionais e admiram-se mutuamente nas particularidades de cada cultura”, concluem eles.

Os dois músicos se encontraram pela primeira vez durante um show de Marcelo Delacroix em Montevidéu e estreitaram laços quando participaram juntos do show “POA/Montevideo – Sin Fronteras”, apresentado com grande sucesso no 16º festival Porto Alegre em Cena. Dessa amizade nasceu a ideia do disco “Canciones Cruzadas”. Gravado entre 2011 e 2013, em Montevidéu e Porto Alegre, o disco traz 12 faixas em que cada cantautor propõe um olhar diferente sobre as canções do outro intercambiando saberes, ritmos, idiomas e influências do Brasil e do Uruguai.

Capa.

E assim, “Gente Boa” (parceria de Delacroix com Ronald Augusto), se transformou em “Gente Buena” na versão de López, e “Depois do Raio” (parceria de Delacroix com Arnaldo Antunes) virou “Después del Rayo”. Músicas como “Perdido por Perdido” e “Zamba pal Mano” (composições de López com Manuel Mendizabal), não chegaram a mudar de nome, mas foram transformadas pelo olhar de Delacroix. Além destas, estão também “Libelula”, “Asteroide” e “Despacito”, de Daniel López, e “Signos”, “Inverno” e “Passará”, de Marcelo Delacroix, sempre passando pelo prisma do outro.

O trabalho é encerrado com a voz de Atílio “Macunaíma” Perez, poeta, jornalista, publicitário e comunicador de rádio uruguaio que faleceu recentemente deixando muitos amigos e admiradores nos dois países.

O disco “Canciones Cruzadas” proporcionou uma intensa e rica troca entre cerca de 30 músicos dos dois países, estabelecendo redes de trabalho que seguem dando resultados. Além dos compositores parceiros (Arnaldo Antunes, Arthur de Faria, Ronald Augusto, Sergio Napp e Manuel Mendizabal), o disco conta com participações de outros grandes músicos brasileiros, uruguaios e argentinos: Renato Borghetti, Marcelo Corsetti, Sebastián Jantos, Daniel Drexler, Alejandra Genta, Pablo Grinjot e Tommy Lebrero.

Há uma década, o disco foi apresentado em Porto Alegre e cidades do interior do RS, Rio de Janeiro e também em Montevideo e interior do Uruguai.

“Canciones Cruzadas” recebeu duas indicações ao Prêmio Açorianos de Música: ‘’Melhor Disco’’ e ‘’Melhor Cantor’’. A criação dos dois artistas também integra o documentário “A Linha Fria do Horizonte”, do diretor Luciano Coelho, que aborda a integração musical existente entre o sul do Brasil, Uruguai e Argentina.

Daniel López e Marcelo Delacroix. Foto: divulgação.

Ao longo dos anos, Delacroix e López seguiram em contato acompanhando suas produções e pesquisas e dando continuidade à parceria.

Retomando agora o trabalho da dupla, López e Delacroix apresentam o show intitulado “Canciones Cruzadas 2” em São Francisco de Paula (RS) na Pousada do Engenho (R. Odon Cavalcante, 330) dia 18 de novembro de 2023, sábado, às 22h.

Em 2024, aproveitando convites de espaços renomados como o Teatro Solís, de Montevideo, o Centro Cultural Kirchner, de Buenos Aires e o Teatro Ágora, de São Paulo, a dupla faz uma turnê apresentando o show “Canciones Cruzadas” nesses grandes centros e congregando os três países.

“Canciones Cruzadas”: 10 anos

Disco de Dany López e Marcelo Delacroix

Disponível nas plataformas digitais a partir do dia 10 de novembro de 2023

Dany López: @danylopez.art | Marcelo Delacroix:@delacroixmarcelo

“Canciones Cruzadas 2”, show em São Francisco de Paula (RS)

Onde: Pousada do Engenho (R. Odon Cavalcante, 330)

Quando: dia 18 de novembro, sábado, às 22h

Valor: R$60,00

Ingressos: Whats (54) 99991-2890 | pousadadoengenho.com.br.

Faixas:

1 – Perdido por perdido (Daniel López/Manuel Mendizabal) versão: Marcelo Delacroix;

2 – Gente Buena (Gente Boa) (Marcelo Delacroix/Ronald Augusto) versão: Dany López;

3 – Zamba Pal Mano (Daniel López/Manuel Mendizabal) versão: Marcelo Delacroix;

4 – Passará (Marcelo Delacroix/Ronald Augusto) versão: Dany López;

5 – Libélula (Daniel López) versão: Marcelo Delacroix;

6 – Signos (Marcelo Delacroix/Sérgio Napp) versão: Dany López;

7 – Despacito (Daniel López);

8 – Inverno (Marcelo Delacroix/Arthur de Faria) versão: Dany López;

9 – Asteroide (Daniel López) versão: Marcelo Delacroix;

10 – Después del rayo (Depois do Raio) (Arnaldo Antunes/Marcelo Delacroix) versão: Daniel López;

11 – El mar en un andén (Samantha Navarro/ versão: Daniel López e Marcelo Delacroix);

12 – Pássaro da Aurora (Atílio Perez Macunaíma/Daniel López/Marcelo Delacroix).

(Fonte: Isidoro B. Guggiana Assessoria de Imprensa)