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Casa Gabriel inaugura a exposição “Sertão Sobre Sertão” e celebra um ano do espaço

São Paulo, por Kleber Patricio

Daniela Falcão, Fabio Melo e Renata Vale. Fotos: Midori de Lucca.

A Casa Gabriel realizou em 9 de novembro a abertura da mostra individual intitulada “Sertão Sobre Sertão”, do artista e designer Fabio Melo. A exposição também celebra o primeiro ano do espaço, que tem o propósito de fomentar a arte e cultura do nordeste.

Pela primeira vez em São Paulo, a exposição reúne mais de 40 peças desenhadas por Fábio e produzidas em colaboração de artesãos do país inteiro. O evento contou com a presença de Daniela Falcão, fundadora da Nordestesse, que representa o artista, e reuniu personalidades como Lissa Carmona, Juliana Santos, Mirela Havir, Diego Puerta, Dodora Guimarães, Rosana Mokdissi e Patricia Gaiotto.

Casa Gabriel (Instagram) | A Casa Gabriel é um espaço de arte focado em fomentar a cultura brasileira, com ênfase na produção nordestina e em novos talentos. Fundada pela empresária e fotógrafa cearense Renata Vale, a Casa Gabriel nasce como um local para estimular a pluralidade de manifestações artísticas e disseminar conhecimento, por meio de exposições, cursos e conversas que compõem a programação da Casa Gabriel.

Serviço:

Exposição “Sertão Sobre Sertão”, do artista Fabio Melo, na Casa Gabriel

Casa Gabriel: Al. Gabriel Monteiro da Silva, 2906 – Jardim América – São Paulo (SP).

(Fonte: Index – Estratégias de Comunicação)

Latin GRAMMY®: Simone recebe prêmio especial por excelência musical

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Aloysio Reis, a homenageada Simone e Carlos Galilea na apresentação dos prêmios especiais durante a 24ª edição anual do Latin GRAMMY (Foto de Rodrigo Varela/Getty Images para Academia Latina da Gravação).

A semana da 24ª Entrega Anual do Latin GRAMMY® incluiu a entrega de Prêmios Especiais que incluíram os seguintes homenageados: Carmen Linares, Mijares, Arturo Sandoval, Simone, Soda Stereo, Ana Torroja, Alex Acuña, Gustavo Santaolalla e Wison Towers. A artista brasileira foi homenageada pelo conjunto da obra construída em seus 50 anos de carreira. Antes de receber o torceu, Simone foi celebrada com depoimentos inéditos de Milton Nascimento, Ivan Lins, Martinho da Vila e Zélia Duncan.

Ao agradecer à homenagem, a cantora afirmou que divide o reconhecimento com todos os compositores, produtores e músicos, além de seus fãs e sua esposa. “Meu amor à música nestes 50 anos foi tão grande que se converteu na minha própria existência”, encerrou a artista.

Para ver as últimas notícias, visite o site oficial de A Academia Latina da Gravação. Siga no Facebook (LatinGRAMMYs) ou Instagram (@LatinGRAMMYs) e use #LatinGRAMMY em todas as plataformas populares de mídia social.

Sobre a Academia Latina da Gravação | A Academia Latina da Gravação™ é uma organização internacional sem fins lucrativos dedicada a fomentar, celebrar, honrar e homenagear a música latina e seus criadores. Referência internacional da música latina, a organização é composta por profissionais da música e produz anualmente a Entrega Anual do Latin GRAMMY®, A Noite Mais Importante da Música Latina™, que reconhece a excelência nas artes e ciências da gravação, bem como oferece programas educacionais e assistenciais à comunidade musical por meio de sua Fundação Cultural Latin GRAMMY®. Para mais informações, por favor, visite LatinGRAMMY.

(Fonte: Lupa Comunicação)

Marcia Milhazes Cia de Dança apresenta espetáculo “Guarde-me” (2017) em versão reduzida e bate-papo sobre “O corpo na arte contemporânea”

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Intérpretes/bailarinos Ana Amélia Vianna e Domenico Salvatore levam ao palco da Sala Maria Thereza Tápias o espetáculo de 2017 em nova versão de “Guarde-me” enfatizando o corpo na arte contemporânea. Fotos: Alex Ribeiro.

Com direção artística, concepção e coreografia de Marcia Milhazes, os intérpretes/bailarinos Ana Amélia Vianna e Domenico Salvatore levam para o palco da Sala Maria Thereza Tápias o espetáculo de 2017 em nova versão de “Guarde-me”, enfatizando o corpo na arte contemporânea. A coreografia promove reflexões sobre os processos artísticos e a vida, entendendo que a arte sinaliza saídas para os problemas contemporâneos da alma, e mergulha no campo emocional de um casal confinado entre o mundo real e dos sentidos. Os artistas travam tentativas de resgate de ligações afetivas que os movem com a força de um silêncio profundo, barulhento, solitário e íntimo.

“Nesta versão de 2023, unimos a remontagem reduzida da premiada produção ‘Guarde-me’ (APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte SP 2018 – indicada como melhor espetáculo) e conversas após os espetáculos com convidados especiais, profissionais e artistas de diversos meios de saberes. Desejamos criar braços de trocas de pensamentos sobre os laços humanos, contando com os especiais convidados”, diz Marcia.

Bate-papo após a apresentação – Dança, psicanálise, arte, Rudolf Laban e cinema | Sempre ao final de cada apresentação haverá um encontro com profissionais de diversas áreas que farão uma exposição de ideias sobre o tema “O corpo na arte contemporânea”. As psicanalistas Gilda Pitombo e Beth Bonow abordarão “O amor e a solidão através da Arte”; a diretora teatral, atriz e coreógrafa Denise Telles vai destacar “O universo labaniano” (Rudolf Laban); a cineasta e atriz Paula Braun, diretora do documentário “Ioiô de Iaiá” vai retratar as relações afetivas entre casais com 50 anos de vida em comum.

Ficha Técnica – Guarde-me

Direção Artística, Concepção e Coreografia: Marcia Milhazes

Intérpretes: Ana Amélia Vianna e Domenico Salvatore

Desenho de luz: Glauce Milhazes e Marcia Milhazes

Trilha sonora/Colagem: Marcia Milhazes

Trilha sonora/edição: Eduardo Antonello

Figurino: Marcia Milhazes

Fotografia: Ana Clara Miranda

Costureira: Eunice Martins

Produção executiva:- Marcia Milhazes Companhia de Dança

Teaser: https://youtu.be/WGUtcUb7m9g.

Serviço:

Dança: Guarde-me + conversas sobre “O corpo na arte contemporânea”

Dança, psicanálise, arte, Rudolf Laban e cinema – bate-papo ao fim da apresentação com convidados

18/11 – sábado, às 18h – convidadas: Gilda Pitombo e Beth Bonow (psicanalistas)

19/11 – domingo, às 18h – convidada: Denise Telles (atriz, diretora de cena)

25/11 – sábado, às 18h – convidada: Paula Braun (cineasta e atriz)

26/11 – domingo, às 18h – Marcia Milhazes e intérpretes

Classificação etária: Livre

Duração: 30 minutos

Ingressos: R$30 (inteira), R$15 (meia-entrada) – Sympla: https://www.sympla.com.br/produtor/espacotapias

Local: Centro Cultural Espaço Tápias (Sala Maria Thereza Tápias): Rua Armando Lombardi, 175 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro (RJ).

(Fonte: Alexandre Aquino Assessoria de Imprensa)

Clube da Esquina é tema de shows na Caixa Cultural São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Pianistas Amaro Freitas e Zé Manoel se apresentam com ingressos gratuitos. Foto: Paula Maestrali.

A CAIXA Cultural São Paulo recebe, de 23 a 26 de novembro, uma série de apresentações dos pianistas pernambucanos Amaro Freitas e Zé Manoel em homenagem ao Clube da Esquina. As apresentações contam com patrocínio da CAIXA e Governo Federal e terão ingressos gratuitos, que poderão ser retirados no local uma hora antes do evento.

Com Amaro Freitas ao piano e Zé Manoel na voz, os músicos fazem um passeio pelas canções do álbum lançado em 1972 e que reuniu grandes nomes da música mineira. Clássicos como “Tudo que você podia ser”, “Cais”, “O Trem Azul” e “Um Girassol da cor do seu cabelo” ganham uma nova roupagem com a interpretação desses dois artistas.

O Clube da Esquina foi um movimento criado pelos músicos e compositores Milton Nascimento, Toninho Horta, Wagner Tiso, Lô Borges, Beto Guedes e Márcio Borges na década de 1960, com início em Belo Horizonte (MG). O grupo deu origem a um álbum de mesmo nome lançado em 1972. A sonoridade inovadora e o talento dos músicos fizeram o disco se tornar um dos grandes sucessos da música brasileira, influenciando músicos e artistas até a atualidade.

Sobre Amaro Freitas e Zé Manoel

Amaro Freitas é um pianista nascido em Recife (PE) e tem no jazz sua grande influência musical. “Sangue negro” (2016), “Rasif” (2018) e o mais recente “Sankofa” (2021), todos gravados com seu trio, narram o amadurecimento da sua trajetória artística ao longo de oito anos. Ao lado da cantora Sandy, Amaro Freitas participou do single “Amor não testado”, composição que faz parte do EP “Nós, Voz, Eles 2”, lançado pela cantora em 2022. Neste ano, o músico concorre ao Prêmio Multishow na categoria instrumentista do ano.

Zé Manoel também é pianista, compositor e cantor pernambucano. Tem três discos e um DVD lançados no Brasil, sendo dois editados no Japão. “Delírio de um Romance a Céu Aberto” (2016), foi vencedor do Prêmio da Música Brasileira na categoria Projeto Especial. “Do Meu Coração Nu” (2020), foi indicado ao Grammy Latino na categoria melhor disco de música brasileira. Sua obra já foi gravada por artistas como Ana Carolina, Elza Soares, Fafá de Belém e Vanessa da Mata.

Serviço:

Música – Amaro Freitas e Zé Manoel apresentam Clube da Esquina

Local: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP (próxima à estação Sé do Metrô)

Datas: 23, 24, 25 e 26 de novembro de 2023

Horários: quinta e sexta-feira às 19h, sábado e domingo às 17h

Entrada franca: os ingressos serão distribuídos 1h antes do show, limitados a um par por pessoa

Capacidade: 90 pessoas

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

Acesso a pessoas com deficiência

Informações: (11) 3321-4400 | ou aqui

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal.

(Fonte: Assessoria de Imprensa da CAIXA)

Livros: “Travessias no Atlântico negro – Tráfico, biografias e diáspora (África – Brasil), séculos XVII – XIX”

São Paulo, por Kleber Patricio

Um livro inteiramente dedicado a personificar os que até recentemente seriam meros anônimos nos debates acerca do tráfico atlântico e da escravidão nas Américas entre os séculos XVII e XIX: personalidades africanas invisibilizadas, afrodescendentes ilustres renegados, trajetórias coletivas, demografias, paisagens e cenários de Áfricas e de Brasis. Esses são alguns dos aspectos da obra “Travessias no Atlântico negro – Tráfico, biografias e diáspora (África – Brasil), séculos XVII – XIX” (Selo Negro Edições, 168 p., R$74,70), organizado por Valéria Costa. O prefácio é de Flávio Gomes, pesquisador referência no Brasil.

Os artigos resgatam, identificam e nomeiam, por meio de pesquisa minuciosa, ex-escravizados que ascenderam socialmente, escravizados senhores de outros cativos, ex-escravizados que se tornam revolucionários, mulheres que compram a alforria e legam bens a seus filhos e mulheres negras que procuram a justiça brasileira em casos de violência. A obra reúne pesquisadores contemporâneos determinados a ir além do registro quantitativo conhecido atualmente, apresentando conteúdo de grande contribuição acadêmica, mas ainda de maior interesse para subsidiar professores da educação básica, ativistas dos movimentos sociais negros e a todos que reconhecem e legitimam o real legado afro-brasileiro. Esse histórico está distribuído em 10 capítulos:

1 – As duas guerras: Henrique Dias entre a guerra holandesa e a luta contra os quilombolas – Rômulo Luiz Xavier Nascimento

2 – Para além da alforria: a população negra nos registros dos tabelionatos de Salvador (1690– 1816) – Cândido Domingues

3 – Escravos donos de escravos nos mares do tráfico negreiro (Bahia, século XVIII) – Daniele Santos de Souza

4 – Os pretos e mulatos no norte da América portuguesa: tráfico de escravizados e população negra na capitania do Maranhão (1750–1810) – Antonia da Silva Mota e Reinaldo dos Santos Barroso Junior

5 – Tráfico e escravidão africana na Paraíba (séculos XVIII e XIX) – Matheus Silveira Guimarães

6 – A trajetória de Francisco da Costa: de escravizado a revolucionário republicano – Marcus J. M. de Carvalho

7 – De filho para mãe: a trajetória da “preta cabinda” – Rita Maria da Conceição (Rio de Janeiro, 1814–1846) – Juliana Barreto Farias

8 – A morte do príncipe do Congo e o fim do tráfico de escravizados na África Centro Ocidental – Roquinaldo Ferreira e Lucilene Reginaldo

9 – Diásporas, família e africanidade no Rio Grande do Sul do século XIX – Paulo Roberto Staudt Moreira

10 – Duarte José Martins da Costa: um africano nas malhas da “rede miúda” do tráfico atlântico no século XIX – Valéria Costa.

“Cada capítulo revela a riqueza de nossos arquivos e a sensibilidade dos autores, que, com base em fragmentos históricos, recompuseram com maestria a trama complexa dos laços que unem a África e o Brasil, buscando compreender como africanos e seus descendentes ultrapassaram as limitações e a violência do cativeiro desde o século XVII. O resultado é uma obra comprometida a revelar as raízes do racismo estrutural que caracteriza a sociedade brasileira e o papel da desigualdade e da violência racial na formação do país. Leitura fundamental para compreendermos a dívida histórica do Brasil para com os descendentes dos mais de 5,5 milhões de africanos escravizados que chegam aos portos brasileiros durante os mais de quatro séculos de existência do tráfico de almas.” – do texto de orelha da obra, escrito por Mariana P. Candido, Professora e pesquisadora do Departamento de História da Universidade Emory (Atlanta, Estados Unidos).

A organizadora | Valéria Costa é Professora adjunta do Departamento e do Programa de Pós Graduação em História da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) na área de História da África. Desenvolve pesquisas nas áreas de escravidão e diáspora africana no século XIX, religiões e cultura afro brasileira. Entre suas principais publicações, estão “Òmìnira — Mulheres e homens libertos da Costa d’África no Recife” (c.1846–c.1890), (São Paulo: Alameda, 2021) e “É do dendê! — Histórias e memórias urbanas da nação xambá no Recife” (1950–1992), (São Paulo: Annablume, 2009). Coorganizadora dos livros “Mulheres afro-atlânticas e ensino de História” (Rio de Janeiro: Malê, 2023) e “Religiões negras no Brasil — Da escravidão à pós-emancipação” (São Paulo: Selo Negro, 2016).

Título: Travessias no Atlântico negro – Tráfico, biografias e diáspora (África – Brasil), séculos XVII – XIX

Organizadora: Valéria Costa

Editora: Selo Negro Edições

Preço: R$74,70 (E-book: R$44,80)

Páginas: 168 (17 x 24 cm)

ISBN: 978-65-998837-6-7

Atendimento ao consumidor: (11) 3865-9890

Site: www.gruposummus.com.br.

(Fonte: Studio Graphico)