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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Trabalhos análogos à escravidão aumentam 64,6% em 2023

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Divulgação.

O início do segundo semestre de 2024 trouxe à tona novamente casos de trabalhadores em situações análogas à escravidão no interior de São Paulo e em outros estados do país. Segundo o Observatório de Erradicação do Trabalho Escravo e do Tráfico de Pessoas, o Brasil contabilizou, entre 1995 a 2023, mais de 63 mil pessoas encontradas nessa situação. Somente em 2023, foram registradas mais de 3.400 denúncias, 64,6% a mais que em 2022, sendo o maior número desde que o Disque Denúncia foi criado, em 2011.

Recentemente, uma mulher de 59 anos foi resgatada no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em uma situação de trabalho análoga à escravidão. Natural de Pernambuco, ela foi trazida para a capital fluminense por seus empregadores há oito anos sem receber salário e sem direito a folgas durante todo esse período. O Ministério Público do Trabalho (MPT) firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com os empregadores assegurando o reconhecimento do vínculo de emprego, o pagamento dos salários e das verbas trabalhistas devidos, além de uma indenização por danos morais.

Além desse caso, uma operação de fiscalização, realizada no último dia 15 e coordenada pelo Ministério do Trabalho (MTE), resultou no resgate de 82 trabalhadores em condições degradantes em uma fazenda na zona rural de Itapeva, interior de São Paulo.

“O resgate de trabalhadores não envolve só a retirada do local de exploração, mas também o trabalho conjunto para o respeito a seus direitos básicos, tais como o pagamento das verbas rescisórias, a emissão de guia de seguro-desemprego e possibilidade de retorno ao local de origem com o auxílio de centros de assistência social”, explica Izabela Borges Silva, advogada do escritório Aparecido Inácio e Pereira Advogados Associados.

O que caracteriza as situações de trabalho como análogas à escravidão

Alguns elementos caracterizam a chamada ‘escravidão contemporânea’, entre eles:

– Trabalho forçado: ato que envolve a limitação do direito de ir e vir;

– Servidão por dívida: como ocorre quando há um cativeiro atrelado a dívidas, muitas vezes fraudulentas;

– Condições degradantes de trabalho: quando se nega o respeito à dignidade humana, colocando em risco a saúde e vida do trabalhador;

– Jornada exaustiva: quando o trabalhador é levado ao completo esgotamento dado à intensidade da exploração, também colocando em risco sua saúde e vida.

Demonstrado qualquer um destes fatores no ambiente de trabalho, o responsável poderá ser condenado na esfera criminal, de acordo com art. 149 do Código Penal, que considera crime a redução à condição análoga à de escravidão. Na esfera trabalhista, as mais importantes punições resultam das Ações Civis Públicas, ajuizadas normalmente pelo Ministério Público do Trabalho, que pleiteiam indenização por danos morais coletivos.

Denúncias são fundamentais para resgates

Nos últimos dez anos, mais de 15 mil pessoas foram resgatadas do trabalho análogo à escravidão no Brasil, também segundo o Ministério Público do Trabalho. As denúncias podem ser feitas pelo portal do Ministério Público do Trabalho e há também um site específico para a ação: https://bit.ly/3Yn1ndr, não sendo necessária a identificação do denunciante.

Desde 1995, as fiscalizações e resgates de trabalhadores são realizados pelo GEFM, coordenado por auditores-fiscais do Trabalho, em parceria com o Ministério Público do Trabalho, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, o Ministério Público Federal e a Defensoria Pública da União, entre outras instituições. “É importante que sejam implementadas políticas públicas direcionadas ao combate ao trabalho em condição análoga à de escravo, para que o país possa se orgulhar de combater um ciclo de exploração racial, o qual fora mantido por muitos anos de forma disfarçada pelos interesses econômicos, desinteressados na abolição efetiva da exploração humana”, finaliza a especialista.

(Fonte: Com Marianne Florindo/Agência Contatto)

Egito: destino cresce em popularidade entre os turistas brasileiros

São Paulo, por Kleber Patricio

Pirâmides no Egito. Foto: Divulgação/Schultz.

Viajar é estar aberto para novos conhecimentos, absorver novas culturas e revisitar a história nos lugares onde ela aconteceu. É por isso que poucos países do mundo se comparam ao Egito quando o assunto é turismo histórico-cultural. O destino, que já foi centro do planeta e acolheu uma das civilizações mais desenvolvidas do mundo, hoje é roteiro dos sonhos para turistas interessados em conhecer suas construções e explorar parte dos mistérios que resistem há milhares de anos. Além de monumentos arqueológicos, pirâmides e templos dedicados às enigmáticas divindades cultuadas pelos antigos egípcios, o país é dono de cenários e ícones naturais famosos mundo afora, com destaque para o mítico Rio Nilo. Para permitir aos brasileiros viverem dias de Indiana Jones no país do norte da África, a Schultz Operadora tem um roteiro especial e muito procurado pelos viajantes.

Para vivenciá-lo, um grupo de 32 agentes de viagens brasileiros foi convidado a integrar um famtour, promovido em parceria com a Exotic Tours & Travel. “Investimos na experiência como estratégia de capacitação por combinarem vivência com sessões de treinamento, pois nosso objetivo é que o agente de viagens entenda todas as particularidades dos produtos para que possa vender mais e melhor”, afirma Rodrigo Rodrigues, diretor comercial da Schultz.

A viagem pelo Egito começa no próximo dia 19, quinta-feira, e tem início e finalização no Cairo, a capital do país, que revela ruas movimentas às margens do famoso rio Nilo.

Monumentos no Egito.

A apenas oito minutos do centro, os turistas começam a ter contato com o Egito dos livros de história. É sobre as areias dessa região, considerada Patrimônio da Unesco e uma das Sete Maravilhas do Mundo, que está a Necrópole de Gizé, complexo erguido por volta de 2500 antes de Cristo e formado pelas Três Pirâmides – Quéops, Quéfren e Miquerinos –, Grande Esfinge e Templo do Vale de Quéfren, entre outras construções. Conhecer esses cenários é como mergulhar em uma das épocas mais fascinantes da história.

Um voo de pouco mais de uma hora leva os viajantes a outro destino icônico egípcio. Luxor é o nome moderno da histórica Tebas, capital dos faraós quando esses governantes exerciam o auge de seu poder, há milhares de anos. É lá que o grupo embarca em um inesquecível cruzeiro por um dos rios mais famosos do mundo, com paradas estratégicas para visitas que deixarão qualquer explorador boquiaberto em cidades como Esna e Edfu.

Entre os destaques da margem oriental estão o Templo de Luxor – um dos mais preservados da história do Egito Antigo – e o de Karnak – considerado o maior templo já construído no mundo e um dos principais cartões-postais do Egito até hoje. Na margem oposta, o grupo visitará o famoso Vale dos Reis, necrópole onde foram descobertas mais de 60 tumbas talhadas nas rochas, além do Templo Funerário da Rainha Hatshepsut e dos Colossos de Memnon.

Destino, que já foi centro do planeta e acolheu uma das civilizações mais desenvolvidas do mundo, hoje é roteiro dos sonhos para turistas interessados em conhecer suas construções e explorar parte dos mistérios que resistem há milhares de anos.

Os últimos dias do roteiro são dedicados a conhecer as cidades de Kom Ombo – famosa por sediar o único templo egípcio dedicado a duas divindades: Sobek, com cabeça de crocodilo, Haroeris, com cabeça de falcão e Aswan – onde será possível fazer um passeio de faluca, embarcação egípcia tradicional, pelo rio Nilo.

Sobre a Schultz | Criada há quase 40 anos, a Schultz é uma das mais completas empresas turísticas do Brasil, integrada pelas operações da Vital Card (seguro-viagem), Schultz Vistos (vistos de turismo, estudos, trabalho e negócios), TZ Seguros (corretora de seguros para empresas de turismo), TZ System (tecnologia) e TZ Viagens (franqueadora de agências de viagens multimarcas) e Schultz Operadora.

(Fonte: Com Luciana Gonçalves Frei/Comunica Hub)

Na semana em que completa 70 anos, Osesp apresenta dois concertos na Sala São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Mario Daloia.

A cidade de São Paulo fervilhava em meados de 1954. Com anos de antecedência, ela havia se preparado para comemorar os 400 anos de sua fundação. O Quarto Centenário de São Paulo, organizado pelo governo do Estado, foi um evento que se estendeu entre os dias 9 e 11 de julho e ficou na memória daqueles que o presenciaram. O compositor Camargo Guarnieri (1907–1993) ganhou o concurso musical organizado para a ocasião e compôs a Suíte IV Centenário. A compositora Dinorá de Carvalho recebeu a medalha de ouro do evento por seu trabalho com a formação musical de crianças. A capital ganhou espaços que hoje estão entre seus mais importantes símbolos: o Parque do Ibirapuera e a Catedral da Sé (cuja construção havia sido iniciada em 1913). Ainda que sem ligação direta com a efeméride, no campo da música foi criada uma instituição que impactaria para sempre o cenário da música de concerto no Brasil: a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, também conhecida simplesmente como Osesp.

No dia 13 de setembro de 1954, a Lei 2.733 instituía a Orquestra Sinfônica Estadual, que tinha, entre suas finalidades, “promover concertos musicais difundindo a música brasileira e estrangeira na capital e no interior do estado”. A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo pode se orgulhar de cumprir muito bem a função para a qual foi criada ao longo dessas sete décadas de atividades quase sem pausas. E é o que ela fará também em dois concertos especiais na Sala São Paulo: o primeiro na mesma data em que foi criada há 70 anos, sexta-feira (13/set), às 20h30; e o segundo no dia seguinte, sábado (14/set), às 16h30.

Foto: Mario Daloia.

A regência, é claro, estará a cargo do diretor musical e regente titular da Orquestra, Thierry Fischer, e o repertório será repleto de obras queridas pelo público, num total de 70 minutos de música sem intervalo: de Heitor Villa-Lobos (‘O trenzinho do caipira’, das adoradas Bachianas Brasileiras nº 2) a Gustav Mahler (o ‘Adagietto’ de sua Quinta Sinfonia); de Richard Strauss (Entrada solene dos Cavaleiros da Ordem de São João) a Carlos Gomes (Lo Schiavo: Alvorada); de Sergei Prokofiev (uma seleção do balé Romeu e Julieta) a Marco Antônio Guimarães (Onze); entre outras peças.

Os ingressos, que tinham preço único de R$39,60 (valor inteiro), se esgotaram pouco depois da abertura das vendas, em agosto; performance de sexta (13/set) terá transmissão ao vivo no YouTube da Orquestra, como parte do projeto Concertos Digitais. “A Osesp, referência no fazer orquestral e na gestão de instituições culturais no Brasil, é fruto das qualidades do povo de nosso estado, que tem coragem de fazer o que deve ser feito e do jeito certo, com espírito empreendedor, adaptando-se às contingências e acreditando na música e na cultura como elementos de transformação. Houve virtù e generosidade nesse caminho. A responsabilidade dos sucessivos governos com a política pública de cultura é uma marca de São Paulo. Nossos apoiadores e patrocinadores não nos deixaram nos momentos de dificuldades e a eles somos muito gratos”, afirma o diretor executivo da Fundação Osesp e músico integrante da própria Orquestra por vinte anos, Marcelo Lopes.

A Sala São Paulo. Foto: Tuca Vieira.

“O aniversário da Osesp não é uma retrospectiva, é uma porta para o futuro. É também um convite para que todos colaborem conosco na criação dos próximos capítulos. Acredito que, para uma organização de arte, isso é tão ou mais vital do que apenas refletir sobre o que já realizamos. Um aniversário diz respeito ao que vamos fazer, ao que desejamos fazer, ao que nos impulsiona e, além disso, é relativo a como alcançaremos novos territórios, novas perspectivas, novos públicos, novos artistas convidados: uma nova música. E, assim, vamos construir a base para os próximos 70 anos”, declara o diretor musical e regente titular da Osesp, Thierry Fischer.

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp
A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp é um dos grupos sinfônicos mais expressivos da América Latina. Com 13 turnês internacionais e quatro turnês nacionais realizadas, mais de uma centena de álbuns gravados e uma média de 120 apresentações por temporada, a Osesp vem alterando a paisagem musical do país e pavimentando uma sólida trajetória dentro e fora do Brasil, obtendo o reconhecimento de revistas especializadas como Gramophone e Diapason e relevantes prêmios, como o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Clássica de 2007. A Orquestra se destacou ao participar de três dos mais importantes festivais de verão europeus, em 2016, ao se tornar a primeira orquestra profissional latino-americana a se apresentar em turnê pela China, em 2019, e ao estrear em 2022, no Carnegie Hall, em Nova York, apresentando um concerto na série oficial de assinatura da casa e o elogiado espetáculo Floresta Villa-Lobos. Desde 2020, Thierry Fischer ocupa os cargos de Diretor Musical e Regente Titular, antes ocupados por Marin Alsop (2012-19), Yan Pascal Tortelier (2010-11), John Neschling (1997-2009), Eleazar de Carvalho (1973-96), Bruno Roccella (1963-67) e Souza Lima (1953). Mais que uma orquestra, a Osesp é também uma iniciativa cultural original e tentacular que abrange diversos corpos artísticos e projetos sociais e de formação, como os Coros Sinfônico, Juvenil e Infantil, a Academia de Música, o Selo Digital, a Editora da Osesp e o Descubra a Orquestra. Fundada oficialmente em 1954, a Orquestra passou por radical reestruturação entre 1997 e 1999 e, desde 2005, é gerida pela Fundação Osesp.

Thierry Fischer, regente

Thierry Fischer. Foto: Mariana Garcia.

Desde 2020, Thierry Fischer é diretor musical da Osesp, cargo que também assumiu em setembro de 2022 na Orquestra Sinfônica de Castilla y León, na Espanha. De 2009 a junho de 2023, atuou como diretor artístico da Sinfônica de Utah, da qual se tornou diretor artístico emérito. Foi principal regente convidado da Filarmônica de Seul [2017-20] e regente titular (agora convidado honorário) da Filarmônica de Nagoya [2008-11]. Já regeu orquestras como a Royal Philharmonic, a Filarmônica de Londres, as Sinfônicas da BBC, de Boston e Cincinnatti e a Orchestre de la Suisse Romande. Também esteve à frente de grupos como a Orquestra de Câmara da Europa, a London Sinfonietta e o Ensemble Intercontemporain. Thierry Fischer iniciou a carreira como Primeira Flauta em Hamburgo e na Ópera de Zurique. Gravou com a Sinfônica de Utah, pelo selo Hyperion, Des Canyons aux Étoiles [Dos cânions às estrelas], de Olivier Messiaen, selecionado pelo prêmio Gramophone 2023, na categoria orquestral. Na Temporada 2024, embarca junto à Osesp para uma turnê internacional em comemoração aos 70 anos da Orquestra.

O Concerto Osesp 70 tem o copatrocínio de Bradesco e o apoio de igc, Unival e Everymind por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Ministério da Cultura e Governo Federal – União e Reconstrução.

PROGRAMA – OSESP 70 ANOS

ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO – OSESP
THIERRY FISCHER
regente
Richard STRAUSS | Entrada solene dos Cavaleiros da Ordem de São João
Heitor VILLA-LOBOS | Bachianas brasileiras nº 2: Tocata – O Trenzinho do Caipira
Gustav MAHLER | Sinfonia nº 5: Adagietto
Sergei RACHMANINOV | Danças sinfônicas, Op. 45: Lento assai. Allegro vivace
Antonín DVORÁK | Serenata para sopros em ré menor, Op. 44: Minuetto
Sergei PROKOFIEV | Romeu e Julieta: Suíte nº 1, Op. 64 [Seleção]
Marco Antônio GUIMARÃES | Onze
Antônio Carlos GOMES | Lo Schiavo: Alvorada
Ottorino RESPIGHI |Pini di Roma: I Pini della Via Apia.

Serviço:

13 de setembro, sexta-feira, 20h30 – Concerto Digital
14 de setembro, sábado, 16h30
Endereço: Sala São Paulo | Praça Júlio Prestes, 16
Taxa de ocupação limite: 1.484 lugares
Recomendação etária: 7 anos
Ingressos: R$39,60 (valor inteiro) – Esgotados
Bilheteria (INTI): neste link
(11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h
Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners
Estacionamento: R$35,00 (noturno e sábado à tarde) e R$20,00 (sábado e domingo de manhã) | 600 vagas; 20 para pessoas com deficiência; 33 para idosos.

*Estudantes, pessoas acima dos 60 anos, jovens pertencentes a famílias de baixa renda com idade de 15 a 29 anos, pessoas com deficiências e um acompanhante e servidores da educação (servidores do quadro de apoio – funcionários da secretaria e operacionais – e especialistas da Educação – coordenadores pedagógicos, diretores e supervisores – da rede pública, estadual e municipal) têm desconto de 50% nos ingressos para os concertos da Temporada Osesp na Sala São Paulo mediante comprovação.
A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura.

Acompanhe a Osesp: Site | Facebook | Instagram | LinkedIn | YouTube | TikTok.

(Fonte: Com Fabio Rigobelo/Fundação Osesp)

Até o Lobo Mau pode se arrepender de seus erros

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa do livro.

Se o Lobo Mau um dia se arrependesse de ter destruído a casa dos porquinhos, ele também poderia se tornar alguém melhor? Escrito pela autora de livros infantojuvenis e professora Palmira Heine, ‘Os três porquinhos em: depois do sopro do lobo’ convida os pequenos leitores a refletirem sobre o valor das segundas chances e a importância de se reinventar após cometer erros.

Na continuação autoral da fábula, os personagens que tiveram seus lares desmoronados seguiram em frente e cresceram de maneiras distintas. A releitura, que conta com ilustrações de Matheus Furtado, traz diversidade e contemporaneidade para a trama: Prático é negro e trabalha em uma grande empresa de marketing; Heitor cuida de plantações e animais em uma fazenda; já Cícero mora na praia e passa os dias surfando.

Quando um deles recebe uma mensagem da terapeuta Coruja sobre o estado mental do Lobo Mau, os três não hesitam em tomar uma atitude. Antes considerado vilão, ele se resguardou após as queimaduras da chaminé. Sem quase nunca sair da toca por causa da tristeza, começou a repensar todas as antigas decisões equivocadas e quis mudar, mas não sabia o que fazer para alcançar esse objetivo. Os porquinhos decidem visitá-lo, porque nenhum deles guarda mágoas do passado, e tentam encontrar um jeito de ajudar o ex-antagonista a se reencontrar a partir das habilidades que um dia foram destruidoras. Junto de personagens tão populares, as crianças entendem sobre a importância das mudanças e o peso dos estereótipos.

Todo mundo me julga! Chamar-me de Lobo mau o tempo todo é muito desagradável. Não aguento mais isso! Toda hora é: “Lá vem o Lobo mau!” Em várias histórias de contos de fadas, quando eu apareço, é sempre assim: me representam sempre como mau, mau e mau! Ninguém se preocupa em saber se eu tenho coisas boas para oferecer ao mundo. (Os três porquinhos em: depois do sopro do lobo, p. 11)

Sobre a mensagem da obra, a autora comenta: “os estereótipos fazem com que nós sejamos colocados em caixinhas, mas somos seres plurais. Acredito que todos têm coisas boas a oferecer, têm algo que sabem fazer bem. Não necessariamente você é a mesma pessoa a vida inteira, porque todos nós podemos fazer novos planos e pensar de formas diferentes com o passar do tempo”. 

FICHA TÉCNICA

Título: Os três porquinhos em: depois do sopro do lobo
Autora: Palmira Heine
Editora: Casulinho
ISBN: 9786598368418
Páginas: 20
Preço: R$45
Onde comprar: Site Palmira Heine

Sobre a autora | A baiana Palmira Heine é escritora, professora e poeta. Doutora em Linguística, é membro da Confraria Poética Feminina e do coletivo de escritoras de livros infanto-juvenis da Bahia Mulherio das Letras. Além de Os três porquinhos em: depois do sopro do lobo, publicou as obras Chapeuzinho no Pelô, Mila, a pequena sementinha, A outra história de Dona Baratinha, Rã Zinza e A Cigarra e a Formiga: uma aventura em Salvador.

Redes sociais da autora: Instagram: @palmiraheine | Site: www.palmiraheine.com.br.

(Fonte: Com Maria Clara Menezes/LC Agência de Comunicação)

Coral da Usp apresenta música popular americana e caribenha na Casa Museu Ema Klabin

São Paulo, por Kleber Patricio

GrupoAzul do CoralUSP interpreta obras de Raul Seixas, Tim Maia, Sérgio Mendes, Margarita Lecuona, Pablo Milanés, entre outros. Foto: Fernando Carlos Garcia.

No dia 14 de setembro (sábado), às 17h, a Casa Museu Ema Klabin será palco de uma apresentação especial do Grupo Azul do CoralUSP, o Coral da Universidade de São Paulo, com o projeto Azul Popular. Sob a regência de André Juarez, o grupo trará uma seleção de músicas populares do continente americano e das ilhas caribenhas. O evento é gratuito e contará com 100 vagas disponíveis por ordem de chegada.

Criado em 1997 pelo maestro, compositor e arranjador André Juarez, o Grupo Azul já realizou mais de 600 concertos em 27 anos de história. As músicas mais apreciadas nestas apresentações fazem parte do repertório interpretado pelo grupo nos concertos do projeto Azul Popular. Na Casa Museu Ema Klabin serão interpretadas obras de Sérgio Mendes, Margarita Lecuona, Tim Maia, Pablo Milanés e Raul Seixas, entre outros.

Sobre a Casa Museu Ema Klabin

Foto: Nelson Kon.

A residência onde viveu Ema Klabin de 1961 a 1994 é uma das poucas casas museus de colecionador no Brasil com ambientes preservados. A Coleção Ema Klabin inclui pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, obras do modernismo brasileiro, como de Tarsila do Amaral e Candido Portinari, além de artes decorativas, peças arqueológicas e livros raros, reunindo variadas culturas em um arco temporal de 35 séculos.

A Casa Museu Ema Klabin é uma fundação cultural sem fins lucrativos, de utilidade pública, criada para salvaguardar, estudar e divulgar a coleção, a residência e a memória de Ema Klabin, visando à promoção de atividades de caráter cultural, educacional e social, inspiradas pela sua atuação em vida, de forma a construir, em conjunto com o público mais amplo possível, um ambiente de fruição, diálogo e reflexão.

A programação cultural da casa museu decorre da coleção e da personalidade da empresária Ema Klabin, que teve uma significativa atuação nas manifestações e instituições culturais da cidade de São Paulo, especialmente nas áreas de música e arte. Além de receber a visitação do público, a Casa Museu Ema Klabin realiza exposições temporárias, séries de arte contemporânea, cursos, palestras e oficinas, bem como apresentações de música, dança e teatro.

O jardim da casa museu foi projetado por Roberto Burle Marx e a decoração foi criada por Terri Della Stufa.

Acesse o site e redes sociais:

Site: https://emaklabin.org.br

Instagram: @emaklabin

YouTube: https://www.youtube.com/c/CasaMuseuEmaKlabin

Google Arts & Culture: https://artsandculture.google.com/partner/fundacao-

ema-klabin

Facebook: https://www.facebook.com/fundacaoemaklabin

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/emaklabin/?originalSubdomain=br

Vídeo institucional: https://www.youtube.com/watch?v=ssdKzor32fQ

Vídeo de realidade virtual: https://www.youtube.com/watch?v=kwXmssppqUU

Serviço:

Grupo Azul do CoralUSP e a música popular americana e caribenha

Sábado, 14 de setembro de 2024 | 17h

100 vagas por ordem de chegada

Rua Portugal, 43, Jardim Europa – São Paulo, SP

Entrada franca – Como em todos os eventos gratuitos, a Casa Museu Ema Klabin convidamos quem aprecia e pode contribuir para a manutenção das atividades a apoiar com uma doação voluntária via Pix: 51204196000177.

(Fonte: Com Cristina Aguilera/Mídia Brazil Comunicação Integrada)