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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Banda Karnak apresenta sucessos no teatro do Sesc Bom Retiro em única apresentação no domingo, 15/12

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Georgia Branco.

Referência em fusão musical brasileira que atravessa diferentes gêneros e estilos, a banda Karnak faz show único no teatro do Sesc Bom Retiro no domingo, dia 15/12, às 18h. Liderada pelo músico, arranjador e produtor André Abujamra na guitarra e vocal, a banda conta também com Carneiro Sandalo e Kuki Stolarski nas baterias, Luiz Macedo e Mano Bap nas guitarras, Eron Guarnieri no teclados, Sérgio Bartolo no baixo, Marcos Congento no trompete, flauta e voz, Marcelo Pereira no sax e voz e Tiquinho no trombone. O grupo celebra sua trajetória de sucessos tocando clássicos do seu repertório no espetáculo ‘Karnak, Uma História’, com as principais músicas dos discos ‘Karnak’, ‘Universo Umbigo’, ‘Estamos Adorando Tokyo’, ‘Piratas do Karnak ao vivo’ e ‘Nikodemus’.

Karnak | Misturando ritmos, estilos musicais, brasileiros e internacionais e teatralidade, a banda Karnak, originária de São Paulo, lançou quatro álbuns de estúdio e um ao vivo, em 32 anos de trajetória. Premiada pelo APCA e MTV Vídeo Música Brasil, também marcou presença na revista Rolling Stone, tendo o álbum ‘Karnak’ mencionado como um dos dez melhores discos latinos de todos os tempos, em ranking que incluía ainda Os Mutantes, Café Tacvba e Mano Chao. Seu álbum ‘Nikodemus – a ópera rock do Karnak’, de 2020, é o seu lançamento mais recente.

Serviço:

Karnak – Show Karnak, uma história

Dia 15/12 |  domingo, 18h

Local: Teatro (291 lugares)

Classificação indicativa: 10 anos

Ingressos: R$18 (Credencial Plena), R$30 (Meia) e R$60 (Inteira)

Venda de ingressos disponíveis pelo APP Credencial Sesc SP, no site sescsp.org.br/bomretiro ou nas bilheterias

Estacionamento do Sesc Bom Retiro (vagas limitadas): O estacionamento do Sesc oferece espaço para pessoas com necessidades especiais e bicicletário. A capacidade do estacionamento é limitada. Os valores são cobrados igualmente para carros e motos. Entrada: Alameda Cleveland, 529. Valores: R$8 a primeira hora e R$3 por hora adicional (Credencial Plena). R$17 a primeira hora e R$4 por hora adicional (Outros). Horários: terça a sexta: 9h às 20h; sábado: 10h às 20h; domingo: 10h às 18h.

Transporte gratuito: O Sesc Bom Retiro oferece transporte gratuito circular partindo da Estação da Luz. O embarque e desembarque ocorre na saída CPTM/José Paulino/Praça da Luz.

Consulte os horários disponíveis de acordo com a programação 

Sesc Bom Retiro – Alameda Nothmann, 185 – Campos Elíseos, São Paulo, SP

Telefone: (11) 3332-3600

Siga o @sescbomretiro nas redes sociais: Facebook, Instagram, Youtube 

Fique atento se for utilizar aplicativos de transporte particular para ir ao Sesc Bom Retiro: É preciso escrever o endereço completo no destino, Alameda Nothmann, 185; caso contrário, o aplicativo informará outra rota/destino.

(Com Flávio Aquistapace/Assessoria de Imprensa Sesc Bom Retiro)

Rodrigo de Oliveira lança ‘Depois de Ontem’

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Fotos: Divulgação.

O livro ‘Depois de Ontem’ é um relato emocionante sobre um período de quase quatro meses, durante o qual o autor permaneceu internado em dois hospitais da cidade de Indaiatuba/SP, por conta das complicações decorrentes de uma cirurgia que, de início, se apresentava como uma intervenção relativamente simples.

​O procedimento inicial, visto como tranquilo aos olhos dos médicos, acabou se desdobrando em um difícil calvário: 23 outras intervenções cirúrgicas, algumas delas extremamente delicadas e de alta complexidade, idas e vindas, urgências periódicas, medicamentos dos mais variados, dúvidas dos profissionais – enfim, uma ‘aventura’ angustiante.

Registrando suas dores, as amarguras e as reflexões – inevitáveis nesses momentos de isolamento de praticamente tudo e de quase todos – com o temor rotineiro do que está por vir no dia seguinte, o autor nos conta sobre esse período duradouro de internação que acabou sendo superado com sucesso sua pela fé, pela dedicação dos médicos, dos enfermeiros, a presença reconfortante e animadora dos familiares, da esposa, filhos e, segundo Rodrigo, acima de tudo, pela sempre presença Dele, o maior dos médicos.

O relato do autor, principalmente sobre quando enfermo, mas também sobre o período de rápida recuperação, traz à tona as preocupações inerentes a quem se encontra nessa delicada situação de saúde, prendendo a tenção do leitor à narrativa, que, por meio dos emotivos relatos, deixa uma mensagem de fé e de esperança, em particular àqueles que, em certos momentos da vida, têm a impressão de que a jornada está para chegar ao fim. ​É um convite à reflexão que se faz necessária, pois… a vida segue seu curso.

Título: Depois de Ontem

Autor: Rodrigo de Oliveira

Coordenação editorial: Rubens Pantano Filho

Imagem da Capa: Tempo Relógio Ampulheta (Pixabay)

ISBN 978-65-83368-03-4

Fox Tablet.

(Com Rodrigo de Oliveira)

Nando Reis anuncia show da turnê ‘Uma Estrela Misteriosa’ em Campinas

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: Lorena Dini.

O cantor e compositor paulistano Nando Reis apresenta a turnê ‘Uma Estrela Misteriosa’, com as músicas de seu novo álbum quádruplo, além de sucessos que marcaram seus 41 anos de carreira. Nando chega a Campinas, no Royal Palm Hall, no dia 22 de dezembro. Os ingressos já estão à venda (acesse aqui).

Uma Estrela Misteriosa é como um autorretrato, uma antologia, um passeio pelo zoológico-cósmico que vai da memória ao sonho, da realidade à utopia. Eu vezes eu somado a todos que estão ao meu redor”, explica Nando. O guitarrista Peter Buck (cofundador da banda R.E.M) e o produtor dos álbuns e baterista Barrett Martin (da Screaming Trees) participarão de alguns dos shows da turnê Uma Estrela Misteriosa, que teve início pela região Amazônica em 20 de setembro, em Macapá, para celebrar o Equinócio de Primavera. O tour também tem passagem confirmada por Goiânia e Campinas (confira as datas e cidades no final deste texto). Os músicos Walter Villaça (guitarra), Alex Veley (teclado) e Felipe Cambraia (baixo), que colaboram com o Nando há mais de 20 anos, também farão parte da tournée, assim como Sebastião Reis (violão).

Nando fundamenta a nova turnê em quatro pilares centrais: inclusão, superação, sustentabilidade e autenticidade. O projeto terá intérprete de libras em todas as apresentações além de uma pessoa qualificada dentro da equipe para fiscalizar e receber os PCDs em todos os shows. Já o viés de superação diz respeito à luta do cantor durante anos contra o alcoolismo e as drogas. Uma Estrela Misteriosa é o primeiro projeto feito pelo artista completamente sóbrio. A preocupação com o meio ambiente é uma das principais bandeiras levantadas pelo músico e, por isso, a turnê respeitará protocolos e indicadores alinhados aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Serviço:
Nando Reis @Campinas
Data: 22 de dezembro de 2024 (domingo)
Local: Royal Palm Hall – R. Mns. Luís Fernandes de Abreu, 311 – Jardim do Lago (Continuação), Campinas/SP
Horários: 19h (abertura da casa) | 20h (início do show)
Valores:
– Bronze: A partir de R$80,00 (meia-entrada) | A partir de R$160,00 (inteira)
– PCR – Bronze: A partir de R$80,00
– Prata: A partir de R$100,00 (meia-entrada) | A partir R$200,00 (inteira)
– PCR – Prata: A partir de R$100,00
– PCR – Ouro: A partir de R$120,00
– Ouro: A partir de R$130,00 (meia-entrada) | A partir de R$260,00 (inteira)
– Diamante: A partir de R$150,00 (meia-entrada) | A partir de R$300,00 (inteira)
Ingressos: https://www.icones.com.br/evento/977837-nando-reis-lancamento-da-turne-uma-estrela-misteriosa.

(Com Carol Pascoal/Trovoa Comunicação)

Peça ‘Para Meu Amigo Branco’ faz apresentações no Teatro Arthur Azevedo, em São Paulo

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Agatha Flora.

Durante uma reunião escolar entre pais e professores, um homem levanta um importante debate sobre racismo: sua filha de 8 anos foi chamada de ‘negra fedorenta’ por um colega branco – esse é o mote do espetáculo ‘Para Meu Amigo Branco’, com direção de Rodrigo França, que retorna a São Paulo após bem-sucedidas temporadas no Rio de Janeiro em 2023. As apresentações acontecem no Teatro Arthur Azevedo nos dias 14 e 15 de dezembro, com sessões no sábado, às 18h e 21h, e no domingo, às 19h.

Livremente inspirada no livro homônimo do jornalista e ativista social Manoel Soares, a peça venceu o edital Sesc RJ Pulsar e foi indicada ao Prêmio Shell de melhor cenário 2023. Na trama, enquanto a escola prefere lidar com a questão da violência contra a garota apenas como um mero bullying, seu pai, interpretado por Marcelo Dog, luta para mostrar aos presentes que a situação é bem mais complexa. O impasse ganha novos contornos quando um pai branco (Alex Nader), inicialmente solidário à causa, muda de comportamento ao descobrir que seu filho é o responsável pela agressão.

Foto: Sabrina da Paz.

O texto é assinado por Rodrigo França, que atualmente concorre ao Prêmio Shell de Dramaturgia no Rio de Janeiro por ‘Angu’, e Mery Delmond. A ideia é que personagens brancos e negros discutam o racismo em cena, estimulando a plateia a refletir sobre as suas ações cotidianas. Para isso, o público deixa de ser passivo. “A encenação faz o possível e o impossível para que as pessoas esqueçam que estão no teatro e mergulhem na realidade da reunião escolar. Ou seja, além de os espectadores estarem posicionados como se estivessem dentro da ação, a atriz que interpreta a professora circula entre todo mundo, incluindo todos os presentes naquele ambiente”, conta França. “O espetáculo fala sobre uma figura paterna incansável, que não tolera o racismo e deixa isso bem claro. A peça clama por dignidade. O texto defende que só é possível respeitar o outro se enxergarmos a humanidade do outro”, defende França.

Também foi importante para o diretor o fato de esse personagem combativo ser um pai. “Embora o abandono paternal seja uma realidade bastante presente, esse fato não é uma verdade absoluta. Acredito que devemos oferecer bons exemplos para as crianças e jovens, mostrando que é possível viver de uma maneira diferente”, argumenta.

Foto: Afroafeto.

Para Manoel Soares, o histórico de racismo no Brasil coloca as vitórias da comunidade negra sempre em segundo plano. “Tudo que os pretos têm de positivo acaba sendo ofuscado pela agenda da dor. Essa agenda só vai deixar de existir se for dividida com as pessoas de pele clara”, analisa o comunicador e ativista.

Repercussão do espetáculo no Rio de Janeiro

A peça foi sucesso de público e crítica em suas duas primeiras temporadas no Rio de Janeiro, no Arena do Sesc Copacabana, em agosto de 2023, assistida por mais de 3.400 espectadores, e no Teatro Domingos Oliveira. Segundo a crítica, é um espetáculo “para ver e rever”, “traz verdades difíceis de engolir” e pode causar “uma bela revolução interior”. Por esse motivo, tem sido intensa a procura pela peça por instituições e empresas interessadas em debater o racismo no interior de suas engrenagens. “Muitas pessoas que se dizem não racistas acabam reproduzindo o racismo sem se dar conta. Ao assistir ao espetáculo, elas percebem que precisam se autofiscalizar e modificar seus comportamentos”, comenta o diretor e dramaturgo.

A idealização é do diretor, produtor e jornalista João Bernardo Caldeira.

Sobre a encenação

Foto: Barbara Cabral.

Em relação ao cenário, Clebson Prates buscou sublimar os padrões de conduta da branquitude dominante e hegemônica de uma escola de elite. Por isso, o linóleo, a lousa e as carteiras escolares têm a cor branca. Ao mesmo tempo, diversos livros de autores negros estão suspensos no ar. Por esse trabalho impactante, o cenógrafo concorre ao Prêmio Shell de 2023 pelo Rio de Janeiro.

Os espectadores são convidados a se sentar nas carteiras, dispostas em formato circular. E, contribuindo ainda mais para unir público e atores, a iluminação de Pedro Carneiro é bastante viva, quase simulando um ambiente real. “Se uma sociedade é racista, suas instituições também são. E a escola é um espaço onde as máscaras não se sustentam por muito tempo. Assim, não foi difícil pensar nessa história. O livro do Manoel Soares é um manual antirracista, e eu, que sou professor há mais de 20 anos, já ouvi muitos absurdos de educadores e dos responsáveis pelos alunos nas reuniões”, conta França.

Inclusive, um levantamento divulgado pelo Ipec (Instituto de Referência Negra Peregum) e o Projeto SETA mostrou que 81% da população entre 16 e 24 anos afirma que o Brasil é um país racista e que 64% dos brasileiros dizem que racismo começa na escola. Mery Delmond ainda complementa: “a partir do olhar sobre a branquitude, a peça desnuda as problemáticas do racismo e localiza o ‘sujeito branco’ como um indivíduo racializado dentro da estrutura de uma sociedade ainda tão racista como a nossa”.

Sobre o diretor e dramaturgo

Foto: Agatha Flora.

Rodrigo França é cineasta, articulador cultural, ator, diretor, dramaturgo, escritor e artista plástico. Escreveu sete peças teatrais, como ‘O Pequeno Príncipe Preto’, ‘Capiroto’ e ‘Inimigo Oculto’. Entre as obras que dirigiu estão ‘Oboró – Masculinidades Negras’, ‘O amor como revolução’, ‘Enlaçador de mundos’ e ‘Jorge para sempre Verão’. Ganhou o Prêmio Shell de Teatro 2019, na categoria Inovação, pelo Coletivo Segunda Black, no qual é cocriador e curador, iniciativa também contemplada com o 18º Prêmio Questão de Crítica. Além disso, é filósofo político e jurídico, atuando como pesquisador, consultor e professor de direitos humanos fundamentais. É ativista pelos direitos civis, sociais e políticos da população negra no Brasil.

Sobre os atores

Reinaldo Junior é ator, diretor e preparador de elenco. Em 2023, foi indicado a Melhor Ator no Prêmio Shell pelo espetáculo ‘O Grande Dia’ – idealizado por ele, com texto e direção de André Lemos e realização da Confraria do Impossível, da qual é cofundador. Atuou em peças como ‘Salina, a Última Vértebra’, da Cia. Amok Teatro; ‘Mercedes’, do Grupo Emú, do qual é cofundador; e ‘Óboro Masculinidades Negras’, com direção de Rodrigo França. É gestor do Quilombo Cultural Urbano e do Teatro Chica Xavier e idealizador e curador da Segunda Black (Prêmio Shell 2019). Recentemente, participou da novela ‘Vai na Fé’ (2023), da Rede Globo; e dos filmes ‘Mussum o Filmis’, da Globo Filmes; e ‘Nosso Sonho, A cinebiografia de Claudinho e Buchecha’, da Urca Filmes.

Foto: Agatha Flora.

Alex Nader começou no teatro aos 11 anos, tendo estudado com nomes como Domingos Oliveira, Hamilton Vaz Pereira, Moacir Chaves e Fabio Barreto. Em 2003, formou-se em Cinema pela Unesa. No teatro, destaca-se por ‘O Âncora’, ‘Caranguejo Overdrive’ (vencedor dos prêmios Cesgranrio, Shell e APTR nas categorias Texto e Direção) e ‘A Paz Perpétua’ (direção de Aderbal Freire Filho). Na TV, seus últimos trabalhos foram a novela ‘Quando Mais Vida Melhor’, da TV Globo; e as séries da Globopay ‘Arcanjo Renegado’, dirigida por Heitor Dhalia, e a segunda temporada de ‘A Divisão’, dirigida por Vicente Amorim.

Sobre a atriz

Stella Rodrigues é atriz, cantora e produtora com mais de 30 anos de carreira. Formada pelo Centro de Artes Calouste Gulbenkian, já participou de espetáculos como ‘O Abre Alas- 150 anos de Chiquinha Gonzaga’, ‘Cole Porter, ele nunca disse que me amava’, ‘Suburbano Coração’, ‘A Ópera do malandro’, ‘A Presença de Guedes’, com direção de Irene Ravache, ‘Toilete’, de Walcyr Carrasco, e ‘Uma Professora Maluquinha’, cuja atuação lhe rendeu uma indicação de melhor atriz no Troféu Mambembe. Entre 2017 e 2019, protagonizou o musical ‘Emilinha’.

Sobre a atriz e dramaturga

Mery Delmond é uma atriz, produtora, diretora e roteirista que se dedica ao desenvolvimento de projetos criativos e culturais desde 2015. Em parceria com a produtora Diverso Cultura e Desenvolvimento, implementou várias iniciativas nas áreas de teatro, cinema/audiovisual, música e literatura, com enfoque em questões raciais, de gênero e de diversidade, com destaque para ‘Contos Negreiros do Brasil’, ‘Oboró Masculinidades Negras’, ‘O amor como Revolução’, ‘O Pequeno Príncipe Preto’ e ‘Inimigo Oculto’.

Sinopse | Pais e professores discutem o caso de racismo vivido pela menina Zuri, de 8 anos, chamada de ‘negra fedorenta’ por um colega branco da escola.

FICHA TÉCNICA

Inspirado no Livro de MANOEL SOARES

Texto RODRIGO FRANÇA E MERY DELMOND

Direção RODRIGO FRANÇA

Elenco MARCELO DOG E ALEX NADER

Atrizes Convidadas STELLA MARIA RODRIGUES E MERY DELMOND

Direção de Movimento TAINARA CERQUEIRA

Cenário CLEBSON PRATES

Figurino MARAH SILVA

Iluminação PEDRO CARNEIRO

Trilha Sonora Original DANI NEGA

Consultoria Pedagógica CLARISSA BRITO

Consultoria de Representações Raciais e de Gênero DEBORAH MEDEIROS Fotografia AFROAFETO POR GABRIELLA MARIA, SABRINA DA PAZ E ÁGATHA FLORA

Arte Gráfica THIAGO SAK

Assessoria de Imprensa CANAL ABERTO – MÁRCIA MARQUES E DANIELE VALÉRIO

Operação de Som HUGO CHARRET

Operação de Luz LUCAS DA SILVA

Assistência de Produção ALIPIA MATTOS

Produção Executiva IZA MARIE MICELI

Direção de Produção JULIA RIBEIRO, ANA LAURA CASTRO E SILAS REDONDO

Idealização JOÃO BERNARDO CALDEIRA

Produção MIRANTE PROJETOS

Instagram: @parameuamigobranco.

Serviço:

Para meu amigo branco

Data: 14 e 15 de dezembro de 2024; sábado, às 18h e 21h; domingo, 19h

Local: Teatro Arthur Azevedo (Av. Paes de Barros, 955, Mooca, São Paulo)

Capacidade: 349 pessoas

Ingressos: gratuitos

Duração: 80 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Estacionamento no local

Transporte Público – Metrô Bresser – Mooca (2500m).

(Com Daniele Valério/Canal Aberto Assessoria de Imprensa)