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Ciclistas realizam plantio na barragem do rio Capivari Mirim

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Marco Matos.

No último domingo, aconteceu na barragem do rio Capivari-Mirim o plantio de 200 mudas de árvores nativas da região, uma atividade promovida pelo grupo de ciclistas Indaiatuba by Bike com o apoio Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Indaiatuba (SAAE). O evento contou com a participação de 150 ciclistas, que se reuniram no estacionamento da Prefeitura e foram pedalando os 9,3 quilômetros até a barragem.

O plantio aconteceu às 10 horas e teve o acompanhamento de funcionários do SAAE, que já haviam deixado as covas que iriam receber as mudas preparadas e faziam a aplicação de hidrogel (polímero que mantém a planta hidratada por até 30 dias) à medida em que os voluntários iam acomodando as mudas. Após o plantio, os visitantes fizeram uma volta na via que circunda a barragem para conhecer as futuras dependências do Parque do Mirim.

“Atividades como estas, além de ajudarem na criação da mata ciliar, fortalecem o espirito de preservação da natureza na população e realçam sua importância para um futuro em equilíbrio”, comenta Sandro Coral, superintendente do SAAE.

Indaiatuba by Bike

Encontro ciclístico gratuito promovido pelo Departamento de Turismo que tem o objetivo de resgatar o hábito dos passeios de bicicleta pela cidade aos domingos e incentivar o uso desse meio transporte, que é ecologicamente correto, aliando lazer, esporte e cultura. Visa ainda promover a conscientização ambiental dos munícipes e turistas através de roteiros que envolvem a história, cultura, educação e propriedades rurais de Indaiatuba. O passeio conta com carro de apoio, viatura do Departamento Municipal de Trânsito (Demutran), da Guarda Municipal e ambulância. A faixa etária recomendada para participação é acima de 10 anos para melhor acompanhamento do roteiro.

Barragem do rio Capivari-Mirim

A barragem, com capacidade para armazenar 1,3 bilhão de litros de água, tem a função de regularizar a vazão do Rio Capivari-Mirim, manancial que hoje fornece cerca de 40% da água consumida no município.

No entorno da represa foram plantadas 110 mil mudas de árvores para formação de mata ciliar e proteção do manancial e está sendo construído um parque com pista de caminhada e ciclovia, deques cobertos para pesca, quiosques, campo de futebol society, quadras, parque infantil, academia da terceira idade e observatório.

Bonelli lança pizzas para quem tem intolerância a lactose e glúten

Campinas, por Kleber Patricio

Divulgação.

Quem se descobre com intolerância ao glúten ou à lactose procura alternativas para continuar degustando as receitas que adoram e formas criativas de substituir os ingredientes aos quais estão com restrições alimentares, mas a pizza não é tão fácil, pois nem todo mundo tem um forno apropriado em casa para reproduzir uma pizza autêntica, com uma massa perfeita. Como cada vez mais pessoas estão apresentando estes sintomas e precisam seguir dietas restritas, depois de cinco meses de pesquisas e testes de sabor e qualidade, o Bonelli Restaurante e Pizzaria chegou a uma massa especial de pizza sem glúten e um queijo sem lactose que ficou uma delícia, com sabor e textura que lembram a pizza normal.

As novas criações entram no cardápio a partir da próxima semana; tanto a nova opção de massa sem glúten quanto as novas versões de pizza sem lactose; assim, a pizzaria agora pode atender aos clientes que têm vontade de comer pizza, mas evitam por causa da massa ou do queijo.

Com ingredientes selecionados, a casa criou essa massa sem farinha de trigo para atender aos celíacos a partir de uma mistura de farinha de arroz, farinha de mandioca e de soja com fécula de batata e de mandioca.  Vale considerar que os produtos não estão totalmente livres da contaminação por glúten e, portanto, devem ser evitados por aqueles com níveis graves de intolerância severa, uma vez que precisam de uma cozinha totalmente isolada (no caso do Bonelli, os alimentos são manipulados na mesma cozinha, apesar de ser utilizado um forno separado).

As novas receitas podem receber variações de ingredientes que combinem com as necessidades de cada restrição alimentar; por exemplo, as pessoas que têm intolerância à lactose podem escolher a massa tradicional e apenas introduzir ingredientes que não têm leite na composição para compor o recheio com o queijo sem lactose. Da mesma forma, a massa sem glúten pode receber diversos ingredientes no recheio. A versão sem glúten e sem lactose também tem sido procurada por ser mais leve e por quem quer emagrecer, já que algumas dietas indicam evitar por um tempo a farinha branca e os queijos mais gordurosos. Em caso de dietas light, pode-se também optar pela massa 100% integral, com sabores mais leves como a pizza light, que vem com massa fina, molho tomate, brócolis, ricota, champignon e palmito ou outras versões com verduras e vegetais, como abobrinha, berinjela, rúcula etc.

Serviço:

Bonelli Restaurante e Pizzaria

Endereço: Av. Barão de Itapura, 2662, Taquaral (ao lado do Liceu) – Campinas/SP – contato: (19) 3243-1133

Horários de funcionamento da pizzaria: segunda a sexta, das 18h à 0h; sábados, das 18h à 1h; domingos, das 18h à 0h

Mais informações: website www.bonellirestaurante.com.br e fan page www.facebook.com/Bonellirestauranteepizzaria.

FIEC recebe 18° Encontro de Profissionais de RH e Empresários de Indaiatuba e Região

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Palestra de Fábio Gomes no 18º Encontro de Profissionais de RH realizado pela FIEC. Foto: Maurício Santaliestra.

A Fundação Indaiatubana de Educação e Cultura (FIEC) realizou na quarta-feira (20), no auditório da unidade I, o 18° Encontro de Profissionais de Recursos Humanos e Empresários de Indaiatuba e Região.

Dr. Fábio Gomes ministrou a palestra Reforma Trabalhista – Análise das Principais Alterações e seu Impacto, tema que despertou muito interesse pelos profissionais da área, que praticamente lotaram o auditório. Estiveram presentes 115 profissionais representando 72 empresas.

No encontro foram tratados itens fundamentais, como Tempo à disposição do empregador, Multa pela falta de registro, Horas “in itinere”, Banco de Horas, Jornada 12 X 36 e Férias fracionadas, entre outros.

Fábio Gomes é advogado e contabilista pós-graduado em Gestão Empresarial pela FGV, consultor e diretor da CPA Informações Empresariais, especialista em Legislação Trabalhista e Previdenciária e autor do livro Nova Contribuição Previdenciária sobre Pagamentos a Autônomos e Retirada Pró-labore e de vários artigos publicados em revistas especializadas.

Taxa de suicídio é maior em idosos com mais de 70 anos, revela Ministério da Saúde

, por Kleber Patricio

Foto: Flora Braz|Free Images.

Em alusão ao Setembro Amarelo, mês de conscientização sobre a importância da prevenção do suicídio, o Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (21/9) o primeiro Boletim Epidemiológico de Tentativas e Óbitos por Suicídio no Brasil. Um dos alertas é a alta taxa de suicídio entre idosos com mais de 70 anos. Nessa faixa etária, foram registradas em média 8,9 mortes por 100 mil nos últimos seis anos (a média nacional é 5,5 por 100 mil). Também chama atenção o alto índice entre jovens, principalmente homens, e indígenas. O diagnóstico, inédito, vai orientar a expansão e qualificação da assistência em saúde mental no país.

O Ministério da Saúde, com base nos dados do boletim, lança uma agenda estratégica para atingir meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de redução de 10% dos óbitos por suicídio até 2020. Entre as ações, destacam-se a capacitação de profissionais, orientação para a população e jornalistas, a expansão da rede de assistência em saúde mental nas áreas de maior risco e o monitoramento anual dos casos no país e a criação de um Plano Nacional de Prevenção do Suicídio. Desde 2011, a notificação de tentativas e óbitos é obrigatória no país em até 24h.

“Temos o compromisso de reforçar agora toda nossa rede de atenção psicossocial junto aos gestores locais, visando fortalecer e ampliar a assistência a todos os indivíduos que necessitam de atenção e cuidado neste momento”, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde, Adeilson Cavalcante.

O diagnóstico registrou, entre 2011 e 2016, 62.804 mortes por suicídio – a maioria (62%) por enforcamento. Os homens concretizaram o ato mais do que as mulheres, correspondendo a 79% do total de óbitos registrados. Os solteiros, viúvos e divorciados foram os que mais morreram por suicídio (60,4%). Na comparação entre raça/cor, a maior incidência é na população indígena – a taxa de mortalidade entre os índios é quase três vezes maior (15,2) do que o registrado entre os brancos (5,9) e negros (4,7). “A reúne esforços entre as áreas de vigilância e assistência em saúde com programas de prevenção e cuidado da saúde mental para diminuir a mortalidade por suicídio”, ressaltou Quirino Cordeiro Junior, coordenador geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde.

Entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio é maior entre os homens, cuja taxa é de 9 mortes por 100 mil habitantes. Entre as mulheres, o índice é quase quatro vezes menor (2,4 por 100 mil). Na população indígena, a faixa etária de 10 a 19 anos concentra 44,8% dos óbitos. “A notificação de casos é muito importante para que consigamos visualizar onde se encontram as regiões com maiores indicadores e reunir esforços para diminuir as taxas de suicídio. Já trabalhamos com ações de prevenção nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) que, em breve, devem chegar às áreas de maior incidência”, enfatizou Maria de Fátima Marinho, diretora do Departamento de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis do Ministério.

O documento apresenta ainda que, entre os anos de 2011 e 2016, ocorreram 48.204 tentativas de suicídio. Ao contrário da mortalidade, foram as mulheres que atentaram mais contra própria vida – 69% do total registrado. Entre elas, 1/3 fez isso mais de uma vez. Por raça/cor, a população branca (53,2%) registrou maior taxa. Do total de tentativas no sexo masculino, 31,1% tinham entre 20 e 29 anos; além disso, 58% dos homens e mulheres que tentaram suicídio utilizaram substâncias que provocaram envenenamento ou intoxicação.

Entre os fatores de risco para o suicídio estão transtornos mentais como depressão, alcoolismo, esquizofrenia; questões sócio demográficas, como isolamento social; psicológicos, como perdas recentes e, ainda, condições clínicas incapacitantes, como lesões desfigurantes, dor crônica e neoplasias malignas. No entanto, tais aspectos não podem ser considerados de forma isolada e cada caso deve ser tratado no Sistema Único de Saúde conforme um projeto terapêutico individual.

Assistência, fator de proteção

Os serviços de assistência psicossocial têm papel fundamental na prevenção do suicídio. O boletim apontou que nos locais onde existem Centros de Apoio Psicossocial (CAPS), uma iniciativa do SUS, o risco de suicídio reduz em até 14%. Existem no país 2.463 CAPS e, no último ano, foram habilitadas 146 unidades, com custeio anual de R$69,5 milhões do Ministério da Saúde. Por isso, a agenda estratégia prevê a expansão dessas unidades nas regiões de maior risco.

Outro ponto para ampliar o atendimento é a parceria com o Centro de Valorização da Vida (CVV). O Ministério da Saúde tornou gratuita a ligação para a instituição, que faz o apoio emocional para prevenção de suicídios. A partir do dia 30/09, além do Rio do Grande do Sul, o 188 ficará disponível sem custo de ligação para mais oito estados: MS, SC, PI, RR, AC, AP, RO e RJ. A expansão beneficiará 21% da população brasileira. Para se ter ideia do impacto da medida, no Rio Grande do Sul, onde já funciona desde setembro, o número de atendimentos aumentou treze vezes: de 4.500 ligações, em setembro de 2015, para 58.800 em agosto deste ano. Além disso, a entidade também presta assistência pessoalmente, via e-mail ou chat. A representante do CVV Leila Herédia ressalta a importância da gratuidade das ligações para o aumento dos atendimentos: “O custo das ligações era um fator impeditivo na hora das pessoas procurarem ajuda. No momento de angústia, as pessoas querem ser ouvidas, querem conversar. A medida vai facilitar o acesso da população aos serviços do CVV”, afirmou.

Também estão previstos materiais de orientação para ampliar a comunicação social e qualificar a informação aos jornalistas, profissionais de saúde e a população. Por isso, o Ministério lançou um folheto informativo para os jornalistas com sugestões sobre como abordar o tema. Para a população, foi feito um folder com foco na identificação de sinais de alerta, como o que fazer e o que não fazer diante de uma pessoa com risco de suicídio. Já para profissionais de saúde, foi elaborado um documento sobre a importância da notificação compulsória da tentativa de suicídio em até 24 horas e que traz informações técnicas sobre acolhimento na rede do SUS. Todos os documentos estão disponíveis para download no Portal da Saúde (www.saude.gov.br).

Já para a Educação Permanente dos profissionais de saúde na prevenção do suicídio, o Ministério da Saúde oferta, em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), um curso à distância sobre Crise e Urgência em Saúde Mental. Desde 2014, já foram capacitados 1.994 profissionais. A próxima turma, prevista para 2018, capacitará outros 1.500 profissionais da Rede de Atendimento Público de Saúde com capítulo sobre suicídio. Outra capacitação prevista é a Oficina Nacional de Qualificação das Ações de Prevenção ao Suicídio entre povos indígenas, que será realizada em novembro. Também para os índios, ainda neste ano, haverá a implantação das linhas de cuidados de prevenção do suicídio, com capacitações em 16 DSEI prioritários e formação de jovens indígenas multiplicadores em estratégias de valorização da vida nas regiões com maior incidência de suicídio.

(Por Victor Maciel, da Agência Saúde)

Confira a apresentação dos dados divulgados hoje pelo Ministério da Saúde

Conheça a cartilha com dicas para jornalistas de como abordar o tema

Conheça a cartilha com dicas para profissionais de saúde e população de como identificar sinais de alerta em pessoas que estão pensando em suicídio.

‘A Beleza da Vida’: trajetória de sucesso e superação de Marco Antônio de Biaggi vira livro

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: Acervo pessoal|Facebook.

A luta contra o câncer, os quarenta dias em coma e os bastidores picantes das capas de revistas produzidas pelo maior cabeleireiro do país – assim é A Beleza da Vida, biografia de Marco Antônio de Biaggi assinada pelo jornalista João Batista Jr. e publicada pela Editora Abril, que conta a trajetória de sucesso e superação do profissional das tesouras mais querido pelas celebridades. “É a história de um menino da Zona Norte de São Paulo que sempre quis fazer parte do mundo das famosas e das revistas, conseguiu isso, depois passou por uma doença com muita fé, venceu e está aqui para ajudar quem está vivendo uma situação semelhante”, resume Biaggi.

João Batista Jr. passou mais de um ano levantando dados e entrevistando familiares, amigos e colegas de Biaggi, além de concorrentes e do próprio biografado. “O livro vai alternando um capítulo sobre a doença e um sobre a carreira, até que tudo se mistura”, conta o jornalista. Ao todo, A Beleza da Vida conta com 19 capítulos divididos em 240 páginas. O prefácio é assinado pela apresentadora e amiga de Marco Ana Maria Braga.

O livro será lançado em Campinas com a presença de Biaggi no próximo dia 28 de setembro das 19 às 21 horas na Livraria da Vila do Galleria Shopping.

Serviço:

A Beleza da Vida

Editora Abril

240 páginas

R$36,90

Noite de autógrafos: 28/9 – 19 às 21 horas

Livraria da Vila – Galleria Shopping – Campinas/SP.