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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Vacinação contra febre amarela acontece sábado em 4 unidades de saúde

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Crédito da foto: Eliandro Figueira.

Considerando o avanço da febre amarela desde 2017 e com ocorrência de casos e óbitos, sendo que em 2019 foi confirmado um óbito em Serra Negra, o Estado de São Paulo irá intensificar a vacinação. Indaiatuba participa da ação, que será realizada no sábado (29) em quatro Unidades de Saúde, que ficarão abertas das 8h às 14h exclusivamente para a vacinação da febre amarela em pessoas que não possuem nenhuma dose desta imunização. As Unidades de Saúde que estarão funcionando são PSF Jardim Camargo Andrade, UBS 4 (Jardim Morada do Sol), UBS 10 (Jardim Califórnia) e PSF Parque Corolla.

De acordo com o Departamento de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde, de 2009 a 2018 a foram vacinadas contra febre amarela em torno de 167 mil pessoas – uma cobertura de quase 80%. A vacina é ofertada no Calendário Nacional de Vacinação e distribuída mensalmente a todos os Estados. Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema de dose única da vacina, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde, respaldada por estudos que asseguram que uma dose é suficiente para a proteção por toda a vida.

Saiba mais

Segundo informações do Ministério da Saúde, a febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda causada por um vírus transmitido por mosquitos vetores e possui dois ciclos de transmissão: silvestre (quando há transmissão em área rural ou de floresta) e urbano. O vírus é transmitido pela picada dos mosquitos transmissores infectados e não há transmissão direta de pessoa a pessoa. A febre amarela tem importância epidemiológica por sua gravidade clínica e potencial de disseminação em áreas urbanas infestadas pelo mosquito Aedes aegypti.

Os sintomas iniciais da febre amarela incluem início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. A maioria das pessoas melhora após estes sintomas iniciais; no entanto, cerca de 15% apresentam um breve período de horas a um dia sem sintomas e, então, desenvolvem uma forma mais grave da doença.

Depois de identificar alguns desses sintomas, procure um médico na unidade de saúde mais próxima e informe sobre qualquer viagem para áreas de risco nos 15 dias anteriores ao início dos sintomas e, também, se você observou mortandade de macacos próxima aos lugares que visitou, assim como picadas de mosquito. Informe, ainda, se você tomou a vacina contra a febre amarela e a data.

Em casos graves, a pessoa infectada por febre amarela pode desenvolver algumas complicações, como febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia (especialmente a partir do trato gastrointestinal) e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos.

Campinas recebe circuito de apresentações da peça sobre meio ambiente e sustentabilidade ‘Cuidados com a Água’

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Experiências, teatro, conhecimento e diversão – é com a união de todos esses elementos que o espetáculo Cuidados com a Água vai ensinar ciência de forma lúdica em um circuito de apresentações na cidade de Campinas de quarta (26) a sexta-feira (28). A peça vai entrar de cabeça em experimentos que explicam as propriedades do H²O, estimulando a criançada a aprender um pouco mais sobre a problemática que o mundo enfrenta na questão hídrica. As apresentações fazem parte do projeto Cultura Solar e têm entrada gratuita.

Quem apresenta a história é um cientista maluco e seu assistente atrapalhado, que, ao subir no palco, tropeça em uma bacia com água. Esse é o gancho para uma discussão divertida sobre as propriedades da água, suas utilizações e o desperdício, tudo isso com experiências e demonstrações impactantes abordando a questão da sustentabilidade de forma diferente e divertida.  A plateia tem participação ativa na apresentação, que traz de forma única a problemática que o mundo enfrenta na questão da água. “Nossas apresentações são espetaculares e interativas, planejadas para maravilhar e entreter a todas as faixas etárias, agradando inclusive aos adultos. De um modo muito divertido e interessante, mostramos a diferença entre mágica e ciência”, afirma Dany Artel, ator da Mad Science, companhia que encena o espetáculo.

O projeto é uma realização do Governo do Estado de São Paulo por meio do Programa de Ação Cultural (ProAC), com apoio da Secretaria de Cultura e Prefeitura Municipal de Campinas e patrocínio da Bauminas.

Cultura Solar

A apresentação teatral faz parte do projeto Cultura Solar, que visa trabalhar conceitos de energia com o público infanto-juvenil de maneira envolvente e não convencional. Utilizando dramática divertida e experiências científicas, as peças buscam disseminar as ideias de consumo consciente e comportamento sustentável.

Serviço – Circuito de apresentações da peça Cuidados com a Água:

Quarta-feira, 26 de junho, às 10h e 14h, no CEU Vila Esperança (Rua André Gabois, s/nº, Vila Esperança)

Quinta-feira, 27 de junho, às 10h30 e 14h, no CEU Mestre Alceu (Rua Lasar Segal, 110, Jardim Florence)

Sexta-feira, 28 de junho, às 10h e 14h, na Praça da Juventude (DIC V, Conjunto Habitacional Chico Mendes). A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.

Grupo Feminino da USP apresenta “O Canto das Sereias” na Fundação Ema Klabin

São Paulo, por Kleber Patricio

Coral da USP traz clássicos de Heitor Villa-Lobos, Queen, Luiz Gonzaga e Tom Zé, entre outros. Foto: divulgação.

Dia 29 de junho, sábado, às 16h30, o Coral Grupo Feminino da USP apresenta o projeto O canto das sereias na Casa-Museu Ema Klabin. O concerto tem entrada franca. Regido por Paula Christina Monteiro, o projeto tem por objetivo divulgar a obra coral composta para vozes femininas, com peças eruditas e populares, sacras e profanas, a capella ou com acompanhamento de piano e percussão.

No repertório, Thomas Ravernscroft (Three Country Dances – Robin Hood), Henry Purcell (I gave her cakes), Dulce Pontes (Modinha das Saias – arr.: Jetse Bremer), Heitor Villa-Lobos (Missa São Sebastião – Kyrie, – Sanctus) , Gabriel Fauré (Tantum Ergo), Medley de Mudança de Hábito(Hail Holy), Queen (I will follow him – Arr.: Mac Huff), Canção tradicional do Quênia –Ning Wendete (arr.: Lana Walter), Luiz Gonzaga (Assum Preto – arr.: Alberto Cunha), Tom Zé (Augusta, Angélica e Consolação – arr.: Paula Christina Monteiro) e Vicente Matos/Dinoel/Arlindo Veloso (Lenda das Sereias – arr: Selma Boragian).

Sobre o Coral da USP:

Com um variado repertório que combina nomes da música brasileira e mundial, o CoralUSP é detentor de 5 premiações da APCA – Associação Paulista de Críticos de Artes, conquistando a opinião crítica e o reconhecimento do público por seu repertório e execução de espetáculos ao longo de 50 anos. Fundado em 1967 e em constante atividade desde então, o grupo vem desenvolvendo um estilo próprio, sendo hoje formado por 15 coros, 1 oficina coral, 7 regentes, 6 orientadores de técnica vocal e por volta de 560 coralistas, que se apresentam para públicos variados dentro e fora da universidade. Construiu em seus 50 anos uma trajetória que inclui apresentações nos Estados Unidos, África, Europa e Argentina. Faz parte do quadro da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da Universidade de São Paulo – PRCEU/USP e foi contemplado por programas internacionais, como o Programa de Intercâmbio e Atividades de Cultura e Extensão da PRCEU/USP, levando ritmos brasileiros ao Berklee College of Music, em Valência, na Espanha, à Pontifícia Universidad Javeriana de Bogotá, Colômbia e à École Nationale de Musique, em Villeurbanne, na França. Em junho de 2017, o grupo recebeu o Colar Guilherme de Almeida da Câmara Municipal de São Paulo.

Serviço:

Programa Tardes Musicais: Grupo Feminino – O canto das sereias

Data: 29/6 (sábado)

Horário: 16h30

Entrada franca

170 vagas por ordem de chegada

Local: Fundação Ema Klabin: Rua Portugal, 43, Jardim Europa – São Paulo/SP.  Telefone (11) 3897-3232

http://emaklabin.org.br/

Ouça: https://www.youtube.com/watch?v=e4g4JY21Kao&feature=youtu.be.

Bolsas femininas podem abrigar mais de um milhão de fungos e bactérias

Campinas, por Kleber Patricio

Profª Rosana Siqueira analisa amostras coletadas. Foto: Caroline Magalhães.

Uma pesquisa realizada pelas estudantes Nicole Takeda e Jacqueline B. de Paula e orientada pela Professora da Unimetrocamp | Wyden e Doutora em Microbiologia Rosana Siqueira detectou diversos fungos e bactérias prejudiciais à saúde em 25 bolsas femininas localizadas em diversas cidades do Estado e São Paulo.

A pesquisa contou com avaliação da parte da alça, do tecido interno e o do fundo externo das bolsas. Três bolsas apresentaram contagem acima de um milhão de células de micro-organismos em pelo menos uma das partes; uma bolsa apresentou 110.000 micro-organismos em uma das partes e seis bolsas apresentaram contagem acima de 10.000 células de micro-organismos em uma das partes – entre eles, o Staphylococcus aureus, E. coli, Klebsiella pneumoniae, Candida, Rhodotorula e Asperillus.

“Essas bactérias e fungos são oportunistas e se aproveitam do estado imunológico dos usuários. Eles podem causar intoxicação alimentar, diarreia, febre, vômitos, otites, conjuntivite, dores de garganta, infecção urinária e infecções da pele, como micoses”, explica a professora. “Uma medida preventiva é, sempre que possível, realizar a higienização das mãos. Devemos, também, evitar colocar a bolsa em qualquer lugar, principalmente no chão dos banheiros (usando sempre aqueles suportes de apoio de mesa portátil para pendurá-la). Em casa, evitar deixá-las em cima da mesa da cozinha e na cama. Sempre que possível, esvaziar a bolsa, limpá-la (de acordo com as instruções do fabricante para não danifica-la) e deixá-la em local seco e arejado, além de carregar somente o necessário, pois o acumulo de objetos dentro da bolsa também favorece a contaminação”, completa.

Estudantes plantam 150 espécies de árvores nativas para recuperar área degradada em Joaquim Egídio

Campinas, por Kleber Patricio

Ação terá acompanhamento por 12 meses. Crédito da foto: divulgação.

Estimular o envolvimento de crianças com a preservação do meio ambiente, ensinar de maneira prática como é o funcionamento da biodiversidade do sistema e desenvolver ações para zerar a emissão de carbono — com estes três objetivos centrais, 180 alunos do ensino fundamental da Escola Comunitária participaram de uma ação diferente dentro do projeto Vila Educa, localizado no distrito de Joaquim Egídio, em Campinas (SP).

Dentro do projeto Amigos do CO2, as crianças realizaram o plantio de 150 mudas de várias espécies nativas e raras, como Pau Ferro, Pau D’Alho e Quaresmeira Jaracatiara (espécie em extinção), dentre outras. Durante um ano, as árvores, espalhadas em uma área degradada antes ocupada por mato, serão acompanhadas pelos alunos por meio de um aplicativo onde elas poderão ver seu crescimento, saúde da espécie, desenvolvimento e a quantidade de dióxido de carbono que elas absorvem neste período. “Além de aprenderem a disciplina de ciências e biologia de forma prática através do contato com a natureza, estas crianças ajudarão a zerar a emissão de gás carbono no deslocamento da escola até a área do projeto Vila Educa, em Joaquim Egídio, além de contribuir para o aumento da área de proteção ambiental com a recuperação de um espaço que antes só tinha mato”, explica a bióloga e educadora ambiental Paula Arnoldi, responsável pelo Projeto Vila Educa. O espaço que recebeu a ação Amigos do CO2 foi totalmente limpo para receber o plantio de mudas. “Nosso plano é estender esta ação para escolas da região, levando educação e comprometimento das crianças com o meio ambiente”, completa Paula.

Sobre o Vila Educa

Localizado numa propriedade rural no Distrito de Joaquim Egídio, em Campinas (SP), o Restaurante Vila Paraíso iniciou neste ano a utilização desse ambiente natural inserido em Área de Proteção Ambiental (APA) com uma nova proposta pedagógica de estudos relacionados à preservação ambiental: o Projeto Vila Educa, que trata do Estudo do Meio.

O Vila Educa é um programa que foi integralmente desenvolvido com base nos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs e BNCC para atender a grade curricular das instituições de ensino, orientando questões de ordem científica e sociais que, por sua vez, visam ao Estudo do Meio de Ciências Naturais e Educação Ambiental por meio de visitas monitoradas e pré-agendadas, desenvolvidas das segundas às sextas-feiras.

O projeto tem por objetivo a compatibilização e vivência dos conceitos estudados em sala de aula pertencentes à disciplina de ciências naturais, bem como sua transversalidade em educação ambiental, colaborando no desenvolvimento da criticidade de cidadãos mais conscientes. “Em função da pluralidade conceitual que o projeto apresenta, o Vila Educa Week possui flexibilidade e autonomia para ser aplicado a todos os anos letivos e grupo de pessoas interessadas nas ações pedagógicas e reflexivas proporcionadas pelas obras educacionais”, explica Paula Arnoldi, bióloga responsável pelo Vila Educa.

O projeto tem programação em tempo integral, das 8h30 às 16h30, contemplando café da manhã e café da tarde da Padoca do Vila e o almoço no restaurante.