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Polo Shopping Indaiatuba recebe projeto ‘Glamour’

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

O Polo Shopping Indaiatuba receberá uma série de eventos dentro do projeto Glamour, realizado em parceria com a Loggar Mídia. A programação inclui um desfile de moda outono-inverno no dia 7/3, desfile de trajes para casamentos no dia 8/3, feira de produtos e serviços para festas nos dias 14 e 15/3 e a semifinal do concurso Miss Indaiatuba em maio, no dia 15/5.

O tema escolhido para o projeto, Glamour, representa o encantamento e o magnetismo de pessoas ou objetos, geralmente associado a moda, beleza e tendências, que são temas comuns a todas as ações do projeto. Em cada evento, o Glamour será trabalhado de maneira particular, com recortes vintage no desfile de moda outono-inverno, luxuosos no desfile de noivas e descontraídos no Miss Indaiatuba.

PROGRAMAÇÃO

O projeto Glamour terá início no dia 7 de março, às 19h, com o desfile das coleções outono-inverno de 16 lojas do shopping, incluindo vestuário feminino e masculino, acessórios e calçados: Annual Plus, Centauro, Hand Play, Hering Store, Morana, Óticas Carol, Passarela, Querida, Scaranza, Ser & Vestir, Star Bijoux, Star Gold, TNG, Vizzent e Youcom.

Foto: divulgação MariElle.

O clima do desfile será inspirado no glamour da década de 70, um período de muitas transformações na cultura, na arte e na moda, com influências dos movimentos hippie, glam rock, punk e disco. O evento será apresentado pela Miss Indaiatuba, Camila Almeida.

Outro diferencial do desfile será a trilha ao vivo feita pela cantora ituana MariElle, acompanhada pela banda Até Jazz. MariElle é cantora, compositora e apresentadora há sete anos. Em 2014, lançou o EP Beside Me (2014), que foi trilha do comercial da Gillette Vênus e em 2018 lançou o álbum Vem K Vem K V, que conta com participações de Zeca Baleiro, Peu Del Rey, Marcelo Quintanilha e Chad Harper e uma série de singles.

No domingo, dia 8 de março, às 18h, acontece a primeira etapa da Indaiatuba Expo Noivas, o desfile de moda para casamentos e festas. Mais de 50 modelos irão apresentar as coleções de três lojas de trajes de festas e lingerie. O clima do desfile será marcado pelo Glamour clássico, inspirado em peças de ópera, repleto de luxo, com figurinos e acessórios bastante elaborados.

A segunda etapa da Expo Noivas será nos dias 14 e 15 de março, com a realização da feira de produtos e serviços oferecidos por 50 empresas dos mais diversos segmentos de casamentos e festas. Os expositores de Indaiatuba e cidades da região trarão diversas novidades e promoções especiais para os dois dias de feira. Os visitantes poderão tirar dúvidas e conversar diretamente com os profissionais.

Foto: Loggar Midia.

O último evento do projeto será realizado no dia 15 de maio, às 20h, com a semifinal do concurso de beleza Miss Indaiatuba. Após essa etapa, as candidatas passarão por um intenso treinamento e outras seleções até a grande final, no dia 7 de setembro. No mesmo evento, será realizada a segunda edição do Miss Simpatia, concurso voltado especialmente para mulheres que estão acima da faixa etária padrão do concurso, sem avaliação corporal ou desfiles em trajes de banho.

Toda a programação do projeto Glamour é gratuita e acontece na Praça Central do Polo Shopping Indaiatuba.

Serviço:

Desfile da coleção Outono-Inverno das lojas do polo Shopping Indaiatuba

Data: 7 de março (sábado)

Horário: 19h.

Indaiatuba Expo Noivas – Desfile de trajes para Casamentos

Data: 8 de março (domingo)

Horário: 18h.

Feira de produtos e serviços para festas

Datas: 14 de março – sábado (das 10h às 22h) / 15 de março – domingo (das 14h às 20h).

Semifinal Miss Indaiatuba

Data: 15 de maio (sexta-feira)

Desfile das candidatas: 20h.

Local: Todos os eventos acontecem na Praça Central do Polo Shopping Indaiatuba (Alameda Filtros Mann, 670 – Bairro Jardim Tropical – Indaiatuba/SP).

Números da dengue disparam no Brasil neste começo de ano

Brasil, por Kleber Patricio

Quantidade de infectados pela dengue cresce mais de 70% em relação a 2019. Imagem de skeeze por Pixabay.

Os casos de dengue dispararam neste início de 2020. Segundo o último Boletim Epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, até a quarta semana deste ano (25/1) foram contabilizados 57.485 casos prováveis da doença em todo o país – a estimativa é que este número já chegue próximo dos 100 mil, somando os dados das secretarias de saúde dos municípios e estados.

Se os dados forem confirmados, teremos um aumento de 71% em relação ao primeiro bimestre de 2019. Para a coordenadora do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Santa Catarina, Glaucia Fernanda Varkulja, estamos próximos a um novo surto de dengue, especialmente nas regiões Nordeste e Sudeste. “A incidência é relativamente cíclica, e para 2020 já esperávamos um comportamento mais agressivo”, afirma.

A dengue é transmitida apenas pela fêmea do mosquito Aedes aegypti (assim como a zika e chikungunya). Quando esse mosquito pica alguém contaminado com o vírus, passa a carregá-lo por toda a sua vida e transmiti-lo para as outras pessoas que venha a picar. Porém, mesmo infectado, o mosquito só se torna infectivo (apto a disseminar o vírus) entre 10 e 12 dias após se alimentar com o sangue de alguém infectado.

A fêmea precisa do sangue humano para amadurecer seus ovos e, para reprodução, deposita seus ovos em ambiente aquático (para eclodir e se desenvolver aos estágios de larva, pupa e, finalmente, mosquito). Quanto maior a longevidade desse grupo de mosquitos, maior a chance de termos elementos infectivos. As altas temperaturas e grande incidência de chuvas do verão ajudam na proliferação do Aedes. “Calor, chuvas e água parada tornam o ambiente propício para a formação de criadouros do mosquito”, explica Glaucia.

Apesar das quantidades de casos de chikungunya (3.439) e zika (242) serem parecidas com as do último ano, ela alerta que a possibilidade de aumento nas incidências dessas outras doenças não pode ser descartada. “Como o vetor já está circulando e o mesmo mosquito é o responsável pela transmissão, então o risco existe. Em 2019, foram mais de 300 casos confirmados de chikungunya e mais de 70 de zika, somente no Estado de São Paulo”.

Segundo a especialista, o sorotipo do vírus que está em circulação é o tipo 2, o que aumenta a chance de evolução de casos mais graves, por conta de resposta imunológica não específica. “São quatro sorotipos que causam a doença e as pessoas são imunologicamente vulneráveis a todos. Mas quando se tem doença por um sorotipo, a resposta imunológica (de proteção) à doença é específica, não protege dos demais”.

Os quatro tipos do vírus da dengue são os sorotipos 1, 2, 3 e 4. Cada pessoa pode ter os quatro sorotipos da doença, mas a infecção por um deles gera imunidade permanente a ele e temporária contra os demais. Os casos mais graves, associados a qualquer um dos sorotipos, podem ocasionar a dengue hemorrágica, que é quando a coagulação sanguínea do paciente sofre alterações drásticas, o que pode levar a óbito.

Prevenção

A infectologista destaca que prevenir-se é a melhor forma de combate à dengue. Medidas simples, como substituir a água dos pratos de vasos por areia, manter as caixas d’água tampadas, cobrir reservatórios de água e piscinas e não deixar expostos materiais que possam acumular água (garrafas, latas e pneus, entre outros) ajudam toda a vizinhança. Para o uso pessoal, ela indica repelentes à base de DEET, icaridina e IR 3535 e evitar a exposição em horário de atividade da fêmea do mosquito (os hábitos são diurnos, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer). “As pessoas devem estar atentas aos sintomas da dengue – febre, náuseas, vômitos, vermelhidão ou manchas pelo corpo e dores na cabeça, atrás dos olhos ou no corpo. Se sentir isso, procure o serviço médico e siga as orientações, beba bastante líquidos, repouse e não tome remédios sem prescrição médica”.

Maestro João Carlos Martins regerá a Orquestra de Cordas Bachiana Filarmônica SESI-SP em Salto

Salto, por Kleber Patricio

O Maestro João Carlos Martins regendo a Orquestra de Cordas Bachiana Filarmônica SESI-SP. Foto: divulgação.

O Maestro João Carlos Martins regerá a Orquestra de Cordas Bachiana Filarmônica do SESI-SP em concerto gratuito na cidade de Salto. Os ingressos terão distribuição online pelo site dcolor.art.br/ingressos a partir do dia 18 de março.

O espetáculo, cujo programa apresenta obras de músicos e compositores renomados, é marcado também pela interação entre público e Maestro, que compartilha fatos e curiosidades do cenário da música erudita no Brasil e no mundo. O concerto acontece na Sala Palma de Ouro, a partir das 20h. “Este projeto está alinhado com os valores do Maestro no sentido de levar a música erudita para as mais diversas plateias do país, com o intuito de propagar a cultura erudita às pessoas que, muitas vezes, não têm acesso”, comenta o coordenador do projeto, Anderson Horácio.

Considerado um dos maiores intérpretes de Bach pela imprensa internacional, João Carlos Martins fez seu primeiro recital no Carnegie Hall aos 21 anos, tocando com as maiores orquestras americanas e europeias. Uma série de problemas nas mãos fez com o que o músico retomasse a carreira como regente e, embora tenha anunciado sua aposentadoria dos pianos no início de 2019, voltou a tocar o instrumento em janeiro deste ano, graças a uma luva biônica.

Com produção das empresas Villa 7 | AH 7 Produções Culturais em parceria com a D’Color Produções Culturais, Maestro João Carlos Martins & Orquestra de Cordas Bachiana Filarmônica SESI-SP é uma realização do Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (ProAC ICMS). Em Salto, o concerto é patrocinado pela Tuberfil e recebe os apoios da Prefeitura, Secretaria de Cultura e da Sala Palma de Ouro.

A Orquestra

Formada por um grupo de músicos selecionados entre as melhores orquestras brasileiras, a Orquestra de Cordas (que faz parte da Fundação Bachiana Filarmônica) é elogiada no mundo todo. Estruturada por cinco primeiros violinos, quatro segundos violinos, três violas, dois cellos, um contrabaixo, um oboé, um fagote, um clarinete, uma flauta e uma percussão, a orquestra é integrada por profissionais que fazem questão de aprimorar seu talento com trabalho e estudo.

Benefícios da música clássica        

Exercendo efeito calmante em quem a ouve, a música clássica reverbera em benefícios que vão além do campo terapêutico. Segundo um estudo divulgado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finlândia, ela auxilia na saúde do cérebro, uma vez que ativa os genes associados à função cerebral que ajudam a prevenir doenças neurodegenerativas. Ouvir música clássica com frequência pode ainda ajudar na redução da dor e ansiedade, na baixa da pressão arterial, aumentar e despertar emoções e auxiliar no combate à insônia, além de potencializar a memória, a criatividade, o raciocínio espaço-temporal e a coordenação motora (especialmente das crianças).

Serviço:

Maestro João Carlos Martins & Orquestra de Cordas Bachiana Filarmônica SESI-SP em Salto

Data e hora: sábado, 28 de março de 2020, às 20h

Onde: Sala Palma de Ouro | R. Prudente de Moraes, 580, Centro – Salto/SP

Ingressos: A partir de 18/3 no site dcolor.art.br/ingressos

Mais informações: D’Color Produções Culturais | (19) 3256-4500 / contato@dcolor.art.br.

“O movimento dos órgãos e sua importância para a saúde”, por Laís Mori Sério

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Que movimentar-se é importante para saúde, todos já sabem. Mas geralmente quando falamos em movimento, logo pensamos nas atividades físicas, em movimentos de braços e pernas, estímulos da musculatura do abdômen, glúteos; enfim, não pensamos que todas estruturas que compõem nosso organismo devem se mexer. Sim: os intestinos têm seus movimentos, o estômago, os rins; enfim, todos os nossos órgãos se movimentam e devem movimentar-se para cumprirem suas funções.

Um órgão é saudável quando é móvel e isso acontece por suas membranas serosas, fáscias e ligamentos que as rodeiam. Toda perda de mobilidade, fixação ou aderência a outra estrutura modifica o movimento visceral e favorece o aparecimento de disfunções como constipação intestinal, refluxo gastresofágico, azia etc. Já alterações de ordem hepática tendem a gerar sintomas como sensação de boca amarga, alterações na coloração das fezes e urina, tonturas e dores de cabeça.

E como essa mobilidade pode ficar alterada? As cicatrizes, por exemplo, podem ser um dos fatores que influenciam na mobilidade visceral. As cesárias, as cirurgias de redução de estômago, cirurgias de próstata e intervenções intestinais são alguns exemplos. Outro fator que pode influenciar na mobilidade visceral é qualquer condição patológica que acometa a víscera – hepatite, cirrose, gastrite, infecções urinárias ou doenças respiratórias. Uma inflamação, por exemplo, irá gerar um cuidado do organismo para com aquela região. Isso quer dizer que a tendência é de que o organismo proteja a região inflamada para que ela possa se recuperar mais facilmente. Os músculos ao redor tendem a ficarem mais tensos, assim como os tecidos conectivos, que acabam alterando a mobilidade visceral. A circulação do sangue no local fica dificultosa, tornando o processo de nutrição tecidual e a cicatrização mais lentos. O tratamento osteopático visa identificar o transtorno e devolver o movimento natural do órgão, auxiliando no processo de auto cura do organismo.

Laís Mori Sério é fisioterapeuta formada pela PUC-Campinas (Crefito nº 124205-F), especialista em Osteopatia pela Escuela de Osteopatia de Madrid com experiência clínica e cursos de extensão nos Estados Unidos e colabora periodicamente com o site.

Participação feminina explica ‘boom’ do carnaval de rua de São Paulo

São Paulo, por Kleber Patricio

Público subiu de 1,5 milhão de participantes em 2015 para 14 milhões em 2019; mulheres ampliaram participação de 46,9% para 54,1%. Imagem de 489327 por Pixabay.

Este ano, pela primeira vez na história do Carnaval, o número de blocos que desfilarão na cidade de São Paulo ultrapassará os do Rio de Janeiro. São esperados 796 blocos nas ruas da cidade, de acordo com a Secretaria Municipal de Cultura, contra 731 no Rio. As organizações de 31 blocos paulistanos declararam ter expectativa de público superior a 100 mil pessoas. Segundo a SPTuris, o público no Carnaval de rua paulistano saltou de 1,5 milhão de foliões em 2015 para 14 milhões em 2019 – no mesmo período, as mulheres ampliaram a sua fatia no total de foliões, passando de 46,9% para 54,1%. “São Paulo mostra uma tendência de retomada dos espaços públicos durante as festividades e muito disso é explicado pela crescente participação das mulheres”, afirma Gisele Jordão, produtora cultural e coordenadora de Cinema e Audiovisual da ESPM São Paulo.

De acordo com ela, a mudança no perfil dos blocos de rua e o avanço das pautas feministas contribuíram para essa mudança de cenário. “O ambiente nos blocos e nas ruas é mais favorável hoje para as mulheres do que há 10 anos. Elas assumiram papéis de liderança e a organização de vários blocos em São Paulo.”

Há cerca de 10 blocos criados e liderados por mulheres na cidade. Dois exemplos são o Pagu e o As Obscênicas. Mariana Bastos, cineasta e uma das organizadoras do Pagu, conta que inicialmente a ideia era homenagear grandes cantoras brasileiras, mas que o objetivo do bloco mudou de rumo. “Conforme amadurecemos a ideia, nos demos conta de que o Carnaval também envolvia questões sociais sensíveis para as mulheres, em especial a questão da violência”, afirma Mariana.

A arquiteta Lara Lima, uma das idealizadoras do bloco As Obscênicas, destaca a violência e a falta de representatividade como os principais problemas: “O Carnaval ainda é um ambiente muito masculino e isso se reflete na organização dos blocos. Por conta dessa estrutura, as mulheres acabam não tendo voz como deveriam. Muitas mulheres chegaram até nós insatisfeitas com o ambiente do Carnaval, inclusive relatando diversas formas de abuso e assédio.”

Apesar dos problemas sociais que motivaram a formação dos blocos femininos, ambas organizadoras dizem que houve avanços. “O aumento da participação das mulheres nos blocos é reflexo de uma movimentação social mais ampla, que também contempla o avanço feminino em outras áreas antes dominadas pelos homens, como a política e o mundo corporativo”, diz Mariana Bastos. Lara Lima, por sua vez, afirma que a iniciativa tem se espalhado no mundo do Carnaval: “Tenho visto cada vez mais mulheres assumindo posições de liderança no Carnaval. Outros blocos têm nos convidado para participar da organização e de tomadas de decisão. Mas ainda há um longo caminho a percorrer.”