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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Beneficiando mais de 250 famílias, campanha mostra o lado humano da pandemia

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Ivan Nakamae.

A campanha Alimentando a Esperança, organizada pelo Instituto Visão Futuro Cidade SP por meio do site Apoia.se, já beneficiou mais de 200 famílias em situação de vulnerabilidade por causa da pandemia pelo novo Coronavírus. A iniciativa mostra o lado mais humano da pandemia, que une pessoas das mais diversas procedências para ajudar quem mais precisa.

O site do Apoia.se já recebeu mais de R$25 mil por mês, o que se traduziu em mais de 10 toneladas de alimentos distribuídos em formato de cestas básicas de não perecíveis e perecíveis a comunidades em situação de vulnerabilidade na região da Grande São Paulo.

No caso dos alimentos não perecíveis, a campanha ainda auxilia no escoamento do excedente da agricultura familiar do Cinturão Verde de São Paulo, ou seja, mais famílias beneficiadas. Quem recebe os alimentos também é orientado com um material de apoio sobre gerenciamento das emoções em momentos de crise, algo também de extrema importância no momento delicado que estamos vivendo.

A campanha segue até o dia 31 de julho e, em meados de agosto, será realizado um evento para prestação de contas e agradecimento aos colaboradores. Com o apoio de mais pessoas, será possível ampliar a ação a outras comunidades em situação de vulnerabilidade e iniciar projetos locais de médio prazo para desenvolvimento local das comunidades, incluindo hortas comunitárias. Link para a campanha do Apoia.se AQUI.

Mais informações:

Visão Futuro Cidade SP | https://www.instagram.com/visaofuturo.cidadesp/ | visaofuturo.cidadesp@gmail.com.

Jockey Club de São Paulo inicia obras de restauro de seu patrimônio histórico

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito das fotos: divulgação/JCSP.

Atualmente, o Jockey Club de São Paulo passa por um processo de completo restauro de suas instalações, tombadas pelo patrimônio histórico. Desde o início do mês de julho, profissionais especializados em restauro de obras tombadas pelo patrimônio histórico se dedicam a analisar e retirar peças do pórtico de entrada principal do clube. Como em um intrincado quebra-cabeças, as lâminas de vidro e esquadrias vão sendo desmontadas e restauradas sem alterar suas características originais, para muito em breve serem recolocadas em seu local de origem.

O mesmo processo deverá acontecer com as paredes: raspadas, lixadas e pintadas em suas cores originais, de acordo com técnicas especializadas no restauro de construções históricas.

O projeto de restauração do Jockey Club, que incluirá desde os pórticos de entrada até os salões de apostas, marquise e arquibancadas, é coordenado pela organização social Elysium Sociedade Cultural, vencedora do processo de concorrência com incentivos obtidos pela Lei Rouanet.

Restauradores em processo de desmontagem.

Segundo Benjamin Steinbruch, que além do Jockey Club lidera também um dos mais importantes grupos industriais do Brasil, “esse restauro prepara o Jockey Club para reviver seus dias de glória, mas desta vez como uma opção de lazer inclusivo, que manterá seu glamour, mas será acessível a todos os paulistanos e turistas que visitem a cidade”, garante Steinbruch. “Temos muitas áreas para passeio que não custam nada e são cenários lindíssimos.”

As obras de restauro serão realizadas em seis fases distintas, começando pelo pórtico de entrada principal. “O mais curioso é que para muitas pessoas a própria obra de restauração já pode ser considerada uma atração”, afirma Wolney Unes, coordenador do processo na Elysium Sociedade Cultural e engenheiro responsável pela obra. “Engenheiros, arquitetos, designers, historiadores e estudantes, além de toda população, é claro, poderão ver como esse restauro se desenvolve em todas as suas etapas.”

A expectativa é de que essa primeira fase das obras seja finalizada até outubro de 2020, com um custo estimado de R$2 milhões.

Sobre o Jockey Club de São Paulo

Fundado em 14 de março de 1875 sob o nome de Club de Corridas Paulistano, ainda no bairro da Mooca, o Jockey Club de São Paulo se mudou para o Hipódromo Cidade Jardim em 1941, onde hoje ocupa uma área de 600 mil m² às margens do Rio Pinheiros, na cidade de São Paulo. O clube é aberto ao público e oferece atrações como corridas de cavalo, eventos, restaurantes, bares e áreas de caminhada.

O projeto arquitetônico do Jockey Club de São Paulo foi feito pelo brasileiro Elisário Bahiana, sendo mais tarde alterado pelo arquiteto francês Henri Sajous.

Secretaria de Cultura anuncia inscrições para Festival de Rock Virtual de Indaiatuba 2020

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Vencedores da edição 2019 do Festival de Rock; banda Mushgroom, de Jundiaí, conquistou o primeiro lugar. Foto: Eliandro Figueira.

A Secretaria de Cultura de Indaiatuba anunciou a edição 2020 do Festival de Rock Virtual, que será realizado nas seguintes etapas: Inscrição, Eliminatória, Final e Premiação. O objetivo é assegurar a proteção dos direitos culturais da população durante a situação de emergência em saúde, em virtude das ações de combate à pandemia de Covid-19, assim como incentivar a composição e produção musical, revelando novos talentos. Podem participar do Festival de Rock Virtual de Indaiatuba 2020 solos, duplas e bandas do respectivo gênero e suas vertentes. Cada participante, músico, compositor ou roadie poderá concorrer apenas com uma composição e/ou ficha de inscrição. Para inscrever-se, cada categoria deverá seguir algumas observações. Na Solo, o artista deve comprovadamente morar em Indaiatuba. Em Dupla, a exigência serve para um dos integrantes. Para Banda, pelo menos 50% dos integrantes devem ser comprovadamente residentes em Indaiatuba. Além disso, no caso das músicas inscritas, pelo menos um dos compositores da faixa concorrente deverá morar na cidade. “Em 2020, vamos privilegiar os músicos e bandas do município, para oferecer a oportunidade de apresentarem seus trabalhos a um grande público”, afirma a secretária de Cultura, Tânia Castanho.

As inscrições serão feitas exclusivamente de forma online, em www.indaiatuba.sp.gov.br/cultura/concursos/festival-de-rock/, entre os dias 1º a 13 de agosto. No endereço, também é possível conferir o Edital de Chamamento Público para Participação no 18º Festival de Rock Virtual de Indaiatuba 2020, com todas as regras para a participação no evento.

A segunda etapa das inscrições acontece de 1º de setembro a 4 de outubro, quando as bandas previamente inscritas realizam, por e-mail, o envio dos documentos e vídeo. “Este ano faremos um Festival de Rock diferente, em função da necessidade de isolamento social. Após se inscreverem, os interessados terão um novo período para envio dos documentos solicitados, de forma digital, além de produzir e/ou encaminhar um vídeo da música concorrente”, explica a secretária.

Comissão

Em seguida, os materiais encaminhados serão analisados por uma comissão julgadora e os dez melhores seguem para a etapa final. O resultado será anunciado no dia 16 de novembro, no site da Prefeitura de Indaiatuba, por meio do portal Cultura Online (www.indaiatuba.sp.gov.br/cultura-online/). Neste mesmo dia, às 19h, os finalistas e a comissão organizadora se reúnem em videoconferência para sorteio da ordem de gravação. “Os finalistas terão a oportunidade de gravar duas músicas: a concorrente e outra para aquecimento e passagem de som”, explica Tânia. A gravação das performances dos finalistas será realizada entre 9h e 17h de 22 de novembro, em espaço restrito e sem acesso ao público, seguindo rigorosamente os protocolos de segurança para proteção e restrição de aglomeração em virtude da pandemia.

A performance de cada banda será disponibilizada no portal Cultura Online e o público poderá votar na sua preferida entre os dias 27 de novembro e 5 de dezembro. Nesta fase, a comissão julgadora – formada por três profissionais ligados à música – retorna para analisar os concorrentes em três quesitos: intepretação, composição e desempenho musical.

As três bandas mais votadas através do Voto Popular receberão três, dois e um ponto, respectivamente, que serão acrescidos à média de sua pontuação geral. Os prêmios serão de R$6 mil para o primeiro colocado, R$4.500 para o segundo e R$3.500 para o terceiro. Melhor Composição e Melhor Intérprete levam ainda R$2 mil cada, sendo que estes dois quesitos serão analisados exclusivamente pela comissão julgadora. “O Festival de Rock Virtual de Indaiatuba 2020 ganha um novo formato, mas seu objetivo continua o mesmo: abrir espaço para os talentos de nossa cidade”, ressalta Tânia. “Esperamos que todos participem e que possamos manter a tradição de oferecer um dos maiores festivais do gênero na região”.

Mais informações pelos telefones (19) 3825-2057 ou 3894-1867.

Indústria têxtil de Sorocaba desenvolve tecido capaz de eliminar o novo coronavírus em até dois minutos

Sorocaba, por Kleber Patricio

Produto pode ser usado desde a produção de máscaras e equipamentos de EPI até para a fabricação de toalhas de restaurantes. Crédito da foto: divulgação/Delfim.

A indústria têxtil Delfim, localizada em Sorocaba/SP, tornou-se a primeira empresa brasileira a produzir um tecido capaz de matar o coronavírus SARS-COV-2 em menos de dois minutos por meio do contato. A inovação nasceu da inquietação de Mauro Deutsch, presidente da companhia, que, acompanhando as primeiras notícias da disseminação do vírus na China e depois pelo mundo, sentiu que precisava fazer algo. “Fiquei me perguntando como nós poderíamos contribuir para passar por essa pandemia”, conta.

Um dos primeiros passos foi a busca por médicos infectologistas do Brasil para trocar informações e encontrar um caminho para tentar desenvolver algo diferente que pudesse ajudar as pessoas. O resultado dessas conversas foi a ideia de criar um tecido com propriedades bactericidas e fungicidas, além de impermeável, com efeito repelente da água. A partir daí, deu-se início às buscas por um parceiro nacional que produzisse um composto com essas características que pudesse ser adicionado ao tecido. Estava nas mãos da startup Nanox, que até então utilizava o produto para outras propriedades.

As duas empresas uniram suas expertises e iniciaram a fase de testes no final de fevereiro deste ano para encontrar o tecido adequado com a aplicação da nanotecnologia à base de prata. “Criamos uma fórmula com micropartículas capazes de inativar o novo coronavírus e coube à Delfim desenvolver, com base no uso dessa tecnologia, um ‘super tecido’ a partir de um processo industrial altamente qualificado, que viabilizou uma solução efetiva para uso da população”, explica Luiz Gustavo Pagotto Simões, diretor da Nanox.

Mauro Deutsch, presidente da Delfim.

Tendo por objetivo viabilizar o novo produto, a Delfim previu um investimento na ordem de R$2 milhões, o que envolve, além dos testes em laboratório e a consultoria externa para desenhar o tecido e encontrar as possíveis aplicações, uma significativa adaptação de maquinário. “Fizemos vários testes para entender o tipo de fio, a malha adequada, sua gramatura para chegar ao resultado adequado”, ressalta Mauro. Para ajudar nessa missão, contou ainda com o suporte de especialistas do setor têxtil na Alemanha, país de origem das máquinas da indústria brasileira.

O tecido, que ganhou o nome de Delfim Protect, é composto de 100% poliéster e tem como diferencial a tecnologia empregada na construção dos fios e na aplicação da nanotecnologia. Mas até chegar nele, a Delfim enfrentou dois grandes desafios: provar sua eficiência bactericida e sua capacidade de filtração bacteriana. Nesta última, alcançou mais de 93%, índice bem superior ao solicitado pelas normas ABNT.

Com o produto definido, as primeiras produções já foram feitas e comercializadas para alguns clientes da Delfim – o varejo têxtil – há cerca de três semanas. Nessa primeira etapa, a indústria operou com uma capacidade de produção de 60 mil metros do Delfim Protect como parte do projeto piloto, mas está preparada para aumentar a escala quando conforme a demanda de mercado. “Temos a possibilidade de produzir 1 milhão de metros por mês”, afirma Mauro.

O novo tecido da Delfim pode ser utilizado em várias frentes, desde equipamentos de EPIs, como máscaras, jalecos e toucas, entre outros, até mesmo para a confecção de aventais, toalhas para restaurantes, babadores e trocadores para bebês, entre outras, o que deve abrir um mercado extenso para o produto.

Para o presidente da Delfim, esse é um momento particular na história da indústria, que tem mais de 60 anos de atividade no país, 140 colaboradores diretos e está em sua terceira geração familiar. “Essa é a primeira inovação dessa nova geração que comanda a Delfim no mercado brasileiro. Estamos tendo a oportunidade de aprender muito com essa crise, pivotando em várias frentes. Além de criar um produto pioneiro, que foi do fio ao consumidor final, fomos umas das únicas do nosso setor que não demitiu um colaborador sequer nessa fase difícil e mantivemos todos os empregos. Para nós, isso é motivo de muito orgulho”.

Com um custo de produção mais alto do que os demais tecidos produzidos pela empresa – o carro-chefe da empresa é o tule – o Delfim Protect está sendo comercializado com preço compatível ao de tecidos convencionalmente usados para esse propósito, como máscaras, de acordo com Mauro. “Nosso ganho é no aspecto social, não financeiro. Queremos ajudar nossos clientes na venda do produto e a sociedade a barrar de vez essa pandemia”, ressalta.

Por esse viés social, um dos planos da Delfim é estender o produto para projetos que ajudem costureiras que neste momento estão sem emprego. “Pretendemos doar uma quantidade de tecidos para as associações e ajudar essas profissionais com dicas de design de máscaras para que elas produzam itens de qualidade”, enfatiza.

Se depender da empresa, o Delfim Protect veio para ficar no mercado brasileiro. “O uso de máscara vai se tornar um hábito, mesmo no pós-pandemia – ela será um acessório de moda. Além disso, a aplicação do tecido será estendida para outras funções, que, num primeiro momento, devem se concentrar no setor de saúde, mas depois será ampliada para o consumo em geral”, conclui.

Campanha on-line busca oferecer ajuda a famílias de autistas na pandemia

São Paulo, por Kleber Patricio

Giulia adora brincar com as bonecas e conta no calendário os dias para voltar para a escola. Foto: arquivo pessoal.

O transtorno do espectro do autismo (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento que se caracteriza, principalmente, pelo comprometimento das habilidades de comunicação e linguagem do indivíduo e pela presença de comportamentos repetitivos e estereotipados em diferentes níveis, resultando, em geral, nas dificuldades de interação social e mudanças na rotina. O Brasil não possui números oficiais sobre quantas pessoas são autistas. Segundo dados do Centro de Controle de Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, uma em cada 59 crianças tem diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Estima-se que 1% da população mundial esteja enquadrada no espectro.

Em tempos de pandemia, os desafios e as dificuldades aumentam. As alterações no cotidiano, rotina e limitações impostas são de difícil aceitação, principalmente entre as pessoas autistas. Outros fatores que as famílias brasileiras que possuem algum membro com TEA vêm enfrentando são o desemprego e a diminuição da renda familiar. Isso, independente da flexibilização da quarentena, é uma situação que tende a perdurar por um tempo indeterminado. Em muitos casos apenas o pai é o provedor do lar, já que muitas mães acabam se dedicando em tempo integral para o filho.

É o caso da Andrea Moura, mãe do Lucas, 17 anos, diagnosticado com autismo aos 4 anos. Ela precisou deixar o emprego para cuidar do filho. O marido está trabalhando apenas 15 dias no mês e o corte na renda está sendo muito difícil. O filho necessita de alguns remédios e tem uma alimentação com restrições. Já teve crises causadas pelo stress do isolamento social e possui também problemas respiratórios e cardíacos, fazendo parte do grupo de risco. Com a pandemia, as terapias foram suspensas e ele passou a realizar todas as refeições em casa:

Lucas foi diagnosticado com autismo aos 4 anos. Ainda está se adaptando à nova rotina na pandemia.
Foto: arquivo pessoal.

“Quando recebi a cesta básica, fiquei muito emocionada e percebi o quanto essa solidariedade é importante. Essa ajuda é de grande valia porque o meu filho agora está em casa o tempo todo. Antes já era difícil e agora com a pandemia está ainda mais. Meu marido recebe por comissão e estamos pagando só as contas básicas”, conta Andrea. Lucas foi diagnosticado com autismo aos 4 anos. Ainda está se adaptando à nova rotina na pandemia.

Cristina Naldoni é mãe da Giulia, 17 anos, que possui autismo leve a moderado e foi diagnosticada aos 2 anos. Ela comenta que a filha estranhou bastante a questão do isolamento social, isso porque já estava acostumada com as atividades da rotina de tratamento: “A situação está difícil. Estou dentro de casa com a Giulia desde 13 de março e o pai dela está desempregado e não estamos recebendo pensão. Estou revezando o pagamento das contas para não ter nenhum corte. Eu cuido dela 24 horas por dia. A doação da cesta básica foi muito bem-vinda e em boa hora porque nós todos estamos passando por dificuldades”, conta. Giulia adora brincar com as bonecas e conta no calendário os dias para voltar para a escola

Ajuda na pandemia para as famílias de autistas

Diante da situação, o Grupo Conduzir, composto por profissionais nas áreas de psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicopedagogia, resolveu se engajar e doar cestas básicas contendo alimentos e produtos de higiene para 142 famílias de baixa renda que possuem filhos autistas e são atendidos pela AMA (Associação de Amigos do Autista), entidade sem fins lucrativos. A psicóloga e analista do comportamento Marina Ramos Antonio, diretora do Grupo Conduzir, explica que o grupo tem projetos ativos para informar e incentivar o acesso ao tratamento, bem como, dar suporte às famílias que passam por algum tipo de necessidade. “Nesse período não poderíamos agir diferente. Nós fizemos doações para algumas ONGs e, para fechar com chave de ouro, optamos pela doação voltada às famílias que têm em seu núcleo familiar uma pessoa autista. Por fazermos parte deste universo, sabemos das dificuldades do dia a dia e dos gastos que essas famílias têm. Com a instabilidade atual, muitas têm precisado de suporte básico; por isso, aqui estamos e convidamos todos a doarem também, através de uma corrente do bem”, diz.

Como doar

A AMA (Associação de Amigos do Autista) é a primeira associação de autismo no Brasil e completará 37 anos no mês de agosto oferecendo atendimento especializado e gratuito a mais de 300 crianças, jovens e adultos com autismo por meio de convênios com a Secretaria de Estado da Saúde e Educação. Esses convênios não cobrem todos os gastos e investimentos da associação. É necessário arrecadar recursos para a compra de alimentos, material pedagógico e para a manutenção dos equipamentos e dos imóveis, além dos programas de capacitação dos funcionários.

Para contribuir com as famílias de pessoas autistas, A AMA disponibiliza no site a Aba Colabore, através do link https://ama.org.br/colabore/. É possível encontrar formas de doação única e mensal, por meio de boleto bancário, cartão de crédito ou captação de doações automáticas da Nota Fiscal Paulista.

Grupo Conduzir

O Grupo Conduzir é formado por equipe de profissionais especializada em Análise do Comportamento Aplicada (ABA), proporcionando um atendimento capaz de oferecer uma interface entre a área clínica e educacional. Conta com profissionais da área de Psicopedagogia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional, que atuam sempre com a base e supervisão de um analista do comportamento.

O foco de trabalho da equipe de profissionais do grupo é o atendimento a crianças, adolescentes e adultos com transtornos do neurodesenvolvimento leve, moderado ou grave, sobretudo as que se enquadram nos Transtornos do Espectro Autista (TEA).

Para mais informações: http://www.grupoconduzir.com.br/.

Vídeos:

https://www.youtube.com/watch?v=_ta1107JlHM Canal: https://www.youtube.com/channel/UCklyZPElwuL8TLPZBM7WIYA.