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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Selo SESC lança segundo volume de “Viola Paulista”

São Paulo, por Kleber Patricio

Rodrigo Zanc e Claudio Lacerda. Foto: Caio Csermak.

A viola caipira tem sua origem nas violas portuguesas – datadas de antes do século 18 e trazidas ao Brasil por colonos lusitanos de diversas regiões – e de uma descendência remota dos instrumentos árabes como o alaúde, do século XV. Por aqui, também conhecido como viola sertaneja ou viola cabocla, o instrumento é muito popular no interior do país, em especial na região Centro-Sudeste, e tido como um dos símbolos da música popular brasileira, principalmente da sertaneja de raiz. Do Brasil sertanejo que canta e dança, seja em pracinhas e coretos do interior, shows nas capitais e até em salas de concerto, a viola é um movimento cultural – está presente da música sertaneja caipira à sertaneja universitária, valorizando a cultura de quem mora no campo em toda a sua diversidade. Neste mundo rural, onde a tradição oral se faz mais presente que a escrita, esta música tem por característica o tempo de escutar o outro falar. Uma cultura que, a cada ano, ganha mais adeptos, seja de músicos que debulham a viola ou mesmo de público. E, a convite do Selo SESC, o professor, músico, compositor e um dos principais pesquisadores de cultura popular e da viola caipira no país, Ivan Vilela, aceitou o desafio de criar um mapa etnográfico do uso do instrumento em São Paulo, com a seleção de diversos tocadores e compositores de música de viola residente no estado. A iniciativa deu origem ao Viola Paulista (Selo SESC), projeto iniciado em 2018 com a sua primeira edição, que apresentou ao público as múltiplas sonoridades deste instrumento e congregou, em faixas instrumentais e cantadas, artistas e grupos muito diversos, mas que têm em comum a paixão pela história e pelo som da viola.

A violeira Adriana Farias. Crédito da foto: Paula Rocha.

Agora, a gravadora do SESC São Paulo lança a segunda coletânea de Viola Paulista com a participação de 20 violeiros e violeiras que já têm uma carreira consolidada junto ao público e à cena musical. E no mapeamento de Vilela, os músicos selecionados abrangem todo o território do estado – são tocadores das regiões de Avaré, Bauru, Campinas, Piracicaba, São José do Rio Preto e Sorocaba.

Em texto de apresentação do álbum, Ivan Vilela afirma que esses “artistas de diversos segmentos musicais nos deixam claro que a força de elementos da cultura popular se renovam nas mãos contemporâneas das violeiras e violeiros aqui presentes, certificando o caráter vivo e dinâmico das nossas tradições, uma marca da cultura do povo do Brasil”.

O lançamento do Viola Paulista – Volume II está dividido em cinco EPs. Cada um deles dá voz a diferentes sotaques do instrumento no estado. O primeiro, abrangendo as regiões de Bauru e São Carlos, chega às principais plataformas de streaming no dia 17 de fevereiro, incluindo na plataforma SESC Digital, que oferece o conteúdo de forma gratuita e sem necessidade de cadastro. Para ouvir, acesse aqui.

O violonista Levi Ramiro. Foto: Paula Rocha.

Neste primeiro EP, Levi Ramiro, representando Pirajuí, cidade do noroeste paulista, gravou a composição autoral Na Mourada com Marcos Azevedo (violão). Além de tocador de viola, ele também é um construtor e inventou uma viola feita de cabaça – fruto seco também conhecido em outras regiões do país como porongo ou purungo. O modelo é utilizado hoje por muitos violeiros.

A dupla viola-violão com Cláudio Lacerda e Rodrigo Zanc, de Botucatu e São Carlos, respectivamente, gravou Cumpadi, composição de Zé Paulo Medeiros. A letra nada mais é que uma conversa entre dois compadres de falas espichadas, em que a preocupação com o ser, como essência humana, é muito maior do que com o ter material.

De Echaporã, cidade da região de Bauru e Marília, o violeiro e compositor Arnaldo Freitas toca sua Amanara. Um virtuoso do instrumento que tem como característica a maneira mais caipira de se tocar viola. Já integrou orquestras de viola, foi músico acompanhador do programa Viola, Minha Viola e atualmente dedica-se à carreira solo.

O violeiro Arnaldo Freitas. Foto: Paula Rocha.

A violeira, compositora e cantora Adriana Farias, natural de São Paulo, capital, interpreta uma composição própria, Canto e Danço Catira, na companhia do violão de João Bosco. Adriana foi a última apresentadora do programa Viola, Minha Viola, atração eternizada por Inezita Barroso (1925-2015) no comando e que ficou no ar por 35 anos na TV Cultura.

REPERTÓRIO EP1

Na mourada (Levi Ramiro)

Músicos: Levi Ramiro (viola de cabaça) e Marcos Azevedo (violão)

Afinação: Cebolão em mi

Cumpadi (Zé Paulo Medeiros)

Músicos: Cláudio Lacerda (violão e voz) e Rodrigo Zanc (viola e voz)

Afinação: Cebolão em mi

Amanara (Arnaldo Freitas)

Músicos: Arnaldo Freitas (viola)

Afinação: Cebolão em mi

Canto e danço catira (Adriana Farias)

Músicos: Adriana Farias (viola, voz, palmas e pés) e João Bosco (violão, palmas e pés)

Afinação: Cebolão em mi

+ Viola Paulista – Volume II

Retrato dos violeiros e violeiras profissionais com carreiras artísticas consolidadas, com discos gravados e de um público cativo que acompanham os seus trabalhos. A lista dos artistas que compõem esta segunda coletânea é bem diversificada e vai de Enúbio Queiroz e Zeca Collares, ao multi-instrumentista Neymar Dias, que também transita no repertório clássico e transcreveu parte da obra original de Bach (1685-1750) para a viola caipira, só para citar alguns exemplos. Destaque também para a presença de duas violeiras, Adriana Farias e Juliana Andrade, representantes de um crescente protagonismo feminino no mundo da viola. “Entre violeiros-cantores e violeiros-instrumentistas, a viola passeia por muitos segmentos sonoros da música brasileira e, por que não dizer, também da música internacional, como o jazz e o rock?”, comenta Ivan Vilela em texto sobre o álbum.

Próximos lançamentos

24 de fevereiro

EP 2 com os violeiros Fernando Caselato, João Arruda, João Paulo Amaral e Zé Helder

3 de março

EP 3 com Ricardo Anastácio, Zeca Collares, Fernando Deghi e Ricardo Vignini

10 de março

EP 4 – com Enúbio Queiroz, Juliana Andrade, Fábio Miranda e Márcio Freitas

17 de março

EP 5 com Lauri da Viola, Wilson Teixeira, Neymar Dias e Júlio Santin

Volume I

Com 19 faixas, a primeira coletânea, lançada em junho de 2018, traz o retrato artístico de violeiros de diferentes regiões do estado. Mescla jovens músicos que são as novas apostas do instrumento e outros de carreira estabelecida, mas que não obtiveram até aqui o devido reconhecimento pelos seus trabalhos. O repertório mostra a diversidade do instrumento com gravações autênticas de obras mais ligadas ao universo da música caipira, chegando até a música contemporânea composta para viola. Participaram os violeiros Bob Vieira, Bruno Sanches, Fabíola Mirella e Sérgio Penna, Gil Fererich, Jackson Ricarte, Leandro de Abreu, Moreno Overá, Neto Stéfani, Osni Ribeiro, Reinaldo Toledo, Renato Gagliardi, Ricardo Matsuda e Patricia Gatti, Ronaldo Sabino, Rodrigo Nali e Rafael Schimidt, Vinícius Alves, Zé Guerreiro Quarteto, José Gustavo Julião, Trio Tamoyo e Zé Márcio.

Ficha técnica: Viola Paulista – Volume II

Curadoria e direção musical: Ivan Vilela

Produção executiva: Paula Rocha e Caio Csermak – Arueira Expressões Brasileiras

Gravação: Maurício Cajueiro

Mixagem: Ivan Vilela e Maurício Cajueiro

Masterização: Homero Lotito

Assistente de gravação: Pedro Henrique Florio

Estúdio: Cajueiro Áudio (Campinas, SP)

Fotografia e vídeo: Paula Rocha e Caio Csermak

Ivan Vilela – curador e diretor musical

A história de Ivan Vilela com a música começou aos 11 anos de idade, quando o pai lhe presenteou com um violão. Músico e pesquisador, é doutor em Psicologia Social (USP), Mestre em Composição Musical (Unicamp), e professor na Faculdade de Música da Universidade de São Paulo (USP), onde leciona História da Música Popular Brasileira, Viola Brasileira, Rítmica e Percepção Musical. Desde 2018 é pesquisador do Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança (INET-md) da Universidade de Aveiro, Portugal. Durante os estudos no curso de Composição Musical, Ivan Vilela desenvolveu uma crescente identificação com a cultura popular e a viola caipira. Com seus trabalhos de composição e interpretação foi indicado a importantes prêmios da música brasileira. Desde 1996 o músico faz apresentações no exterior, tendo tocado em países como Alemanha, França, Portugal, Itália, Inglaterra e Espanha. Lançou mais de uma dezena de álbuns, dentre eles, o CD Dez Cordas, em que primeiro utiliza a técnica de mão direita inovadora que criou para tocar individualmente todas as dez cordas da viola. É autor do livro Cantando a Própria História – Música Caipira e Enraizamento (Edusp, 2013).

SOBRE OS MÚSICOS DO EP.1 – VIOLA PAULISTA II

Adriana Farias | Adriana Morelli Farias é natural de São Paulo, capital, começou a tocar viola caipira e violão aos 9 anos de idade, quando já cantava, e sempre dedicada e envolvida com a cultura caipira. Ao longo de sua carreira foi backing vocal de diversos artistas de destaque da música brasileira, assim como fez parte da banda Barra da Saia. Em 2016 iniciou sua carreira solo com o álbum Beleza Rústica. Foi apresentadora do programa Viola, Minha Viola, da TV Cultura.

Arnaldo Freitas | Arnaldo Soares de Freitas Filho nasceu em Marília, é compositor e violeiro. Recebeu influência tanto dos grandes nomes do instrumento como também de referências do violão erudito. Durante uma década, foi violeiro residente do programa Viola, Minha Viola, da TV Cultura. Já se apresentou em palcos da Europa e América Latina e lançou 2 CDs autorais: Divisa das Águas (2014) e Os Olhos de Maria (2017).

Cláudio Lacerda e Rodrigo Zanc | Rodrigo Zanc é um cantador, violeiro e compositor paulista. Interpreta canções do repertório brasileiro e de sua própria autoria, usando a viola caipira como instrumento para expressar seus sentimentos e anseios. Luís Claudio Soares Lacerda sempre esteve ligado à música campesina. Possui 5 CDs lançados e foi premiado nas 3 edições do Prêmio Nacional de Excelência da Viola Caipira, na categoria de melhor intérprete. Rodrigo Zanc e Cláudio Lacerda cultivam há muitos anos a amizade e o duo musical aqui representado pela escolha da canção a ser interpretada: Cumpadi.

Levi Ramiro | Levi Ramiro Silva, natural de Uru-SP, mas radicado em Pirajuí-SP, é violeiro e artesão, tendo se tornado conhecido por tocar em instrumentos que ele próprio fabrica, sobretudo as suas violas de cabaça. Desde o seu primeiro CD, Maracanãs (1997), até o mais recente, Duas Pontes (2018), já são 10 álbuns dedicados à viola e às suas pesquisas com as sonoridades das culturas populares brasileiras.

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ESPM promove evento sobre Gestão Digital em Moda

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/ESPM.

O Master em Fashion Digital Business da ESPM, primeiro curso de pós-graduação no Brasil em moda digital e que em 2021 estreia no formato EAD, promove a primeira edição do Fashion Digital Day, evento que acontece no dia 24 de fevereiro. Virtual e gratuito, ele reúne marcas e empresas para discutir como a pandemia de Covid-19 acelerou a transformação digital na indústria da moda e quais os melhores caminhos a seguir.

De acordo com Katherine Braun, coordenadora do curso Master em Fashion Digital Business da ESPM, o mercado de moda está dividido entre as empresas que têm operações digitais e aquelas que precisam ser inseridas nesse ambiente se quiserem continuar a competir. “Vemos novos negócios nascendo digitais, com profissionais altamente qualificados, enquanto há o outro lado que precisa se transformar”, diz. “A pandemia acelerou o processo de digitalização do setor e as marcas começam a compreender a importância de uma gestão de negócios adaptada ao ambiente digital.”

Entre os convidados estão Daniela Penteado, gerente da Worth Global Style Network – WGSN, Ana Elisa Freire, especialista em estratégias de comunicação em moda, Luísa Morato, diretora de marketing da marca de camisetas Camys, Philip Kauders, head da rewardStyle na América Latina, Samanta Piacini, CEO da Lemon Basics Boutique, Elton Rodrigo Deretti, diretor comercial do Grupo Hope, Anay Zaffalon, especialista em gestão de projetos de moda com foco em transformação digital, e Paulo Conegero, diretor de digital do Grupo CRM – Kopenhagen e Chocolates Brasil Cacau.

Confira a programação:

Das 14 às 16 horas

O Consumo de Moda Digital: Presente e Futuro

Conteúdo: Tendências e principais comportamentos do consumidor de moda para compreender como deve ser o relacionamento marcas e consumidores.

Mediador: Caio Bianchi – coordenador de MBAs na ESPM São Paulo. Pesquisador nas áreas de gestão da criatividade e gestão de projetos de inovação, cultura organizacional inovadora, internacionalização de empresas e empreendedorismo.

Convidada: Daniela Penteado – Account Development Manager da plataforma de tendências WGSN – Worth Global Style Network.

Das 16 às 18 horas

A Comunicação Digital de Moda

Conteúdo: As principais tendências em conteúdo digital de moda, com ênfase para as redes sociais e influenciadores digitais e quais as melhores estratégias em caso de gestão de crise para moda.

Mediadora: Caline Migliato – jornalista especializada em moda. Também atua como consultora de marketing de conteúdo para pequenas e médias empresas.

Convidados:

Ana Elisa Freire – especialista em estratégias com celebridades e influenciadores em uma das maiores varejistas de moda sueca.

Luísa Morato – diretora de Marketing e Criação da marca de camisetas Camys.

Philip Kauders – head da rewardStyle na América Latina, sendo responsável pela gestão e crescimento da empresa na região.

Das 18 às 20 horas

O Canal Digital: Do B2B para o B2C

Conteúdo: Operação de atacado digital no Brasil, suas oportunidades e desafios, além de compreender como é feito o relacionamento com clientes B2B e um universo digital de posicionamento B2C.

Mediadora: Maya Mattiazzo – professora da ESPM, Maya acumula experiência com start de projetos de e-commerce.

Convidados:

Samanta Piacini – fundadora e CEO da Lemon Basics Boutique, primeira marca de básicos de luxo do Brasil.

Elton Rodrigo Deretti – diretor comercial do Grupo Hope.

20 às 22 horas

A Realidade da Gestão Digital de Moda

Conteúdo: Os principais aspectos de uma operação digital e como explorar os desafios e oportunidades que existem no mercado de moda digital.

Mediadora: Katherine Sresnewsky – coordenadora do curso Master Em Fashion Digital Business da ESPM. Com vivência internacional em Nova York e Paris, sua experiência varia de áreas de vendas, desenvolvimento de produtos, planejamento estratégico, marketing e gestão de marca.

Convidados:

Anay Zaffalon – especialista em gestão de projetos de moda, com foco em transformação digital. Dedica-se a projetos de inovação na área como sua incubadora de marcas digitais para influenciadores, Bozzil, e a startup de tecnologia para moda U.Mode.

Paulo Conegero – diretor de Digital do Grupo CRM – Kopenhagen e Chocolates Brasil Cacau – e criador do Projeto Quarentena, que capacitou, por meio de mentorias gratuitas, mais de 3 mil profissionais e impactou mais de 100 marcas de todo país para atuarem no novo cenário do varejo digital.

Serviço:

Fashion Digital Day

Quando: 24 de fevereiro

Horário: 14 às 22 horas

Inscrição e informações: clique aqui

Evento gratuito.

Sobre a ESPM | A ESPM é uma escola de negócios inovadora, referência brasileira no ensino superior nas áreas de Comunicação, Marketing, Consumo, Administração e Economia Criativa. Seus 12 600 alunos dos cursos de graduação e de pós-graduação e mais de 1 100 funcionários estão distribuídos em oito campi – quatro em São Paulo, dois no Rio de Janeiro, um em Porto Alegre e um em Florianópolis. O lifelong learning, aprendizagem ao longo da vida profissional, o ensino de excelência e o foco no mercado são as bases da ESPM.

Festival ECA de Cinema apresenta produções de jovens e crianças

São Paulo, por Kleber Patricio

Festival de Cinema Educa Claquete Ação. Foto: Ricardo Sanchez.

“Ser preta, mulher e pobre nesse lugar, muitas vezes, é sinônimo de coragem”, diz a jovem aspirante a cineasta Alice Conde Araujo de Oliveira no seu filme A História da minha cor. A menina e outros 23 jovens e crianças participam do 3º Festival de Cinema Educa Claquete Ação, que acontece até 16 de fevereiro na plataforma de streaming do Festival (https://festivaleca.com.br/mostra).

Com curadoria de Eduardo Santana, o 3º Festival de Cinema Educa Claquete Ação (ECA) conta com 23 filmes, frutos de oficinas online de cinema que aconteceram no mês de janeiro de 2021, além de filmes consagrados, como o premiado curta-metragem de animação em stop motion Nimbus, de Marcos Buccini, que trata de valores universais como a miséria, as crenças e a relação do homem com a natureza, e o filme A Bola Especial, de Ralph Friedericks, que conta a história de uma bola roubada de maneira misteriosa.

Foto: divulgação.

De acordo com Alba do Vale, diretora da Objetiva Produções Cinematográficas, que realiza desde 2012 o Festival de Cinema Educa Claquete Ação, “O projeto tem como foco a temática educativa e utiliza a Sétima Arte como um instrumento de aprendizado prazeroso e lúdico”.   Essa é a primeira vez que o Festival Educa Claquete Ação (ECA) acontece de forma online.

Filmes feitos com celular | Não só no Brasil, como no mundo, os celulares estão cada vez mais presentes no convívio de crianças e adolescentes. No 3º Festival de Cinema Educa Claquete Ação (ECA), eles foram usados como ferramenta de ensino e lazer, trazendo um grande engajamento dos jovens. O resultado mostrou que esses nativos digitais têm potencial para ir muito além de joguinhos e mídias sociais no uso de celulares. “Aprendi muito no curso, a fazer um roteiro, usar o aplicativo para edição, entre outras coisas. Fiz o filme A História da minha cor, pois acredito que a sociedade tenha que ter respeito e empatia pelo negro”, ensinou Alice, de apenas 15 anos. ( https://www.youtube.com/watch?v=FErMqug12SY&feature=emb_logo).

Temas | Foram diversos os temas abordados pelos jovens: animais, carros, educação e poesia, entre outros. Um tema recorrente foi a pandemia. O garoto Cailon Sérgio da Fonseca Dias viajou pelo  tempo no seu filme Isolamento Social e foi para 2040 contar o que a humanidade passou em 2020 com a Covid-19. Confira aqui: https://www.youtube.com/watch?v=c71yxI-lgjQ&feature=emb_title.

Usando a técnica de animação stop motion no filme Se em Marte é seguro e para lá que eu vou, os adolescentes Alana Gabriely Martinez Martins e Kauê Martins de Castro pensaram em viajar em uma missão ao planeta vermelho até que a vacina contra o Covid-19 chegasse.

O 3º Festival de Cinema Educa Claquete Ação tem apoio cultural da Prefeitura de Taboão da Serra pela Lei Aldir Blanc.

Serviço:

Festival de Cinema Educa Claquete Ação (ECA)

Data: 11 a 16 de fevereiro

Assista em https://festivaleca.com.br/mostra.

Starbucks inaugura loja drive-thru na via Dutra

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação/Starbucks.

A SouthRock, operadora licenciada da Starbucks no Brasil, anuncia a abertura de uma loja drive-thru na Rodovia Presidente Dutra, principal estrada que liga São Paulo ao Rio de Janeiro. Com o formato, a marca tem como objetivo ampliar a experiência do cliente e atender às necessidades de conveniência, conexão e personalização, criando momentos únicos e significativos. Localizada no Km 84, a nova loja foi projetada para proporcionar comodidade aos clientes que estão de passagem e moradores da região – além do espaço drive-thru, a loja conta com um lobby de 303 m² com mesas e cadeiras para aqueles que desejarem fazer a sua pausa na nova loja. A nova loja brasileira abriu no início da última semana, operando de segunda à quinta-feira das 7 às 22h e, de sexta-feira a domingo, das 7 às 23h.

Starbucks Brasil | A Starbucks chegou ao Brasil em dezembro de 2006 e mudou o cenário de cafés especiais no país. Além de suas bebidas quentes, frias, Frappuccinos®, conhecidas no mundo todo, e produtos de excelente qualidade, a rede quer ser o Terceiro Lugar para se estar: um ambiente acolhedor e amigável entre a casa e o trabalho, onde as pessoas podem relaxar, ouvir música e encontrar amigos. Essa proposta, alinhada ao atendimento personalizado e aos melhores cafés especiais do mundo, é a Experiência Starbucks.

Os cafés comercializados pela Starbucks são grãos de classificação arábica, conhecidos no Brasil como cafés gourmet ou especiais. Em suas mais de cem lojas espalhadas por São Paulo, Guarulhos, Jundiaí, Campinas, São José dos Campos, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Sorocaba, ABC Paulista, Santos, Piracicaba, Niterói, Rio de Janeiro, Florianópolis e Brasília, o cliente pode conhecer, além de seus cafés gourmet e bebidas, os acompanhamentos doces e salgados, como croissants, pão de queijo e sanduíches.

Para conhecer mais sobre essa experiência, os cafés e os produtos, assim como saber qual é a loja mais próxima, visite o site www.starbucks.com.br ou acompanhe:

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Carnaval com música de concerto: Orquestra Experimental de Repertório interpreta Wagner, Mahler e Grieg no domingo (14)

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Rafael Salvador.

Em seu segundo programa da temporada 2021, a Orquestra Experimental de Repertório (OER) vai se dedicar à segunda metade do século XIX. O grupo, criado em 1990, sobe ao palco do Theatro Municipal de São Paulo neste domingo (14/2) de um carnaval atípico pelo País por conta da pandemia. O concerto ocorre às 11h e os ingressos custam R$20,00 e R$10,00 (meia).

Oportunidade para conferir a OER, seja presente na Sala de Espetáculos e seguindo todos os protocolos de segurança sanitária ou mesmo na comodidade de casa, acompanhando ao vivo, de graça, pelo canal do Theatro Municipal no YouTube: www.youtube.com/theatromunicipalsp. E, o que é melhor, o conteúdo fica disponível on demand para acesso posterior a qualquer hora e sem necessidade de cadastro.

Neste programa, a Orquestra estará sob a batuta de seu regente assistente Guilherme Rocha e, com a participação da solista Luciana Bueno (mezzo soprano), uma das principais vozes líricas brasileiras, o grupo, em formação reduzida, interpreta o poema sinfônico para orquestra de câmara Idílio de Siegfried, do alemão Richard Wagner (1813-1883), seguido do ciclo de canções Lieder eines Fahrenden Gesellen, que Gustav Mahler (1860-1911) compôs sobre seus próprios textos, e fecha com o opus 54 de Suíte Lírica, do norueguês Edvard Grieg (1843-1907).

No ano passado, a Orquestra Experimental de Repertório celebrou 30 anos de uma história marcada pela formação não só de novos músicos, mas também pela proposta de repensar o formato tradicional de apresentação orquestral, dialogando com o cinema, o teatro e a música popular, e que a cada ano se renova e evolui ao incorporar novas linguagens. Nesta trajetória, mais de 600 músicos já passaram pela Experimental e o aprendizado musical adquirido serviu de base para que muitos pudessem ingressar nas principais orquestras do país e do exterior, como Europa e Estados Unidos.

Os concertos presenciais no Theatro Municipal de São Paulo seguem todos os protocolos de segurança e prevenção à propagação do Coronavírus (Covid-19) e as orientações do Plano São Paulo e da Prefeitura Municipal de São Paulo para retomada consciente das atividades. Ao público espectador presente na Sala de Espetáculos, é necessário seguir os protocolos de segurança estipulados em nosso Manual do Espectador, disponível no site.

PROGRAMA

Orquestra Experimental de Repertório apresenta Wagner, Mahler e Grieg. Concerto presencial aberto ao público e transmitido ao vivo pela internet: www.youtube.com/theatromunicipalsp.

14 de fevereiro, domingo, 11h

Orquestra Experimental de Repertório

Luciana Bueno, mezzo soprano

Guilherme Rocha, regente

RICHARD WAGNER

Idílio de Siegfried (22’)

GUSTAV MAHLER

Lieder eines Fahrenden Gesellen (16’)

EDVARD GRIEG

Suíte Lírica, Op. 54 (15’)

Serviço:

Data: 14 de fevereiro de 2021, domingo, 11h

Local: Theatro Municipal de São Paulo – Sala de Espetáculos

Endereço: Praça Ramos de Azevedo, s/nº, Sé – São Paulo/SP – próximo à estação do metrô Anhangabaú

Duração dos concertos: 50 minutos aproximadamente

Classificação etária: Livre

Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia)

Atenção: não será permitida a entrada de público após o início do espetáculo.

Bilheteria: em função da pandemia de Covid-19, a bilheteria do Theatro Municipal de São Paulo está fechada por tempo indeterminado. A venda de ingressos está sendo feita exclusivamente pelo site do Theatro Municipal de São Paulo: www.theatromunicipal.org.br.

Transmissões ao vivo e concertos gravados: as transmissões ao vivo e os concertos gravados poderão ser vistos gratuitamente pelo canal de YouTube do Theatro Municipal de São Paulo: www.youtube.com/theatromunicipalsp

Manual do Espectador e Informações sobre os protocolos sanitários do Complexo Theatro Municipal: consulte os protocolos de segurança do Theatro Municipal no site.

Sobre o Teatro Municipal de São Paulo | O edifício do Theatro Municipal de São Paulo é um equipamento cultural localizado na Praça Ramos de Azevedo, no centro de São Paulo. Trata-se de um edifício histórico, patrimônio tombado, intrinsecamente ligado ao aperfeiçoamento da música, da dança e da ópera no Brasil. O Theatro Municipal de São Paulo abrange um importante patrimônio arquitetônico, corpos artísticos permanentes e é vocacionado à ópera, à música sinfônica orquestral e coral, à dança contemporânea e aberto a múltiplas linguagens conectadas com o mundo atual (teatro, cinema, literatura, música contemporânea, moda, música popular, outras linguagens do corpo, dentre outras). Oferece diversidade de programação e busca atrair um público variado.

O Patrimônio Theatro Municipal de São Paulo tem implantação retangular, sendo as medidas aproximadas de 92 metros (fachadas leste e oeste) e 42 metros (fachadas norte e sul). Divide-se basicamente em três corpos com funções distintas: o corpo da fachada – vestíbulo, a escada nobre, salão, portaria, restaurante e dependências da administração; a parte central – sala de espetáculo com seus corredores e galerias; o corpo posterior – palco e suas galerias laterais, camarins e salas de artistas. Composto de nove pavimentos, sendo um subterrâneo, sete correspondendo aos planos e ordens da ala de espetáculo e/ou administração, e o pavimento referente a cúpula central. Tem área total construída de aproximadamente 17.000m².