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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Mostra reúne obras inéditas de artistas de mais de 20 nacionalidades

São Paulo, por Kleber Patricio

Obra “Confinement 19”, Sazky | Espanha, Madri.

Uma seleção da produção artística produzida mundo afora desde o início da pandemia será exibida a partir de fevereiro na plataforma da Mostra Museu: Arte na Quarentena (www.mostramuseu.com), iniciativa da Amarello Projetos Integrados que une arte, música e tecnologia em diferentes formatos e apresenta obras de artistas de nacionalidades diversas. O núcleo de artes tem curadoria de Ana Carolina Ralston e co-curadoria do The Covid Art Museum (CAM) – museu digital criado no início da pandemia, na Espanha, por Emma Calvo, Irene Llorca e José Guerrer – e o de música conta com a curadoria de Pedro Henrique França.

Ao longo do projeto, a Mostra Museu exibirá uma seleção de obras de cerca de 200 artistas do acervo do CAM e de artistas selecionados via inscrições. Serão desenhos, esculturas, fotografias, grafites, gravuras, pinturas, poesias visuais, videoarte, colagens, instalações e performances de artistas de países como Alemanha, Brasil, Cuba, Emirados Árabes, Filipinas, Itália, Índia, Líbano, Paquistão e Ucrânia, dentre outros. A plataforma ainda traz vídeos com depoimentos dos artistas e informações mais detalhadas sobre os trabalhos que compõem a mostra.

Obra “Yes we do feel a bit caged”, Irina Werning | Argentina, Buenos Aires.

“A partir da eletrizante onda criativa que turbinou a Internet neste período, viu-se o total brilho da mente humana. Aqueles que se consideravam ou não artistas, criaram. E um pouco do que vimos nascer em um ano tão fatal reuniu-se e, agora, mostra seu rosto em um projeto híbrido, que mistura tecnologia, presença e, claro, arte”, reflete Ana Carolina Ralston. “O ar que soprou tanto em 2020 também nos trouxe a criatividade de nos reinventarmos. 2021 começa unindo a arte pelo mundo em um projeto sensível que costura essa sinuosa trama, que tem como ponto de partida a nossa transformação”, completa.

Em paralelo, a partir de fevereiro, a Mostra abre inscrições para novos artistas via convocatória disponível em seu site (acesse aqui). O critério de seleção é amplo: contempla desde jovens talentos até artistas já consagrados no circuito das artes visuais residentes em qualquer região do mundo e os nomes serão divulgados em março. Feita a seleção, as mais de 200 obras serão exibidas a partir de abril não apenas na plataforma, mas também em mobiliários urbanos de São Paulo, formando uma exposição a céu aberto.

O eixo de música, curado por Pedro Henrique França, lança luz na produção musical brasileira e apresenta obras realizadas desde o início da pandemia. Artistas terão suas criações em uma coletânea sonora da Mostra Museu, disponível na plataforma e via QR Code junto às obras expostas em espaço público.

Obra “Summer 2020”, Hugh Kretschmer | USA, California.

Segundo Chiara Paim Battistoni, empreendedora especializada em economia criativa, entusiasta da arte, cultura e inovação e nome à frente da Amarello Projetos Integrados, a Mostra Museu incorpora a tecnologia como dispositivo a serviço da troca entre público, obra e artista, aspecto que reforça o pioneirismo do projeto e seu amplo alcance, potencializado pelo recorte internacional. “Se por um lado toda a situação que estamos vivendo escancarou também nossas fragilidades, por outro, evidenciou saídas coletivas e fortaleceu uma rede de solidariedade e empatia, essenciais para alcançá-las”, ela afirma.

No decorrer do período expositivo, a Mostra Museu vai promover uma série de lives com artistas e curadores. E, no final da exposição, o projeto promoverá uma premiação para artistas selecionados por um comitê composto pelos curadores. Maiores detalhes serão divulgados em breve.

Serviço:

Mostra Museu: Arte na Quarentena

Plataforma: https://www.mostramuseu.com.br | @mostramuseu

Período expositivo: a partir de 5 de fevereiro

Curadoria: Ana Carolina Ralston e co-curadoria The Covid Art Museum (eixo Arte), e Pedro França (eixo Música)

Idealização: Amarello Projetos Integrados.

Artigo: “Benefícios da osteopatia para bebês e crianças”, por Lais Mori Sério

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Tratar um bebê ou criança não é como tratar um “mini adulto”; até os 6-7 anos de idade, os estímulos devem ser diferentes. Mas por quê?

Porque as estruturas são diferentes. O crânio do bebê é bastante diferente do adulto, por exemplo. Os ossos não são totalmente ossificados, rígidos; eles apresentam regiões membranosas que irão se ossificar com o passar dos anos.

Os ossos estão unidos por um tecido fibroso – as suturas –, existindo espaços amplos nas zonas onde convergem 3 ou mais ossos, conhecidos como fontanelas.

As fontanelas não se fecham, não há fusão; elas se aproximam. Algumas por volta dos 3 meses, outras com 12 e, também, com 18 meses de idade. Isso tudo porque o cérebro durante o primeiro ano de vida triplica de tamanho, continua crescendo rapidamente até os 6-7 anos de idade e a calota craniana precisa acompanhar esse crescimento.

Essa estrutura diferenciada também existe para que o crânio se molde durante a passagem pelo canal vaginal durante o parto normal e para que não sofra grandes prejuízos com as quedas e batidas de cabeça, tão comuns, principalmente na fase em que estão aprendendo a andar.

Nosso organismo é incrível, não é mesmo?

Laís Mori Sério é fisioterapeuta formada pela PUC-Campinas (Crefito nº 124205-F), especialista em Osteopatia pela Escuela de Osteopatia de Madrid com experiência clínica e cursos de extensão nos Estados Unidos e colabora periodicamente com o site.

“A Nuvem Rosa” é selecionado para o Miami Film Festival

Miami, por Kleber Patricio

Cena de “A Nuvem Rosa”, com estreia prevista para 2021 no Brasil.

Após ser selecionado para o Festival de Sundance 2021, o longa-metragem brasileiro A Nuvem Rosa, dirigido por Iuli Gerbase, ganha mais uma indicação no exterior – desta vez, no 38º Miami Film Festival. Com data prevista para exibição nos dias 6 e 7 de março dentro da programação do evento, o filme concorre na categoria “Jordan Ressler First Feature Award”, destinado aos cineastas estreantes, e oferecerá 10 mil dólares aos vencedores. Outros 11 filmes de países, como Romênia e Rússia, dividem espaço com A Nuvem Rosa – o único brasileiro na categoria.

Desde que foi exibido em Sundance, o longa-metragem vem atraindo a atenção da imprensa especializada e recebendo críticas positivas nas publicações mais respeitadas do mundo do entretenimento. No site americano Rotten Tomatoes, que reúne críticas do cinema e televisão, A Nuvem Rosa alcançou a poderosa nota máxima, com 100% de aprovação. Outro destaque fundamental é o da revista americana Variety, que avalia o filme como “Uma estreia refinada e bem sucedida. Uma declaração fictícia definitiva sobre a experiência do lockdown”.

 

Para a revista britânica Screen Internacional, o filme é “Perspicaz, silenciosamente perturbador. Poderosamente imaginativo”.  Já o site Indiewire, focado no cinema independente, elogia a diretora: “Gerbase concebeu um incidente instigante fascinante e oportuno para seu filme”.  O Cinevue, que destaca em resenhas diárias os lançamentos mais diversos do mundo do cinema, também elogia o longa de estreia da diretora brasileira – “Contado com uma visão imaginativa, talento e compostura real. Anuncia Iuli Gerbase como um novo talento criativo e cineasta a ser observado”. Outro veículo que dá espaço ao cinema independente, o site Little White Lies, chama a atenção para o drama que acompanha os personagens em A Nuvem Rosa: “Um primeiro longa-metragem seguro, confiante no tom e apto a lidar com um drama interno fechado e um enigma metafísico expansivo”.

Sinopse | No filme, acompanhamos Giovana (Renata de Lélis), que está presa em um apartamento com Yago (Eduardo Mendonça), um cara que havia recém conhecido em uma festa. Enquanto esperam a nuvem passar, eles precisam viver como um casal. Ao longo dos anos, Yago vive sua própria utopia, enquanto Giovana sente-se cada vez mais aprisionada.

A Nuvem Rosa é o primeiro longa-metragem da diretora, que já assinou seis curtas-metragens selecionados para diversos festivais internacionais como TIFF e Havana Film Festival.

Com distribuição da O2 Play, o longa-metragem, produzido pela Prana Filmes, tem previsão de estreia em 2021.

Ficha Técnica

Elenco: Renata de Lélis, Eduardo Mendonça, Girley Brasil Paes, Kaya Rodrigues, Helena Becker

Produção executiva: Patricia Barbieri

Direção de fotografia: Bruno Polidoro

Direção de arte: Bernardo Zortea

Montagem: Vicente Moreno

Supervisão de pós-produção: Daniel Dode e Gustavo Zuchowski

Efeitos visuais: DOT

Desenho de som: Kiko Ferraz e Chrístian Vaisz

Mixagem: Ricardo Costa

Trilha sonora original: Caio Amon

Escrito e dirigido por Iuli Gerbase

Distribuição O2 Play

Serviço:

Exibições A Nuvem Rosa (direção Iuli Gerbase)

38º Miami Film Festival

Sábado, 6 de março e domingo, 7 de março

Mais informações em https://miamifilmfestival.com/.

Sobre a Prana Filmes | A Prana Filmes foi fundada em 2011 e produziu cinco longas-metragens, três curtas-metragens e duas séries de televisão. Atualmente, a Prana está pré-produzindo o longa-metragem Jepotá e a série de televisão Centro Liberdade e pós-produzindo e desenvolvendo sete projetos. Seus principais destaques são os longas-metragens: Yonlu (2018), vencedor do Prêmio Abraccine – Melhor primeiro longa-metragem brasileiro na 41ª Mostra Internacional de São Paulo, Legalidade (2019), com estreia no 35º Chicago Latin Film Festival, e Bio: construindo uma vida (2017), vencedor de três Kikitos no Festival do Cinema Brasileiro de Gramado.

Sobre a Distribuidora O2 Play | A O2 Play é dirigida por Igor Kupstas sob a tutela de Paulo Morelli, sócio da O2 Filmes, e faz parte do grupo O2, que tem como sócios também o cineasta Fernando Meirelles e a produtora Andrea Barata Ribeiro. Em atividade desde 2013, a O2 Play se diferencia das demais distribuidoras por trabalhar além do cinema, TV e vendas internacionais, o VOD (Video on Demand), como uma distribuidora digital. Para mais informações, acesse https://www.o2play.com.br/.

(Fonte: Agência Lema)

Livros: “O Poder da Máscara” auxilia as crianças na volta às aulas em meio à pandemia

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagem: divulgação.

Mais do que um lançamento, o título O Poder da Máscara atua como um guia de boas práticas, promovendo a conscientização dos pequenos em relação ao coronavírus e a volta presencial das aulas. O livro, que teve como fonte de informações a Organização Mundial da Saúde, é dedicado também a todos os profissionais da saúde que estão na linha de frente do combate ao Covid-19. A história apresenta de maneira lúdica as principais medidas de proteção, a maneira correta de utilizar a máscara, de lavar as mãos e de guardar a máscara na hora do lanchinho. Além disso, ensina outras maneiras divertidas que as crianças podem usar para se cumprimentar mantendo o distanciamento social, já que elas não poderão abraçar os amigos e professores.

A narrativa se passa no primeiro dia de aula presencial. Depois de meses em casa, os amigos Beto e Biscoito, um extraterrestre e um cachorrinho moradores do espaço sideral, chegam ao planeta Terra nesse dia tão importante, conhecem a criança e a acompanham nessa volta à rotina. Beto e o pequeno inserido na história vão ensinar tudo o que aprenderam sobre o coronavírus para Biscoito e vão colocar em prática, juntos, as medidas de segurança para ter um dia incrível.

O livro oferece aprendizados diferentes para cada faixa etária. Confira:

De 3 a 5 anos - Com a ajuda dos personagens, a criança poderá compreender de forma lúdica a importância de usar a máscara, se sentindo como um verdadeiro super-herói ao proteger as pessoas que ama. Também conhecerá outros cuidados, como o distanciamento social e a higiene das mãos.

De 6 a 8 anos – Ao associar os cuidados necessários com superpoderes, a história estimula o uso da máscara, a higiene das mãos, o distanciamento social e outros cuidados importantes. E ao mostrar os benefícios de ir à escola, traz uma visão positiva sobre a situação.

De 9 a 12 anos - Ao conhecer as principais atitudes necessárias, como o uso de máscara e a higiene das mãos, a criança é estimulada a ser protagonista no seu autocuidado e a ter responsabilidade com a saúde das pessoas à sua volta, desenvolvendo um olhar mais positivo e leve sobre a situação.

Personalização | Assim como nos outros títulos da Dentro da História, as crianças podem vivenciar uma verdadeira imersão na história ao lado de Beto & Biscoito. Para isso, as famílias deverão criar um avatar personalizado de acordo com suas características físicas, como altura, tom de pele, cabelo, olhos, roupinhas e sapatos. Basta acessar a plataforma, selecionar o título e iniciar a personalização. A novidade está disponível para download gratuito no site e também está sendo vendido com o acabamento tradicional da marca por R$69,90 + frete.

Sobre a Dentro da História | Com títulos que estimulam a leitura infantil em crianças de 0 a 12 anos, a Dentro da História, edtech brasileira de livros infantis personalizáveis, atua com um Clube de Assinatura que possui três opções para quem quer participar: mensal, semestral e anual. No clube, além do livro, o assinante recebe atividades lúdicas, surpresas, figurinhas do protagonista e um guia de atividades e de leitura. Nos planos semestral e anual, no primeiro mês, o assinante recebe também uma mochila com um dos personagens do Dentro da História, o Bisc8.

Entre o Clube de Assinatura e as vendas avulsas, a marca já passa de 600 mil livros vendidos e tem como diferencial possibilitar que os pais personalizem todos os títulos disponíveis na plataforma online da marca e criem um avatar com características físicas das crianças, como tom de pele, cor de cabelo e olhos, estilo de roupa e acessórios, permitindo assim que os pequenos participem de histórias ao lado de seus personagens preferidos.

SPCD abre inscrições para audição de bailarinas profissionais

São Paulo, por Kleber Patricio

Crédito da foto: Joseph Arena/divulgação/SPCD.

A São Paulo Companhia de Dança (SPCD), corpo artístico da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo gerido pela Associação Pró-Dança e dirigido por Inês Bogéa, está com inscrições abertas para audição de bailarinas profissionais (somente mulheres) com o objetivo de integrar o elenco da SPCD (em virtude do repertório artístico do ano) e substituir profissionais momentaneamente afastadas. As inscrições podem ser realizadas até 25 de fevereiro de 2021 no site da Companhia.

As candidatas devem ter 18 anos ou mais, além de DRT emitido. As vagas são para colocação efetiva e temporária em contrato de trabalho de acordo com o regime da CLT. O processo seletivo será realizado em três fases: análise de currículo, audição virtual prática de balé clássico, via Zoom, e audição presencial na sede da Companhia (Rua Três Rios, 363 – 1º andar – Bom Retiro – São Paulo/SP). Nesta ocasião, as finalistas passarão por medição de temperatura e testagem rápida para detecção de Covid-19. O ingresso na sala será permitido mediante temperatura abaixo de 37,5º e resultado negativo. As candidatas deverão manter o distanciamento e o uso de máscara. A audição consistirá de avaliação técnica e artística, anamnese para realização de atividade física e entrevista.

Em cada etapa, as candidatas selecionadas serão informadas por e-mail e terão seus nomes listados no site da SPCD.

Para mais informações, acesse spcd.com.br/spcd/audicoes.

(Fonte: Assessoria de Imprensa – Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo)