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Prefeitura de Indaiatuba promove Drive Thru de Natal Solidário em novembro

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Eliandro Figueira.

O Funssol (Fundo Social de Solidariedade) de Indaiatuba realiza um Drive Thru de Natal Solidário no dia 27 de novembro no Paço Municipal. O evento ocorre das 8h às 17h. Serão aceitas doações de alimentos não perecíveis, doces, balas, itens de higiene pessoal e brinquedos. Esta ação integra o cronograma de comemoração dos 30 anos do Parque Ecológico. O modelo adotado é o drive thru por conta da pandemia. Quem for realizar a doação não precisa sair do carro e, deste modo, pode evitar aglomeração.

A campanha tem como objetivo incentivar as pessoas doarem alimentos e brinquedos que estejam em bom estado a fim de repassar para famílias que estão em vulnerabilidade social, OSCs e projetos sociais assistidos pelo Fundo Social. “É uma ação importante, pois vai fazer esta época do ano, que se comemora o nascimento de Jesus Cristo, e é uma data que existe a tradição da troca de presentes e afeto, mais feliz na vida de quem não tem condição de ter essa celebração. Por isso, as pessoas que fizerem a doação vão contribuir para que cada criança em situação de vulnerabilidade seja abraçada neste momento especial. É um ato de amor”, explica a presidente do Funssol Maria das Graças Araújo Massimo.

Serviço:

Drive Thru de Natal Solidário

Data: 27/11/2021

Horário: das 8h às 17h

Local: Prefeitura de Indaiatuba (modelo drive thru)

Arrecadação: doces, balas, itens de higiene pessoal e brinquedos.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | Prefeitura de Indaiatuba)

Tentativa das empresas de neutralizar denúncias de violações contra os direitos humanos acabam por desqualificá-las

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Rio de Paz/Fotos públicas.

Nenhuma empresa gostaria de se ver envolvida em um escândalo de violações contra os direitos humanos. No entanto, quando isso acontece, existem tentativas de neutralizar a repercussão dos casos que levam as companhias a desqualificarem e/ou desacreditarem as denúncias. É o que revela uma análise realizada por pesquisadores da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP) e da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) publicada nesta quarta-feira (4) na revista “Cadernos Ebape”.

A pesquisa qualitativa avaliou reportagens, vídeos, documentários, documentos institucionais e relatórios de entidades e ONGs que mencionaram denúncias de violação de direitos humanos, como comercialização de produtos oriundos de áreas de preservação ambiental, condições precárias e insalubres de trabalho feitas contra multinacionais signatárias do Global Compact da ONU e que tivessem atuação na cidade de Uberlândia (MG). Isso porque as signatárias do Global Compact se comprometem a alinhar suas estratégias e operações com princípios de Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Anticorrupção, desenvolvendo ações que contribuam para o enfrentamento dos desafios da sociedade, esclarecem os autores.

Os resultados encontrados apontam que ao recusarem a responsabilidade sobre as denúncias e tentarem negar seu envolvimento, as empresas acabavam se omitindo diante das revelações de violações de direitos humanos, se abstendo da sua responsabilidade e chegando a adotar estratégias de negação dos fatos. “Em alguns casos, observamos um movimento que excedia a desacreditação, formando os chamados ‘gabinetes de guerra’, que usavam do aparato organizacional para ocultar denúncias que ameaçassem ao seu negócio, o que incluía a demissão de sindicalistas, desqualificação de cientistas e de pesquisas acadêmicas, financiamento de reportagens, pesquisas e entidades em defesa dos interesses e produtos das organizações”, explica Rodolfo Maritan, um dos autores do estudo.

O pesquisador reforça que a análise não tem o intuito de acusar nenhuma empresa, mas de refletir sobre a percepção pública a partir dos materiais veiculados pela imprensa e por organizações internacionalmente reconhecidas como defensoras dos direitos humanos.

De acordo com os autores, os achados reforçam ainda mais a necessidade de se avançar em um tratado de direitos humanos que determinaria e obrigaria que as empresas participantes respeitassem normas, leis e jurisdições pré-definidas em nível internacional. “Esse é um caminho longo, pois estamos há anos tentando formalizar um tratado vinculante de Direitos Humanos. O tratado seria uma oportunidade para que sejam estabelecidos limites para as atuações empresariais”, reflete Maritan.

(Fonte: Agência Bori)

Nova exposição da OMA Galeria apresenta as cores vibrantes e seres fantásticos de Michel Cena7

São Bernardo do Campo, por Kleber Patricio

Obra “A Fauna nº 2”. Fotos: divulgação.

A OMA Galeria inaugura em 6 de novembro (sábado) a primeira exposição do projeto Spotlight, que tem como objetivo destacar o trabalho de artistas emergentes, com carreiras em fase de consolidação. Em Labirinto Leve, a galeria apresenta uma seleção de trabalhos do artista Michel Cena7, incluindo desenhos e pinturas em materiais como spray, tinta acrílica, aquarela e nanquim.

Cores vibrantes são usadas pelo artista para retratar personagens diversos, como seres híbridos e fantásticos, que poderiam ter saído direto de lendas do folclore brasileiro. As imagens ricas em significados e interpretações que cria, porém, não se limitam à esfera do imaginário do artista, servindo também como um meio pelo qual tece críticas sobre a realidade.

À primeira vista, o grande número de componentes em suas obras pode dar a impressão de serem apenas retratos de um sonho, porém elementos – como uma cobra que veste um quepe policial na obra A Fauna nº 3 –, dão indícios do teor questionador presente em seu trabalho.

Obra “A Fauna nº 3”.

Ao mesmo tempo em que usa suas obras para criticar o mundo que nos cerca, o artista também usa o fantasioso como uma plataforma para refletir sobre a potência humana e sua capacidade de transformar o que há ao seu redor. Através de suas telas, a imaginação pode encontrar ou criar um novo mundo possível.

Michel Cena7 tem obras em acervos de instituições como o Museu Afro, o Museu de Arte do Rio e a Pinacoteca do Estado de São Paulo. Nesta última, participa atualmente também da exposição coletiva Enciclopédia Negra, onde artistas contemporâneos negros foram convidados a criar retratos de personalidades históricas negras. A exposição na OMA Galeria fica aberta ao público até o dia 14 de dezembro, com entrada gratuita.

Exposição Spotlight Labirinto Leve

Local: OMA Galeria

Endereço: Rua Carlos Gomes, 69 – Centro – São Bernardo do Campo – São Paulo.

Visitação: de 6 de novembro a 14 de dezembro.

Horário: terça a sexta das 13h às 18h e sábado das 10h às 15h.

Entrada gratuita

Mais informações:  (11) 97153-3107

E-mail: contato@omagaleria.com

(11) 99596-8224 (Patrícia)

Redes sociais/site:

Instagram: @omagaleria  

Site.

(Fonte: Assessoria de comunicação/OMA Galeria)

Mostra apresenta os encantos do Natal em Sorocaba

Sorocaba, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

As festas de final de ano prometem aumentar o faturamento do comércio e, na data mais importante para as vendas, as empresas vêm se preparando com estoque e decoração natalina. A Dijos Doces, rede de lojas especializadas no segmento de festas e eventos, de Sorocaba (SP), foi além e inaugurou o 1º Salão de Natal Encantado Dijos 2021, que já atraiu mais de mil visitantes.

Montado nas unidades da Avenida Itavuvu e da Avenida General Carneiro, o salão tem curadoria do produtor de eventos Valmir Alves, que convidou decoradores sorocabanos para criar cenários natalinos, que vão do tradicional ao inovador, utilizando itens que estão à venda na rede. O salão será permanente e trará opções de decoração de festas temáticas durante o ano todo.

Felipe Dijos, sócio da empresa, conta que o salão faz parte de um projeto de reposicionamento da marca. “Modernizamos nossa logo, criamos espaços de eventos e vamos reformar nossos pontos de vendas e materiais de comunicação. Para o mercado nacional, já somos referência em festas e eventos e é importante que a região de Sorocaba conheça nosso potencial”, explica.

Cristina Mucci, também sócia da empresa, conta que a empresa fez uma pesquisa de mercado e entendeu que era hora de apostar no segmento de decoração. “Investimos em materiais diferenciados a preços acessíveis. Temos sugestões que vão da mesa posta com materiais descartáveis de luxo até ambientes completos”, ressalta.

A gerente nacional da Silver Plastic, Célia Amaral, diz que a parceria com a Dijos se fortaleceu no último ano. “Nossa linha premium de descartáveis de luxo está presente em espaços do Salão nas duas unidades e estamos muito felizes com a parceria”, observa.

Sobre a Dijos | Com mais de 32 anos de história, a Dijos Doces é uma rede de lojas especializadas no segmento de festas e evento que tem se preocupado em trazer ao mercado da Região de Sorocaba novos conceitos, produtos e tendências para quem quer montar um evento ou é profissional da área. A rede conta com mais de 40 mil itens, com diferentes tipos de produtos, como doces, balões, embalagens, fantasias, formas, acessórios, temas para festas, produtos importados, Diet, Light, Vegano e Zero.

Serviço:

1º Salão de Natal Encantado Dijos 2021

Quando: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h / sábados: das 9h às 13h na Unidade na General Carneiro / das 9h às 16h30 na Unidade da Av. Itavuvu.

Local: O evento acontece de forma simultânea nas lojas da Avenida General Carneiro, 1808 (Zona Oeste) e da Avenida Itavuvu, 1467 (Zona Norte).

Evento gratuito e aberto ao público.

(Fonte: Vergili Press Office Comunicação Integrada)

Casa Museu Ema Klabin apresenta exposição “Ema e a Moda no século XX”

São Paulo, por Kleber Patricio

Ema Klabin em uma de suas viagens, com um tailleur Christian Dior. Foto: Divulgação – Acervo da Casa Museu Ema Klabin.

De 30 de outubro a 19 dezembro de 2021, a Casa Museu Ema Klabin promove a exposição Ema e a Moda no século XX – as roupas e a caligrafia dos gestos, com curadoria do pesquisador e escritor Brunno Almeida Maia. Em formato presencial e online, a mostra objetiva contar uma breve história da moda dos anos 1920 aos anos 1980 por meio de peças de vestuário, acessórios e fotografias da colecionadora e mecenas Ema Klabin.

Serão expostas 18 peças de vestuário da colecionadora, como vestidos, casacos, tailleurs, conjuntos de blazer e saia e trajes tradicionais chineses usados por Ema em festas a fantasia nos cruzeiros de navio. Marcas famosas de grandes estilistas franceses, como Jean Patou, Christian Dior e Maggy Rouff, estarão na mostra, além da marca espanhola Loewe.

A exposição também contará com bolsas, malas, binóculo, leques, sombrinhas e frascos de perfume, além de um panorama de fotografias históricas do arquivo da instituição. “Uma das imagens mostra o desembarque de Ema Klabin de um navio, onde aparece com um tailleur Christian Dior no estilo New Look, que marcaria a feminilidade da mulher no pós-guerra”, informa o curador. A exposição também apresentará, no quarto de hóspedes, um conjunto Dior e acessórios pertencentes a Eva Klabin, irmã de Ema, que também fundou sua casa museu no Rio de Janeiro, traçando um paralelo entre as trajetórias das duas irmãs.

M-1568 – Traje feminino Cheongsam ou Qipao – Autor desconhecido – Hong Kong – século XX – Adquirido em 1956 – Seda bordada, pingentes de metal, galão bordado e fita bordada. Foto: Isabella Matheus.

Sobre o título da exposição | De acordo com Brunno Maia, a escolha do título da exposição homenageia a filósofa e socióloga Gilda de Mello e Souza, tomando de empréstimo o conceito de “caligrafia dos gestos” que ela propõe no livro O espírito das roupas – a moda no século dezenove.

Cenários | A memória afetiva das roupas, a personalidade de Ema, seu modo de vida e seu gosto pelas viagens, pelas artes e pelas festas, além de sua atuação como empresária, estão presentes na exposição, organizada em quatro eixos temáticos: História, conceito e individualidade, Contexto sociocultural, Cultura material: história do objeto e Moda: linguagem estética. Os diferentes cômodos da residência de Ema Klabin foram cenários cuidadosamente pensados para cada eixo. “Optamos por destacar não apenas a preocupação que Ema Klabin tinha com esses detalhes, como a possibilidade de contarmos histórias por meio da cultura material. Há toda uma cultura da feminilidade inscrita nesses objetos”, salienta Brunno.

Outras Narrativas | “Esta exposição apresenta, pela primeira vez, o núcleo de moda da Coleção Ema Klabin e se insere no tema anual Outras Narrativas, com uma forma inédita de abordar a história de Ema Klabin e da moda, considerando suas roupas simultaneamente como criações artísticas e como documentos do período em que viveu”, informa Paulo de Freitas Costa, curador da Casa Museu Ema Klabin.

Arte e tecnologia | O público também poderá assistir a um vídeo de realidade virtual que permite fazer uma imersão digital pelos ambientes da casa museu e conferir detalhes da exposição. Realizado pelo multiartista Tadeu Jungle e sua produtora, a Junglebee, o vídeo apresenta, de forma inédita, a coleção e algumas das roupas que estarão expostas na Casa Museu, criando novas possibilidades de fruição das obras e peças da Coleção. Os óculos utilizados nessa ação serão higienizados, seguindo os protocolos de biossegurança. O vídeo também estará disponível na plataforma YouTube VR.

M-1571 – Vestido – Autor desconhecido – Década de 1970 – Crepe e chiffon, botões de resina, zíper e colchetes metálicos, ombreiras de feltro e espuma. Foto: Isabella Matheus.

Cursos e oficinas | A Casa Museu também promove, até novembro, uma série de palestras, oficinas, cursos e mesa-redonda com grandes nomes da área. Assuntos como a história das roupas, a importância desses acervos em museus, o conceito de economia circular e sustentabilidade, o desfile nº 13 do estilista Alexander McQueen, a arte e a moda, a indumentária baiana, o fenômeno social da moda e a presença negra em acervos de moda são alguns dos temas dos encontros.

A exposição Ema e a Moda no século XX: as roupas e a caligrafia dos gestos tem apoio cultural do Governo do Estado de São Paulo, por meio do ProAC ICMS da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, patrocínio da Klabin S.A. e apoio Texprima e Texprima LOF. A programação cultural associada à exposição integra o projeto Digitalização da Coleção Ema Klabin, que contou com o apoio do BNDES, a co-idealização de Benfeitoria e SITAWI e a parceria da Beenoculus.

Serviço:

Casa Museu Ema Klabin

Exposição Ema e a Moda no século XX: as roupas e a caligrafia dos gestos

30 de outubro a 19 de dezembro

Visitas mediadas: quarta a domingo, 11h, 14h e 16h – grupos de até cinco pessoas

Agendamento: emaklabin.org.br | (11) 3897-3232

Visitas ao jardim e visualização presencial da realidade virtual: quarta a domingo, das 11h às 16h, com permanência até as 17h – lotação 70 pessoas.

Entrada franca

Classificação etária: Livre

Casa Museu Ema Klabin

Rua Portugal, 43 – Jardim Europa – São Paulo/SP

Acesse as redes sociais:

Instagram: @emaklabin

Facebook: https://www.facebook.com/fundacaoemaklabin

Twitter: https://twitter.com/emaklabin

Canal do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC9FBIZFjSOlRviuz_Dy1i2w

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/emaklabin/?originalSubdomain=br

Site: https://emaklabin.org.br

*Como em todos os eventos gratuitos, a Casa Museu Ema Klabin convida quem aprecia e pode contribuir para a manutenção das atividades a apoiar com uma doação voluntária no site.

(Fonte: Mídia Brazil Comunicação Integrada)