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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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“A Arte nos Move”: projeto oferece oficina gratuita de artes cênicas para jovens em Jundiaí

Jundiaí, por Kleber Patricio

Imagem: divulgação.

Estão abertas as inscrições para as oficinas gratuitas de artes cênicas do projeto A Arte nos Move, que trabalhará as artes cênicas para jovens na cidade de Jundiaí. As oficinas irão integrar três atividades distintas que englobam o universo das artes cênicas: o teatro, a pantomima e o malabarismo. O projeto tem o objetivo de criar um espaço para o aprendizado e desenvolvimento de técnicas fundamentais para a formação de jovens atores, contribuindo para a formação profissional e pessoal dos participantes e garantindo condições de acesso para novos talentos, de forma gratuita.

As oficinas acontecem nos dias 4 e 6 de outubro, das 9h às 16h e contam com a participação de 25 alunos, a partir de 13 anos. Os participantes trabalharão em três módulos distintos, que abordam o teatro, pantomima e malabarismo e, juntos, buscam o desenvolvimento completo do aluno nas artes cênicas.

O projeto Jovem em Cena é uma realização do Governo do Estado de São Paulo por meio do Programa de Ação Cultural (ProAC), com apoio da Secretaria de Cultura de Jundiaí e patrocínio da Nouryon.

Serviço – As oficinas de artes cênicas do projeto A Arte nos Move para jovens de Jundiaí acontecem nos dias 4 e 6 de outubro (segunda e quarta-feira), das 9h às 16h, na Sala dos Relógios – Complexo Fepasa (Avenida dos Ferroviários, 1760, Centro). As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo link www.bit.ly/aartenosmove.

(Fonte: Assessoria de imprensa/Aline Soriani)

Editora Expressão Popular publica “Notas sobre a fome”, de Helena Silvestre

São Paulo, por Kleber Patricio

A Editora Expressão Popular lançou em setembro a obra Notas sobre a fome, da escritora afroindígena Helena Silvestre. Sucesso de público e crítica, a obra auto ficcional tem base em um relato pessoal da autora, originária da Favela do Macuco, no Jardim Zaíra, na cidade de Mauá, no ABC Paulista. Militante feminista, editora da revista Amazonas e uma das fundadoras do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), de onde saiu, em 2010, para fundar o Movimento de Luta Popular, Helena Silvestre tem uma história permeada por luta pela libertação dos povos e territórios.

Em entrevista para a 1ª Feira Literária de Mogi das Cruzes, Helena Silveira pontua que o livro é composto de contos, crônicas e poesias. “Essa diversidade de textos foi necessária porque aquilo que eu comunicar e compartilhar é de uma riqueza tão enorme que eu precisei usar todas as ferramentas que estavam à minha disposição. Mas alinhavar tantas escritas diferentes dentro de um mesmo tema não foi fácil – não apenas pela diversidade da escrita, mas também porque o tema é muito abrangente. A fome que a gente sente, embora seja de comida, não é só de comida. Ao longo dessas 31 notas, a gente vai encontrar uma tentativa minha de narrar a vida de gente como eu, a vida que eu vivo, a vida que eu vi e vejo viver”, ela explica.

Publicado de forma independente, com apoio do Sarau do Binho e da revista Amazonas, Notas sobre a Fome foi um dos indicados ao Prêmio Jabuti de 2020 e ainda promete continuar impactando a literatura brasileira nos próximos anos. “A autora Helena Silvestre, como mulher, como militante, como favelada, como indígena, como negra, tinha de levantar a voz com este livro, pelos seus, pelos outros, por nosotras. Tinha de irromper na língua dos letrados para evidenciar seus violentos silêncios, mantendo as bases de um feminismo não branco, de um “feminismo inominável”, como ela o nomeia, de um marxismo favelado, de uma cosmopolítica das particularidades e de uma genealogia da fome pensada não desde conceitos, mas sim desde a dor no estômago, desde a ira, desde a febre e, principalmente, desde os sonhos”, pontua Lucia Tennina, autora do texto da orelha do livro publicado pela Editora Expressão Popular.

Ficha técnica

144 páginas

Expressão Popular

Formato: 14 x 21

1ª edição: agosto de 2021

Preço: R$30

Coleção: Literatura

(Fonte: Assessoria de imprensa/Vitória Rocha)

Encontro cultural homenageia Zuza Homem de Mello em Sorocaba

Sorocaba, por Kleber Patricio

O próximo dia 4 de outubro marca um ano do falecimento do musicólogo, crítico musical, produtor, engenheiro de som, radialista e instrumentista Zuza Homem de Mello. Interessado em música desde jovem, Zuza teve um importante papel na pesquisa e divulgação da música popular brasileira e do jazz, tornando-se referência no assunto.

A 14ª Temporada de Música Instrumental Brasileira de Sorocaba convidou sua companheira, Ercília Lobo, para um bate-papo, na quarta-feira, dia 6 de outubro, em uma homenagem a Zuza com o tema O processo de trabalho de Zuza e o lançamento do livro Amoroso, uma biografia de João Gilberto.

A palestra será gratuita, às 19h00, via plataforma Zoom, com transmissão simultânea pelo canal da MdA International no YouTube. Para participar, basta fazer a inscrição diretamente  por mensagem pelo Whatsapp da MdA International, no número (15) 3211-1360, e receber as informações de acesso.

Viúva de Zuza Homem de Mello, Ercília Lobo atuou como sócia-executiva e assistente do marido, elaborando a preparação dos originais de seus textos para diferentes veículos. Entre eles, estão os livros A era dos festivais (Editora 34) e Eis aqui os bossa-novas (Editora WMF Martins Fontes) e Amoroso, uma biografia de João Gilberto (Editora Cia. das Letras). Ela também é idealizadora e produtora do documentário Zuza Homem de Jazz, sobre a interligação da canção brasileira com a americana pelo olhar de Zuza.

A Temporada tem produção da MdA International e a direção artística de Marco de Almeida. patrocínio da Metso:Outotec, copatrocínio da empresa CaseIH e Banco CNHi e apoio da Case Construction e Unimed Sorocaba.

(Fonte: Assessoria de comunicação/MdA International)

São Paulo Companhia de Dança apresenta espetáculos gratuitos em Campos do Jordão

Campos do Jordão, por Kleber Patricio

Cena de “Melhor Único Dia”, de Henrique Rodovalho. Foto: Fernanda Kirmayr.

A São Paulo Companhia de Dança (SPCD) volta à cidade paulista de Campos do Jordão para duas apresentações gratuitas no Museu Felícia Leirner/Auditório Claudio Santoro. Os espetáculos acontecem nos dias 8 e 9 de outubro (sexta e sábado), às 20h, com entrada franca mediante reserva de ingressos pelo site https://www.sympla.com.br.

As apresentações abrem com o solo A Morte do Cisne, em versão assinada por Lars Van Cauwenbergh a partir do original de Michel Fokine (1880-1942). Na sequência, os bailarinos apresentam Pivô, obra de Fabiano Lima eleita o terceiro melhor espetáculo de dança pelo júri do Guia da Folha de S.Paulo em 2016, ano de estreia da coreografia. A criação trabalha movimentos do basquete, do hip-hop e da dança contemporânea ao som de composições brasileiras como a ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes (1836-1896).

Logo após, o público confere o Grand Pas de Deux de Carnaval em Veneza, em versão de Duda Braz a partir da obra de Marius Petipa (1818-1910). Vibrante e virtuoso, esse duo clássico toma como inspiração os bailes de máscaras da Europa do século XVII.

As apresentações se encerram com Melhor Único Dia, de Henrique Rodovalho, coreógrafo residente da SPCD. Vencedora do Prêmio APCA como Melhor Estreia de 2018 e eleita como terceiro melhor espetáculo pelo Guia da Folha na categoria voto popular, a coreografia experimenta movimentos expandidos e continuados a partir da relação dos bailarinos, que permanecem o tempo todo em cena, embalados pela trilha original criada para a obra por Pupillo na voz da cantora Céu.

Ficha técnica das obras (por ordem de apresentação):

A Morte do Cisne (2019)

Coreografia: Lars Van Cauwenbergh, inspirado na obra de Michel Fokine (1880-1942)

Músicas: O Cisne, extrato do Carnaval dos Animais (1866), de Camile Saint-Saens

Iluminação: Wagner Freire

Figurino: Marilda Fontes

Duração: 3 minutos

O balé criado em 1907 por Fokine para Anna Pavlova é um solo emocionante, que dialoga com as sonoridades da harpa e do violoncelo, inspirado no poema de Alfred Tennyson (1809-1892) e nos movimentos dos cisnes em seus últimos instantes de vida. Esse solo é interpretado por grandes estrelas da dança e ganha novos acentos e dinâmicas no corpo de uma bailarina da São Paulo Companhia de Dança.

Pivô (2016)

Coreografia: Fabiano Lima

Músicas: Quem sabe? (1859), cantada por Adriana de Almeida e executada ao piano por Olinda Allessandrini, e Bailado dos Índios da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes (1836-1896), executada pela Orquestra do Theatro Municipal de São Paulo, sob regência de Armando Bellardi

Iluminação: Guilherme Paterno

Figurino: Cássio Brasil

Duração: 17 minutos

A obra se vale de referências do basquete, do hip-hop e da dança contemporânea. Com músicas de Carlos Gomes, a coreografia traz para a cena o ambiente brasileiro com sonoridades conhecidas. O figurino de Cássio Brasil dialoga com a luz de Guilherme Paterno e evidencia as diferentes camadas de cor da obra. “É uma coreografia de troca e percepção para entendermos como essa dança passa de um corpo para o outro. Gosto de trabalhar com elementos cênicos, dá identidade aos meus trabalhos”, diz Fabiano. A obra foi premiada com o terceiro lugar na escolha do júri como Melhor Espetáculo de Dança de 2016 pelo Guia da Folha de S.Paulo.

Grand Pas de Deux Carnaval em Veneza (2020)

Coreografia: Duda Braz, a partir de Carnival de Venise (1859), de Marius Petipa (1818-1910)

Música: Cesare Pugni

Figurino: Marilda Fontes

Duração: 9 minutos

O Grand Pas de Deux de Carnaval em Veneza traz para cena um duo clássico vibrante e virtuoso. Essa obra faz parte do repertório clássico criada em 1859 por Marius Petipa, com música de Cesare Pugni inspirada em temas da peça de Niccolò Paganini Carnavale di Venezia (Op. 10). A coreografia da São Paulo Companhia de Dança toma como inspiração os bailes de máscaras da Europa do século XVII.

Melhor Único Dia (2018)

Coreografia e iluminação: Henrique Rodovalho

Música: Criação original de Pupillo com voz de Céu

Figurino: Cássio Brasil

Duração: 21 minutos

Rodovalho comenta que neste trabalho experimenta movimentos expandidos e continuados a partir da relação dos bailarinos que permanecem todo o tempo em cena. “As referências sobre esta característica vieram de grandes grupos de animais em movimento e como se desenvolvem e se relacionam”, diz o coreógrafo. A obra trata sobre ‘o que tem de acontecer’, neste breve espaço de tempo de existência deste grande grupo, relacionado principalmente a algum tipo de prazer. Por isso, o nome Melhor Único Dia. “Para tentar traduzir, de alguma forma, a curta existência que se expressa através do movimento em grupo”, completa Rodovalho. A obra conquistou o Prêmio APCA como Melhor Estreia de 2018 e foi eleita como terceiro melhor espetáculo pelo Guia da Folha (2018) na categoria voto popular.

Museu Felícia Leirner e Auditório Claudio Santoro | O Museu Felícia Leirner e o Auditório Claudio Santoro, em Campos do Jordão (SP), instituições do Governo do Estado de São Paulo administradas pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado, em parceria com a ACAM Portinari (Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari), Organização Social de Cultura, com sede em Brodowski (SP), inaugurados em 1979, ocupam aproximadamente 35 mil metros quadrados dentro de um fragmento de Mata Atlântica. A atuação das instituições se dá em três eixos: nas Artes Visuais, com as 85 esculturas de Felícia Leirner, considerado um dos acervos do gênero mais importantes do Brasil; na Música, por meio do Auditório, palco do mais importante festival de música clássica da América Latina; e no Patrimônio Ambiental, representado pela reserva ambiental no entorno dos equipamentos.

Serviço:

São Paulo Companhia de Dança no Auditório Cláudio Santoro

Programa: A Morte do Cisne, versão de Lars Van Cauwenbergh; Pivô, de Fabiano Lima; Grand Pas de Deux de Carnaval em Veneza, versão de Duda Braz e Melhor Único Dia, de Henrique Rodovalho

Datas: 8 e 9 de outubro

Horários: sexta e sábado, às 20h

Endereço: Av. Dr. Luis Arrobas Martins, 1880 – Alto Boa Vista – Campos do Jordão/SP

Capacidade física: 353 lugares

Entrada franca mediante reserva em www.sympla.com.br

Seguindo os protocolos governamentais estabelecidos de enfrentamento à Covid-19, o público terá a temperatura aferida antes da entrada no Auditório e precisará usar máscaras durante todo o evento. A ocupação da plateia estará limitada a 43% da capacidade total, garantindo distanciamento mínimo de 1 metro entre as poltronas.

(Fonte: Assessoria de imprensa – Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado)

Fotografia: Museu de Arte Sacra apresenta exposição “Mahatma”

São Paulo, por Kleber Patricio

Mahatma: The historic Dandi March. Fotos: divulgação/MAS.

O Museu de Arte Sacra de São Paulo (MAS/SP), em parceria com Consulado Geral da Índia em São Paulo e o Swami Vivekananda Cultural Centre, traz ao público paulistano a exposição Mahatma, com 17 fotografias que exibem registros da jornada de vida de Mahatma Gandhi abrangendo alguns eventos importantes de sua vida. Sob curadoria de Puja Kaushik, a mostra ocupa o espaço expositivo da Sala MAS/Metrô Tiradentes e é parte das celebrações do 75° aniversário de Independência da Índia. “A vida de Mahatma Gandhi nos lembra o poder da verdade, da paz e da não-violência. Enquanto a Índia celebra o 75º ano de sua independência do domínio colonial, esta exposição captura a transformação de Gandhi de uma pessoa comum em um líder de massas que derrotou o Império Britânico usando métodos simples de não cooperação e desobediência civil. A vida de Mahatma continua a inspirar pessoas em todo o mundo. Os princípios e ideais de Gandhi oferecem uma solução prática para encarar os desafios enfrentados pela humanidade”, declara Amit Kumar Mishra, Consul Geral da Índia em São Paulo.

Mohandas Karamchand Gandhi é considerado um dos líderes espiritual, social e político mais venerado do mundo, sendo a principal liderança do movimento de independência da Índia, que adotou uma filosofia única de resistência não violenta, desobediência civil e não cooperação para não apenas alcançar o fim do colonialismo britânico, mas também para criar transformação social. Os principais pilares de sua filosofia são a verdade e a não violência. Porém, a definição desses conceitos vai além do significado das expressões. Para Gandhi, ‘verdade vai além da simples veracidade das palavras e ações, incluindo também a fé na verdade suprema e uma forte crença na moralidade; ao mesmo tempo em que a não violência não é mera ausência de violência, mas significa amor por todas as criaturas vivas’.

Mahatma: Gandhiji at the spinning wheel.

As imagens selecionadas pela curadora para compor a mostra, cujos originais pertencem ao acervo do National Gandhi Museum, New Delhi, India, revelam alguns eventos que tiveram grande importância na trajetória de Mahatma Gandhi e deram origem à arma mais poderosa conhecida pela humanidade – Satyagraha (princípio da não agressão). Cada fotografia destaca um marco importante na vida e na jornada de Gandhi.

A curadoria de Puja Kaushik está atenta à necessidade de contextualização do tema e, como informações adicionais, adicionou itens que agem como complemento à assimilação da história e sua importância pela sociedade ocidental. Uma escultura de bronze de Mahatma Gandhi, por Biman Bihari Das, renomado artista indiano; um Charkha – roda giratória – que era a personificação física e o símbolo do programa construtivo de Gandhi; Selos, com um recorte de filatelia, com abrangência mundial, emitidos em memória de Mahatma Gandhi, bem como algumas publicações importantes, da editora Palas Athena, que ajudam a explicar o papel que Gandhi e seus ensinamentos já desempenham no Brasil para promover a não-violência.

Mahatma: Walking to a prayer meeting in Delhi.

No momento atual, em que o planeta passa por adaptações e mudanças que destacam ainda mais todos os problemas como injustiça social, desigualdade econômica, corrupção e pobreza, a o tema “Mahatma” é de grande importância para dar destaque a esforços que devem ser feitos pelo bem comum e o trabalho necessário para que pessoas se reconectem com os ensinamentos e a filosofia de Gandhi. “Acredito que a ideologia de Gandhi – ‘Seja a mudança que você quer ver’ – é de grande importância. Hoje, todos falamos sobre os problemas da sociedade ou de pessoas ao nosso redor, mas dificilmente fazemos algo a respeito. É importante que, primeiro, façamos a mudança em nosso círculo e então, somente então, o mundo mudará”, explica a curadora.

Mahatma não apenas dá ao público um vislumbre dos eventos marcantes da vida de Gandhi, mas também compartilha a jornada de um homem comum se tornando o Mahatma” (Puja Kaushik).

Exposição Mahatma

Curadoria: Puja Kaushik

Abertura: 2 de outubro de 2021, às 11h

Duração: de 2 a 31 de outubro de 2021

Local: Sala MAS/Metrô Tiradentes

Estação Tiradentes do Metrô – São Paulo/SP.

Museu de Arte Sacra de São Paulo | MAS/SP

Endereço: Avenida Tiradentes, 676 – Luz, São Paulo/SP (ao lado da estação Tiradentes do Metrô)

Tel.: (11) 3326-5393 – informações adicionais

Horários: de terça-feira a domingo, das 10h às 17h (entrada permitida até às 16h30)

Ingresso: R$6,00 (Inteira) | R$3,00 | Grátis aos sábados.

Mídias Digitais:

Site: www.museuartesacra.org.br

Instagram: https://www.instagram.com/museuartesacra/

Facebook: https://www.facebook.com/MuseuArteSacra

Twitter: https://twitter.com/MuseuArteSacra

YouTube: https://www.youtube.com/MuseuArteSacra

Google Arts & Culture: https://bit.ly/2C1d7gX.

(Fonte: Balady Comunicação)