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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Djavan recebe Prêmio UBC 2021

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Djavan é o homenageado da quinta edição do Prêmio UBC. Foto: divulgação.

Um dos maiores compositores da música brasileira está prestes a ganhar uma homenagem à altura de sua obra. A União Brasileira de Compositores (UBC) apresenta a quinta edição do Prêmio UBC, reverenciando a carreira e a vida de Djavan, dia 7 de outubro, às 19h, em transmissão pelo canal da UBC no YouTube. O programa especial tem shows de Criolo, Diogo Nogueira, Anavitória, Mart’nália, Liniker, Geraldo Azevedo, Giulia Be, Agnes Nunes, Zé Ricardo e Jonathan Ferr interpretando versões inéditas de sucessos do compositor alagoano.

“Fiquei comovido quando soube que receberia o Prêmio UBC. Para mim é mais um incentivo em minha vida artística, para que continue criando e criando. Escrever letras e poesias me deixa em um estado de elevação enorme. Sempre que acabo de fazer uma música, me sinto o homem mais poderoso do mundo. Quando componho, não penso em um tema específico. Começo sem pensar em nada, deixando fluir. Entro no estúdio com melodia e harmonia prontos. É o que me basta para começar tudo, juntar os músicos e desenvolver arranjos. Só depois, com as músicas prontas, que escrevo as letras” (Djavan, em depoimento ao Prêmio UBC 2021).

A declaração faz parte de um depoimento inédito de Djavan dado à Paula Lima, que, além das apresentações de cada artista, fará parte da programação do Prêmio UBC 2021. No bate papo, Djavan fala sobre desde suas primeiras referências musicais, aos 12 anos, em Alagoas, até os bastidores de composições e gravações dos sucessos que marcam sua discografia.

Confira o line-up e quais canções cada artista interpretará:

Diogo Nogueira – Flor de lis

Mart’nália – Topázio

Geraldo Azevedo – Retratos da vida

Criolo – Oceano

Anavitória – Açaí

Liniker – Mal de mim

Giulia Be – Te devoro

Agnes Nunes – Amor puro

Jonathan Ferr – Pétala.

Confira um trecho de Criolo cantando Oceano – Prêmio UBC 2021.

Criolo no Prêmio UBC 2021. Foto: Miguel Sá.

A União Brasileira de Compositores, maior sociedade de gestão coletiva de direitos autorais do país, criou o Prêmio UBC em 2017. Na estreia, o homenageado foi Gilberto Gil. Nos anos seguintes, Erasmo Carlos, Milton Nascimento e Herbert Vianna receberam a honraria. Agora, o Prêmio do Compositor Brasileiro segue em boas mãos. “Djavan é um artista capaz de transitar por vários estilos musicais e jamais deixar de ser o maravilhoso Djavan, que, com sua magia, conquista a todos, como compositor e como intérprete”, afirma Paulo Sérgio Valle, diretor presidente da UBC e compositor de centenas de canções.

Com direção musical de Zé Ricardo, a cerimônia foi previamente gravada diretamente na Casa UBC, localizada na sede da entidade, no Rio de Janeiro, respeitando todos os protocolos sanitários contra a Covid-19, sem perder a essência da premiação, celebrando a obra de Djavan e os grandes sucessos de sua carreira.

Além de colecionar fãs no Brasil e no exterior, Djavan também tem o reconhecimento da indústria musical, especialmente de seus colegas compositores. Diretor da UBC, e homenageado no Prêmio de 2018, Erasmo Carlos conta que é um grande admirador do artista. “Quem foi que disse que um artista não é fã do outro? (risos) Eu sou fã do Djavan! Sua poesia única, cheia de nuances pessoais e improvisos geniais, me fazem refletir sobre a beleza do belo e a natureza do amor de um jeito que eu pareço sair de mim e me esbaldar no imaginário das coisas boas e no encantamento prazeroso da vida. O suingue do meu amigo faz dançar até os mortais mais preguiçosos do universo”, afirma o Tremendão.

Clique e veja um trecho de Geraldo Azevedo interpretando Retratos da vida – Prêmio UBC 2021.

Geraldo Azevedo no Prêmio UBC 2021. Foto: Miguel Sá.

Vencedor de dois troféus do Grammy Latino, na categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa, Djavan está no topo do ranking dos maiores rendimentos no segmento de Música ao Vivo (bares, restaurantes, hotéis e clubes) entre todos os compositores brasileiros.

Ao mesclar pop, jazz, MPB, blues e sonoridades africanas, Djavan fez da versatilidade a sua marca. O resultado das canções ecléticas do artista – que aprendeu a tocar violão sozinho – são, em grande maioria, músicas sobre a beleza e a vibração da natureza, do amanhecer ao pôr do sol.

Muito além da música, cerimônia refletirá a estética solar de Djavan | Inspirado nas letras do artista, especialmente em Lilás, o diretor de criação do Prêmio UBC 2021, Ricardo Leite, conta que, apesar de desafiadora, a construção do projeto foi prazerosa. “Djavan transita entre estilos variados. Nosso desafio foi dar forma visual à sua poesia e à sua arte. Ele mesmo nos deu o caminho, com tons e cores que fazem parte das suas lindas canções que iluminam o nosso dia-a-dia”, afirma.

A diretora de arte e cenógrafa Susana Lacevitz, revela detalhes sobre a ambientação do Prêmio. “Dentro da Casa UBC é como se estivéssemos sempre vendo a linha do horizonte. Ela vai se transformando com a luz e, no decorrer do show, vamos ter elementos como o nascer e o pôr do sol e o anoitecer. Tudo é gerado em cima da iluminação da linha do horizonte”, conta Susana.

Liniker no Prêmio UBC 2021. Foto: Miguel Sá.

303 obras registradas em mais de 45 anos de carreira | Aos 72 anos, Djavan soma 303 composições registradas. Boa parte delas forma o repertório dos 25 álbuns e diversas coletâneas que compõem sua discografia, inaugurada com A Voz, O Violão, A Música de Djavan, lançado em 1976 pela Som Livre. Desde então, o talento autoral de Djavan também ganhou as vozes de intérpretes como Gal Costa, Elba Ramalho, Zélia Duncan, João Bosco, Chico Buarque, Caetano Veloso e Ney Matogrosso. Entre os grandes sucessos do compositor estão músicas que entraram no imaginário da cultura popular brasileira como Oceano, Sina, Te Devoro, Samurai, Lilás, Se…, Azul e Meu Bem Querer.

Com um grande homenageado, repleto de estrelas e cuidadosa cenografia, não há dúvidas de que o Prêmio UBC 2021 será uma calorosa festa. Para mais atualizações sobre a celebração, acompanhe as redes sociais da UBC.

Sobre a UBC | A União Brasileira de Compositores – UBC é uma associação sem fins lucrativos, dirigida por autores, que tem como objetivo principal a defesa e a promoção dos interesses dos titulares de direitos autorais de músicas e a distribuição dos rendimentos gerados pela utilização das mesmas, bem como o desenvolvimento cultural.

A UBC foi fundada em 1942 por autores e atua até hoje com dinamismo, excelência em tecnologia da informação e transparência, representando mais de 40 mil associados, entre autores, intérpretes, músicos, editoras e gravadoras.

(Fonte: Lupa Comunicação)

SESC Santo André apresenta exposição fotográfica coletiva “Oceano Alterado”

Santo André, por Kleber Patricio

Foto: Ana Carolina Fernandes.

A exposição fotográfica Oceano Alterado, aberta para visitação a partir do dia 7 de outubro no SESC Santo André, foi idealizada pelo curador João Kulcsár nas vertentes do campo artístico, cultural, estético, educacional, da acessibilidade e da sustentabilidade por meio de narrativas visuais que discutem algumas relações que temos com as águas do oceano. O foco desta relação é proposto através do olhar feminino e autoral das fotógrafas Ana Carolina Fernandes e Mandy Barker e das coletivas femininas Mamana Coletiva e The Journal Collective.

A abertura será marcada por uma live no dia 7 de outubro, quinta-feira, às 19h no Instagram do SESC Santo André com participação do curador João Kulcsár e das fotógrafas Ana Carolina Fernandes, Alinne Rezende (representando a The Journal Collective) e a Mamana Coletiva.

Oceano Alterado | Este olhar ao oceano foi pensado sob a perspectiva do posicionamento da câmera e das autoras, criando uma sensação de mergulho e imersão nas águas. A fotógrafa Ana Carolina Fernandes inicia a exposição sob uma perspectiva aérea da baía da Guanabara. Na sequência, as coletivas Mamana e The Journal narram as relações pessoais de quem habita próximo ao mar. O último ensaio tem imagens do fundo do oceano de Mandy Barker.

“REACH MERMAID Between WISDOM”: entre as perspectivas da mostra está trazer o debate e a reflexão sobre os impactos ambientais causados pelo comportamento humano, alertando o público sobre questões como biodiversidade, mudanças climáticas, preservação da água como recurso vital, poluição dos mares, explosão demográfica, resíduos e meio ambiente.

Outra perspectiva da mostra é trazer o debate e a reflexão sobre os impactos ambientais causados pelo comportamento humano, alertando o público sobre questões como biodiversidade, mudanças climáticas, preservação da água como recurso vital, poluição dos mares, explosão demográfica, resíduos e meio ambiente.

Para além das questões do oceano, a exposição, composta unicamente pelo trabalho de mulheres fotógrafas, busca incentivar o aumento da participação feminina em exposições fotográficas e ampliar o seu envolvimento com a fotografia, que, por muitos anos, foi um trabalho exercido predominantemente por homens. A diversidade também está presente na escolha das artistas, originárias de regiões, gerações e de campos da fotografia distintos. Outra importância é a participação de duas coletivas fotográficas, Mamana e The Journal, representando o aumento desta forma de manifestação artística que cresce exponencialmente nos últimos anos.

Sobre o curador | João Kulcsár foi professor visitante na Universidade de Harvard, é mestre em artes pela Universidade de Kent e foi professor e coordenador de foto do Senac durante 30 anos. Curador de dezenas de exposições como Claudia Andujar e Henri Cartier-Bresson, participou de projetos em Portugal, EUA, México, Inglaterra, Itália e Suíça. Coordenou projetos de formação de professores no Brasil e exterior, também é editor do www.alfabetizacaovisual.com.br e diretor do Festival de Fotografia de Paranapiacaba.

Sobre as fotógrafas | Ana Carolina Fernandes nasceu no Rio de Janeiro em 1963. É formada em Fotografia na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Fotojornalista desde os 19 anos, quando entrou no jornal O Globo. Ana Carolina já passou pelas redações do Jornal do Brasil, Agência Estado e Folha de S. Paulo, onde ganhou dois prêmios Folha, em 2000 e 2002. Atualmente desenvolve ensaios pessoais e fotografa quase que diariamente as praias do Rio de Janeiro.

“SOUP series” (2011) – marine plastic debris.

Mamana é uma coletiva fotográfica brasileira que nasceu em 2016. Voltada para as áreas da fotografia de rua, fotojornalismo e documental, é composta apenas por fotógrafas e tem como propósito ajudar a construir e sustentar territórios que considerem questões de gênero na profissão, fortalecer a rede de fotógrafas, divulgar trabalho de mulheres e incentivá-las, para que estejam, com maior frequência e quantidade, nas ruas fotografando.

The Journal é um projeto coletivo com mais de 400 fotógrafas mulheres de todos os continentes. O The Journal foi iniciado por Charlotte Schmitz (Berlim) e Hannah Yoon (Filadélfia) da comunidade Women Photograph, juntamente com o Friendzone Studio, onde uma plataforma para membros de diferentes países e fusos horários distintos foi criada para expandir colaborativamente os limites da narrativa nas mídias sociais.

Mandy Barker nasceu na Inglaterra, em 1964. É uma fotógrafa internacional premiada cujo trabalho envolvendo detritos plásticos marinhos recebeu reconhecimento global. O trabalho de Barker foi publicado em mais de 40 países e diversas publicações, incluindo National Geographic, TIME Magazine e The Guardian, entre outros. Ela expôs internacionalmente desde a Mongólia Interior, China, até a Sede das Nações Unidas.

Orientações de segurança para visitantes | O SESC São Paulo retoma, de maneira gradual e somente por agendamento prévio online, a visitação gratuita e presencial a exposições em suas unidades na capital, na Grande São Paulo, no interior e no litoral.

Para diminuição do risco de contágio e propagação do novo coronavírus, conforme as orientações do poder público, foram estabelecidos rígidos processos de higienização dos ambientes e adotados suportes com álcool em gel nas entradas e saídas dos espaços.

A entrada na unidade será permitida apenas após confirmação do agendamento feito no app Credencial SESC SP ou no portal do SESC São Paulo. A utilização de máscara cobrindo boca e nariz durante toda a visita, assim como a medição de temperatura dos visitantes na entrada da unidade serão obrigatórias. Não será permitida a entrada de acompanhantes sem agendamento.

Será necessário também apresentar comprovante de vacinação contra Covid-19 (pelo menos a primeira dose) para ingressar nas unidades do SESC no estado de São Paulo.

Poderá ser apresentado:

– Comprovante de vacinação físico ou digital, recebido no ato da vacinação;

– Comprovante de vacinação impresso ou digital, disponibilizado pelas plataformas VaciVida e ConecteSUS ou pelo aplicativo e-saúdeSP.

Serviço:

Oceano Alterado

Local: SESC Santo André

Período expositivo: De 7 de outubro de 2021 a 6 de março de 2022

Funcionamento: Terça a sexta das 16h às 20h, sábados das 10h30 às 16h, domingos das 10h30 às 14h

Agendamento de visitas pelo app Credencial SESC SP ou, pelo computador, em SESCsp.org.br/exposicoes

Gratuito

SESC Santo André – R. Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar, Santo André/SP.

(Fonte: Assessoria de imprensa/SESC Santo André)

Dados de hospitalizações revelam que pacientes negros com demência têm quase duas vezes mais risco de morte

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Ante Samarzija/Unsplash.

Estudo realizado por pesquisadores das universidades federais de Pelotas (UFPel) e do Rio Grande do Sul (UFRGS), em parceria com a University of Queensland, Austrália, revela uma enorme disparidade étnico-racial nas hospitalizações e mortalidade de pacientes com demência no Brasil. Em 2020, pacientes negros com essa condição tiveram quase duas vezes mais risco de morrer em comparação aos pacientes brancos.

Publicada nesta quarta (6) na revista “Cadernos de Saúde Pública”, a pesquisa comparou dados de internações de pacientes com demência de 2019 e 2020 do Sistema de Informações Hospitalares do SUS, que abrange todo o Brasil. O número total de hospitalizações, o valor médio reembolsado por admissão hospitalar e a taxa de mortalidade dos pacientes internados foram analisados, tendo como base a questão racial e a região.

Entre os resultados está a existência de uma redução de 19,5% no número de internações de pacientes com demência em 2020, queda que chega a 42% entre os pardos e 39% entre os negros. “O aumento súbito de casos e óbitos por Covid-19 entre a população idosa, mais afetada pela demência, pode explicar essa redução na taxa das internações por demência”, explica Natan Feter, um dos co-autores do estudo.

Os dados revelam, no entanto, um recorte racial nas taxas de mortalidade dos pacientes com demência. Entre os pacientes negros, essa taxa teve um aumento de 65% de 2019 a 2020, enquanto teve apenas 9% de aumento entre os pacientes brancos. “Isso pode estar também associado à falta de acesso ao SUS, a maior prevalência de fatores de risco de doenças cardiovasculares entre essas populações, além de outros fatores sociais e culturais”, comenta Feter.

O Brasil é o segundo país em prevalência de casos de pacientes com demência, como o Alzheimer, reflexo do pouco investimento em políticas de conscientização sobre a gravidade desses quadros, segundo avaliação do pesquisador. “Para efeito de comparação, as hospitalizações por qualquer tipo de demência aumentaram 88% de 2010 a 2019, enquanto doenças crônicas de alta prevalência, como cardiopatia isquêmica e doenças cerebrovasculares, tiveram um menor aumento na admissão hospitalar, de 29,3% e 35,3%, respectivamente”, ilustra Feter.

Ele finaliza reforçando que ações e políticas governamentais são urgentes para aumentar o acesso da população negra ao SUS e, assim, diminuir o efeito indireto da pandemia e da desigualdade social sobre a população.

(Fonte: Agência Bori)

Bacon, coxinha e sorvete são protagonistas da Semana da Criança em Campinas

Campinas, por Kleber Patricio

Foto: Seksak Kerdkanno/Pixabay.

Se a máxima “Bacon é vida” for mesmo verdadeira, os amantes da iguaria vão enlouquecer em um evento dedicado a essa paixão nacional. Serão cinco dias de festa, onze estações de assadores e o bacon artesanal como protagonista dos mais diversos pratos.

O evento acontecerá no estacionamento do Campinas Shopping de 8 a 12 de outubro em mais de 3 mil metros de pura diversão. Com entrada gratuita, o público poderá desfrutar de três festivais em apenas um, já que We Love Bacon traz como convidados o Festival da Coxinha e o Festival do Sorvete. “Queremos que seja um presente para a criançada e também para os adultos nesse feriadão prolongado”, diz Tulio Henrique Waetge, organizador do evento, que começa na sexta a partir das 17h, seguindo todos os protocolos sanitários, conforme determinação da secretaria competente, com uso de máscara obrigatório, álcool em gel, distanciamento, higiene de sanitários e mesas.

Público poderá saborear itens como o torresmo de rolo. Foto: divulgação.

O We Love Bacon será a estrela do evento, com onze estações. Dentre as opções, o público poderá experimentar desde um bom hambúrguer artesanal com muito bacon, passando por torresmo de rolo e tradicional até pratos como costelinha suína, costela fogo de chão com arroz na cerveja preta, farofa de bacon, batata bolinha defumada e ovo frito com bacon, porco espalmado, Short Ribs com arroz com bacon, cebola dourada e farofa, dadinhos de bacon com molho de goiaba e pimenta, Lolllipop e costela dianteira defumada com acompanhamento de farofa de bacon, sugar bacon, Pork Belly Burn Ends, galeto com farofa de cebola crispy e bacon, picanha na parilla com salada de rúcula cebola e bacon frito e muito mais.

O Festival da Coxinha, outra mania nacional, contará com a participação do Lataria, Sra. Pururuca, Coxinhas Sabor e Amor e Sobre Rodas. O público pode esperar os mais inusitados e variados sabores, como o Burger de Coxinha, Coxinhas de Torresmo e até as veganas.

O evento terá oito cervejarias artesanais com os melhores estilos para harmonizar com a gastronomia de chefs e assadores: Cervejaria Campinas, Cevada Pura, Madalena, Germania, Antuérpia, Drotmund, Schornstein e Leuven.

A celebrada coxinha, paixão nacional, terá diversas opções no evento. Foto: divulgação.

Para a alegria da criançada, o Festival de Sorvete completa as atrações gastronômicas com a participação de Seu Madruga, American Shake, Expresso Churros e Chimneys Cake, todos servindo sorvetes, churros e milk shake.

Atrações musicais e área kids | O festival virá acompanhado de atrações musicais com shows acústicos ao vivo. Ao todo, serão oito shows. Tudo isso num ambiente familiar com todo conforto em um amplo espaço de mais de três mil metros, englobando gastronomia e uma mega área kids com diferentes brinquedos para a alegria dos pequenos com muita segurança e cuidado. Quem desejar pode levar seu pet – o local é pet friendly.

Serviço:

We Love Bacon, Festival da Coxinha e Festival do Sorvete

Data: 8 a 12 de outubro de 2021

Horário: sexta e segunda – das 17h às 22h

Sábado, domingo e terça – das 12 às 22h

Local: Campinas Shopping

Endereço: R. Jacy Teixeira de Camargo, 940 – Jardim do Lago, Campinas – SP

Entrada: gratuita

Mais informações: (19) 99494-2787

Realização: WB Produções & Promoções

Instagram: @festasefestivais.

(Fonte: Renata Tannuri Meneghetti/Elo Produções)

Centro Cultural Correios SP recebe exposição gratuita “Arte que nos une” da UP Time Art Gallery

São Paulo, por Kleber Patricio

Alex Persson – “Memórias Rio São Paulo” – Acrílica sobre tela 200 x 100 cm.

A UP Time Art Gallery, galeria itinerante que busca democratizar a arte contemporânea, abre a exposição Arte Que Nos Une, no dia 9 de outubro, no Centro Cultural Correios SP, no centro de São Paulo. A mostra é gratuita, traz ao público uma visão artística do que é essencial em cada um de nós e lembra que todos somos parte de uma mesma energia. “A arte nos mostra o caminho para enxergar no outro um irmão. O reconhecimento da universalidade e a superação de preconceitos viabilizam a construção de uma realidade mais feliz, de um mundo melhor. E isso começa com a democratização da arte. De todos para todos, acessível a todo o público, a todas as classes e artistas”, explica Marisa Melo, curadora artística, artista visual e fundadora da UP Time Art Gallery.

Em meio a tantos desafios globais, que vão da saúde até o meio ambiente, a galeria irá trazer para a exposição obras de artistas de diversos países, como Brasil, África do Sul, Argentina, Espanha, França, Portugal e Suíça. “Nós buscamos constantemente valorizar a diversidade artística. Percebemos que a força da expressão vem justamente da diversidade e desse encontro de tendências culturais e artes que sobrevivem, se entrelaçam e, consequentemente, se enriquecem”, conta Marisa.

A exposição também entrega ao público a possibilidade de união de culturas por meio de canções e pinturas. De acordo com Marisa, as artes vão retratar o que já se chamou de “distância tão sofrida em um mundo tão separado”. Segundo ela, “buscamos a união, o intercâmbio, um ambiente multifacetado e multicultural. Onde olhos e ouvidos despertem. A reconhecer que a beleza, talento e o amor desconhecem fronteiras”.

Jose Marques Aguilar – “Nu Descansando” – 60 x 100 – Acrílico sobre Tela.

O local desse encontro é emblemático: São Paulo, que além de ser o expoente da arte, é também uma grande mistura de etnias, onde cidadãos se encontram na esperança de uma vida mais feliz e mais pacífica. “Nesse crossroads cultural, árabes e judeus, africanos e asiáticos se encontram e vivem um sonho de paz e liberdade”, finaliza Marisa.

Arte Que Nos Une estreia em outubro e fica até dezembro no Centro Cultural Correios SP, no Prédio Histórico dos Correios, no Vale do Anhangabaú, coração da metrópole paulistana.

Sobre a UP Time Art Gallery | Galeria de arte itinerante que reúne artistas do Brasil e de países da Europa para disseminar o que há de melhor no cenário da arte contemporânea. Fundada por Marisa Melo, artista, curadora artística e crítica de arte, a galeria de arte alcança mais de 30 países ao redor do mundo, isso porque ela funciona em formato digital desde o seu nascimento, apresentando mundialmente exposições 3D e exposições regionais presenciais com um time de artistas distintos.

Serviço:

Local: Centro Cultural Correios SP

Endereço: Praça Pedro Lessa, s/nº, Vale do Anhangabaú, Centro, São Paulo/SP

Horário: de segunda a sexta das 10h às 17h

Visitação: 09 de outubro a 10 de dezembro de 2021

Entrada gratuita

Acesso para pessoas com deficiência

Classificação etária: Livre

Informações: (11) 2102-3691

E-mail: centroculturalsp@correios.com.br

Site: www.correios.com.br/cultura

Como chegar: Metrô – Estação São Bento, saída para o Vale do Anhangabaú.

(Fonte: Agência Brands Comunicação Integrada)