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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Dia das Crianças terá programação especial no Teatro Oficina do Estudante

Campinas, por Kleber Patricio

O Sítio do Pica-Pau Amarelo. Foto: divulgação.

O Teatro Oficina do Estudante Iguatemi Campinas preparou uma programação especial, de sábado a terça-feira, em comemoração ao Dia das Crianças.

Os divertidos Patati e Patatá têm apresentações no sábado, no domingo e na terça-feira (dias 9, 10 e 12), sempre às 15h. Os ingressos custam R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada).

Na segunda-feira, dia 11, véspera do feriado, também às 15h, a Cia Arte & Manha traz o Sítio do Pica Pau Amarelo – O Circo de Cavalinhos, com ingressos a R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia-entrada). As compras antecipadas podem ser feitas no site www.ingressodigital.com e na bilheteria no Teatro. Informações pelo telefone (19) 3294-3166. O Teatro Oficina do Estudante Iguatemi Campinas fica no 3º Piso do Shopping Iguatemi Campinas (Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina).

Infantis | A dupla de palhaços mais amada do Brasil, Patati e Patatá apresentam um espetáculo com duração aproximada de 70 minutos, trazendo canções já conhecidas do seu repertório, como Dança do Macaco, Dança do Lôro e Ronco do Vovô, além de grandes clássicos do universo infantil. No palco, os palhaços são acompanhados por dançarinos, em um cenário colorido.

Patati Patatá. Foto: divulgação.

O Sítio do Pica Pau Amarelo – O Circo de Cavalinhos é uma adaptação da obra de Monteiro Lobato para as novas gerações, mesclando o mundo fantástico de descobertas e sensações com o resgate da cultura brasileira. Publicada originalmente em 1921, trata-se da história da boneca de pano Emília que resolve, com a ajuda de Pedrinho, Narizinho, Visconde de Sabugosa, Tia Nastácia e Dona Benta, ter no Sítio um “O Circo de Cavalinhos”. É um espetáculo para todas as idades e gerações. A trilha sonora foi composta especialmente para a montagem. Os figurinos e os cenários são artesanais. Assista ao vídeo no link https://www.youtube.com/watch?v=0E5fC6jAmPw.

Marisa Orth e Bruna Louise | Na quinta-feira, dia 7, às 19h, a comediante Bruna Louise apresenta o espetáculo Deslocada. Mais uma vez, ela chega sem papas na língua para falar as verdades não ditas do universo feminino e quebrar tabus sobre a sexualidade da mulher (e do homem, também). Tudo isso, claro, com muitas piadas sobre as próprias desventuras e histórias que já viveu. O espetáculo tem duração de 70 minutos. A classificação etária é de 14 anos.

Bruna soma mais de 1,5 milhão de seguidores no Instagram e conta com quase 2 milhões de inscritos em seu canal no YouTube. Chegou a vez da mulher também falar o que pensa, com muito humor. Atualmente, a humorista faz parte do elenco do novo programa do Comedy Central A Culpa é da Carlota, uma nova versão do A Culpa é do Cabral. Sob uma perspectiva feminina bem-humorada e sarcástica, o programa também conta com Cris Wersom, Arianna Nutt, Carol Zoccoli e Dadá Coelho.

Marisa Orth. Foto: Bob Wolfenson.

Além disso, Bruna também fez sua estreia na Netflix com o especial de comédia Lugar de Mulher, ao lado de Micheli Machado, Cintia Rosini e Carol Zoccoli. A série traz as quatro mulheres falando com leveza e humor sobre política, sexualidade e assédio, entre outros assuntos. Os ingressos custam R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada).

Na sexta-feira e sábado (dias 8 e 9), às 21h e, no domingo, às 19h, Marisa Orth apresenta Bárbara. A peça, livremente inspirada no livro A Saideira, de Barbara Gancia, tem a luta contra o alcoolismo como tema central, com reflexões da própria Marisa em um texto emocionante e cheio de pitadas cômicas.

Trata-se do primeiro espetáculo solo da carreira da atriz. A Saideira: Uma dose de esperança depois de anos lutando contra a dependência (Editora Planeta), é a celebradíssima autobiografia em que a escritora e jornalista Barbara Gancia expõe de peito aberto um tema de sua vida que é tabu até hoje para muitos: a luta contra o alcoolismo. Os ingressos custam R$150,00 (inteira) e R$75,00 (meia-entrada). Vídeo-camada da Marisa Orth para o espetáculo Bárbara – acesse o link https://we.tl/t-nBdQUlD9v9.

Serviço:

Teatro Oficina do Estudante Iguatemi Campinas

Local: 3º Piso do Shopping Iguatemi Campinas (Av. Iguatemi, 777, Vila Brandina), em Campinas.

Vendas: Bilheterias do Teatro e no site www.ingressodigital.com

Informações pelo telefone (19) 3294-3166

Programação de outubro

Dia 7, quinta-feira, às 19h

Bruna Louise – Deslocada

Ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada)

Classificação etária: 14 anos

Dias 8, 9, 10, sexta e sábado, às 21h e domingo, às 19h

Marisa Orth – Bárbara               

Ingressos: R$150 (inteira) e R$75,00 (meia-entrada)

Classificação etária: 14 anos

Dia 11, segunda, às 15h

Sítio do pica pau amarelo – O Circo de Cavalinhos                 

Ingressos: R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre

Dias 9, 10 (sábado e domingo), 12 (terça-feira-feriado), 16, 17 (sábado e domingo), às 15h

Patati Patatá                                   

Ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre

Dia 14, quinta, às 20h

Abba Majestat

Ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre

Dia 15, sexta, às 21h

Uma Noite de Tango

Ingressos: R$120,00 (inteira) e R$60,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre

Dia 16, sábado, às 21h

Diogo Almeida – Vida de Professor II                                         

Ingressos: R$70,00 (inteira) e R$35,00 (meia-entrada)

Classificação etária: 12 anos

Dias 17, 24 e 31, domingos, às 19h

Fabio Rabin – Tá embaçado

Ingressos: R$70,00 (inteira) e R$35,00 (meia-entrada)

Classificação etária: 14 anos

Dia: 23, sábado, às 19h

Thiago Ventura – Modo Efetivo                

Ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada)

16 anos

Dia 24, domingo, às 15h

Queen para Crianças

Ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre

Dia 28, quinta-feira, 20h

Grupo Espaço Dançar – Mundo Caduco

Ingressos: R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre

Dias 29 e 30, sexta, às 21h e, sábado, às 21h30

Bye Bye Bangu (comédia)                       

Ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia-entrada)

Classificação etária: 14

Dia 30, sábado, às 15h

Chapeuzinho Vermelho – uma Surpresa para o Lobo

Ingressos: R$40,00 (inteira) e R$30,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre

Dia 31, domingo, às 15h

O Menino Maluquinho

Ingressos: R$40,00 (inteira) e R$30,00 (meia-entrada)

Classificação etária: livre.

(Fonte: Ateliê da Notícia)

Músicos de Campinas participam do Outubro Rosa com apresentações pela cidade

Campinas, por Kleber Patricio

O violonista Gilson Macedo. Foto: divulgação/AMA.

A Associação dos Músicos de Campinas (AMA) participa das ações do Outubro Rosa no município com apresentações de músicos consagrados em vários locais da cidade. A apresentação inicial aconteceu na sexta-feira, dia 1º de outubro, com o músico Gilson Macedo. O violonista se apresentou no início da tarde no saguão do Paço Municipal.

A AMA é uma dos parceiros da campanha Outubro Rosa. A apresentação tem apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

Na segunda-feira, dia 4, e terça-feira, 5, foi a vez do maestro Fábio de Almeida (piano) se apresentar, também no saguão do Paço Municipal, das 10h30 às 12h30.

Nos dias 7 e 8, a apresentação será na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Anchieta, com o sax de João Bueno. O horário é das 10h30 às 12h30.

Dia 14, na Estação Cultura, será apresentado o show de Bodhissattivas da SOM Banda, das 12h30 às 14h.

No dia 19 de outubro, das 10h às 12h30, no anfiteatro do Mário Gatti, será a vez do Gui Violeiro, compositor e músico, que desenvolve repertório que conta com músicas do pop nacional e internacional.

Dia 25, Gilson Macedo se apresenta no Shopping das Bandeiras, das 11h às 12h30. No dia 28, das 10h às 12h30, também no Hospital Mário Gatti, a apresentação é do Trio Jimmy, com violino, cello e flauta transversal. No mesmo dia 28, Carlão do B se apresenta no Shopping das Bandeiras, das 11h às 13h30.

O Trio Jimmy se apresenta novamente no dia 29, no Hospital Ouro Verde, das 10h30 às 12h.

Apesar de transparência fiscal, deficiências democráticas impedem o Brasil de melhorar sua visão sobre corrupção

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/Agência Bori.

Somente esforços de transparência fiscal não são suficientes para conter a percepção da população de que certos países são corruptos. Em artigo publicado na Revista de Contabilidade e Organizações (RCO) nesta quinta (7), pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP) mostram que a maturidade das instituições democráticas têm um papel importante neste quesito. No caso do Brasil, deficiências democráticas com relação a governo efetivo, participação e cultura política impedem que o país melhore sua percepção sobre a corrupção.

Ao analisar um painel com 524 observações de mais de 110 países ao longo de 6 anos sobre assuntos como Participação Política, Cultura Política, Liberdade Civil, Eleições Livres, Governo Efetivo, Capacidade Democrática, Orçamento Aberto e Percepção de Corrupção, os pesquisadores observaram que a disponibilização pública de informações orçamentárias não consegue sozinha alterar a percepção de quão corrupto é um determinado país.

Em nações não-democráticas, como a China, quase não se notou alteração na percepção de corrupção mesmo com altas taxas de transparência fiscal, que é representada por atitudes como divulgação de dados orçamentários e financeiros para a sociedade, elaboração de orçamento cidadão, educação fiscal e realização de audiências com apresentações orçamentária e financeira com linguagem acessível. No entanto, em países considerados democráticos, a capacidade de transparência fiscal era capaz de alterar a percepção de corrupção daquelas nações.

O pesquisador Welles Abreu, um dos autores do estudo, pondera, no entanto, que “é preciso ter cuidado para não concluir precipitadamente sobre os resultados de países democráticos que apresentam imperfeições em suas instituições”.

Uma comparação entre as análises do Brasil e dos Estados Unidos ilustra bem a questão. Embora os índices de transparência do Brasil em 2017 fossem elevados (0,77) e idênticos aos índices dos EUA, a percepção de corrupção no Brasil era menor do que o patamar norte-americano em 0,45 pontos. Ou seja, existia uma melhor percepção nos Estados Unidos quanto à corrupção. No entanto, quando a situação das instituições democráticas dos países é colocada em jogo, a percepção de corrupção do Brasil sobe de 0,33 para 0,53 pontos, enquanto, nos Estados Unidos passa de 0,78 para 0,61 pontos. Isso demonstra o efeito da democracia na percepção de corrupção destes países, apesar dos esforços de transparência.

“Isso é justificado na literatura pelo fato do recente processo de redemocratização brasileira, que é mais jovem do que a democracia norte-americana. Ou seja, é premente que se tenha persistência em melhorar o nível das instituições democráticas para obter melhores resultados de percepção da corrupção a partir dos avanços de transparência fiscal”, explica Abreu.

Diante das descobertas, a sugestão dos autores é que ações de transparência fiscal devem acontecer junto a ações democráticas, como eleições livres, governo efetivo, participação política, cultura política e liberdade civil. “A tomada de ações democráticas e de transparência precisa acontecer em conjunto para que a percepção de que o país não é corrupto possa melhorar. Transparência sozinha não resolve: a percepção de corrupção no Brasil ainda é um reflexo de deficiências nas instituições democráticas”, sintetiza Ricardo Gomes, que também é autor do estudo.

(Fonte: Agência Bori)

Museu da Água apresenta exposição “Origem e Propósitos”

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Fotos: Rose Parra.

Foi inaugurada nessa terça-feira (5) a nova exposição do Museu da Água, intitulada Origem e Propósitos. A mostra será aberta para o público a partir de sábado (9) com entrada gratuita.

Idealizada pela Prefeitura de Indaiatuba e pelo Serviço Autônomo de Água e Esgotos (SAAE) com monitoria do Instituto Acqua Brasil, a exposição traz um circuito expositivo sensorial e interativo que conduz o público através de uma viagem que começa na origem do universo e chega no presente momento do planeta, mostrando a importância de mudanças em nosso modo de viver por meio da conscientização e práticas de consumo consciente.

Para o superintendente da autarquia, essa “repaginada” no Museu vai ao encontro das mudanças climáticas que estamos presenciando, onde cuidar do planeta e do nosso bem mais precioso, a água, se tornou fundamental.

O prefeito Nilson Gaspar – que inaugurou o Museu da Água quando foi superintendente do SAAE – salientou os investimentos que foram feitos ao longo dos últimos anos para garantir a qualidade de vida da população e lembrou que agora é necessário informar. “O uso consciente da água deve partir do governo e das empresas e indústrias, que são os maiores poluidores, mas a população também pode ajudar com atitudes simples e mudanças de hábitos”, afirma.

Origem e Propósitos | A visita tem início na Nave Estelar H2O Galáctica com recepção da Capitã Vida, que convida os visitantes para uma viagem através da realidade virtual para conhecer e vivenciar a história da origem e evolução do universo, uma extraordinária aventura com a formação de galáxias, planetas e o início da vida.

Em seguida, o público vai assistir ao filme Nossa Casa, um passeio pelas belezas naturais do planeta que tem como foco a responsabilidade da preservação ambiental e a importância do respeito à vida, finalizando com a rica diversidade humana.

Chegamos às consequências da nossa ação no planeta por meio de uma breve história sobre a evolução do consumo e os impactos negativos de uma sociedade sem consciência sustentável.

Ao final desta jornada, o público encontra uma mesa interativa intitulada Soluções, onde a experiência de atuar de maneira lúdica e tecnológica, corrigindo ações humanas e salvando a natureza ao mesmo, tempo poderá ser vivenciada.

Toda essa viagem acontece no espaço do Museu da Água de Indaiatuba, que abriga arquitetura moderna e uma bela floresta remanescente de mata atlântica e cerrado.

Vale lembrar que tanto a sala histórica, o passeio na trilha e a galeria hidrográfica continuam abertas e completam a experiência.

Museu da Água

Rua do Museu, 205 – Bairro Tombadouro – Indaiatuba/SP

Aberto de terça a domingo das 9h às 16h

Sessões da exposição a cada 20 minutos em grupos de oito pessoas

Gratuito.

(Fonte: Departamento de Comunicação Social/SAAE)

Casa Museu Ema Klabin reabre para o público

São Paulo, por Kleber Patricio

Casa Museu Ema Klabin é inspirada no Palácio de Sanssouci (Potsdam, Alemanha) e projetada por Alfredo Ernesto Becker em meados dos anos 1950. Foto: divulgação.

A Casa Museu Ema Klabin, no Jardim Europa, São Paulo, reabre ao público com visitas mediadas à casa após um período fechada devido à pandemia de Covid-19. Para que não haja aglomeração, a liberação segue condicionada ao controle de público, ao uso obrigatório de máscara e outros protocolos de biossegurança.

As visitas presenciais ao museu irão acontecer de quarta a domingo, em grupos de até cinco pessoas, em três horários: 11h, 14h e 16h. As visitas passam a ser gratuitas e o agendamento pode ser realizado pelo site (emaklabin.org.br) ou por telefone:  (11) 3897-3232. O jardim da casa museu, projetado por Roberto Burle Marx, pode ser visitado de quarta a domingo, das 11h às 16h, com permanência até as 17h. A lotação do jardim é de 70 pessoas.

Diálogo com a arte mundial | Visitar a Casa Museu Ema Klabin é conhecer ou revisitar obras de grandes mestres da arte. Aberta ao público desde março de 2007, a casa museu abriga uma valiosa coleção de mais de 1.500 obras, entre pinturas, mobiliário, peças arqueológicas e decorativas.

Na galeria, é possível prestigiar, entre outros, a tela de Frans Post, “Vista de Olinda” (Séc. XVII. c. 1650). Foto: divulgação.

Antiga residência da colecionadora, empresária e mecenas Ema Klabin (25/1/1907–27/1 /1994), a casa preserva seu caráter original. A construção, com um único pavimento, organiza-se a partir de uma longa galeria semicircular que une todos os ambientes da casa. Passear pelos seus cômodos é dialogar com a arte mundial.

A biblioteca era o ambiente predileto de Ema. Entre livros raros e diversas obras, destaca-se a tela Ariadne, do pintor rococó francês Jean-Baptiste Greuze (Séc. XVIII).

No grande salão da casa, onde Ema realizava suas festas e reuniões, estão dispostas, entre outras, as peças de maior raridade e importância da coleção, como o conjunto de bronzes arcaicos chineses (séc. XIV a.C.), a prataria europeia (séc. XVII – XIX), as maiólicas italianas (séc. XVI) e figuras religiosas orientais de diversas procedências.

Salão principal, onde estão os objetos mais valiosos da coleção, decorado nos anos 1950 pelo célebre Lotteringhi Della Stufa. Foto: divulgação.

Na sala de música há duas obras de Marc Chagall: No Campo (à la Campagne – França, 1925) e Noivos Com Trenó e Galo Vermelho (França, 1957). No quarto de hóspedes, o quadro de Tarsila do Amaral Rio de Janeiro (Brasil, 1923); na sala de jantar, obras de Mestre Valentim (Brasil, séc. XIX); no quarto principal, um quadro de Cândido Portinari, Galos (Brasil, 1940) e um de Di Cavalcanti, Retrato Feminino (Brasil, 1955).

Formato híbrido e novas tecnologias | De acordo com a superintendente da Casa Museu Ema Klabin, Fernanda Paiva Guimarães, mesmo com a reabertura do museu, a aposta é no formato híbrido, que mescla presencial e digital.

Hoje já é possível conhecer as obras e os ambientes da Casa Museu Ema Klabin no Google Arts & Culture pelo link https://artsandculture.google.com/partner/fundacao-ema-klabin ou por meio da ferramenta digital Explore, no site do museu: https://emaklabin.org.br/explore/.

A biblioteca era o ambiente predileto de Ema Klabin. Além de obras de arte, conta com livros raros. Foto: divulgação.

Mas, com a ajuda da tecnologia, novas experiências vêm sendo criadas, com possibilidades diferentes para as pessoas explorarem e interagirem com as obras e ambientes do museu.

“Acabamos de digitalizar as obras de artes visuais (pinturas, esculturas, desenhos e gravuras) da Coleção Ema Klabin via edital BNDES+ Matchfunding 2020 e em breve teremos a realização da primeira atividade de realidade virtual da Casa Museu, em desenvolvimento com a Junglebee, produtora do multiartista Tadeu Jungle”, explica Fernanda.

Celebração dos 15 anos | Em 2022, a Casa Museu Ema Klabin celebra 15 anos de abertura ao público com uma rica programação cultural. Segundo o curador Paulo Costa, a celebração dos 15 anos de visitação do público à Casa Museu terá como tema Dicotomias. “Iremos mobilizar os binômios sagrado/profano, erudito/popular, civilização/barbárie, cultural/natural, entre outros, para propor uma quebra dos binarismos que andam fazendo tão mal a todas as esferas da vida humana, além de reavaliar o papel dos museus na apresentação de suas coleções ao público”, afirma Paulo, que ainda explica que estão previstas para 2022 duas exposições que evidenciarão essa proposta em diálogo com a Coleção Ema Klabin.

A sala de música da Casa Museu. Foto: divulgação.

Parceria com a Osesp | Nos dias 9 de outubro e 25 de novembro de 2021, às 16h30, a Casa Museu Ema Klabin receberá concertos dos alunos da Academia de Música da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo que serão transmitidos ao vivo pelo seu canal do YouTube no contexto de suas #TardesMusicaisEmCasa. No programa do primeiro concerto, os Alunos de Cordas da Academia de Música da Osesp apresentarão peças de Villa-Lobos, Mozart e Piazzolla.

Moda no Museu | Este ano, de 30 de outubro a 19 dezembro, a Casa Museu Ema Klabin promove a exposição Ema e a Moda no século XX – as roupas e a caligrafia dos gestos com curadoria do pesquisador e escritor Brunno Almeida Maia. Entre os meses de setembro e novembro, também acontece uma série de palestras, oficinas, cursos e mesa redonda sobre o tema com grandes nomes da área.

A exposição Ema e a Moda no século XX: as roupas e a caligrafia dos gestos tem apoio cultural do Governo do Estado de São Paulo, por meio do ProAC- ICMS da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, patrocínio da Klabin S.A. e apoio Texprima e Texprima LOF. A programação cultural integra o projeto Digitalização da Coleção Ema Klabin, que contou com o apoio do BNDES, a co-idealização de Benfeitoria e Sitawi e a parceria da Beenoculus.

Serviço:

Reabertura da Casa Museu Ema Klabin

Visitas mediadas: quarta a domingo, 11h, 14h e 16h

Grupos de até cinco pessoas

Agendamento: emaklabin.org.br |(11) 3897-3232

Visitas ao jardim: quarta a domingo, das 11h às 16h, com permanência até as 17h

Lotação 70 pessoas

Entrada franca

Endereço: Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo, SP

Acesse as redes sociais:

Instagram: @emaklabin

Facebook:  https://www.facebook.com/fundacaoemaklabin

Twitter: https://twitter.com/emaklabin

YouTube:

https://www.youtube.com/channel/UC9FBIZFjSOlRviuz_Dy1i2w

Linkedin:  https://www.linkedin.com/company/emaklabin/?originalSubdomain=br

Site: https://emaklabin.org.br/

*Como em todos os eventos gratuitos, a Casa Museu Ema Klabin convida quem aprecia e pode contribuir para a manutenção das atividades a apoiar com uma doação voluntária no site.

(Fonte: Cristina Aguilera/Midia Brazil Comunicação)