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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Pesquisadores criam diretrizes éticas globais para estudos com DNA antigo humano

Mundo, por Kleber Patricio

Foto: Bruno Concha/SECOM Salvador.

Para trabalhar com DNA antigo de populações humanas, arqueólogos, antropólogos, curadores de museus e geneticistas devem seguir todas as regulamentações locais e se engajar e respeitar os interesses das comunidades onde foram coletados estes materiais. Essas são algumas das diretrizes éticas globais propostas por um grupo internacional de pesquisadores de diversas instituições, entre elas, a Universidade de São Paulo (USP), em artigo publicado na revista “Nature” na quarta (20).

O grupo de mais de 60 pesquisadores das áreas da genética, arqueologia e antropologia, de 31 países, percebeu a necessidade de se criar diretrizes globais para a ética da pesquisa de DNA antigo. Com dados de sequenciamento de genoma crescendo a cada ano e mais de 6 mil indivíduos pesquisados, ainda não havia um debate ético específico sobre como conduzir esse tipo de pesquisa levando em conta as particularidades de cada local. Ao acessar esqueletos, múmias e outros remanescentes humanos, esse trabalho envolve política e ancestralidade dos povos locais.

Hoje, grande parte da literatura sobre o assunto se concentra nos Estados Unidos, onde todos os remanescentes de indígenas americanos que são mantidos em instituições financiadas pelo governo estão submetidos à Lei de Proteção e Repatriação de Sepulturas de Nativos Americanos (NAGPRA). Ela exige que as instituições consultem e busquem transferir os remanescentes de indivíduos antigos para grupos indígenas. “Apesar de o modelo estadunidense ter ajudado a pensar em diretrizes para lidar com remanescentes humanos, ele nem sempre é aplicável ou até mesmo benéfico para a pesquisa em outros países”, explica a pesquisadora da USP Mercedes Okumura, coautora do artigo.

Ela comenta que as relações entre governos e comunidades locais são diferentes dependendo da região ou país, o que faz com que os pesquisadores tenham que adotar abordagens específicas caso a caso. “No Brasil, por exemplo, materiais arqueológicos são bens da União. Ao mesmo tempo, não existe um mecanismo legal para que os grupos indígenas tenham voz no destino dessas coletas dos seus ancestrais, o que prejudica o engajamento de tais comunidades”, explica Okumura.

As diretrizes éticas propostas pelo grupo podem ser aplicadas de maneira global, respeitando as particularidades dos diferentes contextos. A proposição de um maior diálogo com comunidades locais se soma à preocupação em minimizar os danos aos remanescentes humanos, que deve ser acessado a partir de um plano de estudo detalhado.

O documento também orienta os pesquisadores a disponibilizarem os dados da pesquisa após sua publicação, para que se possa fazer um exame das descobertas científicas. “A ideia é incluir e ouvir outros grupos de pessoas potencialmente envolvidos na pesquisa de DNA antigo e que não são, necessariamente, cientistas”, destaca Okumura.

(Fonte: Agência Bori)

Artigo: E se os apps de entrega de comida estimulassem a alimentação saudável?

Minas Gerais, por Kleber Patricio

Foto: Rowan Freeman/Unsplash.

Por Paula Martins Horta

Se você costuma pedir comida por aplicativos, as chances de você consumir alimentos ultraprocessados são altas. Um estudo científico que investigou a oferta de alimentos em dois apps em Belo Horizonte, em 2019, mostrou que lanches ultraprocessados (como pizza e hambúrgueres) somam quase 70% da oferta dos cardápios dos apps. Os outros 30% são compostos por refeições tradicionais, como o clássico PF brasileiro (arroz, feijão, carne e salada).

Essa discrepância também é notada entre as bebidas — que também podem ser ultraprocessadas. Refrigerantes e sucos industrializados ocupam quase 80% da oferta dos apps, enquanto água e sucos naturais ocupam, respectivamente, 48% e 27%. Além disso, em todo o país, os anúncios publicitários da principal plataforma digital de entrega de comida privilegiam as estratégias de desconto, entrega grátis e combos na oferta de preparações com ingredientes ultraprocessados.

Por definição, ultraprocessados são formulações industriais com pouco ou nenhum alimento in natura em sua composição e com alto conteúdo de calorias, gorduras saturadas, sódio e açúcares. Considerando essa intensa presença nos cardápios digitais, a pergunta que intitula este artigo parece até utópica, mas é necessária se desejamos aumentar — ou pelo menos manter — nossa expectativa e qualidade de vida nos próximos anos.

O caminho para a alimentação saudável, no entanto, não implica excluir essas plataformas do nosso cotidiano. Os apps têm seu lado bom: dão praticidade e comodidade na hora de comer, articulando restaurantes, consumidores e entregadores. Além disso, permitem um passeio por cardápios de estabelecimentos com diferentes inclinações culinárias, custos, regiões das cidades, tudo na palma da mão.

Dessa forma, em vez de desencorajar o uso de aplicativos de entrega de comida, é possível pensar em estratégias que os transformem em ambientes digitais mais saudáveis — tornando a nossa pergunta-título menos utópica. Existem muitas saídas nesse sentido. Restaurantes cadastrados nessas plataformas podem, por exemplo, incluir informações da lista de ingredientes e de composição nutricional de suas preparações. Um consumidor mais bem informado é capaz de fazer escolhas mais conscientes.

Os estabelecimentos também podem destacar opções compostas por alimentos mais frescos e menos ultraprocessados, priorizando sua visualização pelo usuário. Cuidados como o uso de embalagens — se possível, sustentáveis — que permitam a manutenção do frescor do alimento não processado ao longo da entrega aumentam a aceitação do consumidor por esse tipo de preparação e o incentiva a fazer novos pedidos.

As empresas que gerenciam os aplicativos de comida, por sua vez, podem enviar mensagens de estímulo a escolhas alimentares mais saudáveis e identificar estabelecimentos comerciais com um selo de saudabilidade que considere a presença de alimentos mais frescos no cardápio, a variedade de frutas e hortaliças e práticas de sustentabilidade, entre outros quesitos. Além disso, podem-se criar concursos de preparações culinárias saborosas e inovadoras e que tenham como base ingredientes não processados, nos quais o consumidor é o eleitor. São práticas que permitem às empresas gerar impacto positivo na sociedade, levando em conta sua capilaridade e usos massivos.

A lista de estratégias que podem ser adotadas para que o ambiente alimentar dos aplicativos de entrega de comida seja mais saudável é extensa e pode ser formulada em conjunto, incluindo as empresas, os restaurantes, o poder regulador e os consumidores. Usar as tecnologias em prol de um futuro de maior sustentabilidade e saudabilidade deve ser a tônica do nosso modo de viver nos próximos anos.

Sobre a autora | Paula Martins Horta é professora adjunta do Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Doutora em ciências da saúde (2016), na área de concentração saúde da criança e do adolescente, pela UFMG.

(Fonte: Agência Bori)

Livros: ‘Uma Página do Mundo’ expõe contexto da pandemia sob o olhar de uma criança

São Paulo, por Kleber Patricio

Miolo do livro “Uma Página do Mundo”.

Se para os adultos já foi difícil lidar com o isolamento social em decorrência da pandemia do coronavírus, imagine para as crianças. De uma hora para outra tiveram de se adaptar a aulas on-line, ficar longe dos amiguinhos, aprenderam a brincar sozinhas e, tudo isso, sob a atmosfera de uma doença fatal. De olho no crescimento de suas duas netinhas, a escritora e roteirista da Globo Adriana Falcão alimentou sua criatividade e escreveu Uma Página Do Mundo, obra publicada pela Editora Melhoramentos.

Na obra, ao invés de focar nas dificuldades impostas por este período ímpar na história da humanidade, a autora primou pelo aprendizado, que também vem com ‘as tempestades’. Com texto sensível e poético – e a aquarela lúdica do ilustrador Jonathas Martins –, ela conta a história de uma garota que passou tempo precioso com sua família em casa e que aproveitou o período para apreciar as belezas da vida, ainda que pelas páginas dos livros ou da janela do apartamento em que mora.

Capa.

A menina não podia sair de casa. Não entendia a razão de ficar com os pais o tempo todo, sem ir à rua, na escola, no parque. Era momento de olhar para macaco, praia e árvore só pelos livros, que eram seus grandes companheiros. A imaginação foi quem deu a ela as asas necessárias para a liberdade.

Sobre a autora | Adriana Falcão nasceu no Rio de Janeiro, em 1960, mas passou boa parte de sua vida em Recife, onde se formou em Arquitetura. Ela exerceu a profissão, mas usa suas habilidades para criar as estruturas de suas histórias, sempre muito divertidas e influenciadas pela tradição literária nordestina. Escritora premiada por seus livros para crianças, jovens e adultos, Adriana também encanta o público com o seu talento nos roteiros que cria para programas de TV (A Comédia da Vida Privada; A Grande Família; As Brasileiras; Louco por Elas; Mister Brau); para o cinema (O Auto da Compadecida; O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias; Fica Comigo essa Noite; Mulher Invisível; Eu e o Meu Guarda-chuva; Se Eu Fosse Você 1 e 2) e para o teatro (A Máquina; A Vida em Rosa; Tarja Preta).

Ficha técnica

Obra: A Página do Mundo

Autora: Adriana Falcão

Ilustrador: Jonathas Martins

Número de páginas: 40

Altura: 27,5 cm

Largura: 20,5 cm

ISBN: 978-65-5539-339-2

Preço sugerido: R$49,90.

(Fonte: Jô Ribes Comunicação)

Cia dos Solilóquios apresenta “Café” no SESC Rio Preto

São José do Rio Preto, por Kleber Patricio

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Nos dias 22, 23 e 24 de outubro de 2021, sexta-feira e sábado às 21h, domingo às 20h, a Companhia dos Solilóquios realiza apresentações presenciais do espetáculo de teatro jovem Café no SESC Rio Preto, que fica na Avenida Francisco das Chagas Oliveira, 1333 – Chácara Municipal, São José do Rio Preto/SP.

Os ingressos serão vendidos antecipadamente no site do SESC (www.sescsp.org.br/programacao/225456_CAFE) e também na bilheteria da unidade, com valores entre R$20,00 e R$40,00. Pessoas com idade a partir de 12 anos devem apresentar comprovante de vacinação contra a Covid-19, com pelo menos a primeira dose.

Criada a partir de um poema escrito pelo dramaturgo Herácliton Caleb, Café é uma peça que aborda as expectativas e rituais de passagem dos romances juvenis para a fase adulta, com verdade e empatia, convidando o público de todas as idades para um momento de aproximação com o universo juvenil.

Com direção e dramaturgia de Bruna Vilaça, atuações de Felipe Herculano e Weslley Nascimento, Café busca um diálogo sincero com público, fugindo de estereótipos e formas caricatas de retratar a juventude. A obra adentra a vida de dois rapazes que vivenciam uma trajetória romântica permeada somente por assuntos sobre café – conflitos, inseguranças, paixões, fantasias, um misto de sensações que permeiam o período da juventude, retratadas com sensibilidade, cuidado e empatia.

Foto: Vinicius Santos.

O espetáculo traz uma encenação que transpassa o convencional teatro realista, misturando linguagens como artes plásticas, dança-teatro e musicalidades, facilitando a aproximação e a conexão entre a obra e o público. “Neste momento em que as apresentações começam a voltar ao formato presencial, propomos um encontro afetivo entre jovens. Queremos que essa história de amor e seus ritos de passagem cheguem até as pessoas levando sabor e energia, assim como um bom café”, comenta o grupo.

Idealizada em 2018, a Companhia dos Solilóquios tem como proposta a montagem de obras inéditas, propagando dramaturgias exclusivamente brasileiras e de novos formatos cênicos que possuam um grande poder de comunicação com o público, partindo sempre das temáticas sociais inerentes ao tempo presente.

A estreia de Café aconteceu no Centro Cultural São Paulo em 2019, onde realizou uma temporada de grande sucesso de público e mídia. E já passou por espaços emblemáticos como SP Escola de Teatro, SESC 24 de Maio, Programa Biblioteca Viva, Centro Cultural da Diversidade, #EmCasacomSesc e Casa de Cultura Vila Guilherme – Casarão, entre outros.

Em 2021, o grupo estreou o espetáculo de teatro jovem Doa-se um sofá verde menta no Centro Cultural da Diversidade e realizou a ocupação Fragmentos de Nós Dois no Centro Cultural São Paulo voltada ao público jovem, com diversas atividades artísticas como oficina e sarau. Em tom celebrativo, a ocupação também contou com as primeiras exibições do corte atual do longa-metragem Fragmentos de nós dois, que leva simbolicamente para o universo do audiovisual as histórias de amores e desamores de jovens do Brasil.

Mais informações em: www.facebook.com/ciadossoliloquios ou @ciadossoliloquios.

Ficha Técnica:

Direção e Dramaturgia: Bruna Vilaça | Poema: Café, de Herácliton Caleb | Elenco: Felipe Herculano e Weslley Nascimento | Concepção de Cenário e Figurino: Weslley Nascimento | Execução de figurino: Diamante Negro | Cenotécnico: Ivanildo Alceu | Desenho de luz e operação: Rafael Araújo | Trilha sonora e operação de sonoplastia: Henrique Berrocal | Produção: Jean Salustiano | Assessoria de imprensa: Luciana Gandelini | Assistente de produção: Bruna Vilaça.

Serviço:

Espetáculo Café, com Companhia dos Solilóquios

Sinopse: Dois jovens se conhecem em uma cafeteria da avenida central e vivenciam uma trajetória amorosa, na qual suas fases são comparadas às de um café sendo feito. O espetáculo adentra cenas das personagens em diferentes momentos do amor e através de analogias sobre café conseguem expressar sentimentos e retratar um romance projetado para o futuro, mas perdido no tempo. Duração: 60 minutos.

Drama, teatro, narratividade.

Classificação: 14 anos

Quando: 22, 23 e 24 de outubro de 2021

Horário: sexta-feira e sábado às 21h / domingo às 20h

Onde: SESC Rio Preto – Endereço:  Av. Francisco das Chagas Oliveira, 1333 – Chácara Municipal, São José do Rio Preto – SP – Telefone: (17) 3216-9300

Formato presencial

Teatro com capacidade reduzida

Ingressos: R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia-entrada)

Venda on-line e presencial na bilheteria: https://www.sescsp.org.br/programacao/225456_CAFE

Outras informações: Pessoas com idade a partir de 12 anos devem apresentar comprovante de vacinação contra a Covid-19, com pelo menos a primeira dose. O comprovante pode ser físico (carteirinha de vacinação) ou digital e um documento com foto. O uso da máscara é obrigatório durante toda sua permanência na Unidade.

(Fonte: Luciana Gandelini Assessoria de Imprensa)

APAE Indaiatuba retoma Feira da Bondade em dezembro

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Evento conta com mais de 100 expositores. Fotos: Daniel Cardoso .

A APAE Indaiatuba confirmou a realização da 21ª edição da Feira da Bondade. O evento, que conta com parceria da Prefeitura de Indaiatuba, acontece de 9 a 12 de dezembro no Pavilhão da Viber.

Com o lema Ser Bom Faz Bem, a Feira, que está celebrando 21 anos, reunirá expositores com produtos e serviços de diferentes segmentos; entre eles, acessórios, moda, papelaria criativa, plantas, decoração, cosméticos, produtos veganos, artesanato (incluindo o que é produzido na APAE) e gastronomia. Além dos expositores, a Feira terá ainda uma praça de alimentação com opções variadas – de pastel, lanches, yakissoba, pizza, crepe, tempurá, bolo, sorvete e churros.

Além das exposições, o tradicional evento de Indaiatuba promete uma programação cultural recheada de shows, apresentações musicais, danças e coral, entre outras atividades já previstas para acontecer nesta edição, que ganhou dois dias com entrada gratuita e uma recepção especial para grupos de terceira idade nos dias 9 e 10 (quinta e sexta-feira).

Feira também conta com programação cultural.

A Feira marca a volta dos eventos presenciais da APAE, que estavam em pausa devido à pandemia. “Estamos muito felizes por recomeçar a nossa programação de eventos presenciais este ano, pois, nesta edição, vamos comemorar também os 191 anos de Indaiatuba, a reinauguração do Pavilhão da Viber, os 45 anos da APAE e os 21 anos da Feira da Bondade. Queremos compartilhar nossa alegria e felicidade com todos. A Feira está ficando belíssima, com mais de 100 expositores muito empenhados em trazer o melhor a nossa população”, conta Mariza Bernardinetti Muller, coordenadora de eventos da APAE e presidente da Feira da Bondade.

Funcionamento | A Feira da Bondade faz sua abertura no mesmo dia em que a cidade celebra seu 191º aniversário – 9 de dezembro –, a partir das 14h e encerra o expediente às 22h. Já nos dias 10, 11 e 12, o horário de funcionamento da Feira será das 10h às 22h. A entrada é gratuita, porém nos dias 11 e 12 – como nos anos anteriores – haverá o Ingresso Solidário no valor de R$2, que será totalmente revertido à APAE. O evento conta também com estacionamento gratuito.

Pensando em oferecer um evento tranquilo e seguro por conta da pandemia de Covid-19, a Feira seguirá todas as medidas preventivas e sanitárias, como controle de acesso, pontos com álcool em gel e uso obrigatório de máscara.

Participação | Para quem quer expor sua marca, dá tempo: ainda existem cotas de patrocínio master e led disponíveis para expositores. Além disso, a novidade da edição é a área do artesão, um espaço de exposição exclusivo para pequenos artesãos, com valor mais acessível. Interessados devem entrar em contato pelo telefone (19) 3801-8898 ou por e-mail, no endereço comercial@apaeindaiatuba.org.br.

A 21ª Feira da Bondade tem patrocínio de GTA Segurança, V&S Limpeza, Thunder Monitoramento, Disk Chopp do Alemão, Fran’s Café, Monark Bicicleta, HAOC Saúde, RIP Serviços Industriais e Ameripan. O Pavilhão da Viber está localizado à Rua Almirante Tamandaré, 675, no bairro Cidade Nova II – Indaiatuba (SP). Mais informações pelo telefone (19) 3801-8898 ou e-mail comercial@apaeindaiatuba.org.br.

Vídeos:

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 (Fonte: Armazém da Notícia)