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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Falta de coordenação no Ministério da Saúde foi determinante para colapso do SUS durante a pandemia

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Walterson Rosa | Ministério da Saúde.

O Sistema Único de Saúde no Brasil é referência em atendimento universal à saúde no mundo, mas entrou em colapso durante a pandemia da Covid-19. Pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP), mostram que a falta de coordenação do Ministério da Saúde teve papel determinante neste colapso, ao deixar regiões sem leitos e insumos, como respiradores. A análise está publicada na revista “Cadernos Ebape”, de sexta (29).

A pesquisa analisou a resiliência do SUS e evidenciou a importância de uma rede integrada de atendimento e a necessidade de atenção dos governos sobre a saúde pública. A análise buscou classificar fortalezas, fragilidades e desafios de estrutura e organização do sistema que influenciam na pandemia, utilizando um modelo de análise de resiliência de sistemas de saúde proposto pela Organização Mundial da Saúde (OMS). As áreas analisadas incluem liderança e governança, financiamento, produtos estratégicos para a saúde, força de trabalho, urgência e emergência, saúde digital e informação em saúde e prestação de serviços (ações de saúde pública e vigilância, atenção primária em saúde, atenção especializada e hospitalar).

Segundo os pesquisadores, grande parte das fragilidades apontadas tem relação com a gestão do sistema pelo Ministério da Saúde, além da falta de investimento e prioridade em melhorias. Entre elas, estão a não articulação de compras conjuntas entre estados e municípios para manutenção de estoques de segurança de insumos e EPIs, a alocação da maioria dos leitos em hospitais de pequeno porte que não poderiam atender com o suporte necessário para casos graves de Covid-19 e a falta de um sistema de informação integrado.

Adriano Massuda, coautor do estudo, explica que a falta de coordenação nacional agravou problemas estruturais do SUS. “O sistema viabilizou a expansão da cobertura de atenção básica, mas a atenção hospitalar permaneceu concentrada em poucos centros urbanos e no setor privado. Além da insuficiência de leitos hospitalares, a frágil integração de redes assistenciais em regiões de saúde gera duplicação de filas e desperdício no uso desses escassos recursos”, analisa o pesquisador.

Durante a crise no sistema com a pandemia, o SUS chegou a ser criticado pela falta de suporte no atendimento. De acordo com os pesquisadores, dispor de um sistema universal como é o SUS deveria ser uma fortaleza para o país enfrentar situações de emergência de saúde pública – como foi resposta em outras situações crise como nas epidemias de H1N1, dengue e zika. Entretanto, a combinação das crises política e econômica, seguidas por políticas de austeridade fiscal tem deteriorado a capacidade de gestão, levando a um aumento de ineficiências e desperdício.

Em conclusão, os especialistas resumem que a pandemia evidenciou a importância de um sistema público de saúde resiliente. “Eles são essenciais não só para a efetivação do direito à saúde, mas também para a manutenção de atividades sociais e econômicas. Num cenário pós-Covid-19, fortalecer o SUS e aprimorar sua gestão devem estar na agenda da saúde e de outros setores da sociedade”, finaliza Massuda.

(Fonte: Agência Bori)

ExpoCachaça 2021 acontece entre 25 e 28 de novembro em Belo Horizonte

Belo Horizonte, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/ExpoCachaça.

A ExpoCachaça e a BrasilBier já estão com os ingressos à venda para o retorno anunciado entre os dias 25 e 28 de novembro de 2021. E, para os amantes de cachaça, cervejas artesanais e quem mais desejar marcar presença na edição deste ano, a hora é agora.

A ExpoCachaça volta a acontecer na Serraria Souza Pinto, localizada na Avenida Assis Chateaubriand, 889, na região central de Belo Horizonte, onde tudo começou. Os três primeiros dias de evento serão realizados de 12h à 00h. Já o encerramento será às 22h do domingo (28/11). Todos os dias terão atrações culturais, espaço gourmet, apresentação de novidades do setor, stands de marcas de todos os cantos do país, além de completa infraestrutura, conforto e segurança aos visitantes. “A Serraria Souza Pinto é um espaço com bastante ventilação natural – o que é um fator importante para o protocolo Sanitário –, é no centro da cidade de BH e com uma boa estrutura de hotéis para atender ao público da feira. Faremos um belíssimo evento e com grandes negócios, como nas 29 edições anteriores, que contaram com um público de 2.292.000 de visitantes e mais de 400 milhões em negócios realizados nas feiras e no pós-feiras”, afirma José Lúcio Mendes, presidente e promotor dos eventos.

Os ingressos já podem ser adquiridos pelo site oficial da ExpoCachaça e pelo Sympla. Crianças até 12 anos não pagam e menores de idade devem estar acompanhadas dos pais ou responsável. Além disso, idosos entre 60 e 64 anos pagam meia-entrada, mediante apresentação de documento. Já idosos com mais de 65 anos, não pagam. Para os interessados, a venda antecipada dos ingressos está sendo feita pelo site oficial da ExpoCachaça e pelo Sympla. A partir do dia 25 de novembro, as entradas também poderão ser adquiridas na portaria da Serraria Souza Pinto. A bilheteria fechará uma hora antes do fim do evento.

Em função dos protocolos sanitários adotados por feiras e eventos durante a pandemia de Covid-19, haverá limite de público simultâneo. Deste modo, ao ser atingido o limite, a entrada será monitorada. Além disso, o uso de máscara é obrigatório e haverá aferição de temperatura na portaria.

(Fonte: Pessoa Comunicação)

Theatro São Pedro estreia ópera “Os Sete Pecados Capitais”, de Kurt Weil

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/saopaulo.sp.gov.br.

No mês de novembro, o Theatro São Pedro estreia a ópera Os Sete Pecados Capitais, última colaboração entre o compositor Kurt Weil (1900-1950) e o dramaturgo Bertolt Brecht (1898-1956). Com direção cênica de Alexandre Dal Farra, a montagem terá direção musical de Ira Levin, que vai comandar a Orquestra do Theatro São Pedro, cenografia de Fernando Pessetti, iluminação de Wagner Antônio e figurinos de João Marcos de Almeida e Renato Paiutto. O público poderá conferir ensaio aberto, gratuito, no dia 4/11, às 19h. Os ingressos estarão disponíveis 2h antes do início do espetáculo pela plataforma do Theatro São Pedro.

Pecados capitais | Os Sete Pecados Capitais narra a história de uma família na Louisiana que decide enviar a sua filha Anna para as grandes cidades dos EUA para trabalhar e ganhar dinheiro suficiente para construir uma casa para a família (representada por um quarteto masculino, em que o baixo representa a Mãe). Anna consiste em duas pessoas – Anna I (uma cantora) e Anna II (atriz ou bailarina). A ópera é composta por um prólogo e um epílogo e sete cenas em que cada cena é dedicada a um pecado capital. “As duas irmãs aprendem a se reprimir, mas não para serem melhores pessoas e, sim, para poderem se vender melhor. É também uma ópera sobre empreendedorismo. Sobre essa espécie de estrutura de discurso moral que consiste em internalizar as dificuldades, como se o problema fôssemos sempre nós – e não a estrutura em que estamos inseridos”, destaca Alexandre Dal Farra.

Concebida como sendo um balé cantado, Os Sete Pecados é a obra de Kurt Weill em que predominam os vários tipos de dança e os ritmos a eles associados. O ritmo desempenha um papel importante, sublinhando a ação e os sentimentos dos protagonistas. Na primeira cena, Preguiça, o compositor faz uma paródia da música coral. Na segunda, Orgulho, evoca uma valsa; na terceira, Raiva é um exemplo de fox-trote, na sétima, Inveja é uma marcha que leva em direção ao Epílogo.

Antes da ópera, será apresentado o Concerto para Violino,  que Kurt Weil compôs em 1924, que terá o maestro e violinista Cláudio Cruz como solista. “Tocarei pela primeira vez essa obra raramente programada. Apesar de ser uma obra complexa e ter inicialmente uma leitura difícil, o estudo está se transformando numa atividade absolutamente prazerosa. Tenho grande expectativa”, afirma Cláudio Cruz.

Com direção audiovisual de Giuliano Saade, o espetáculo será gravado e transmitido posteriormente pelo canal de YouTube do Theatro São Pedro.

Elenco | O papel de Anna I fica a cargo da cantora Denise de Freitas e Anna II é interpretada pela atriz Gilda Nomacce. Completam o elenco Anderson Barbosa (mãe), Paulo Mandarino (pai), Daniel Umbelino e Rafael Siano (irmãos).

Bilheteria | Os ingressos custam R$80 e R$40 (meia) e devem ser adquiridos exclusivamente pelo site.

Serviço:

Os Sete Pecados Capitais, de Kurt Weill - Libreto de Bertolt Brecht

Orquestra do Theatro São Pedro

Ira Levin, direção musical

Alexandre Dal Farra, direção cênica

Fernando Passetti, cenografia

Wagner Antônio, iluminação

Yghor Boy, direção de videoprojeção

João Marcos de Almeida e Renato Paiutto, figurino

Giuliano Saade, direção audiovisual

Elenco:

Denise de Freitas, Anna I

Gilda Nomacce, Anna II

Anderson Barbosa, Mãe

Paulo Mandarino, Pai

Daniel Umbelino, Irmão

Rafael Siano, Irmão

Claudio Cruz, violino

Ensaio geral aberto: 4 de novembro, quinta-feira, 19h

Entrada gratuita

Os ingressos estarão disponíveis 2h antes do início do espetáculo pela plataforma

Récitas: 5, 6,7 10, 11, 12, 13 e 14 de novembro

Quarta a sábado às 20h, domingo às 17h

Local: Theatro São Pedro

Endereço: Rua Barra Funda, 161 – Barra Funda, São Paulo/SP

Ingressos: R$80 (inteira) e R$40 (meia)

Classificação etária: 16 anos.

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(Fonte: Assessoria de Imprensa | Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de SP)

É hora de falar sobre comida sustentável no Brasil?

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Cecilia Bastos/USP Imagens.

Por Michelle Jacob — “Porque as pessoas não podem pagar por alimentos orgânicos.” Foi assim que, há alguns anos, uma colega de trabalho tentou me convencer de que o debate da comida sustentável não era para o Brasil.

O ano era 2017. Naquela época a cesta básica custava R$431,66 contra os R$650,50 de 2021. De lá para cá, a inflação, o desemprego e os cortes em políticas públicas de segurança alimentar aumentaram a pobreza no Brasil, colocando-nos novamente no mapa da fome. A pandemia e a consequente crise econômica global agravam o cenário. Hoje, uma em cada duas pessoas no país tem dificuldade de colocar comida na mesa, muitas destas estão em situação de fome. E agora? Já é hora de falar sobre comida sustentável no Brasil?

Talvez você pense como minha colega, que não é hora. Apesar de não concordar, entendo o porquê de algumas pessoas pensarem desta forma. O mercado transmite a mensagem de que a sustentabilidade é um produto reservado às pessoas e nações que podem pagar por ele.

Na década de 80, o relatório “Nosso Futuro Comum” apresentou para o mundo o conceito moderno de sustentabilidade. Volte e leia novamente o título do relatório. Mais recentemente, com o lançamento da Agenda 2030 da ONU, a mensagem central continua sendo clara: “não deixar ninguém para trás”. Para que isso seja possível, as soluções para o futuro sustentável não podem ser tratadas como produto.

O conceito de sustentabilidade apresentado no relatório é fundamentado na satisfação das necessidades do hoje e no compromisso coletivo com as gerações futuras. Como nação, somos vítimas de uma mentira fundamental: a de que não temos o bastante para todos. Nesta lógica, precisamos produzir mais, a todo custo social e ecológico, para garantir a comida na mesa hoje. Pensar no amanhã é privilégio dos que podem pagar por orgânicos.

A questão que se põe é: como garantir o acesso de todos, no presente e no futuro, à comida que seja saudável para as pessoas e para o planeta?

Atualmente, consolida-se a ideia de que precisamos tomar uma atitude sobre o problema da produção e consumo de carne. As soluções começam a aparecer na forma de produtos: hambúrgueres vegetais, carnes de laboratório. Particularmente sou entusiasta de muitos deles. Como não acredito na epifania vegetariana em nível global, vejo nestes produtos um potencial de reduzir em grande medida o problema do sofrimento animal.

Mas o debate sobre substitutos da carne frequentemente deixa de lado um fator relevante: o acesso. Atualmente, meia dúzia de startups do Vale do Silício domina a tecnologia de produção de carne cultivada. Essas empresas contam com investimentos dos maiores produtores de carne do mundo, dentre elas Cargill, Tyson e até a nossa velha conhecida JBS.

Os investimentos feitos por essas corporações ocorrem sob a condição de que a propriedade intelectual das patentes seja privada. Isso significa que todas as decisões fundamentais sobre a nossa comida serão tomadas por um punhado de pessoas com o objetivo principal de expandir o lucro de seus investidores. Não preciso contar o que acontece no final dessa história.

No terreno da comida, o acesso depende de reforma agrária com demarcação de terras e renda. São mudanças estruturantes, que levam tempo, mas que não são impossíveis. O Programa Bolsa Família, o Programa Nacional de Alimentação Escolar e o Guia Alimentar para a População Brasileira são provas vivas de que somos capazes de criar soluções públicas para a alimentação sustentável.

Se você está lendo este texto, provavelmente é uma das pessoas que tem a sua próxima refeição garantida. Por isso, sua capacidade de participar da construção do futuro que queremos também começa aí, na próxima refeição. Se puder, reduza o consumo de alimentos de origem animal; diversifique sua dieta com mais alimentos locais, sejam eles plantas, cogumelos, ou algas; valorize o trabalho de agricultores e agricultoras familiares.

Por fim, sua capacidade de participar de forma mais ativa da construção do futuro que queremos também mora no voto. Apoie representantes que defendam expressamente que a forma como produzimos e consumimos comida no nosso país precisa mudar; que não nos transformem em vítimas do engodo produtivista enquanto negociam nossas florestas e nossas vidas; que compreendam que um país rico é um país livre da fome.

Sobre a autora | Michelle Jacob é professora do Departamento de Nutrição da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

(Fonte: Agência Bori)

Pesquisadores reclassificam espécies de porco-espinho e uma delas pode estar em extinção

Brasil, por Kleber Patricio

Exemplar da espécie Coendou longicaudatus boliviensis. Foto: Pesquisadores/Arquivo.

Ao investigar a morfologia dos eretizontídeos, roedores popularmente chamados de porcos-espinhos, pesquisadores brasileiros identificaram que há uma terceira nova espécie: a Coendou longicaudatus. Além disso, eles descobriram que outra espécie já conhecida, a Coendou prehensilis, que se acreditava ser bem distribuída no continente sul-americano, só é encontrada em área ameaçada da Mata Atlântica e sofre o risco de extinção. Os dados são de estudo de pesquisadores da Universidade Federal do Ceará (UFC), Universidade Estadual do Ceará (UECE) e Universidade Federal da Paraíba (UFPB) publicado essa semana na revista “Journal Of Zoological Systematics And Evolutionary Research”.

A descoberta foi feita após a equipe examinar morfologicamente 280 espécimes de eretizontídeos, das quais 140 são espécimes ​​com peles completas e/ou crânios do complexo Coendou prehensilis. Os autores identificaram que, além da própria Coendou prehensilis e da também já conhecida Coendou baturitensis, há uma nova espécie chamada Coendou longicaudatus, que possui duas subespécies: Coendou longicaudatus longicaudatus (na Amazônia) e Coendou longicaudatus boliviensis (no Cerrado e Pantanal).

O resultado faz parte da tese de doutorado do biólogo Fernando Heberson Menezes, da UFC, que revisou toda a organização e classificação dos seres vivos do gênero Coendou. As espécies foram classificadas de acordo com a descrição baseada em características de pele, crânio e cor e na leitura, por sequenciamento genético, do DNA extraído de amostras de sangue.

O antes e depois da pesquisa | A caracterização da espécies de eretizontídeos começou em 2013, quando os biólogos Anderson Feijó e Alfredo Langguth, da UFPB, descobriram que as populações de roedores da Serra de Baturité, no Ceará, apresentavam características morfológicas muito distintas e, a partir de um artigo científico, descreveram uma nova espécie chamada Coendou baturitensis, em homenagem ao local da descoberta. No ano seguinte, o então estudante de graduação Heberson Menezes (UFC) começou a trabalhar com essa nova espécie. “Para nossa surpresa, identificamos que, ao invés de duas, são três espécies diferentes. E mais que isso, descrevemos que Coendou longicaudatus possui duas subespécies”, destaca Menezes.

Os autores também trazem um mapeamento atualizado da existência destas espécies. Eles descobriram que a Coendou baturitensis não ocorre somente no Ceará, como se entendia, mas que ela se estende até o Pará.

Por sua vez, a Coendou prehensilis, antes considerada como amplamente distribuída e de menor preocupação quanto ao seu status de conservação, pode estar, na realidade, sofrendo um risco iminente de extinção. Isso porque, após as análises, descobriu-se que o único local de ocorrência da espécie é em um dos resquícios de Mata Atlântica mais ameaçados do planeta, chamado de Centro de Endemismo Pernambuco. Essa região corresponde a uma espessa e fragmentada faixa de mata úmida entre o Rio Grande do Norte e Alagoas. Três das oito extinções globais de espécies brasileiras são dessa região.

“É preciso desenvolver projetos com urgência para avaliar corretamente o status de conservação dessa espécie e traçar planos efetivos para evitar o seu desaparecimento”, alerta o coautor Hugo Fernandes.

(Fonte: Agência Bori)