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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Livro conta história da pandemia de Covid-19 a partir de textos de divulgação científica

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Carolina Frandsen/Blogs da Unicamp.

Com o objetivo de registrar a história da disseminação da Covid-19 no Brasil, pesquisadores da Rede de Blogs de Ciência da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) lançam na quarta (15) o e-book gratuito Linha de Fundo: um giro de divulgação científica sobre a COVID-19, com textos de divulgação científica escritos de março de 2020 a abril de 2021.

A coletânea reúne 39 textos sobre temas importantes no início da pandemia, como o que é o Coronavírus e como prevenir e diagnosticar a Covid-19, até temas que se tornaram relevantes com o desenrolar da crise sanitária, como o combate à desinformação e aspectos relacionados à produção e distribuição de vacinas. Escritos por biólogos, físicos, sociólogos, jornalistas, historiadores, geneticistas e economistas, entre outros, os textos fazem parte do Especial COVID-19, mantido pelos Blogs de Ciência da Unicamp, e foram atualizados para acompanhar a evolução da pandemia.

“Tais materiais abordavam as incertezas de uma doença sobre a qual ainda se tinha pouco conhecimento e foram crescendo em quantidade conforme os leitores apresentavam suas dúvidas nos comentários e redes sociais”, comenta Erica Mariosa Moreira Carneiro, coordenadora de comunicação dos Blogs de Ciência da Unicamp e organizadora do e-book. “Ao longo de 19 meses, foram 280 textos produzidos em todas as áreas de conhecimento, 118 autores, mais de 1,5 milhão de visualizações e quase 800 comentários”.

Cada texto traz consigo um retrato do momento em que a pandemia se encontrava, com dados como a semana epidemiológica e média móvel de casos, bem como o número total de óbitos e de mortes registradas naquele dia, e um retrato atual com comentários do editor que atualiza o conteúdo a partir de dados e consensos científicos.

“Durante os meses de pandemia vimos uma avalanche de informações sobre um único vírus e uma única doença como nunca antes. Em poucas semanas e meses, pesquisas foram desbancadas, artigos refutados e novos conhecimentos apareceram em diversos pontos do mundo. Com isso, vimos a necessidade de criar pequenas notas ao longo dos textos, comentando sobre informações antigas e trazendo o consenso científico atual sobre algumas questões”, comenta Maurílio Bonora Junior, imunologista e organizador do e-book.

Além do arquivo em PDF para download, o e-book poderá ser acessado pelo site “Linha de Fundo”, onde está disponível uma linha do tempo com o contexto epidemiológico brasileiro no momento em que os textos selecionados foram escritos. As artes desenvolvidas para o projeto têm como principal objetivo promover a acessibilidade e a didática ao conteúdo produzido pelos cientistas, e foram projetadas pela bióloga, ilustradora e coordenadora de arte do Blogs de Ciência da Unicamp, Carolina Frandsen Costa.

“Pensamos na leitura deste livro de duas formas igualmente lineares: a primeira, a partir de temáticas que foram se organizando e iniciam no primeiro capítulo e se findam no último. A segunda, seguindo a linha do tempo e entendendo de que forma os textos foram sendo pensados conforme a doença avançava. Para isso, a linha do tempo vai apresentando os capítulos um a um, de acordo com a semana epidemiológica da doença, no Brasil”, comenta Ana Arnt, coordenadora responsável dos Blogs de Ciência da Unicamp e organizadora do e-book.

Acesse o livro aqui (link leva para Google Drive do projeto).

(Fonte: Agência Bori)

Estudo mostra falta de transparência em quase metade dos dados para acompanhamento das ações do Ministério do Meio Ambiente

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Zack/MMA.

Uma das maneiras dos cidadãos acompanharem e fiscalizarem a execução de políticas públicas ambientais brasileiras é por meio da divulgação de informações e dados públicos de forma transparente pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), órgão responsável por elaborá-las. No entanto, estudo divulgado nesta quarta (15) mostra que quase a metade (47%) das informações desejáveis para monitoramento das ações da pasta apresenta algum grau de incompletude e/ou estão indisponíveis. A pesquisa foi realizada pela Achados e Pedidos – iniciativa da agência de dados Fiquem Sabendo, da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e da Transparência Brasil, e contou com financiamento da Fundação Ford.

Para avaliar a disponibilidade e a qualidade dos dados, que permitiriam ainda o cumprimento da Lei de Acesso à Informação, foram considerados o site institucional do MMA, o Portal da Transparência e o Portal Brasileiro de Dados Abertos. Em alguns casos, recorreu-se a outros sistemas, como Consulta MMA, Painel de Informação de Colegiados (PIC) e Dados Abertos Ambientais.

No total, foram analisados 55 itens, divididos em dois grupos: Transparência ativa e Competências da pasta. No primeiro grupo, foram considerados 31 itens que se referem a dados institucionais e informações disponibilizadas pelo órgão, como ações e programas desenvolvidos, relatórios de gestão, certificados de auditoria e execução orçamentária e financeira. Já o segundo grupo incluiu 24 itens que dizem respeito ao conjunto de atribuições e responsabilidades do MMA ligados diretamente às políticas públicas ambientais, como indicadores ambientais nacionais e dados de recuperação e redução da degradação da vegetação nativa nos biomas.

Também foi objeto de análise o Plano de Dados Abertos (PDA) do MMA, que é um instrumento de planejamento, coordenação e disseminação de informações. Cada um dos 55 itens foi avaliado quanto à sua disponibilidade, link de acesso, formato do arquivo, data da última atualização e situação (satisfatório, incompleto, inconsistente, indisponível). Toda a análise foi feita entre os dias 28 e 29 de outubro de 2021.

Os resultados revelaram que, embora o MMA atenda parcialmente às exigências de transparência institucional – dos 31 itens analisados, 23 estavam satisfatórios em relação à disponibilidade, formato e atualização dos dados –, o mesmo não se verifica em relação aos assuntos de sua competência específica, ou seja, as políticas públicas ambientais. Dos 24 itens considerados nessa esfera, seis estavam satisfatórios, 15 incompletos e 3 indisponíveis.

O pior desempenho foi em relação a políticas e programas ambientais para a Amazônia. Não foram encontrados dados sobre o Programa Áreas Protegidas da Amazônia e as informações estavam incompletas para os itens Prevenção e controle do desmatamento ilegal, dos incêndios florestais e das queimadas e Redução das emissões de gases de efeito estufa provenientes do desmatamento e da degradação florestal.

“Isso confirma uma tendência que já vínhamos percebendo sobre a transparência governamental. É o que chamamos de opacidade de dados, relacionada à não continuidade na produção de determinados indicadores, existência de defasagens e dificuldade em encontrar as informações”, diz a pesquisadora e jornalista Jéssica Botelho, da Fiquem Sabendo, que foi a responsável pela avaliação dos dados e redação do relatório.

Ela acrescenta que, em relação ao meio ambiente, além da Lei de Acesso à Informação, há a Lei da Transparência Ambiental, com toda uma regulamentação sobre como devem ser publicados e divulgados os dados socioambientais. “Percebemos que está havendo uma violação dessa lei para dizer o mínimo.”

De acordo com a pesquisadora, “se o principal órgão do país ligado à questão ambiental está descumprindo a lei, órgãos vinculados ao MMA, como o Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis] e o ICMBio [Instituto Chico Mendes de Conservação da  Biodiversidade], provavelmente também estão cometendo deslizes na divulgação de dados e na transparência”. Outros estudos da Achados e Pedidos, como “Transparência Inativa: a opacidade da Funai” e “Área Socioambiental: Império da Opacidade” já apontavam nesse sentido.

Em relação ao Plano de Dados Abertos, Jéssica conta que foram encontrados os mesmos problemas: dados defasados, descontinuados e pulverizados em releases, o que dificulta recuperar a informação e elaborar uma série histórica, por exemplo. “Tudo isso gera dificuldades para a sociedade avaliar a gestão pública. Podemos dizer que, no geral, a transparência está comprometida”.

(Fonte: Agência Bori)

“Shatner in Space”: documentário sobre ida do ator William Shatner ao espaço estreia em 25 de fevereiro de 2022 no Brasil

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

“Space: the final frontier” — o Prime Video anunciou ontem que Shatner in Space, um especial de 1h de duração, será lançado no serviço de streaming no Brasil em 25 de fevereiro de 2022. O anúncio do documentário foi feito pela primeira vez pelo Sr. Shatner durante o painel virtual da CCXP Worlds 2021.

Os detalhes especiais dos eventos antes, durante e depois do voo que mudou a vida de Shatner — tornando-o a pessoa mais velha a viajar para o cosmos na história — e a amizade crescente entre o ícone de Star Trek e o fundador do Blue Origin, Jeff Bezos, cujo sonho de fazer uma viagem espacial, como muitos, foi inspirado na série original Star Trek.

“Meu período no espaço foi a experiência mais profunda que eu poderia ter vivenciado”, disse Shatner. “Este especial que documenta minha jornada dá uma visão emocionada dessa experiência e minha esperança é que inspire o mundo a ver que devemos ir ao espaço para salvar a Terra”.

Shatner in Space é produzido pelo Amazon Studios, Blue Origin, Film 45, Jason Ehrlich Productions e Bright Spot Content.

(Fonte: Atomicalab)

Sinfônica de Indaiatuba realiza último concerto do ano no Mosteiro de Itaici

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Felipe Gomes.

A Orquestra Sinfônica de Indaiatuba realiza a última apresentação do ano no próximo domingo, 19. O Concerto de Natal acontece a partir das 9h30, no auditório Rainha dos Apóstolos, no Mosteiro de Itaici, com entrada totalmente gratuita. O evento ainda encerra as atividades da Amoji (Associação Mantenedora da Orquestra de Indaiatuba), cuja Sinfônica é uma das iniciativas, além da Orquestra Jovem (OJI), que também se apresenta neste concerto. A direção artística e a regência são do maestro Paulo de Paula.

O repertório da apresentação traz várias canções natalinas mescladas com obras instrumentais, como Every Valley e Rejoice, de Handel (extraídos da obra Messias); Hallelujah, de Leonard Cohen; White Christmas, de Irving Berlin; Gesu Bambino, de Pietro Yon e Concerto ‘Alla Rustica’, de Vivaldi. Em conjunto com a Sinfônica, neste espetáculo participam dois solistas convidados: a soprano Laura Duarte e o tenor Arthur Raymundo.

Além disso, a Orquestra Jovem de Indaiatuba (OJI), que tem a direção do maestro Felipe Oliveira, também marca presença no palco deste concerto. Atualmente, a OJI é composta em 80% de alunos da Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba (Emosi).

Emosi | De volta às aulas presenciais desde outubro, a Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Indaiatuba é responsável por ministrar cursos em 7 instrumentos, além de aulas de musicalização e teoria musical, com a possibilidade de iniciar em uma orquestra. “Os alunos que se encontram no estágio intermediário e que se destacam nos estudos são encaminhados para a prática orquestral na OJI”, explica Marcel Pizzirani Murari, coordenador pedagógico da Escola.

A Orquestra Jovem de Indaiatuba. Foto: Felipe Gomes.

O coordenador conta ainda que, mesmo que a Emosi tenha precisado adaptar seus métodos de ensino para o formato EAD, devido à pandemia, o ganho da continuidade dos estudos por parte dos alunos é visível: “Entendo que os benefícios da continuação dos estudos musicais à distância (dentro de casa) para os nossos alunos foram positivos e também para as suas famílias, que acompanharam e participaram de perto o desenvolvimento dos alunos em ambientes compartilhados. Para que tudo isso acontecesse, a direção, coordenação e principalmente os professores se empenharam no aprendizado de novas técnicas e ferramentas essenciais para desenvolver nesse formato”.

A Escola atende, no momento, 193 alunos, de 7 aos 18 anos de idade, e pretende abrir um processo de inscrição para vagas remanescentes em meados de janeiro. As aulas de Iniciação Musical – Musicalização são voltadas para pessoas de 7 a 8 anos de idade; de Cordas Friccionadas (Violino, Viola Clássica, Violoncelo e Contrabaixo) e de instrumentos de Sopros (flauta transversal, clarinete e saxofone), para quem tem de 9 a 18 anos e o curso de Teoria Musical, para jovens a partir de 15 anos. Informações sobre as abertura das vagas serão divulgadas em breve.

Como assistir | Para assistir a apresentação, basta apenas chegar com antecedência, pois a disponibilização dos lugares é por ordem de chegada. O Concerto de Natal é realizado pela Associação Mantenedora da Orquestra de Indaiatuba (Amoji), em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura de Indaiatuba. O Mosteiro de Itaici está situado à rodovia José Boldrini, 170, bairro Itaici – Indaiatuba (SP).

VÍDEOS:

Concerto ‘Caymmi’ – clique aqui

Concerto ‘Erudito e Popular’, série ‘O Brasil e o Mundo’ – clique aqui

Serviço:

Concerto de Natal – Orquestra Sinfônica de Indaiatuba

Data: 19/12 (domingo)

Horário: 9h30

Local: Auditório Rainha dos Apóstolos – Mosteiro de Itaici – rodovia José Boldrini, 170, bairro Itaici, Indaiatuba (SP) – mapa aqui

Entrada gratuita

Site: www.orquestradeindaiatuba.org.br | Youtube/Instagram: orquestrasinfonicadeindaiatuba| Facebook: orquestra.deindaiatuba.

(Fonte: Armazém da Notícia)

Wilson Lazaretti, do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas, lança livro “Manual do Pequeno Animador”

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Manual do Pequeno Animador, livro escrito por Wilson Lazaretti, fundador e co-diretor do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas, terá seu primeiro evento presencial de lançamento nesta quarta-feira, 15 de dezembro, às 20h, na Galeria 1212, no bairro do Cambuí, em Campinas. Com ilustrações da animadora búlgara Radostina Néykova, a obra não é simplesmente um livro para crianças, apesar de o nome sugerir. “É um livro para todos e, principalmente, para quem quer se enveredar pela fabulosa arte da animação. O adjetivo pequeno pode ser entendido como uma pessoa humilde, simples, que consegue abstrair da vida o que ela tem de melhor: a poesia”, explica o autor.

O livro propõe ao leitor, pequeno ou grande, uma série de reflexões sobre como um desenho animado ou uma animação pode ser feita em nossos dias. Esta arte, apesar de ser independente, utiliza muito a linguagem do cinema para se expressar e, por isso, não deixa de falar também em técnicas cinematográficas.

A obra revela, ainda, muitos trechos de oficinas de animação que o Núcleo de Cinema de Animação vem realizando, no Brasil e pelo exterior, em seus 45 anos de atividade. Foram mais de 2.500 oficinas e no livro estão selecionadas seis, transformadas em fábulas pelo autor.

Wilson Lazaretti, fundador e co-diretor do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas.

“Hoje em dia, como há mais de 30 mil anos, a arte da animação está enraizada em nosso cotidiano. Não é possível desenvolver as ciências, as relações humanas e as artes sem passar pelo crivo da animação. O homem primitivo foi muito sábio ao utilizar o fogo para iluminar a sua sombra na parede das cavernas. Foi mais sábio ainda quando se deparou com o fogo e a parede e animou a sua própria sombra, criando, na verdade, a arte da animação; afinal, a sombra não é o fogo nem o corpo, mas sim uma abstração da realidade. E assim esta arte evoluiu, mas não desprezou estes três elementos fundamentais para a sua existência: o fogo, ou o foco de luz; o corpo humano, ou a animação, e a parede da caverna, ou seja, a tela. Hoje encontramos esta mesma fantástica relação em alguns milímetros de espessura em nossos celulares”, prossegue Wilson.

A Editora do livro é a Balaio, “que tem se inclinado às publicações inusitadas, com temáticas artísticas e escolhidas a dedo para os leitores de todas as idades”, resume Lazaretti. O preço do exemplar em promoção é de R$30,00.

Wilson Lazaretti e o Núcleo Cinema de Animação de Campinas | Wilson Lazaretti tem uma longa trajetória na animação. Ao lado do também animador Maurício Squarisi, fundou em 1975, o Núcleo de Cinema de Animação de Campinas, entidade que dirige até hoje e foi conquistando um importante lugar no cenário da animação brasileira produzindo um gênero de animação voltado exclusivamente para a produção independente.  As oficinas de animação do Núcleo já foram ministradas para crianças, jovens e adultos em quase todo o território brasileiro, além de Argentina, Portugal, Dinamarca, Suécia e Estados Unidos, entre vários outros países.

Ilustração do livro.

Autodidata, Lazaretti iniciou sua relação com o desenho animado aos 20 anos de idade, dando aulas para crianças no Conservatório Musical Carlos Gomes, em Campinas/SP. Fabrica materiais de apoio didático e brinquedos ópticos para o aprendizado das técnicas de animação desde 1999 e também leciona na Universidade Estadual de Campinas, no Instituto de Artes, Departamento de Artes Plásticas. Em sua ampla filmografia está o longa-metragem de animação História Antes de Uma História, de 2017, finalista no 23º Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro (2018) e no 5º Prêmio Platino do Cinema Ibero-Americano (2018), ambos na categoria melhor animação.

Para saber mais, basta acessar o blog do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas pelo http://nucleodeanimacaodecampinas.blogspot.com/.

Serviço:

Lançamento do livro Manual do Pequeno Animador

Data: 15 de dezembro (4ª)

Horário: às 20h

Local: Galeria 1212(Doze, Doze) – Rua Antonio Lapa, 146, Cambuí – Campinas/SP.

(Fonte: A2N Comunicação)