Notícias sobre arte, cultura, turismo, gastronomia, lazer e sustentabilidade

Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

Continuar lendo...

Inscreva seu e-mail e participe de nossa Newsletter para receber todas as novidades

Captação de água da chuva é estratégia para diminuir consumo

São Paulo, por Kleber Patricio

Segundo especialista, é possível captar quase 8 mil litros de água de chuva por mês em uma casa. Foto: divulgação.

Com a temporada de chuvas que vivenciamos no país, saber como utilizar a água pluvial no futuro é uma prática que ganha adeptos em grandes construções, como edifícios e indústrias, com o objetivo de equalizar os períodos de secas e economizar. O sistema de captação também pode ser adaptado em casas residenciais. A coordenadora do curso de Engenharia Civil da Faculdade Anhanguera, professora Ana Flavia Batista de Aguiar Afonso, apresenta alternativas eficientes e sustentáveis para aproveitar a água da chuva, como é o caso da criação de reservatórios. “Se em São Paulo, a média pluviométrica anual é de 1.340 mm, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), então é possível captar até 7.700 litros por mês em uma casa de 70 m²”, explica a especialista.

A média pluviométrica é a quantidade de chuva de uma região, expressa em milímetros por metro quadrado. Cada milímetro representa um litro que chove em uma área de 1 m². As médias são observadas mensal ou anualmente e, em um ano, a coleta de uma cisterna pode ultrapassar os 92 mil litros.

“Esse recurso é utilizado em construções que acumulam grande volume de água, como prédios e indústrias”, explica a docente, que reforça a conveniência do aproveitamento pluvial para fins não potáveis. “Esse estoque pode ser direcionado para a lavagem de calçadas e automóveis ou com a descarga do vaso sanitário, lavagem de áreas externas, uso em gramados e jardins e, com isso, diminuição do consumo”, pontua.

Veja algumas dicas da docente para montar um sistema de captação em casa ou sugerir para o condomínio:

1 – Faça uma checagem do telhado. Afinal de contas, essa área será a fonte principal para captar a água da chuva. Caso você note uma sujeira excessiva, providencie uma limpeza, lembrando-se das calhas;

2 – Evite a coleta nos dez primeiros minutos de chuva. É nesse momento que estão os maiores índices de sujeira e que sobrecarregam os filtros das cisternas;

3 – Escolha a cisterna ideal para a sua casa. Aquelas que podem ser instaladas sob o chão têm a vantagem de manter a água acumulada em temperaturas mais baixas, já que elas não sofrem a incidência de luz;

4 – Para escolher o reservatório adequado, confira primeiro a capacidade da caixa d’água. Assim, você escolhe o produto que mais se adeque a sua realidade e complemente o uso doméstico. Há modelos com capacidades que variam entre 2.800 e 10.000 litros. Também existem opções para todos os bolsos. As diferenças básicas são a capacidade de armazenamento, os recursos de filtragem e a distribuição;

5 – A cisterna pode ser feita de alvenaria, plástico modular e fibra de vidro. É importante assegurar que o material não transmita cheiros ou odores e que preserve a qualidade da água.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | Ideal H+K Strategies)

CBMA inicia projeto de reflorestamento do Parque Estadual do Jurupará

Ibiuna, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

O Centro de Biodiversidade da Mata Atlântica do Legado das Águas, a maior reserva privada de Mata Atlântica do país, localizada no Vale do Ribeira, no interior de São Paulo, está realizando um projeto de reflorestamento no Parque Estadual do Jurupará, localizado em Ibiúna, também no interior paulista. Em parceria com a Iniciativa Verde (The Green Initiative), ONG direcionada à restauração florestal, ao combate às mudanças climáticas e ao desenvolvimento rural sustentável, o CBMA do Legado realizará a recuperação de uma área de aproximadamente 164 hectares do Jurupará.

O projeto de reflorestamento no Parque faz parte do Programa Nascentes, da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do governo do Estado de São Paulo, que tem como meta otimizar investimentos públicos e privados para o cumprimento de obrigações legais de compensação de emissões de carbono, redução da pegada hídrica ou para a implantação de projetos voluntários de restauração.

O Parque Jurupará, que possui 26 mil hectares e é administrado pela Fundação para Conservação e Produção Florestal do Estado de São Paulo, tem papel fundamental para a conectividade entre áreas remanescentes de Mata Atlântica e atualmente conta com grandes áreas que necessitam de restauração florestal. Nessas áreas, há fragmentos de até 19 hectares (o equivalente a 19 campos de futebol) de espaços desmatados e que precisam ser restaurados, além de pontos que irão receber enriquecimento com o plantio de mudas nativas e controle de espécies exóticas invasoras.

Serão aplicadas diferentes metodologias para recuperar a mata, como manejo de exemplares de espécies exóticas invasoras, enriquecimento da floresta, plantio direto de mudas, semeadura de espécies vegetais nativas, adubação verde e condução de regeneração de plantas. De acordo com as necessidades de cada área do parque, serão aplicadas as técnicas que apresentarem os melhores resultados.

A ação será dividida em fases, ao longo de quatro anos. A primeira etapa já está em andamento desde julho de 2021, com plantio de uma área piloto de 5 hectares. Agora, no período entre a última semana de dezembro de 2021 e a terceira semana de janeiro de 2022, está sendo iniciado o plantio de maior extensão: durante esse período, está prevista a implantação em uma área com cerca de dez hectares, parte com plantio de mudas e parte com semeadura direta.

Plantio de mil novas árvores | Em março de 2021, o Legado já realizou uma ação no Jurupará, em parceria com a empresa Nexway Eficiência, companhia do Grupo Comerc dedicada a projetos de eficiência energética. Nessa iniciativa, mil mudas de árvores nativas da Mata Atlântica, produzidas no próprio Centro de Biodiversidade do Legado, foram utilizadas para reflorestar um trecho do parque que necessitava recomposição vegetal.

“Proporcionar a recomposição de áreas degradadas requer alguns cuidados, como a análise do entorno e a especificação da vegetação original do local, conhecida como bioma”, explica Maria Angélica Szymanski de Toledo, coordenadora do Centro de Biodiversidade do Legado e responsável técnica pelo projeto de reflorestamento do Jurupará. “Nossa equipe buscou, em nosso Centro de Biodiversidade, as espécies ideais para iniciar a recuperação da área mantendo as características da vegetação. O plantio das árvores é uma das metodologias adotadas por nossa equipe para a recuperação de florestas, proporcionando um primeiro recobrimento da área exposta”, argumenta a coordenadora.

Além de crescer e sombrear o solo, preparando-o para a germinação das próximas espécies, as árvores plantadas incentivam a visitação de animais, que, por sua vez, contribuem com a distribuição de sementes e, consequentemente, com mais diversidade para a floresta. “A expectativa, no médio prazo, é que árvores maiores possam crescer e serem avistadas no local e, no longo prazo, a continuidade do ciclo, com novas mudas crescendo à sombra dessas árvores”, afirma Maria Angélica.

Antes do plantio, a área recebeu todos os cuidados de limpeza, capinagem, adubação e preparo dos berços nos quais as árvores foram colocadas. No dia do plantio, colaboradores da Nexway e da Reservas Votorantim participaram de todas as etapas do processo, tornando a experiência enriquecedora, transformadora e emocionante. A partir dessa iniciativa, espera-se a recomposição da floresta no local e o retorno da conectividade das áreas florestadas dentro do parque, o que ajuda no aumento da biodiversidade e na conservação do bioma Mata Atlântica como um todo.

Reflorestamento no Parque Estadual do Jurupará

– Parque Estadual do Jurupará: 26 mil hectares.

– Área que receberá projeto: aproximadamente 164 hectares (durante todo o projeto, de 4 anos, dividido em diversas fases com enriquecimento, plantio de mudas, semeadura)

– Quantidade total de mudas do projeto de reflorestamento: cerca de 30 mil mudas (durante todo o projeto, de 4 anos)

– Número de espécies de plantas que serão utilizadas em todo o projeto: aproximadamente 60 espécies.

– Quantidade de mudas plantadas no projeto piloto: 5.300 (em implantação o restante – 25 mil mudas)

– Área de plantio total: 15 hectares (150.000 m²)

– Metodologias que serão usadas: plantio direto de mudas, semeadura de plantas nativas, adubação verde, condução de regeneração, manejo de espécies vegetais exóticas invasoras e enriquecimento da floresta onde estão as espécies exóticas.

Sobre o Legado das Águas | O Legado das Águas é a maior reserva privada de Mata Atlântica do Brasil. Tem área de 31 mil hectares, divididos entre os municípios de Juquiá, Miracatu e Tapiraí, no Vale do Ribeira, no interior do estado de São Paulo, e alia a proteção da floresta e o desenvolvimento de pesquisas científicas a atividades da nova economia, como a produção de plantas nativas e o ecoturismo. Foi fundado em 2012 pelas empresas CBA (Companhia Brasileira de Alumínio), Nexa, Votorantim Cimentos e Votorantim Energia. É administrado pela Reservas Votorantim LTDA. e mantido pela Votorantim S.A., que, também em 2012, firmou um protocolo com o Governo do Estado de São Paulo para viabilizar a criação da Reserva e garantir a sua proteção. Mais do que um escudo natural para o recurso hídrico, o Legado das Águas é um território raro e em estágio avançado de conservação, com a missão de estabelecer um novo modelo de área protegida privada, cujas atividades geram benefícios sociais, ambientais e econômicos de maneira sustentável. Saiba mais no site.

Sobre a Iniciativa Verde | A Iniciativa Verde é uma organização do terceiro setor que desde 2005 busca contribuir para a melhoria de serviços ambientais como biodiversidade, água e qualidade do ar. Com isso, auxilia na mitigação e na adaptação às mudanças climáticas causadas pelas atividades humanas por meio de projetos próprios de recomposição florestal e em parceria com outras instituições. Acredita na importância da consistência e da atualização científica, direcionando seu trabalho para a geração, difusão de conhecimento e também ao apoio à formulação, implementação e fomento de políticas públicas que sejam capazes de garantir a conservação dos ecossistemas naturais, o bem-estar e a melhoria das condições das comunidades rurais, sempre aliados à conservação do meio ambiente. Saiba mais no site da Iniciativa Verde ou pelo e-mail contato@iniciativaverde.org.br.

(Fonte: FleishmanHillard Brasil)

“O papel da leitura na conscientização social e política de uma sociedade”, por Eduardo Villela

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Arquivo pessoal.

Por Eduardo Villela — Costumo dizer, antes de tudo, que a leitura de livros é um exercício fundamental para adquirirmos a capacidade de entender o mundo ao nosso redor. A partir dela, nós nos tornamos capazes de formar uma opinião crítica acerca dos acontecimentos políticos e sociais da nossa era. Assim, evitamos, por exemplo, cair na armadilha das fake news.

As vantagens trazidas pelos livros são inúmeras. Eles nos estimulam a pensar, melhoram a nossa imaginação e enriquecem o nosso vocabulário. Acredito que a discussão acerca da conscientização política e social é construída principalmente por meio de três pilares: família, escola e livros.

Através do conhecimento transmitido pelos livros, as pessoas têm a oportunidade de entender o seu papel no espaço em que vivem. A leitura promove uma reflexão crítica e nos traz autoconhecimento – ao estudar história, por exemplo, é possível entender como determinada sociedade se comportava no passado e como ela chegou até aqui. O livro nos dá a clareza do que não pode ser esquecido e não deve ser repetido. Leituras de obras de política ou histórica estimulam a construção de valores e princípios básicos para o convívio harmônico em sociedade.

A leitura de boas obras contribui para os leitores exercerem a cidadania e serem capazes de se tornarem agentes transformadores da sociedade ou do meio em que vivem – um indivíduo mais consciente de seus direitos e deveres agrega e ajuda na construção de um bairro, cidade e país melhor.

Por fim, afirmo que a leitura de bons livros estimula ainda a consolidação de valores essenciais para uma sociedade democrática. Ela é uma poderosa vacina frente à ignorância e à manipulação. Não é por acaso que uma ferramenta tão poderosa para a conscientização política e social das pessoas e para o bom exercício da cidadania como o livro seja desvalorizada, controlada e censurada por grupos e regimes autoritários.

Eduardo Villela é book advisor e profissional com mais de 16 anos de experiência no mercado editorial.

(Fonte: Digital Trix Inteligência em Relações Públicas)

1º Festival de Verão de Campos do Jordão inicia venda de ingressos on-line

Campos do Jordão, por Kleber Patricio

João Bosco se apresenta no festival no dia 28 de janeiro. Foto: Marcos Hermes.

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo informa que começou na sexta-feira (7) a venda de ingressos do 1º Festival de Verão Campos do Jordão – público pode adquirir pelo site. O evento terá duração de três semanas, de 22/1 a 13/2, e 54 apresentações musicais divididas em dois eixos: Música Popular e Música Erudita. A proposta é ampliar ainda mais o alcance do festival, considerado o maior e mais importante da América Latina, e explorar novas linguagens e formatos musicais. O evento marca também a inauguração do auditório do Parque Capivari, com capacidade para 700 pessoas e 110 músicos e palco com 250m², além de backstage de 50m² e um camarim com 35m².  O novo espaço irá abrigar a abertura e o encerramento do evento. As atrações continuam no Palácio Boa Vista e no Auditório Claudio Santoro.

O festival terá 26 concertos gratuitos e 22 apresentações on line, exibidos no YouTube do evento e também na plataforma #CulturaEmCasa. “Sentimo-nos honrados em proporcionar ao público de São Paulo e do Brasil, o 1ª Festival de Verão de Campos do Jordão”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do Governo de São Paulo Sérgio Sá Leitão. “Uma atração deste porte e peso vai movimentar o turismo da cidade, com geração de renda e emprego”.

O eixo de Música Popular tem curadoria da cantora paulistana Mônica Salmaso, reconhecida como uma das grandes intérpretes da MPB. Nomes como Paula Lima (que abre o evento ao lado da SP Big Band, dia 22/1), João Bosco, Sujeito a Guincho, Mestrinho, Guinga, João Camarero, Cristóvão Bastos, Thiago Amud, Dori Caymmi e André Mehmari (com participação da própria Mônica Salmaso) estão entre as apresentações programadas para o Auditório Claudio Santoro e o Parque Capivari. “Decidi propor um formato diferente, de formação de repertório mais do que de aulas de instrumentos”, diz Mônica Salmaso. “Serão formados dois grupos, uma Big Band e um Ensemble, que trabalharão arranjos de compositores diferentes”.

Arrigo Barnabé. Foto: Gal Oppido.

A cantora, compositora e instrumentista carioca Clarice Assad, radicada em Chicago (EUA) e um dos grandes expoentes da música de concerto, é a responsável pelo eixo de Música Contemporânea do Festival. Entre as atrações escaladas por ela, estão a cantora indiana Varijashree Venugopal, o norte-americano Derek Bermel (compositor convidado desta edição) com o Trio Arquè, os conjuntos Percorso Ensemble, Desvio, Martelo e São Paulo Chamber Soloists, o violonista Fabio Zanon e Arrigo Barnabé, que apresenta um show comemorativo de seus 70 anos de idade. “Nosso objetivo este ano é promover uma conversa entre diversas áreas da música instrumental, popular e clássica contemporânea com foco em inclusão e diversidade e mostrar como o nosso campo das artes é vibrante e rico”, afirma Clarice Assad.

A SP Big Band e o Percorso Ensemble serão os grupos residentes desta primeira edição do Festival, com atuação distribuída entre concertos, aulas e masterclasses.

Depois do sucesso das transmissões ao vivo inauguradas no 51º Festival de Inverno, em julho de 2021, a edição de Verão seguirá com os concertos exibidos no YouTube do evento e também na plataforma #CulturaEmCasa. Serão ao todo 22 apresentações on line que poderão ser acompanhadas gratuitamente pelos canais digitais.

Dori Caymmi. Foto: Myriam Vilas Boas.

Programação pedagógica | No Módulo Pedagógico, o 1º Festival de Verão receberá ao todo 70 alunos de 16 a 30 anos, divididos em três modalidades: Instrumento, Canto Popular e Composição. Também serão oferecidas seis masterclasses na cidade de Campos do Jordão, aonde os bolsistas irão se hospedar e estudar. As aulas para os estudantes selecionados serão divididas entre os cursos de Big Band, Ensemble Popular e Ensemble Contemporâneo. O músico e professor Daniel D’Alcantara é o responsável pela Coordenação Pedagógica de Música Popular Instrumental e Ricardo Bologna,  timpanista Solista da Osesp e regente, fica a cargo da Coordenação Pedagógica de Música Erudita Contemporânea.

Dentre os professores desta edição, destacam-se no eixo Contemporâneo integrantes da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), como Peter Pas (viola), Pedro Gadelha (contrabaixo), Rubén Zúñiga (percussão) e Liuba Klevtsova (harpa); o violonista Fabio Zanon e o pianista Horácio Gouveia, entre outros. No eixo dedicado às Big Bands e ao Ensemble Popular, nomes como Nelson Ayres (regência), Nailor Proveta (clarinete/saxofone), Tatiana Parra (canto), Paulo Malheiros (trombone), Toninho Carrasqueira (flauta) e Vanessa Moreno (canto).

Sobre o Festival de Verão e Inverno de Campos do Jordão | Criado em 1970 pelos maestros Eleazar de Carvalho, Camargo Guarnieri e Souza Lima, o Festival de Verão e Inverno de Campos do Jordão Dr. Luís Arrobas Martins foi inspirado no Festival de Tanglewood, nos EUA, e combina uma programação de música de concerto e um trabalho pedagógico amplo e qualificado.

Renato Borguetti. Foto: Marcos Borguetti.

Realização | O 1º Festival de Verão de Campos do Jordão é um programa do Governo do Estado de São Paulo realizado por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado e pela Fundação Osesp. Tem direção executiva de Marcelo Lopes, direção artística de Arthur Nestrovski e coordenação artístico-pedagógica de Daniel D’Alcantara (Música Popular Instrumental) e Ricardo Bologna (Música Erudita Contemporânea). Esta edição conta com o patrocínio da Baden Baden, Instituto Cultural Vale e Sabesp, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Amigos do Festival | Desde 2013, a Fundação Osesp conta com a colaboração de uma rede de estabelecimentos comerciais da cidade de Campos do Jordão, que contribui para a divulgação de informações sobre a programação de concertos. Estes estabelecimentos recebem um selo que os identifica como Amigos do Festival e mostra engajamento com um dos mais tradicionais projetos culturais da cidade.

Acesse a programação completa do festival aqui.

Serviço:

1º Festival de Verão de Campos do Jordão

Data: 22 de janeiro a 13 de fevereiro

Locais:

Auditório Claudio Santoro – Av. Dr. Luís Arrobas Martins, 1.880, Alto da Boa Vista, Campos do Jordão, SP. Tel. (12) 3662-2334. 820 lugares. Gratuito (de segunda a quarta); entre R$50,00 e R$100,00 (de quinta a domingo).

Venda de ingressos:

Pelo telefone (11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h; na Praça do Capivari, diariamente, das 10h às 18h (a partir de 11/jan); no dia de cada apresentação, 3h antes do início e pelo site.

Retirada de ingressos gratuitos no mesmo link a partir de 10 dias antes de cada apresentação ou no dia do evento, na bilheteria do Auditório ou do Palácio Boa Vista. Limitado a 4 (Auditório) e a 2 ingressos por pessoa (Palácio) e à capacidade dos locais.

Parque Capivari – R. Eng. Diogo José de Carvalho, 1.291, Capivari, Campos do Jordão, SP. Tel. (12) 3663-6463. 700 lugares. Gratuito. Entrada livre.

Palácio Boa Vista – R. Adhemar de Barros, 3.001, Vila Alto da Boa Vista, Campos do Jordão, SP. Tel. (12) 3662.1122. 100 lugares. Gratuito (concertos das 11h e 16h); R$100,00 (concertos das 21h).

Venda de ingressos:

Pelo telefone (11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h; na Praça do Capivari, diariamente, das 10h às 18h (em data a ser anunciada); no dia de cada apresentação, 3h antes do início; e pelo site.

Retirada de ingressos gratuitos no mesmo link a partir de 10 dias antes de cada apresentação ou no dia do evento, na bilheteria do Auditório ou do Palácio Boa Vista. Limitado a 4 (Auditório) e a 2 ingressos por pessoa (Palácio) e à capacidade dos locais.

(Fonte: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo)

Bioficção apresenta história de vida de Miguel de Cervantes contada por ele mesmo

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Um projeto de pesquisa intensa e audaciosa que levou 12 anos para ser publicado – este é Eu, Miguel de Cervantes: Memórias, que mistura investigação biográfica com a literatura refinada da escritora e roteirista Maria Gessy Sales. Esta bioficção parte de verdades históricas, possíveis e poéticas contadas em primeira pessoa que cumprem, ao mesmo tempo, o papel de divertir e informar.

A escritora criou a narrativa fictícia a partir dos achados dos restos mortais de Cervantes no subsolo do Convento das Trinitárias Descalças, em Madri. O enredo, então, foi construído como se as memórias recentes do romancista tivessem sido encontradas na escavação. É considerado um dos mais importantes escritores do Ocidente, ao lado de Dante, Shakespeare e Goethe.

Gessy revela que o célebre autor de Dom Quixote nasceu em uma família de fidalgos e se sentia privilegiado por fazer parte de um país poderoso. Porém, o curso normal da vida foi bruscamente interrompido quando ele se viu forçado a fugir da Espanha. A narrativa recria a juventude e o começo da vida adulta do espanhol. Em Eu, Miguel de Cervantes: Memórias, o leitor percebe que a vida do escritor é muito mais rica de aventuras, desenganos e superações do que a do próprio personagem que o consagrou: Dom Quixote.

Além de escritora, Gessy é roteirista premiada de cinema e teatro. A convite do escritor e amigo Ziraldo, roteirizou com ele os filmes O Menino Maluquinho e Uma professora muito Maluquinha. Ela revela que por toda a vida dedicou-se à literatura e à escrita e, por causa de uma pesquisa sobre Dom Quixote, passou a se interessar por Cervantes, desejo agora refletido na obra. “Fiquei deslumbrada com sua vida de perigos e aventuras e quis dividir com um maior número de pessoas meu encantamento”, confessa Gessy. Mais do que entender a obra de Cervantes, este romance com fundo histórico aproxima o leitor da vida do escritor.

Ficha Técnica

Título: Eu, Miguel de Cervantes: memórias

Autora: Maria Gessy de Sales

ASIN: B09FX4J77V

Formato: eBook

Páginas: 233

Preço: R$9,90

Link de venda: https://amzn.to/3q7Q9u2.

A autora Maria Gessy de Sales.

Sobre a autora | Maria Gessy de Sales formou-se em línguas neolatinas pela PUC/RJ.  É roteirista, junto com o amigo Ziraldo, do premiado filme O Menino Maluquinho e Uma Professora Muito Maluquinha. Autora do libreto da Ópera O Menino Maluquinho, Teatro Municipal do Rio de Janeiro, temporada de 2015. É roteirista premiada de séries de documentários literários e culturais durante mais de três décadas em que atuou com roteirista da TVE/RJ. Atuou como freelance escrevendo documentários para FBL Produções. A série Artistas Plásticos Brasileiros foi transmitida pelo canal Arte 1 e ainda hoje pode ser vista pelo Curta. Nas décadas de 1970 e 1980, escreveu duas coleções de livros didáticos de Língua e Literatura Portuguesa pelas editoras Brasil e Ática.

Instagram: @mariagessysales

Facebook: @mariagessy.sales.

(Fonte: LC Agência de Comunicação)