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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Uva Aglianico, do sul da Itália, proporciona vinhos marcantes e poderosos

Mendoza, por Kleber Patricio

Photo by Alexis Kreyder – L’ Ampélographie (Viala et Vermorel), reproduced in “Wine Grapes” Robinson, Harding, Vouillamoz 2011, Public Domain, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=46427630.

Existem uvas que permitem a produção de vinhos tão exclusivos, que cada uma delas traz uma história de séculos, senão de milênios, de cultivo e uso na preparação de vinho. É o caso da uva Aglianico, de cor quase preta, comumente cultivada na região da Basilicata e Campânia, no Sul da Itália, conhecida pelo famoso vinho Taurasi, a “Estrela do Sul da Itália”.

A uva Aglianico tem tradicionalmente sua origem ligada à Grécia, onde era cultivada pelos Fenícios. No século 8 A.D., ela teria sido trazida por colonos gregos para o Sul da Itália, já sendo utilizada para a produção de vinho. Com estudos recentes de DNA das uvas, existem indícios de que a Aglianico não tem relação familiar nenhuma com a uva grega da atualidade, podendo, no máximo, ter parentesco com alguma uva extinta; porém, o mito da origem helênica ainda persiste no mundo dos vinhos.

Segundo Denis Dubourdieu, enólogo da Universidade de Bordeaux, a Aglianico é provavelmente a uva com a história de consumo mais longa de todas. Ele alegava que a Aglianico foi usada para fazer o vinho falerno, famoso durante a época romana.

Além do Sul da Itália, a Aglianico também é produzida na Califórnia e Austrália: “Aqui na América Latina, a Aglianico é produzida na Argentina apenas pela Bodega Krontiras, uma pequena vinícola biodinâmica localizada na região de Lujan de Cuyo, em Mendoza, Argentina”, esclarece o sommelier Jonas Martins, gerente comercial da MMV Importadora. O sommelier ainda acrescenta que uma das razões da Krontiras apostar na Aglianico está no fato do dono da vinícola, Constantino Krontiras, ser de origem grega e respeitar muito a história dessa uva.

A Krontiras é uma vinícola biodinâmica que, somada às práticas orgânicas – como o não uso de defensivos agrícolas e nem mesmo maquinário pesado –, também preza pelas fases da natureza, respeitando o calendário astrológico e os ciclos lunares, colocando animais para interagirem com os vinhedos e trazendo alguns conceitos esotéricos de purificação e atração de energia.

Isso também é favorável para o cultivo da uva Aglianico, explica Martins, dado que esta uva é muito “poderosa em si”, chegando a assustar novatos no mundo do vinho devido ao seu peso em boca e corpo, já que é uma uva bem ácida e muito rica em taninos. Por se tratar de uma uva tão peculiar, o fato do cultivo e da produção serem biodinâmicos favorece a extração de suas marcantes características naturais.

Foto: divulgação.

A MMV, inclusive, trouxe para o Brasil dois rótulos dos Aglianicos produzidos pela vinícola. O Krontiras Family Selection Aglianico, safra 2017, é 100% com essa uva, sua colheita é feita a mão, passa por maceração a frio por cinco dias, fermentação com leveduras nativas e envelhece por 18 meses em barris de carvalho francês de 1º e 2º uso. De cor vermelho-rubi e intenso, aromas que remetem a frutas escuras, especiarias doces, terra e cogumelos, em boca é pesado, muito intenso, com taninos que preenchem a boca e possuem grande persistência. Certamente é o vinho mais poderoso da importadora.

Já o Krontiras Aglianico Natural, safra 2021, fermenta em aço inox, com leveduras nativas, sem adição de sulfitos e sem filtragem, 100% biodinâmico e natural. De cor rubi-violácea, em nariz apresenta aromas de pimentas pretas, ameixa seca, morangos frescos e toque de cogumelos na manteiga. Completo em boca, com acidez alta e taninos firmes e equilibrados.

“Nós sempre procuramos vinícolas exclusivas que trazem uma história e respeitam a maneira de produzir seus vinhos. A Krontiras foi uma das nossas grandes descobertas e para a MMV é motivo de orgulho poder trazer ao Brasil dois rótulos tão especiais e tão poderosos, marcantes na América Latina”, celebra o sommelier Jonas Martins.

(Fonte: Engenharia de Comunicação)

Artista campineira se destaca no cenário internacional

Campinas, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Sempre imersa no universo artístico, Flávia Carvalho Jackson, artista plástica natural de Campinas, interior de São Paulo, vem projetando uma carreira internacional em tempo recorde, especialmente nos Estados Unidos, onde está radicada atualmente e o espaço da arte é cultuado e valorizado, encontrando caminhos. Sua próxima exposição já está agendada para março, em Kansas, na galeria Thomáz Grey, com 20 obras selecionadas para a exposição solo intitulada “Conversations with the soul” (“Conversas com a alma”), de 3 a 5 de março.

A campineira obteve êxito no mercado artístico internacional de forma espontânea e muito rápida e já figura entre a agenda de exposições nos Estados Unidos e Europa em galerias de renome no mundo das artes. Ela deu o pontapé na carreira em abril de 2021 e, de lá para cá, produz quase que cotidianamente, imersa em uma produção visceral a partir da veia criativa que encontrou na pintura. Sua primeira aparição ocorreu em novembro do mesmo ano, quando foi convidada para participar do Mark Arts, museu que pertence à família Koch, referência em arte no mundo. Nesse evento, a arte de Flávia recebeu elogios e incentivos do renomado artista James Gross (Jim Gross), que tem suas peças expostas em museus importantíssimos ao redor do mundo.

Na sequência, surgiu uma oportunidade para Flávia participar da Artbasel Week, em Miami, feira de arte internacional realizada anualmente em três países: Basel (Suíça), Miami (EUA) e Hong Kong (China). Na feira, as portas se abriram definitivamente para ela, que pode mostrar sua arte para colecionadores e proprietários de galerias, abrindo portas para enviar seu trabalho para Bruxelas, Padova e Miami, mas o melhor estava por vir: por intermédio da curadora de arte Lisandra Miguel, que representa a empresa Vivemos Arte, Flávia foi selecionada para participar do Salão Internacional de Arte Contemporânea que irá ocorrer em Paris, no segundo semestre, no Le Carrousel du Louvre.

(Fonte: Confraria da Informação)

Academia Orquestra Ouro Preto recebe inscrições para bolsistas

Belo Horizonte, por Kleber Patricio

Bolsista da Academia Orquestra Ouro Preto. Fotos: Íris Zanetti.

A Academia Orquestra Ouro Preto abre edital para jovens músicos, com idades entre 18 e 28 anos, desenvolverem seus talentos por meio da prática orquestral. As inscrições estão abertas até o dia 20 de fevereiro e oferecem uma vaga para violino, uma para percussão e, a grande novidade, uma vaga para maestro assistente.

Pautada na vivência artística, a Academia Orquestra Ouro Preto é um programa que visa dar oportunidade a jovens talentos para que experimentem a prática orquestral dentro de uma instituição reconhecida. Além do desenvolvimento técnico musical, os bolsistas ainda têm oportunidades práticas em concertos com a presença do público, além da possibilidade de participarem dos projetos desenvolvidos pela Orquestra Ouro Preto ao longo do ano. Desta forma, participar da Academia é uma experiência única, gerando vivências enriquecedoras com músicos e professores de reconhecida excelência.

Gravação com Academia Orquestra Ouro Preto.

Além de ensaios semanais em Belo Horizonte, os bolsistas aprendem com, talvez, o melhor dos professores, o palco. Entre gravações, concertos e aulas, os alunos absorvem, diretamente da fonte, lições riquíssimas com os líderes de naipes da Orquestra, o Maestro Rodrigo Toffolo e, muitas vezes, ícones da música brasileira, que são convidados eventualmente para projetos. Atualmente, seis ex-alunos são protagonistas da formação principal e passaram por essa fase preparatória dentro da Academia antes de ingressarem oficialmente no corpo musical.

Inovação | A grande novidade para este ano é a vaga para maestro assistente. O candidato aprovado fará sua preparação junto ao regente titular e terá, como ferramenta prática, uma orquestra à sua frente, oportunidade que poucos têm durante seu período de estudo. “Durante a fase de aprendizado, é raro um postulante à regência ter toda uma orquestra para reger. Aqui gostaríamos de propor esse método para que o futuro maestro ou maestrina inicie sua trajetória com uma carga de conhecimento suficiente boa para que guie concertos verdadeiros, não apenas recitais estudantis”, afirma Rodolfo Toffolo, coordenador da Academia.

Gravação com Academia Orquestra Ouro Preto. Fotos: Íris Zanetti.

O maestro Silvio Viegas faz questão de ressaltar: “Trata-se de um dos mais importantes programas de formação no campo da música de concerto e abre portas para que jovens músicos possam ampliar e colocar em prática seus conhecimentos musicais, sendo orientados por profissionais do mais alto nível. A qualidade de trabalho e aprendizado são tão especiais que hoje, dois bolsistas da Academia já fazem parte da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e outros já tocam com a Orquestra Ouro Preto. Mas este ano será ainda mais especial, pois será ofertada uma vaga para a formação de Maestro Assistente. Tive o prazer de reger essa linda Orquestra da Academia ano passado e pude comprovar que essa oportunidade é algo que nenhum estudante de música poderia perder”, destaca o maestro.

Para Ellen Silveira, integrar a Academia foi uma experiência transformadora, e, de fato, um divisor de águas. “Um dos momentos mais marcantes de minha trajetória enquanto bolsista foram as semanas onde pude trabalhar ao lado do pianista Cristian Budu e do time de excelentes músicos que atuam como professores no projeto. Juntos preparamos um concerto marcante que foi executado na Sala Minas Gerais em alto nível artístico. Hoje, tenho o privilégio de atuar como violinista na Orquestra Ouro Preto e estou colhendo os frutos da minha passagem por lá”.

O edital com as informações completas e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.orquestraouropreto.com.br.

Serviço:

Edital de Seleção 2022 Academia Orquestra Ouro Preto

Período de inscrições: até 20 de fevereiro

Inscrições gratuitas

Vagas: Violino, Percussão e Maestro Assistente

Bolsa para os selecionados: R$800,00/mês

Mais informações: https://www.orquestraouropreto.com.br/site/academia/.

(Fonte: A Dupla Informação)

Exposição em Campinas comemora o centenário da Semana de Arte Moderna

Campinas, por Kleber Patricio

Vanderlei Zalochi, Beto Mallmann e Marcio Rodrigues no Espaço 800. Foto: divulgação.

A semana que mudou os rumos da arte no Brasil completa 100 anos este ano. Um grupo de artistas, escritores e intelectuais se juntou para revolucionar conceitos e fazer história — foi assim que surgiu a Semana de Arte Moderna de 1922, que buscava romper com o tradicionalismo vigente, defendendo um novo ponto de vista estético que valorizava nossa brasilidade. Esse movimento acabou por influenciar gerações inteiras, deixando um legado importantíssimo, que permanence vivo até os dias de hoje.

Em Campinas, o Espaço 800 celebra a data trazendo uma exposição com seis dos mais representativos artistas da cidade: Thomaz Perina, (in memoriam) Mario Bueno, (in memoriam) Fúlvia Gonçalves, Vanderlei Zalochi, Dimas Garcia e Marcio Rodrigues.

Em comum, a influência da Semana de Arte Moderna, que inspirou a todos a entrar para o mundo das artes e desenvolver uma carreira consistente, produzindo obras significativas, obtendo reconhecimento nacional e internacional e tendo obras expostas em todo o mundo, inclusive fazendo parte do acervo do Museu do Louvre, como é o caso de Fúlvia.

Esses artistas de diferentes gerações, alguns deles in memoriam, estarão no Espaço 800 com importantes obras de suas carreiras, na exposição “Um Século de Uma Semana de 22”, que tem curadoria de Beto Mallmann.

Serviço:

Exposição “Um Século de Uma Semana de 22”

Artistas convidados: Thomaz Perina (in memoriam) | Mario Bueno (in memoriam) | Fúlvia Gonçalves | Valderlei Zalochi | Dimas Garcia | Marcio Rodrigues

Curador: Beto Mallmann

Abertura: 11/2/2022 (sexta-feira) – Horário: 19h

Período expositivo: 11/2 a 11/3/2022

Local: Espaço 800 – Rua Frei Antonio de Pádua, 800 – Guanabara – Campinas/SP

Entrada franca – obrigatório o uso de máscara.

Unindo arte, botânica e ciência, Instituto Inhotim estreia o Inhotim Podcast

Brumadinho, por Kleber Patricio

A atriz Bárbara Colen nos bastidores do Inhotim Podcast. Foto: Rennan Otto.

Partir do Inhotim para pensar as relações com o mundo — essa é a proposta do Inhotim Podcast, que estreou no dia 27 de janeiro. Em sua temporada de estreia Território Específico, composta por seis episódios, o ouvinte percorre os caminhos do Instituto entre jardins, obras, plantas e galerias.

“O podcast entende o Inhotim como parte de um ecossistema muito maior que ele. Como Jardim Botânico, estamos localizados entre o Cerrado e a Mata Atlântica, ou seja, o que acontece nesses biomas nos afeta diretamente. Como museu, o Inhotim também está inserido em um contexto local e global e dialoga com essas realidades. Em outras palavras, o Inhotim Podcast toma os acervos botânicos e artísticos como ponto de partida e de lá embarca para outras viagens”, explica Lorena Vicini, gerente de Comunicação do Inhotim e nome à frente da concepção e pesquisa do projeto.

Realizado em parceria com a Rádio Novelo, que assina podcasts de sucesso como Praia dos Ossos e Foro de Teresina, o podcast busca trazer para o ouvinte o estado do espírito que Inhotim propicia a seu visitante. Ruídos de passos na grama, canto de pássaros e a água correndo compõem a trilha dos episódios junto com depoimento de artistas, funcionários do Inhotim e especialistas nas mais diversas áreas. Cada episódio se dedica a um tema, que parte de um aspecto da experiência no Inhotim – Tempo, Horizontes, Deslocamentos, Realidades, Sinestesia e Chão –, e é construído de forma transversal, conectando o ouvinte a perspectivas diferentes sobre o tema.

Galeria Adriana Varejão, Instituto Inhotim. Foto: João Kehl.

Nesta pluralidade de perspectivas, por exemplo, no primeiro episódio, Tempo, o artista Ayrson Heráclito conversa sobre as diferentes concepções de tempo nas matrizes africanas e o cientista Marcelo Gleiser traz a perspectiva da Física sobre o assunto, ao mesmo tempo em que Sabrina Carmo, bióloga e coordenadora de Jardim Botânico no Inhotim, conversa sobre o ponto de vista do tempo da natureza, exemplificando com o Tamboril, árvore símbolo do Inhotim. O tema ainda é abordado por outros convidados, como a artista Raquel Garbelotti, que fala sobre a importância da passagem do tempo para reconhecimento da obra A Clareira (2000), fotografia feita em Inhotim antes de sua abertura oficial, que integra a mostra Deslocamentos, em cartaz na Galeria Fonte, na instituição; Zaika dos Santos, multiartista, cientista e pesquisadora, discorre sobre o futuro do afrofuturismo, um de seus temas centrais de estudo; e César Timóteo, gerente do Educativo do Inhotim e Maestro da Escola de Música do museu, reflete sobre o tempo na música, sobre o silêncio.

O projeto marca também a estreia de Bárbara Colen – atriz mineira com atuação em produções do cinema nacional como Bacurau e Aquarius e na TV, onde atualmente integra o elenco da novela Quanto mais vida melhor, melhor!, da Globo – no universo dos podcasts. “Já vinha sentindo uma curiosidade cada vez maior pela voz como instrumento de trabalho, como ponte até o outro. Quando veio o convite do Inhotim para participar do podcast, foi como um encontro com meu desejo. Além de trazer relatos de pessoas incríveis que admiro muito, foi uma forma de ver o Inhotim de uma maneira totalmente nova, expandida”, conta Barbara.

O Inhotim Podcast tem patrocínio do Itaú, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e da Fiat, e realização do Instituto Inhotim, Secretária Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal do Brasil.

Hélio Oiticica, “Magic Square #4”, Instituto Inhotim. Foto: Carol Lopes.

Território Específico | O projeto faz parte do Território Específico, eixo de pesquisa que norteia a programação do Inhotim no biênio de 2021 e 2022. Inspirada nos estudos do geógrafo brasileiro Milton Santos, a pesquisa traz o conceito de território a partir de suas diferentes escalas de processos e fronteiras. Segundo a tese defendida por Milton, a existência do território só é dada pela vida que o anima e por suas relações sociais na tentativa de compreender as outras relações que se dão a partir de si.

Território Específico é desdobrado no Inhotim por meio de uma programação pensada para debater e refletir a função da arte nos territórios nos níveis local e global, a relação das instituições com seu entorno e ainda mirar os desdobramentos de um museu e jardim botânico potente como o Inhotim.

Ficha técnica

Produção: Instituto Inhotim e Rádio Novelo

Apresentação: Bárbara Colen

Concepção: Lorena Vicini

Coordenação geral: Paula Scarpin, Renan Sukevicius, Vitor Hugo Brandalise e Ricardo Lopes

Coordenação digital: Ricardo Lopes e Juliana Jaeger

Roteiro: Renan Sukevicius, Vitor Hugo Brandalise e Lorena Vicini

Pesquisa: Lorena Vicini e Gabriela Longman

Produção: Renan Sukevicius e Gabriela Varella

Edição e montagem: Julia Matos

Finalização e mixagem: Luis Rodrigues e João Jabace, da Pipoca Sound

Distribuição: Bia Ribeiro

Música original: Luis Rodrigues e João Jabace, da Pipoca Sound

Identidade visual: Allesblau.

Serviço:

Inhotim Podcast – Temporada de estreia: Território Específico

Todas as quintas-feiras, nas principais plataformas de podcast e no canal do Youtube do Inhotim. Mais informações, conteúdos extras e links dos episódios no site do Instituto.

(Fonte: Assessoria de Imprensa | Inhotim)