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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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O feminino, as curvas e a simplicidade das joias de Nathalie Edenburg

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: João Arraes.

Nathalie Edenburg é uma designer de joias, artista plástica e modelo brasileira que tem se destacado no mercado da moda. Ela inclusive já teve o seu nome estampado na lista “Under 30” da revista Forbes. Nascida em Juiz de Fora, Minas Gerais, a bela seguiu os passos da sua mãe, a ex-modelo e designer Patrícia Teixeira. O feminino está na essência do seu trabalho e chama atenção na delicadeza de suas obras. As curvas estão sempre presentes e a simplicidade é o que Nathalie prioriza nas criações.

Com um estilo modernista, clássico e ousado, ela lançou a marca homônima há apenas três anos e encontrou na joalheria a resposta que buscava. Por meio das joias, Nath Edenburg expressa a sua arte e emoção. Pela delicadeza e detalhes das peças, Nathalie desenvolve verdadeiras esculturas – vale lembrar que o seu processo de confecção é totalmente artesanal.

Nathalie Edenburg e Carla Sale. Foto: João Arraes.

A designer precisa sentir inicialmente o material e, a partir daí, executa as ideias que foram inspiradas pelas formas da natureza e por meio dos corpos femininos. E por falar em inspiração, a artista aceita os erros, que surgem inevitavelmente. “Muitas ideias começam de um erro e eu me permito errar”, afirma. Para Nathalie, a joalheria vai além das peças que servem para exaltar poder ou status, pois não acredita que seja isso o que a sua geração procura. “Busco preencher a lacuna entre a arte e o cotidiano. As joias devem ser funcionais o suficiente para serem usadas diariamente e não apenas em ocasiões especiais”, declara a artista.

Como modelo, ela já passou por grandes passarelas ao redor do mundo e emprestou seu rosto para marcas de peso, como Christian Lacroix, Oscar De La Renta e DKNY. A Sua série de retratos “How do I Feel Today”, intervenção em que a artista fez 365 pinturas diferentes em um mesmo retrato, foi exposta na galeria de Luís Maluf e na SPFW. Em 2021, ela divulgou coleção de jaquetas “Mamma’s Jacket”, inspirada nos anos 80 e feitas de calças jeans recicladas e toalhas artísticas, com peças únicas e feitas à mão, uma co-criação com a Pomeriggio.

(Fonte: Camila Novo Assessoria)

Museu Catavento apresenta exposição “O Ateliê de Brecheret”

São Paulo, por Kleber Patricio

“Soror Dolorosa”, de Brecheret, escultura em bronze representando duas figuras humanas, sendo uma mais feminina, com tranças, e outra masculina à sua frente. Foto: divulgação.

O Museu Catavento apresenta a exposição “O Ateliê de Brecheret”. A mostra, que compõe a programação da Agenda Tarsila e faz parte do projeto Modernismo Hoje, em comemoração ao Centenário da Semana de Arte Moderna de 22, está sendo realizada diretamente do local em que trabalhou o escultor Victor Brecheret, no Palácio das Indústrias, e foi aberta ao público no dia 11 de fevereiro.

Em 220m² de área expositiva, 28 metros lineares e 12m² do palco com holografias das esculturas, ferramentas e desenhos do Brecheret, a exposição conta a história do artista e do espaço que abrigou a realização de importantes obras e de um encontro essencial para a história da arte brasileira. A mostra poderá ser conferida de terça a domingo, das 9h às 17h, no piso superior do museu.

Em 1920, um animado grupo de artistas modernistas se dispôs a visitar o Palácio das Indústrias, na época ainda em construção, e esperavam encontrar apenas o edifício que imaginavam desprestigiar, mas encontraram “O Ateliê de Brecheret”. Ao subirem a escadaria monumental do palácio, Mário de Andrade, Menotti Del Picchia, Oswald de Andrade e Di Cavalcanti ficaram maravilhados com as obras daquele escultor discreto. Com apenas 25 anos de idade, Victor Brecheret, que retornara ao Brasil havia poucos meses, foi uma descoberta para os modernistas que buscavam a ruptura com a arte acadêmica tradicional.

Elevado à condição de um dos ícones do Modernismo ao lado de importantes nomes da intelectualidade da época, Brecheret foi o artista que teve o maior número de obras expostas na Semana de Arte Moderna de 1922. Apesar de não estar presente na Semana, Brecheret deixou 12 esculturas para serem expostas no Teatro Municipal, a maioria delas produzidas em seu ateliê no Palácio das Indústrias, patrimônio cultural da Cidade de São Paulo e que hoje abriga o Museu Catavento. No mesmo ateliê, Brecheret deu início àquela que é considerada sua maior obra: o Monumento às Bandeiras.

Serviço:

Exposição “O Ateliê de Brecheret”

Quando: a partir de 11/2/2022, das 9h às 17h

No piso superior do Museu Catavento

Garanta seu ingresso: acesse aqui.

(Fonte: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo)

Galeria Nara Roesler apresenta individual de Karin Lambrecht

São Paulo, por Kleber Patricio

A Nara Roesler acaba de anunciar a abertura de “Seasons of the Soul”, individual de Karin Lambrecht, com texto de David Anfam. A mostra, que inaugura o programa anual de exposições da galeria em São Paulo, apresenta uma seleção de cerca de vinte trabalhos da artista, entre pinturas e desenhos desenvolvidos ao longo de 2021 e fica em exibição de 18 de fevereiro a 26 de março de 2022 na sede paulistana da galeria.

A produção recente de Karin Lambrecht é reveladora das transformações ocorridas em sua prática desde sua mudança de Porto Alegre para Broadstairs, na ilha de Thanet, no Reino Unido. As amplas superfícies de cor com as quais a artista reveste suas telas são reminiscências das impressões e sensações causadas pela paisagem local e suas especificidades de luz.

Além da cor, outro elemento recorrente na prática da artista é a palavra. Em português, inglês, e, às vezes, em alemão, as palavras inscritas na tela, em muitos casos, dão título às obras. Esses, por sua vez, tanto podem evocar uma paisagem, como Lua Nova, Cliff [Penhasco], Cloud [Nuvem] e Céu, quanto uma esfera metafísica, como Ether, Cosmos e Pleasure [Prazer]. Nesse sentido, o nome da mostra, “Seasons of the Soul”, ou estações do espírito, é indicativo desse entrelaçamento entre o mundo subjetivo e o natural do qual emergem os trabalhos de Lambrecht.

As tonalidades terrosas e azuladas, típicas de sua pintura, são revisitadas em novos arranjos cromáticos e formais. Com uma luminosidade intensa, suas pinturas apresentam composições entre cores quentes e frias em um encontro harmônico de sutis gradações. Ao invés de contrastes marcados, nos deparamos com uma pintura matizada, menos matérica. Lambrecht ressalta, inclusive, que, agora, as tonalidades vermelhas têm menos relação com a terra, como em trabalhos anteriores, e muito mais a ver com o céu, já que uma das características que mais lhe chamou a atenção em Broadstairs é, justamente, a qualidade avermelhada que ele é capaz de adquirir ao fim do dia.

Já em papéis tão delicados quanto tecidos de seda, a artista desenha com a linha de costura, criando formas, rasuras e palavras, enquanto, com um pincel, realiza delicadas manchas que maculam a brancura do suporte. Para a artista, esses trabalhos, de natureza mais meditativa, são um contraponto às pinturas, que permitem uma gestualidade mais expansiva e uma feitura mais rápida.

“Seasons of the Soul” apresenta uma oportunidade de entrar em contato com a obra de  Karin Lambrecht, por meio da qual a artista reafirma, em sua pintura, a constituição de uma linguagem singular e poética voltada para as sublimes manifestações dos entrelaçamentos entre o espírito e a natureza. O texto de Anfam, por sua vez, escritor e curador especialista em pintura abstrata, em especial o expressionismo abstrato norte-americano, amplia as leituras críticas do trabalho da artista de modo a compreender as especificidades de sua produção.

Karin Lambrecht | Toda a produção de Karin Lambrecht em pintura, desenho, gravura e escultura demonstra uma multifacetada preocupação com as relações entre arte e vida, compreendida em sentido abrangente: trata-se de vida natural, vida cultural e vida interior. Para o pesquisador Miguel Chaia, os processos técnico e intelectual de Lambrecht se inter-relacionam e se mantêm evidentes nas obras para criar uma “visualidade espalhada na superfície e direcionada para a exterioridade”. Seu trabalho é ação que funde corpo e pensamento, vida e finitude.

Karin Lambrecht nasceu em 1957, em Porto Alegre, Brasil. Atualmente ela vive e trabalha em Broadstairs, Reino Unido. Algumas de suas exposições individuais incluem: “Karin Lambrecht – Entre nós uma passagem”, no Instituto Tomie Ohtake (ITO) (2018), em São Paulo, Brasil; “Karin Lambrecht – Assim assim”, no Oi Futuro (2017), no Rio de Janeiro, Brasil; “Nem eu, nem tu: Nós”, no Espaço Cultural Santander (2017), em Porto Alegre, Brasil e “Pintura e desenho”, no Instituto Ling (2015), em Porto Alegre, Brasil. Participou das 18ª, 19ª e 25ª edições da Bienal de São Paulo (1985, 1987 e 2002) e da 5ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre (2005), todas no Brasil. Exposições coletivas de que participou nos últimos anos incluem: “Alegria – A natureza-morta” nas coleções MAM Rio, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) (2019), no Rio de Janeiro, Brasil; “Tempos sensíveis” – Acervo MAC/PR, no Museu Oscar Niemeyer (MON) (2018), em Curitiba, Brazil; “Clube da gravura: 30 anos”, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) (2016), em São Paulo, Brasil e “O espirito de cada época”, no Instituto Figueiredo Ferraz (IFF) (2015), em Ribeirão Preto, Brasil.  Sua obra está presente em importantes coleções institucionais, como Fundação Patrícia Phelps de Cisneros, Nova York, Estados Unidos; Ludwig Forum fur Internationale Kunst, Aachen, Alemanha; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), Rio de Janeiro, Brasil e Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil.

David Anfam | David Anfam é escritor, curador e especialista em arte moderna norte-americana. É curador e consultor sênior do Museu Clyfford Still, em Denver, Estados Unidos, onde é também diretor do Centro de Pesquisa. Suas publicações incluem: “Abstract Expressionism” (1990), o catálogo raisonné “Mark Rothko: Works on Canvas” (1998), que ganhou o prémio Mitchell em 2000, bem como seus estudos sobre Anish Kapoor, Edward Kienholz e Wayne Thiebaud.

Nara Roesler | Nara Roesler é uma das principais galerias brasileiras de arte contemporânea, representando artistas brasileiros e internacionais fundamentais que iniciaram suas carreiras na década de 1950, bem como artistas consolidados e emergentes cujas produções dialogam com as correntes apresentadas por essas figuras históricas. Fundada por Nara Roesler em 1989, a galeria tem consistentemente fomentado a prática curatorial, sem deixar de lado a mais elevada qualidade da produção artística apresentada. Isso tem sido ativamente colocado em prática por meio de um programa de exposições criterioso, criado em estreita colaboração com seus artistas; a implantação e estímulo do Roesler Curatorial Project, plataforma de iniciativas curatoriais, assim como o contínuo apoio aos artistas em mostras para além dos espaços da galeria, trabalhando com instituições e curadores. Em 2012, a galeria ampliou sua sede em São Paulo; em 2014, expandiu para o Rio de Janeiro e, em 2015, inaugurou um espaço em Nova York, dando continuidade à sua missão de oferecer a melhor plataforma para seus artistas apresentarem seus trabalhos.

Karin Lambrecht – “Seasons of the soul”

Nara Roesler São Paulo

Abertura: 17 de fevereiro

Exposição: 18 fev – 26 mar, 2022.

(Fonte: Ju Vilela Press)

Corporação Musical Villa-Lobos inicia temporada 2022 no domingo (13)

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Foto: Eliandro Figueira.

Com o concerto “Memórias de um Casarão”, que acontece no próximo domingo, dia 13, a partir das 11 horas, no Casarão Pau Preto, a Corporação Musical Villa-Lobos abre sua temporada 2022. A entrada é franca e a apresentação do comprovante de esquema vacinal é obrigatória.

No repertório, obras de Pixinguinha, Ary Barroso, Chico Buarque e do compositor indaiatubano Nabor Pires de Camargo. A banda de coreto será regida pelo maestro titular da Corporação Musical Villa-Lobos, Samuel Nascimento de Lima, e pelo maestro assistente Tiago Morandi Roscani.

Esquema vacinal | Seguindo orientação da Resolução 166, de 4 de novembro de 2021, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, para regulamentação de eventos no território estadual, tais como atividades culturais, esportivas e de lazer, deverão ser observados: exigência de comprovação de esquema vacinal completo (duas doses ou dose única), ou pelo menos uma dose da vacina com apresentação de resultado negativo de teste para Covid-19 do tipo PCR, realizado até 48 horas, ou do tipo antígeno, realizado até 24 horas antes da realização do evento. (Fonte: Assessoria de Imprensa | Prefeitura de Indaiatuba)

Unicamp comemora centenário da Semana de Arte Moderna

Campinas, por Kleber Patricio

Abertura será transmitida neste domingo, 13, a partir das 18h. Foto: divulgação.

A Unicamp comemora, de 13 a 18 de fevereiro, o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922. Intitulado “A Semana do Rastro dos Rastros de 2022”, o evento contará com diversas manifestações contemporâneas que revisitam fragmentos do movimento modernista e que reafirmam (e/ou atualizam) conceitos ensejados à época. A ação conta com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

A cerimônia oficial de abertura será transmitida online neste domingo, dia 13 de fevereiro, a partir das 18h. Terá a participação de Antonio José de Almeida Meirelles, reitor da Unicamp; de Maria Luiza Moretti, coordenadora geral da Unicamp, e dos Pró-Reitores da universidade.

A programação completa da Semana pode ser conferida no link https://www.unicamp.br/unicamp/eventos/2022/02/10/unicamp-comemora-centenario-da-semana-de-arte-moderna-de-1922-confira.

Durante o evento será lançado o primeiro selo comemorativo alusivo ao centenário da Semana de Arte Moderna de 22.

Dias/links de transmissão:

Domingo (13) – https://www.youtube.com/watch?v=2o5QyJquOqM

Segunda-feira (14) – https://www.youtube.com/watch?v=E9ESox_xqiw

Terça-feira (15) – https://www.youtube.com/watch?v=oj5B19iXLWc

Quarta-feira (16) – https://www.youtube.com/watch?v=AIwJMi9-hVU

Quinta-feira (17) – https://www.youtube.com/watch?v=yzEf5LjvSyM

Sexta-feira (18) – https://www.youtube.com/watch?v=n3gNiInGx_E.

(Fonte: Secretaria de Comunicação | Prefeitura de Campinas)