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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Exposição na Japan House São Paulo apresenta panorama das artes gráficas e ilustrações japonesas contemporâneas

São Paulo, por Kleber Patricio

Exposicao “Wave” na Japan House Los Angeles. Crédito da foto: ©JAPAN HOUSE Los Angeles.

De 22 de fevereiro a 1º de maio, a Japan House São Paulo apresenta obras de 55 ilustradores e artistas gráficos japoneses na mostra “WAVE – Novas correntes nas artes gráficas japonesas”. Gratuita e inédita no Brasil, a exposição traça um panorama dos principais artistas gráficos atuantes no Japão de hoje – muitos ainda desconhecidos no exterior – que produzem obras de diferentes estilos e temas, veiculadas não somente no cenário tradicional das artes, mas também em mangás, animações e peças publicitárias.

Sob a curadoria dos artistas Kintato Takahashi e Hiro Sugiyama – que também terão seus trabalhos expostos no segundo andar da instituição na Avenida Paulista –, a mostra é baseada na “WAVE”, realizada anualmente em Tóquio desde 2018, que visa apresentar as obras dos principais nomes atuantes no país.

A seleção feita para as mostras nas Japan Houses apresenta o rico e variado trabalho destes artistas, mostrando como suas criações para livros, revistas, animações, pôsteres e outras plataformas se estendem para muito além dos mangás e animes, já conhecidos pelo público brasileiro. Na seleção, artistas consagrados, alguns celebrados por fundar movimentos artísticos, como Teruhiko Yumura (1942), Akira Uno (1934) e Keiichi Tanaami (1936), estão ao lado de jovens promessas como Masanori Ushiki (1981) e Mayu Yukishita (1995).

Kahori Maki. Crédito: Cortesia Wave – Japan House São Paulo.

Os temas apresentados na exposição variam desde os personagens inspirados no folclore japonês de Ayako Ishiguro (1973), as paisagens de verão brilhantes de Hiroshi Nagai (1947), até os retratos assombrosos de Masaru Shichinohe (1959). “A arte gráfica e a ilustração têm uma longa história no Japão e são forças vibrantes na cultura japonesa atual. Embora muitos artistas do pós-guerra tenham sido influenciados pela arte e mídia ocidentais, os artistas gráficos e ilustradores de hoje são inspirados por várias fontes diferentes, incluindo pinturas japonesas tradicionais e xilogravuras ukiyo-e, arte popular, fotografia, arquitetura, fantasia e pop art”, explicam os curadores e artistas Kintaro Takahashi e Hiro Sugiyama.

A mostra em cartaz na Japan House São Paulo faz parte do projeto global de itinerância da Japan House com passagem pelas três sedes da instituição ao redor do mundo: Los Angeles, São Paulo, e se encerra em Londres. Exclusivamente em São Paulo, a exposição contará com recursos de acessibilidade como audiodescrição, libras e elementos táteis desenvolvidos exclusivamente para 12 das obras apresentadas. A iniciativa é parte do JHSP Acessível, programa com o propósito de criar oportunidades equitativas para que todos realizem uma imersão completa nos conteúdos apresentados na instituição.

Estilos que influenciam as artes gráficas japonesas contemporâneas

“WAVE” apresenta artistas veteranos e as novas promessas que trabalham com diversos estilos. Abaixo, alguns dos mais influentes:

Awai. Crédito: Cortesia Wave – Japan House São Paulo.

Mangá/Anime | A ilustração das histórias em quadrinhos japonesas, conhecidas como mangá, tem raízes profundas em pergaminhos pintados no século XII, livros e impressões de xilogravura pré-modernos e revistas do início do século XX. Após a Segunda Guerra Mundial, por influência dos quadrinhos e desenhos animados estadunidenses, desenvolveu-se um moderno estilo de mangá com convenções visuais que ainda hoje estão presentes em histórias em quadrinhos e desenhos animados japoneses: os anime. O popular estilo mangá/anime apresenta linhas fortes, balões de diálogo expressivos, enquadramentos singulares e efeitos abstratos de fundo que transmitem a atmosfera do momento. Os personagens ganham olhos grandes, bocas pequenas e detalhes emotivos, como gotas de suor para mostrar ansiedade, veias saltadas para raiva e linhas paralelas fortes para demonstrar horror ou repulsa. Nesta exposição, alguns dos artistas que trabalham com esse estilo são Kenichiro Mizuno, Katsuya Terada e Motohiro Hayakawa.

Heta-uma | Na década de 1970 teve início um movimento de mangá underground com a revista Garo, na qual os artistas criavam ilustrações que intencionalmente pareciam mal desenhadas em comparação com a estética elegante do mangá popular. Conhecido como heta-uma (“mal desenhado, mas bem concebido”), o estilo foi liderado e promovido por Teruhiko Yumura, Yoshikazu Ebisu e Takashi Nemoto. Esse estilo validou o trabalho de muitos dos jovens artistas gráficos e de mangá contemporâneos, cujas obras parecem pouco lapidadas, mas são muito expressivas do ponto de vista emocional. Nesta exposição, embora seu estilo seja altamente refinado, a artista Suzy Amakane aderiu ao espírito do heta-uma.

Pop Art | O movimento pop art, que surgiu na década de 1950 nos Estados Unidos e no Reino Unido, chegou ao Japão logo em seguida. A habilidade de Andy Warhol de unir o mundo da arte comercial com as belas-artes inspirou Keiichi Tanaami, cujos designs ousados e dinâmicos são repletos de figuras oníricas, temas populares e personagens poderosos. Nessa mesma linha, as cenas fantásticas de batalhas de Motohiro Hayakawa evocam a pop art psicodélica dos anos 1960 e 1970. As imagens brilhantes de Harumi Yamaguchi de mulheres fortes e livres enfeitaram as campanhas publicitárias japonesas nas décadas de 1970 e 1980, enquanto as cenas vívidas à beira da piscina de Hiroshi Nagai tornaram-se imagens icônicas, exibidas em capas de álbuns da década de 1980.

Fotorrealismo | O movimento do fotorrealismo foi desenvolvido nos Estados Unidos nas décadas de 1960 e 1970 a partir da pop art, especialmente em resposta ao expressionismo abstrato e à profusão da fotografia. Também inspirou artistas japoneses, entre os quais Hajime Sorayama, que retratou robôs femininos e dinossauros mecânicos com detalhes luminosos, e Yoko Kawamoto, que transforma pilhas de sucata e pedreiras em paisagens hiper-realistas. Recentemente, Mayu Yukishita tem recriado uma realidade mais sombria com suas pinturas “super-realistas”.

Serviço:

Exposição “WAVE – Novas correntes nas artes gráficas japonesas”

Japan House São Paulo – Segundo andar

Período: de 22 de fevereiro a 1º de maio de 2022

Reserva online antecipada (opcional): Japan House (japanhousesp.com.br)

A exposição conta com recursos de acessibilidade.

Japan House São Paulo – Avenida Paulista, 52

Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h às 18h; sábados, das 9h às 19h; domingos e feriados, das 9h às 18h

Entrada gratuita

Obrigatoriedade da apresentação do comprovante de vacinação (visitantes acima de 18 anos com, pelo menos, 2 doses do imunizante e de 12 a 18 anos, no mínimo, 1 dose)

Devido ao coronavírus, a instituição está funcionando com capacidade reduzida. Para mais informações, acesse o site da Japan House São Paulo.

Confira as mídias sociais da Japan House São Paulo:

Site: https://www.japanhousesp.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/japanhousesp

Twitter: https://www.twitter.com/japanhousesp

YouTube: https://www.youtube.com/japanhousesp

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Sobre a Japan House São Paulo (JHSP)| A Japan House é uma iniciativa internacional com a finalidade de ampliar o conhecimento sobre a cultura japonesa da atualidade e divulgar políticas governamentais. Inaugurada em 30 de abril de 2017, a Japan House São Paulo foi a primeira a abrir suas portas, seguida pelas unidades de Londres e Los Angeles. Estabelecida como um dos principais pontos de interesse da celebrada Avenida Paulista, a JHSP destaca em sua fachada proposta pelo arquiteto Kengo Kuma, a arte japonesa do encaixe usando a madeira Hinoki. Desde 2017, a instituição promoveu mais de trinta exposições e cerca de mil eventos em áreas como arquitetura, tecnologia, gastronomia, moda e arte, para os quais recebeu mais de dois milhões de visitantes. A oferta digital da instituição foi impulsionada e diversificada durante a Pandemia de Covid-19, atingindo mais de sete milhões de pessoas em 2020. No mesmo ano, expandiu geograficamente suas atividades para outros estados brasileiros e países da América Latina. A JHSP é certificada pelo LEED na categoria Platinum, o mais alto nível de sustentabilidade de edificações; e pelo Bureau Veritas com o selo SafeGuard – certificação de excelência nas medidas de segurança sanitária contra a Pandemia de Covid-19.

(Fonte: Suporte Comunicação)

Maria Rita celebra o samba em show no Qualistage dia 18 de março

Rio de Janeiro, por Kleber Patricio

Foto: Daryan Dornelles.

No dia 18, o “Samba da Maria” chega ao Qualistage, uma celebração do gênero por uma de suas intérpretes mais apaixonadas. Desde que lançou o álbum “Samba Meu”, em 2003, Maria Rita transita com desenvoltura no universo do samba e hoje está consolidada como uma das grandes artistas do gênero. A partir desta ligação afetiva, a cantora criou o “Samba da Maria”, projeto que vem percorrendo diversas cidades do Brasil e do mundo desde 2015.

O repertório traz sucessos de sua discografia, como “Tá Perdoado”, “Maltratar Não é Direito” e “Corpo Só”, além de clássicos imortalizados nas vozes de grandes nomes da música brasileira, como Beth Carvalho (“Vou Festejar”), Jorge Aragão (“Coisa de Pele”, “Lucidez”), Clara Nunes (“Juízo Final”), Gonzaguinha (“É”, “O Homem Falou”), Elis Regina (“O Bêbado e a Equilibrista”) e Arlindo Cruz (“O Meu Lugar”), entre outros.

Maria Rita é acompanhada por Leandro Pereira (violão 7 cordas), Fred Camacho (banjo e cavaquinho), Vinícius Feijão (pandeiro), Jorge Quininho (percussão) e Adilson Didão (percussão).

Sobre Maria Rita | Uma das maiores e mais premiadas vozes da música brasileira, Maria Rita começou a cantar profissionalmente aos 24 anos. Filha da cantora Elis Regina e do músico César Camargo Mariano, ela entrou no mercado fonográfico de forma arrebatadora, vendendo um milhão de cópias de seu disco de estreia, “Maria Rita” (2003), que rendeu a ela três Grammy Latino, nas categorias Melhor Álbum de MPB, Melhor Canção em Português (“A festa”) e de Revelação do Ano – a única artista do país até hoje a vencer um troféu nesta categoria. De lá para cá, depois de oito trabalhos de estúdio e cinco DVDs – vários deles, de platina – recebeu outros quatro gramofones da prestigiosa premiação, o mais recente em 2018, o de Melhor Álbum de Samba, com “Amor e Música”, além de acumular uma vasta coleção de prêmios em outras cerimônias, como o Multishow, TIM e APCA, entre outros.

Serviço:

Qualistage

Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro

Datas: 18 de março (sexta)

Início do show: 21h30

Capacidade: 9 mil pessoas em pé ou 3.500 sentadas

Censura: 18 anos

https://qualistage.com.br/

Venda de ingressos pelo site da Eventim – https://www.eventim.com.br ou nas bilheterias do Qualistage.

Informações: bilheteria@qualistage.com.br

Ingressos a partir de R$80,00.

A casa seguirá todos os protocolos de segurança, exigindo comprovante de vacinação e uso de máscaras, como disponibilizado álcool em gel. O local será periodicamente higienizado. Tudo para garantir a diversão com segurança.

(Fonte: BT Assessoria de Comunicação)

Instituto Pavão Cultural promove Sarau Cênico Literário

Campinas, por Kleber Patricio

“Jererê” ou “Vida, ilusão de morte de nosso ator Jesuíno, o fausto”, de Luiz Carlos Peres, está entre as atrações do Instituto Pavão Cultural.

O Instituto Pavão Cultural, de Campinas, recebe no dia 5 de março, às 18h, um Sarau Cênico Literário. O evento contará com lançamento de livro, apresentação teatral e o ‘microfone aberto’ para leituras poéticas, dramáticas, literárias e ou música. O endereço do Instituto Pavão Cultural é Rua Maria Tereza Dias da Silva, 708, em Barão Geraldo.

O livro a ser lançado é “Jererê” ou “Vida, ilusão de morte de nosso ator Jesuíno, o fausto”, tragicomédia do escritor Luiz Carlos Peres. Ele fará uma pequena apresentação da obra e leitura de trechos do livro. Peres também é diretor de “A Árvore e a Aranha”, apresentação teatral, uma adaptação da Cia. Mundo da Lua, de Campinas, da obra de Rubem Alves, um dos principais pedagogos brasileiros. A apresentação é do ator Valdo Matos (que se acompanha no acordeon e rabeca). Em seguida haverá o microfone aberto para leituras poéticas, dramáticas, literárias e/ou música.

Sobre o livro | Nesta tragicomédia, recém-lançada pela Editora Patuá, de São Paulo, Faustino, o boneco encarnado de sabedoria mística, narra a aventura de seu manipulador, o palhaço Caixote, que, vendo pouco e sabendo menos ainda, tenta salvar seu parceiro, o palhaço Jesuíno, em seu retorno para cumprir o destino que lhe profetizou o pai: morrer na cruz. Conseguirá Caixote salvar o amigo? É o que o leitor pode descobrir.

O autor | Luiz Carlos Peres é formado em Artes Cênicas pela ECA-USP, com passagem pelas Ciências Sociais (também na USP). Foi trapezista e palhaço na antiga Escola de Circo Picadeiro, em São Paulo. Professor de teatro desde 1990, é dramaturgo e dirige espetáculos teatrais sempre com base no diálogo colaborativo entre a dramaturgia e a criação dos atores no palco. Integra a Cia. Mundo da Lua, de Campinas, onde reside. Lança agora seu primeiro romance homenageando o universo dos artistas mambembes e a palhaçaria.

(Fonte: Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas)

Espetáculo inédito “Névoa” abre temporada de 2022 no Teatro Vivo

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Kim Leekyung.

Com a pré-estreia de “Névoa – From White Plains” neste Carnaval, dias 25, 26 e 27 de fevereiro (Sex 20h, Sáb 21h, Dom 18h), o Teatro Vivo abre sua programação cultural de 2022, pautada na diversidade de temas e públicos, com até três espetáculos em cartaz simultaneamente. A peça de estreia é a primeira montagem no Brasil do texto premiado de Michael Perlmann, que aborda temas importantes e atuais, como o cancelamento virtual, o suicídio, o bullying e o preconceito. No elenco estão Felipe Frazão, Felipe Hintze, Felipe Ramos e Sidney Santiago Kuanza, com direção de Lavínia Pannunzio. As apresentações seguem entre os dias 08 e 30 de março, terças e quartas-feiras, sempre às 20h.

Entre 4 a 27 de março (Sex 20h – Sáb 21h – Dom 18h), Cássia Kis interpreta “Meu Quintal é Maior Do Que o mundo”, com direção de Ulisses Cruz. O espetáculo segue uma jornada conduzida por textos extraídos do livro “Memórias Inventadas”, do poeta Manoel de Barros. A atriz abre a cena revelando as fontes de inspiração do poeta: a criança, o passarinho e o andarilho. A montagem se passa em um quintal, representado no palco por um tapete, no qual Cássia interpreta quatro diferentes personagens: um menino com 5 anos, um jovem de 15, um homem de 40 e um idoso de 85.

Já o espetáculo “Scaratuja”, com Aline Volpi e Vladimir Camargo, é voltado especialmente para bebês de 0 a 3 anos. A peça interativa foi adaptada para este momento de pandemia com objetos individuais para os bebês. Fica em cartaz de 20 de março a 10 de abril, sempre aos domingos, às 15h.  O texto e direção são de Marcelo Peroni.

Em abril, estreiam “As Meninas Velhas”, com Barbara Bruno, Sônia de Paula, Nadia Nardini e Lucinha Lins; “A Última Sessão de Freud”, com Odilon Wagner e Claudio Fontana e ainda, os shows de música do projeto “Toda Quinta”.

Completamente renovado e com exclusivo sistema de iluminação e sonorização, o Teatro Vivo oferece conectividade, conforto e acessibilidade para todos os espectadores e segue o protocolo destinado aos espaços culturais de São Paulo. Tem sua capacidade máxima de 274 lugares e mantém todos os cuidados para garantir ao público conforto e segurança. Para ter acesso ao Teatro Vivo, é preciso apresentar comprovante de vacinação contra a Covid-19.

Serviço:

Teatro Vivo| Avenida Dr. Chucri Zaidan, 2460, Morumbi

Capacidade: 274 lugares

Programação:

“Névoa – From White Plains”

Pré-estreia – 25, 26 e 27/2 – Sex 20h | Sáb 21h | Dom18h

Demais apresentações: 8 a 30/3 | Ter e Qua 20h

Felipe Frazão, Felipe Hintze, Felipe Ramos e Sidney Santiago Kuanza

Texto: Michael Perlmann

Direção: Lavínia Pannunzio

Classificação: 16 anos| Duração 60 minutos

Ingressos: R$80 | Clientes Vivo Valoriza e Colaboradores Vivo têm 50% de desconto na compra de até 2 ingressos.

Temporada: 4 a 27 de março| Sex 20h – Sáb 21h – Dom 18h.

“Meu Quintal é Maior do que o Mundo”

Temporada: 4 a 27 de março| Sex 20h – Sáb 21h – Dom 18h

Com Cássia Kis

Obra: Manoel de Barros

Direção: Ulisses Cruz

Classificação: Livre| Duração 70 minutos

Ingressos: R$60 | Clientes Vivo Valoriza e Colaboradores Vivo têm 50% de desconto na compra de até 2 ingressos.

“Scaratuja”

Temporada: 20 de março a 10 de abril| Dom 15h

Com Aline Volpi e Vladimir Camargo

Texto e Direção: Marcelo Peroni

Classificação: Livre| Duração 50 minutos

Ingressos: R$80 | Clientes Vivo Valoriza e Colaboradores Vivo têm 50% de desconto na compra de até 2 ingressos.

“As Meninas Velhas”

2 a 24 de abril | Sex 20h – Sáb 21h – Dom 18h

Com Barbara Bruno, Sônia de Paula, Nadia Nardini, Lucinha Lins

Texto: Claudio Tovar

Direção: Tadeu Aguiar

*Sessão extra: 4/04 – Segunda-feira

Classificação: Livre| Duração 80 minutos

Ingressos: R$60 | Clientes Vivo Valoriza e Colaboradores Vivo têm 50% de desconto na compra de até 2 ingressos.

“A Última Sessão de Freud”

29/4 a 26/6 | Sex 20h – Sáb 21h – Dom 18h

Com Odilon Wagner e Claudio Fontana

Produção: Odilon Wagner

Direção: Elias Andreato

Clientes Vivo Valoriza e Colaboradores Vivo têm 50% de desconto na compra de até 2 ingressos.

“Toda Quinta”

Temporada: 7/4 a 26/5 | Qui 20h

Direção Musical: Myriam Taubkin

Direção Artística: Gabriel Fontes Paiva

Programação: A Definir

Clientes Vivo Valoriza e Colaboradores Vivo têm 50% de desconto na compra de até 2 ingressos.

(Fonte: Fato Relevante)

Livros: “A Sujeira que Fizemos” encoraja atitudes sustentáveis e ensina sobre o descarte correto do lixo

São Paulo, por Kleber Patricio

Capa.

Qual o caminho do lixo? Quem ler “A Sujeira que Fizemos”, lançamento da Editora Melhoramentos escrito pela premiada Michelle Lord, vai saber os impactos de não fazer o descarte correto, principalmente para os seres que vivem nos mares e oceanos. Composto de forma rimada, o livro vai encantar os pequenos com os desenhos de Julia Blattman, ilustradora da Paramount Animation, com trabalhos para a Disney e a Dreamworks TV.

Além de mostrar como a foca, os peixes e até mesmo as tartarugas podem pagar com a vida ao se depararem com objetos que não deveriam estar no mar – como tampinhas de garrafa e sacolas de plástico –, os textos trazem informações complementares sobre a Grande Ilha de Lixo do Pacífico, o que é importante também para munir pais e professores sobre a importância de fazer o descarte correto do lixo. “Esta história extraordinária retrata de forma impressionante os problemas da poluição com uma arte que vai direto ao ponto. […] Com certeza vai inspirar nossos jovens aspirantes a conservacionistas a trabalhar por um ambiente oceânico sustentável”, afirma Briggette Dusart, que administra a Cleaner Ocean Foundation, organização ambiental australiana que busca cessar todas as formas de poluição dos oceanos.

O livro é encantador e prende a atenção até dos menores leitores com as belíssimas e coloridas ilustrações. De maneira simples e envolvente, nos ensina que, com gestos sustentáveis, é possível diminuir este impacto terrível e melhorar a forma de viver de todos os seres, do mar e da terra.

Sobre a autora | Michelle Lord é autora de vários livros infantis, entre eles “A Song For Cambodia”, ganhador da Menção Honrosa no Paterson Prize, “Nature Recycles – How About You?” e “Animal School: What Class Are You?”. Ela vive com sua família em New Braunfels, no Texas.

Sobre a ilustradora | Julia Blattman trabalha como artista de desenvolvimento visual para o estúdio Paramount Animation e já fez trabalhos para a Disney e a Dreamworks TV. Julia adora dar vida às histórias com sua arte. Ela vive em Los Angeles, na Califórnia, e este é o primeiro livro que ilustrou.

Ficha técnica

Obra: “A Sujeira que Fizemos”

Autora: Michelle Lord

Tradução: Alexandre Boide

Ilustração: Julia Blattman

Número de páginas:

Altura: 20,5 cm

Largura: 20,5 cm

ISBN: 978-65-5539-488-7

Preço sugerido: R$49,90.

Sobre a Editora Melhoramentos

A Melhoramentos é um grupo que atua em diferentes segmentos há mais de 130 anos, e se posiciona como agente de transformação no mundo, realizando, empreendendo e sendo protagonista do futuro em seus negócios.

A editora, fundada em 1915, assim como as demais empresas do grupo, tem um legado que atravessa gerações. Acredita em seu papel de estimular mudanças e desafiar. Busca, através da cultura e do entretenimento, levar conhecimento, inspirar as pessoas e provocar transformações.

(Fonte: Jô Ribes Comunicação)