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Lazer & Gastronomia

Inglaterra

British Pullman, A Belmond Train, Inglaterra, apresenta “Celia”, vagão exclusivo assinado por Baz Luhrmann e Catherine Martin

por Kleber Patrício

Novo vagão é dedicado a eventos e jantares privados; espaço foi idealizado e desenhado pelo cineasta Baz Luhrmann, diretor de filmes como Moulin Rouge!, The Great Gatsby e Elvis, e pela figurinista e designer de produção Catherine Martin, quatro vezes vencedora do Oscar por seu trabalho em Moulin Rouge! e The Great Gatsby

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Empresas lideradas por mulheres têm melhor desempenho social e ambiental

Brasil, por Kleber Patricio

Foto: Christina @wocintechchat.com/Unsplash.

Organizações com alta pontuação em indicadores de sustentabilidade têm em comum a liderança feminina, propositiva e atenta às responsabilidades sociais das corporações. É o que constata estudo inédito de pesquisadores da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV Eaesp) publicado na sexta (18) na revista “GV Executivo”. Ainda que sustentabilidade e equidade de gênero sejam desafios persistentes na sociedade, este é o primeiro estudo a analisar a relação entre esses dois temas nas empresas brasileiras.

Os autores partiram de uma análise quantitativa da pontuação dos fatores ESG (em português, indicadores ambiental, social e de governança) de 98 empresas de capital nacional. Os dados são provenientes do índice ESG Score, da agência Arabesque S-Ray, e correspondem ao período entre setembro de 2018 e agosto de 2020. 31% das organizações do grupo com baixa pontuação ESG não têm presença de mulheres na diretoria ou no conselho de administração. Já em empresas com alto ESG, essa ausência ocorre apenas em 17%.

Para validar as correlações positivas encontradas, os autores realizaram entrevistas em profundidade com 14 mulheres em cargos de liderança nas empresas pontuadas. Executivas de empresas com mais alto ESG entendem a sustentabilidade como uma pauta transversal e integrada e assumem postura proativa. Já em empresas com pior desempenho, as estratégias ESG são reativas, em estágio mais inicial e baseadas na pressão do mercado e nos riscos à reputação.

O estudo identifica pontos em comum para as executivas de empresas de organizações com alto e baixo desempenho ESG. O preconceito de gênero é agravado por serem a única mulher em situações de representação, o que inviabiliza a implementação de mudanças estruturais nas empresas. Por outro lado, o alinhamento das iniciativas ESG com valores pessoais traz olhar mais cuidadoso na gestão de indicadores e na administração de riscos socioambientais.

“O estudo mostrou que o bom desempenho socioambiental ocorre mais frequentemente nas empresas que têm mulheres em cargos de alta gestão em qualquer número acima de uma. Ouvir essas executivas ajudou a compreender por quê. Em vez de quererem ser como os homens ou assumir papéis masculinos, essas líderes estão convertendo os estereótipos ditos tipicamente femininos em atributos positivos de gestão, usando isso ao seu favor – o cuidado, intuição, cautela com riscos, atenção a normas e controles, saber ouvir. Comparando isso com a literatura já consolidada tanto em sustentabilidade como em liderança de gênero, esses atributos são os mesmos que geram favorabilidade à promoção da gestão para a sustentabilidade, revertendo-se em boa performance ESG”, afirma Monique Cardoso, uma das autoras do artigo.

(Fonte: Agência Bori)

Na semana em que Elis Regina completaria 77 anos, TV Cultura exibe show inédito no Brasil

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação/TV Cultura.

Em celebração aos 77 anos que Elis Regina completaria no dia 17 de março, a TV Cultura exibe neste sábado (19/3), o show inédito no Brasil “Elis in Montreux”, primeira participação da cantora no Festival de Jazz na Suíça, gravado em julho de 1979. Na edição, João Marcello Bôscoli comenta momentos antológicos da apresentação, que vai ao ar às 22h.

O show conta com as músicas mais emblemáticas de cada fase de Elis Regina. Segundo João Marcello, não era hábito da Elis, em seus shows, cantar sucessos de outros álbuns. “Ela sempre apresentava as canções do último lançamento, mas nesse show do Festival de Jazz de Montreux foi diferente, algo inédito na vida dela”, explica Bôscoli.

O dueto improvisado entre Elis Regina e Hermeto Pascoal foi um dos momentos inusitados da apresentação. No final, eles se juntam em uma jam session e cantam os clássicos “Asa Branca”, “Garota de Ipanema” e “Corcovado”.

João Marcello Bôscoli. Foto: Henrique acana.

Outra curiosidade do show, de acordo com João Marcello, é que Elis fez duas apresentações no mesmo dia do Festival, e a segunda exibição ela não gostou e pediu que não fosse divulgada. Logo após sua morte, o show foi lançado. “Isso demonstra o nível de exigência e de qualidade que ela tinha”, comenta o filho.

“Elis in Montreux” reuniu um grupo de músicos que o público adorava. Formam a banda Cesar Camargo Mariano (piano), Luizão Maia (baixo), Hélio Delmiro (guitarra), Paulinho Braga (bateria) e Chico Batera (Percussão).

(Fonte: Assessoria de Imprensa | TV Cultura)

Projeto busca musicistas com deficiência para formação de orquestra em SP

São Paulo, por Kleber Patricio

A musicista Naiala Oliveira. Foto: divulgação.

O levantamento mais recente do IBGE aponta que 8,4% da população brasileira acima de dois anos – o que representa 17,3 milhões de pessoas – têm algum tipo de deficiência. A pesquisa detalha que 7,8 milhões, ou 3,8% da população acima de dois anos, apresentam deficiência física nos membros inferiores, enquanto 2,7% das pessoas têm nos membros superiores. Além disso, 3,4% dos brasileiros possuem deficiência visual e, 1,1%, deficiência auditiva.

Foi contrapondo esses números com a representatividade dessa população na música brasileira que Igor Cayres, mestre em atividades culturais e artísticas e produtor cultural, construiu o projeto da Opesp (Orquestra Parassinfônica de São Paulo) para criação, desenvolvimento e promoção da primeira orquestra do mundo constituída apenas por integrantes com deficiência física.

“Nossa missão com a Opesp é promover o empoderamento de músicos e musicistas com deficiência para que essas pessoas possam desempenhar seu efetivo protagonismo na sociedade”, explica Igor Cayres. “Queremos contribuir para a educação de uma sociedade livre de estigmas e preconceitos em torno das pessoas com deficiência. Com isso em vista, fazemos valer a máxima de que a música é a linguagem universal da humanidade e utilizamos essa ferramenta poderosa para contar histórias de vida e amor pela música, sob uma ótica de acolhimento, empatia e, acima de tudo, igualitária sobre as pessoas com deficiência física e motora”, completa.

Inscrições

A chamada pública será feita por meio de edital e os interessados devem se inscrever no site da Opesp de 20 de março a 11 de abril de 2022. Após uma pré-seleção das inscrições online, até 90 pessoas irão para a fase de audições presenciais. Desse grupo, 30 serão selecionados para quatro meses de ensaios sob regência do maestro Roberto Tibiriçá, titular da cadeira de nº 5 da Academia Brasileira de Música e Membro Honorário da Academia Nacional de Música. Por fim, um grande concerto será realizado no Theatro Municipal de São Paulo com o grupo.

Candidatos

Está apta a se inscrever qualquer pessoa entre 18 e 48 anos com deficiência física ou motora comprovada. É necessário também ter conhecimento musical em uma das seguintes classes de instrumentos: Cordas (violinos, violas, violoncelos, contrabaixos); Madeiras (flautas, oboés, clarinetes, fagotes); Metais (trompetes, trompas) e Instrumentos de percussão (tímpanos).

Avaliadores

O corpo de jurados será composto por professores e coordenadores pedagógicos educacionais da Opesp:  Horácio Schaefer (spalla das Violas da Osesp e violista do Quarteto Amazônia); Davi Graton (professor da Academia da Osesp, integrante do Quarteto Osesp e fundador do Trio São Paulo); Rogério Wolf (professor na Escola Superior de Música da Faculdade Cantareira, Escola Municipal de Música de São Paulo e Instituto Baccarelli); Joel Gisiger (desenvolve atividade pedagógica na Escola de Música do Estado de São Paulo Tom Jobim, Instituto Baccarelli, Faculdade Cantareira, Conservatório de Tatuí e Academia da Osesp); Fernando Dissenha (Trompete-Solo da Osesp); Elizabeth Del Grande (professora da Faculdade Cantareira, da Academia da Osesp e da Escola Municipal de Música de São Paulo, de cujo grupo de percussão é diretora. É timpanista solo e responsável pelo naipe de percussão da Osesp); Ana Valéria Poles (professora na Faculdade Cantareira e da Academia de Música da Osesp e Primeira Contrabaixista da Osesp); Sérgio Burgani – clarinetista da Osesp e membro dos grupos Percorso Ensemble e Sujeito a Guincho; Rodrigo Andrade – violoncelista da Osesp, membro do Quarteto Romanov e professor do Instituto Baccarelli; Nikolay Genov – Integrante da Osesp, professor da Escola de Música do Estado de São Paulo Emesp Tom Jobim e da Escola Municipal de Música de São Paulo e integra o Quinteto de Sopros Camargo Guarnieri, a Camerata Aberta e o Percorso Ensemble; Darcio Gianelli, Trombonista Solista da Osesp e professor da Academia de Música da Osesp; e Romeu Rabelo, Fagotista e contrafagotista da Osesp e integrante do Trio Madeiras.

A Opesp é uma realização da produtora ProArte, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Janssen, Vale, Minerva Foods, Marisa, Syngenta, Drogasil, Banco Alfa e apoio do Instituto Alfa de Cultura.

Serviço:

Orquestra Parassinfônica de São Paulo

Período de inscrições: 20 de março a 11 de abril

Site Opesp.

(Fonte: Agência Prioriza)

Artista brasileira vem construindo uma carreira sólida no mercado internacional

Estados Unidos, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

A realização de um sonho é o que guia muitos brasileiros ao tentarem a sorte nos Estados Unidos. Alguns procuram ir além das expectativas do chamado ‘American dream’, considerando a possibilidade de desenvolver e propagar seus próprios talentos. Foi o caso de Flávia Carvalho Jackson, que vem se projetando como pintora dos EUA para o mundo. A artista vem sendo cada vez mais reconhecida mundialmente por suas pinturas e deseja trazer sua arte para o Brasil.

Flávia mora há oito anos nos Estados Unidos. Foi lá que ela descobriu e desenvolveu seu talento como pintora e artista plástica. Desde então tem ganhado cada vez mais destaque e chamado atenção para um público seleto.  Feliz com os resultados de sua última exibição solo, que ocorreu no início de março no Kansas. Um dia após o término de sua exposição solo, Flávia recebeu um convite para participar da maior feira de arte do Mundo, a Artexpo New York, que acontecerá de 7 a 10 de abril, no Píer 92, no Eastside, em NY.

“A arte imortaliza. É atemporal é alegremente contagiante. Inspira e conecta. Eu gostaria de todo o meu coração que todas as pessoas do mundo pudessem ter a sorte que tive de entrar em contato com a arte pelo menos uma vez na vida, para então poder sentir essa força, essa magia”, pontua Flávia.

Sua arte vem sendo elogiada pela forma vibrante, elegante e intensa e o quanto as pessoas se sentem tocadas pelo seu estilo. Isso reflete no sucesso que Flávia vem conquistando para além dos EUA – algo atestado pelo fato de que foi selecionada para expor suas obras no prestigiado Carrousel du Louvre, em Paris, em outubro deste ano.

Mas, como boa brasileira que é e ‘o bom filho a casa torna’, o próximo passo de Flávia, após sua ida a Nova York, é dar prioridade ao seu país de origem. A previsão é de que ainda este ano a artista traga sua arte para o Brasil.

Arigó: trajetória do médium que curou milhares de brasileiros ainda intriga comunidade médica

São Paulo, por Kleber Patricio

Um sujeito rude nascido em Congonhas, cidade no interior de Minas Gerais, gera grande polêmica pelos seus feitos médicos desde a década de 1950. José Pedro de Freitas, ou somente Arigó, como era conhecido, incorporava o espírito do Dr. Adolf Fritz, um suposto médico alemão, falecido em 1918, e curou milhares de brasileiros. Os relatos sobre o médium e as profundas pesquisas sobre ele, reunidos pelo jornalista e escritor norte-americano John G. Fuller, deram origem à “Arigó e o Espírito do Dr. Fritz”, livro que será lançado em abril pela editora Pensamento.

O livro serviu de base para a roteirista e escritora Jaqueline Vargas criar o roteiro do filme “Predestinado – Arigó e o Espírito do Dr. Fritz”, da Moonshot Pictures, dirigido por Virgílio Nascimento e que conta com Danton Mello e Juliana Paes nos papéis principais.  A cinebiografia terá distribuição da Imagem Filmes, coprodução da Paramount Pictures e será lançada em breve nos cinemas de todo o Brasil.

Com um texto direto e também emocionante, numa linguagem que faz referência à dos documentários atuais, o autor realizou uma reconstrução do cenário em que o famoso médium atuou. Para realizar este trabalho tão detalhado, o jornalista também entrevistou centenas de testemunhas oculares e fez uma profunda pesquisa em arquivos de jornais da época.

Fruto de um trabalho de pesquisa minuciosa e bem documentada de John G. Fuller, uma unanimidade em matéria de escritos com foco em temas paranormais, “Arigó e o Espírito do Dr. Fritz” expõe ao mundo a interrogação sobre um fenômeno que ainda intriga a ciência médica nos dias de hoje e continua sem uma explicação científica.

Ao longo do texto, o autor revela como as notícias sobre as curas de Arigó tomaram uma proporção internacional, o que aguçou a curiosidade do médico e pesquisador norte-americano Henry Puharich, que teve a oportunidade de se submeter, ele próprio, à extração cirúrgica de um lipoma no braço, realizada por Arigó em 1963, operação que foi filmada pelo jornalista brasileiro Jorge Rizzini. Atônito com o resultado perfeito da cirurgia, Puharich retornou com uma equipe de cientistas e médicos em maio de 1968 para estudar o fenômeno Arigó.

No livro, John G. Fuller relata que, dentre os milhares de cirurgias de sucesso e prescrições médicas feitas por Arigó, estão procedimentos que curaram o grave problema nos rins da filha do ex-presidente Juscelino Kubitschek, o câncer de pulmão do senador Lúcio Bittencourt e o caso grave de glaucoma do filho de Roberto Carlos, considerado incurável por especialistas europeus.

Curiosidades sobre Arigó:

– Ao afirmar que incorporava o espírito do Dr. Adolf Fritz, um suposto médico alemão, falecido em 1918, curou mais de 2 milhões de brasileiros nas décadas de 1950 e 1960.

– Até hoje, os registros sobre suas cirurgias espirituais e prescrições médicas intrigam a maioria das pessoas que tiveram contato com algum testemunho envolvendo o grandioso trabalho desse médium.

– Cenas inusitadas dos procedimentos de Arigó foram registradas em filmes e documentários e comprovadas por cientistas do mundo inteiro. No entanto, ainda há perguntas não respondidas frente às provas documentais sobre o fenômeno.

– É considerado até os dias de hoje um dos mais impressionantes casos da história da medicina, da parapsicologia e da mediunidade relacionada à cura espiritual.

Sobre o autor | John G. Fuller (1913-1990) foi autor de vários livros e artigos de sucesso com foco em temas paranormais. Por muitos anos, teve uma coluna na revista The Saturday Review. Vencedor de vários prêmios pelas suas obras, também foi produtor de documentários e dramaturgo e autor de duas peças encenadas na Broadway. Seu livro “O Fantasma do Voo 401”, publicado em 1976, foi adaptado para a televisão em 1978 e tornou-se um sucesso na época.

Grupo Editorial Pensamento | Desde 1907, o Grupo Editorial Pensamento publica livros para um mundo em constante transformação e aposta em obras reflexivas e pioneiras. Na busca desse objetivo, construímos uma das maiores e mais tradicionais empresas editoriais do Brasil. Hoje, o Grupo é formado por quatro selos: Pensamento, Cultrix, Seoman e Jangada, e possui em catálogo aproximadamente 2 mil títulos, publicando cerca de 80 lançamentos ao ano. Ao longo de sua trajetória, o Grupo Editorial Pensamento aposta em mensagens que procuram expandir o corpo, a mente e o espírito.

Serviço:

Livro “Arigó e o Espírito do Dr. Fritz”

Autora: John G. Fuller

Editora: Pensamento

Páginas: 304

Preço: R$56,90.

(Fonte: Aspas e Vírgulas)