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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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Espetáculo no Teatro Cacilda Becker discute devastação ambiental por meio de espantalhos, velhinhos, baleia jubarte e pinguins

São Paulo, por Kleber Patricio

Cena de “Vambora”. Foto: Fellipe Oliveira.

Voltada a encenar temáticas pouco recorrentes no teatro para crianças e jovens, a premiada Cia. La Leche apresenta o espetáculo “Vambora!” no Teatro Cacilda Becker nos dias 30 e 31 de julho, sábado e domingo, às 16h, com entrada gratuita. A obra tem a direção de Cris Lozano e dramaturgia de Alessandro Hernandez, que também está em cena ao lado da atriz Ana Paula Lopez propondo um chamado para as questões ambientais que assolam o planeta.

A dramaturgia do espetáculo, que serviu como base para o roteiro de criação da trilogia audiovisual “Paisagens Antes do Fim”, ganhou o Prêmio APCA de melhor direção para Cris Lozano. Esses vídeos foram veiculados em 2020 e exibiam cenas que foram recriadas e transpostas para o palco.

No momento em que o mundo parou por conta da pandemia da Covid-19, no início de 2020, a Cia. La Leche iniciou a criação de um texto que buscasse inspiração nas palavras e ações da ativista Greta Thumberg. O desejo era falar sobre os problemas urgentes em curso que seguem devastando o planeta. O pensamento dos líderes indígenas Davi Kopenawa, Ailton Krenak, da jornalista Eliane Brum (que em 2020 publicou um diário de bordo sobre o percurso que realizou da Amazônia até a Antártida) junto a diversos cientistas que pesquisam o impacto do colapso climático sobre o continente gelado foram fundamentais para a ampliação do olhar da dramaturgia.

Foto: Cacá Diniz.

“Vambora!” está dividido em três paisagens com personagens icônicos que revelam a problemática ambiental em contraponto a pequenos lampejos de utopia, novas possibilidades de territórios para continuarem a viver.

Na primeira paisagem, um casal de espantalhos presos a uma terra seca e devastada buscam, em seus sonhos, a construção de um novo mundo. Na segunda paisagem, um casal de velhinhos que vive dentro de uma baleia jubarte luta para preservar suas memórias. Já na terceira paisagem, um casal de pinguins que se perde de seu bando busca o oceano para perpetuar sua espécie.

“A dramaturgia aponta as possibilidades de criar novos mundos através da imaginação com personagens que revelam a proximidade da tragédia que se aproxima com o fim do planeta”, comentam Cris Lozano e Alessandro Hernandez, reforçando que a obra foi concebida para expor a urgência desse tema para crianças, adolescentes e pessoas de qualquer idade. O que buscamos é trazer para o presente a tragédia anunciada que se aponta há algumas décadas sobre a extinção de todas as espécies viventes.

Foto: Cacá Diniz.

O cenário de Julio Dojcsar foi concebido com elementos minimalistas num território completamente branco onde se vê apenas objetos suficientes para ampliar a devastação do espaço que está sendo habitado. A luz de Grissel Piguillem trabalha com efeitos e cores fortes, intensificando a densidade que a mudança climática traz: calor muito forte, águas abundantes, frio intenso.

O figurino de Chris Aizner sobrepõe vários adereços dialogando com a ideia de que a fauna, flora e a humanidade ocupam o mesmo corpo de maneira horizontal. A trilha sonora de Morris busca sonoridades e efeitos minimalistas em contraponto a um volume sonoro que traga a presença da natureza em diálogo com a dramaturgia.

O processo de criação do espetáculo teve como parceria as vozes de crianças e adolescentes que moram nos bairros Guaianases, Brasilândia e Grajaú, onde foram realizadas oficinas de criação das cenas diretamente relacionadas à dramaturgia já escrita. As perguntas que conduziram o processo buscavam ampliar o olhar desde o microcosmo relacionado aos lugares de lazer e como eram aproveitados, expandindo para as questões macro da natureza e do planeta Terra.

Sobre a Cia. La Leche

A Cia. La Leche foi criada em 2006 pela diretora e atriz Cris Lozano, quando contemplada com o Prêmio Myriam Muniz para a montagem do romance “Luna Clara & Apolo 11”, de Adriana Falcão. Naquele momento, ao menos 25 artistas foram reunidos para a construção do processo e realização do espetáculo com o mesmo nome para o público juvenil.

Foto: Cacá Diniz.

Desde então, a Cia. tem se dedicado à pesquisa de temas que são considerados tabus, intimistas e de cunho político com pouca abordagem nas escolas e famílias. Uma das características atuais da Cia. é a construção de seus processos de forma direta e dialógica na sala de ensaio, como podemos ver nos textos que compõem o repertório a partir da parceria com o dramaturgo, ator e produtor Alessandro Hernandez.

“Vambora!” é o sexto espetáculo da Cia. e encerra a trilogia iniciada com os espetáculos “Salve, Malala!”, ganhador do Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem, e “Existo!”, premiado com o APCA de Melhor Espetáculo com a temática identidade de gênero.

Instagram: @cialalechesp

Ficha técnica

Direção Geral: Cris Lozano

Dramaturgia: Alessandro Hernandez

Elenco: Ana Paula Lopez e Alessandro Hernandez

Iluminação: Grissel Piguillem

Figurinos: Chis Aizner

Cenários e Adereços: Julio Dojcsar

Trilha Sonora: Morris

Preparação Corporal: Ciro Godoy

Operador de som e técnico de palco: Wilson Saraiva, Mauricio Matheus, Lucas Luciano e Fellipe Oliveira

Operador de luz: GIVVA e Grissel Piguillem

Costureira: Judite de Lima

Material gráfico e Ilustrações: Bruno José

Fotos: Cacá Diniz e Fellipe Oliveira

Assessoria de Imprensa: Canal Aberto – Marcia Marques

Gestora de Mídias Sociais: Jessica Lauriano

Produção: Cia. La Leche

Vozes em off: crianças e adolescentes dos CEUs Navegantes e Inácio Monteiro e da ETEC Paulistano, participantes das oficinas teatrais conduzidas pela Cia. La Leche, realizadas no segundo semestre de 2021.

Serviço:

“Vambora!”

Dias 30 e 31 de julho, sábado e domingo, às 16h

Duração: 50 minutos

Classificação indicativa: a partir de 7 anos

Local: Teatro Cacilda Becker

Endereço: R. Tito, 295 – Lapa, São Paulo – SP

Entrada gratuita – distribuição 1 hora antes do espetáculo

Capacidade: 198 lugares.

(Fonte: Canal Aberto)

Theatro Municipal recebe ópera “O Cavaleiro da Rosa”, de Richard Strauss, pela segunda vez

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Stig de Lavor.

O mês de agosto será intenso para os amantes de óperas. O Theatro Municipal de São Paulo apresenta neste mês duas das mais renomadas récitas do cenário cultural: “O Cavaleiro da Rosa”, que estreia no dia 5 de agosto, na Sala de Espetáculo, com libreto de Hugo von Hofmannsthal, e “Actéon”, uma pequena tragédie en musique a partir de uma passagem das Metamorfoses de Ovídio, que será apresentada na Sala do Conservatório a partir do dia 3.

“Apresentar uma ópera consagrada em um formato mais conhecido do público e outra, em um espaço menos habitual, permite um olhar diferenciado para o conjunto de cenografia, atuação, canto e música e renova o olhar do nosso público para as possibilidades de encenação”, afirma Andrea Caruso Saturnino, diretora-geral do Complexo Theatro Municipal.

Uma das óperas mais conceituadas de todos os tempos, “O Cavaleiro da Rosa” (“Der Rosenkavalier”), de Richard Strauss já foi um grande sucesso em montagem no ano de 2018 e chega novamente à Sala de Espetáculos trazendo, em formato de comédia, o fruto da profícua parceria entre Strauss e Hofmannsthal, além de uma profunda reflexão sobre gênero, envelhecimento das mulheres, sororidade, relacionamentos e, ainda, temas caros à sociedade vienense do início do século XX, como o surgimento da psicanálise, o desaparecimento da aristocracia e a ascensão final da burguesia.

Na história, dividida em três atos e com libreto de Hugo von Hofmannsthal, Marechala abdica de seu amor pelo jovem Octavian para que ele viva em plenitude com a jovem Sophie. A música, que para alguns críticos é passadista e conservadora em relação às óperas coevas de Strauss, é um bálsamo para os corações, uma homenagem sonora à Viena de Mozart, palco das valsas e seio de tantas revoluções musicais. O espetáculo, que tem direção cênica de Pablo Maritano, conta com a participação da Orquestra Sinfônica Municipal, sob a regência de Roberto Minczuk e do Coral Paulistano, sob a regência de Maíra Ferreira. A apresentação terá duração aproximada de cinco horas, com classificação 16 anos e ingressos entre R$10 e R$150.

“É uma magnífica oportunidade de remontar uma obra com uma participação deslumbrante da orquestra e com tantos desafios técnicos, desta vez com um elenco todo latino-americano, entre eles a argentina Carla Filipcic e o chileno Hernán Iturralde”, afirma o maestro Roberto Minczuk, que esteve à frente da Osesp na estreia brasileira de uma obra de Strauss, em 2000. E completa: “Essa peça foi considerada uma das mais importantes em sua longa carreira e uma das mais bonitas da história da música. O famoso trio do final do terceiro ato foi a música escolhida para ser executada o funeral do compositor”.

Pablo Maritano, diretor cênico da ópera, destaca a atualidade de sua abordagem: “’O Cavaleiro da Rosa’, em sua obsessão proustiana pelo tempo, mais atual do que nunca, retrata um mundo de mudanças e confusões que condensa e desaparece diante de nossos olhos, emoldurado em uma comédia de gênio. É o triunfo da ambiguidade do realismo cotidiano. Nas palavras do próprio Hofmannsthal: É necessário procurar a profundidade. Onde? Na superfície!”.

Ópera Fora da Caixa – “Actéon”

A ópera “Actéon” será apresentada na Sala do Conservatório, na Praça das Artes e faz parte do projeto Ópera Fora da Caixa, que leva montagens de ópera para fora da caixa cênica. Inovando e diversificando não apenas o local, o palco italiano e a fruição convencional, mas também a concepção e a apresentação dos espetáculos como um todo.

Com direção cênica de Leonardo Ventura e a participação do Coro Lírico, a récita trata da história do nobre caçador que adentra, junto a seus amigos, os domínios da deusa Diana e a flagra se banhando junto às suas ninfas. Como castigo à usurpação, a deusa o transforma em um cervo e ele é devorado pelos seus próprios cães, que não o reconhecem.

Actéon é um mito greco-romano presente na compilação Metamorphoses, do poeta Ovídio, e trabalha a encenação sobre a chave da transformação em todos os elementos da obra (tempo, espaço, corpos, figurinos, elenco, orquestra, luz e até espectadores) e sugere discussões atuais sobre questões de gênero e meio ambiente ao rever um masculino que devasta e acaba destruído por suas próprias armas. Grafismos barrocos e indígenas se mesclam na cenografia de Chris Aizner, que constrói em cena um espaço em que orquestra e coro grego ocupam lugares análogos, especialmente próximos ao público.  Com 60 minutos de duração, a classificação é livre e os ingressos custam R$30.

“Ser convidado pelo Theatro Municipal para dirigir essa ópera barroca, do século XVII, é muito gratificante para mim. Charpentier é um dos principais compositores das peças de Moliére, seu libreto fala muito sobre amor, mas fala também muito sobre os limites entre o que é barbárie e o que é civilidade e, ainda, descreve um masculino devastador nefasto”, afirma Leonardo Ventura, diretor cênico da ópera “Actéon”.

Para mais informações sobre os espetáculos confira a programação completa abaixo ou acesse este link.

Serviço:

Der Rosenkavalier* (O Cavaleiro da Rosa), de Richard Strauss

5/8, 19h; 7/8, 17h; 9/8, 19h, 11/8, 19h e 13/8, 17h

*Audiodescrição disponível no dia 7/8

Duração aproximadamente 5h (com intervalos)

Classificação 16 anos

Ingressos R$10,00 a R$150,00 (inteira)

Capacidade Sala de Espetáculos – 1530 pessoas

Theatro Municipal

Praça Ramos de Azevedo, s/nº – Sé – São Paulo, SP

Actéon, de Marc-Antoine Charpentier

3, 4 e 5 de agosto, 20h

Duração 60 minutos action double

Classificação livre

Ingressos R$30,00 (Inteira)

Capacidade Sala do Conservatório – 200 pessoas

Praça das Artes

Avenida São João, 281 – Sé – São Paulo, SP.

(Fonte: Approach Comunicação)

TV Cultura exibe documentário sobre fenômeno dos rios voadores

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: divulgação.

Neste domingo (31/7), a TV Cultura estreia o documentário “Rios Voadores”. A parceria entre a emissora, Grifa Filmes, ZED e Arte France já foi premiada no Deauville Green Awards, Silbersalz Festival e Festival Du Film Scientifique 2022 (França) e vai ao ar a partir das 15h30.

O filme fala sobre os rios voadores, que têm origem na floresta amazônica, atravessam a América do Sul e transportam mais água do que o maior rio do mundo, o Amazonas. Este fenômeno único provoca uma série de repercussões meteorológicas e ecológicas, evitando, por exemplo, a desertificação.

Desde a Amazônia até alguns dos melhores laboratórios e centros de pesquisa do mundo, e graças às sequências de animação 3D, esta investigação científica explica como funcionam os rios voadores e sua fundamental influência sobre o clima global.

Com direção e roteiro de Pascal Cuissot, o documentário também se propõe a refletir sobre quais seriam as consequências para o equilíbrio do nosso planeta se eles desaparecessem e se a floresta amazônica pode ser continuamente explorada e desmatada.

Ficha técnica

2022, Documentário para TV, 4K, 1 x 52′

Produzido por Grifa Filmes, ZED, TV Cultura, Arte France

Coproduzido por NHK, Planete +

Direção e Roteiro: Pascal Cuissot

Produzido por: Mauricio Dias, Fernando Dias, Manuel Catteau

Produção Executiva: Tatiana Battaglia, Valérie Abita

Ideia Original e Pesquisa: Ilka Hempfing

Trilha Original: Alexandre Guerra

Edição: David Fernandes, Tom Laterza

Direção de Fotografia: Otavio Lima, Jean-Gabriel Leynaud

Direção de Projeto: Bianca Corona, Claire Benard

Som: Miqueias Motta, Paulo Seabra, Alexey Antonov

Com o suporte de Centre National du Cinéma et de l’Image Animée, PROCIREP – Société des Producteurs et de L’ANGOA, Ancine, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, ProAC ICMS, ProAC Expresso Direto.

Patrocionado por EMS

Exibição: TV Cultura, ARTE FRANCE, NHK, Planete + (em breve)

Distribuição internacional: ZED.

(Fonte: TV Cultura)

Festival Educa Claquete Ação apresenta 21 filmes com temáticas educativas

São Paulo, por Kleber Patricio

Com direção de Thiago Briglia, o curta “Rabiola” traz mais que uma disputa por uma pipa entre crianças brasileira e venezuelanas. Foto: divulgação.

O Festival Internacional de Cinema Educa Claquete Ação (ECA) acontece entre os dias 5 e 12 de agosto de 2022. Serão exibidos 21 curtas-metragens, sendo dez filmes competitivos, cinco convidados e seis realizados em oficinas produzidas pelo Festival. Os filmes serão exibidos de forma gratuita em sessões presenciais e também no formato online pela plataforma https://cinebrac.com.br/ a partir do dia 5/8.

Participam da mostra competitiva dez produções de curtas-metragens de ficção, animação e documentário dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Amapá e Rio Grande do Sul e uma produção de Roraima em parceria com o país vizinho, a Venezuela. Os filmes foram selecionados entre 248 obras de todo o Brasil e do exterior. Todas as produções têm temáticas voltadas à cultura, educação e meio ambiente.

Retratos do Brasil

Além de prestigiar a produção audiovisual e o talento de jovens cineastas, os filmes trazem um retrato de diversos lugares do Brasil, como o território de Parelheiros, SP, situado em área de proteção a mananciais que abrange remanescentes da Mata Atlântica e é considerado patrimônio ambiental; o Parque Nacional da Lagoa do Peixe, no litoral sul do estado do RS; o Igarapé das Mulheres, no bairro Perpétuo Socorro, no Amapá, e as diferentes periferias do Rio de Janeiro, entre outros.

Documentário mostra depoimentos de jovens negros de diferentes periferias do RJ que adotaram o cinema para suas vidas em oposição à violência.

Entre os assuntos abordados, as histórias retratam os desafios em preservar a natureza, as dificuldades de uma escola pública de música após a suspensão das aulas devido à pandemia, artesãs que tiveram as suas vidas moldadas pela arte, jovens negros de diferentes periferias que adotaram o cinema em oposição à violência, festas populares e as desigualdades sociais, entre outros. “O objetivo do Festival Internacional de Cinema Educa Claquete Ação (ECA) é contribuir com a difusão de produções que atuem com a temática educativa, estimulando novos talentos e a inclusão social”, explica Alba do Vale, diretora da Objetiva Produções Cinematográficas.

Curadoria

A Curadoria do Festival será de Monica Trigo, que há anos atua no setor audiovisual e, entre outros, preside a Alianza Latino Americana de Festivales de Cine Fantástico (FANTLATAM), considerado o Oscar do Cinema Fantástico, e de Kaiane do Vale Martins, produtora e curadora na 1ª, 2ª e 3ª edições do Festival Internacional de Cinema Educa Claquete Ação e curadora do projeto Educacine (2012).

Premiação

A escolha dos filmes vencedores na categoria competitiva do Festival Internacional de Cinema Educa Claquete Ação (ECA) será realizada por um júri técnico composto por três profissionais do audiovisual brasileiro: Filippo Pitanga, crítico de cinema, curador e júri de inúmeros festivais internacionais; a diretora Kátia Coelho, primeira mulher a dirigir a fotografia de um longa-metragem no Brasil e ganhadora de mais de 30 prêmios em festivais nacionais e internacionais, e o diretor Jeferson De , um dos diretores da novela “Bom Sucesso”, da Rede Globo (2019), lançou “M-8”, Melhor Filme/Júri Popular no Festival do Rio (2020), e o longa “Doutor Gama”, sobre o abolicionista Luiz Gama (2021).

Mostra convidada traz filmes premiados, como a ficção “Trincheira”, com direção de Paulo Silver.

O filme vencedor do Festival ganhará um prêmio de dez mil reais, o segundo lugar cinco mil reais e o terceiro três mil reais, além do Troféu do Festival.

O Festival Internacional de Cinema Educa Claquete Ação (ECA) é uma realização da Objetiva Produções Cinematográficas com apoio da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal, por meio da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo e patrocínio do Banco Votorantim.

Serviço:

Festival Internacional de Cinema Educa Claquete Ação ( ECA)

5 a 12 de agosto de 2022

Online – Plataforma: https://cinebrac.com.br/

Livre

Presencial:

Abertura – 5/8/22 – 17h às 21h Centro Cultural Mestre Assis do Embu (Largo 21 de Abril, 29, Centro de Embu das Artes)

6/8/22 – 16h às 21h – Exibição – Centro Cultural Mestre Assis do Embu (Largo 21 de Abril, 29, Centro de Embu das Artes)

8 e 9/8/22 – 13h às 16h – Exibição – Centro Cultural Parque Pirajuçara (Praça Manoel de Almeida dos Santos – Embu )

9/8/22 – 14h às 18h – Exibição – Estação Cidadania (Rua Ursa Maior s/n, Jd. do Colégio – Embu )

10 e 11/8/22 – 15h às 19h – Exibição – CEMUR – Centro Municipal de Recreação e Cultura – (Praça Nícola Vivilechio, 334 – Jardim Bom Tempo, Taboão da Serra – SP)

12/8 – 17h às 20h – Premiação e encerramento do Festival – CEMUR – Centro Municipal de Recreação e Cultura – (Praça Nicola Vivilechio, 334 – Jardim Bom Tempo, Taboão da Serra – SP)

Instagram: @festival.eca

Facebook: https://www.facebook.com/FestivalECA

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCuh5WYFh4UNsvj1tbS_L2YQ

Mostra Competitiva:

Solitude – Direção de Tami Martins Aron Miranda – Animação – 13:32 – Brasil – AP

Rabiola – Direção de Thiago Briglia – Ficção – 14’ – Brasil (RR) e Venezuela

Piruetas – Direção de Luiz Lepchak Documentário – 15’ – Brasil – RJ

O Caçador de Árvores Gigantes – Direção de Antônio Pereira – Ficção – 11’ – Brasil – RS

O Cinema Está Servido – Direção de Leila Xavier e Stefano Motta – Documentário – 15’ – Brasil – RJ

Îebyra – Direção de Eduardo Souza Lima – Animação – 12:22 –  Brasil – RJ

Parelheiros Orgânica – Direção de Kacá Weiss – Documentário – 15’ – Brasil – SP

Agosto dos Ventos – Direção de Paulo Henrique Antunes – Animação – 5’ – Brasil- MG

Alto das Flores – Direção de Daniele Santos Leite – Documentário – 7’ – Brasil- PE

O Escultor de Pássaros (The Bird Carver) – Direção de Felipe Santos Rosa – Ficção – 12:03 – Brasil – RS

Mostra Convidada:

Guri – Direção de Adriano Monteiro Ficção | Cor | 12’ | Livre | 2019 | Brasil | ES

Primeiro Carnaval – Direção de Alan Medina Ficção | Cor | 5’ | Livre | 2021 | Brasil | SP

O véu de Amani -Direção de Renata Diniz Ficção | Cor | 14’57” | Livre | 2019 | Brasil | DF

Pulo – Direção de Luiza Perocco e Ana Schiling     Ficção | Cor | 13’ | Livre | 2019 | Brasil | SP

Trincheira – Direção de Paulo Silver Ficção | Cor | 15’ | Livre | 2019 | Brasil | AL.

(Fonte: Midia Brazil Comunicação)

Exposição no MIS homenageia Santos Dumont

São Paulo, por Kleber Patricio

Foto: Ding Musa/divulgação.

O Museu da Imagem e do Som (MIS) homenageia Santos Dumont na exposição “1932: Revolução, Constituição e Cidadania – A força de um ideal”, que agora passa a contar com uma homenagem à memória do brasileiro, que é um dos maiores nomes da história do país. O espaço foi inaugurado no último dia 23 de julho, data de aniversário de sua morte, e ficará aberto ao público até o encerramento da exposição, em 11/9.

A instalação produzida pelo Museu vai retratar como Santos Dumont sai de cena e entra para a história, com um jogo especial de iluminação, além da reprodução da notória frase em que ele lamenta o uso de sua invenção para a guerra.

Além de conferir itens históricos originais, fotografias, instalações e textos que elucidam questões da época, o visitante terá a oportunidade de vivenciar tudo o que ocasionou o conflito até seus desdobramentos históricos, tecnológicos e políticos gerados pelo movimento Constitucionalista – o objetivo da exposição é tornar o assunto mais acessível para o público. “O ano de 1932 faz parte da luta pela liberdade e pela democracia”, afirma a curadoria.

Sobre o MIS | O Museu da Imagem e do Som de São Paulo, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, foi inaugurado em 1970. Sua coleção possui mais de 200 mil itens, como fotografias, filmes, vídeos e cartazes. Hoje é um dos mais movimentados centros culturais da cidade de São Paulo. Além de grandes exposições nacionais e internacionais, oferece grande variedade de programas culturais, com eventos em todas as áreas e para todos os públicos: cinema, dança, música, vídeo e fotografia estão presentes na vida diária do Museu.

Serviço:

1932: revolução, constituição e cidadania – a força de um ideal

Local: Espaço Expositivo 2º andar – MIS (Av. Europa, 158 – Jardim Europa/São Paulo)

Data: de 9 de julho a 11 de setembro

Horário: terça a domingo, das 11h às 19h

Ingresso: gratuito – reserva no site

Classificação: livre.

(Fonte: Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo)