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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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“A Hora da Estrela – O Canto de Macabéa” entra em cartaz no Teatro Vivo

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Beto Oliveira.

O musical “A Hora da Estrela – O Canto de Macabéa” estreia no Teatro Vivo entre os dias 3 de novembro e 11 de dezembro, com apresentações de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 18h. O espetáculo tem adaptação e direção de André Paes Leme, canções especialmente compostas por Chico César e direção musical e arranjos de Marcelo Caldi.

Laila Garin é Macabéa, a mítica protagonista do aclamado romance, ao lado de Claudia Ventura e Leonardo Miggiorin. Também estão em cena os músicos Fabio Luna (bateria, percussão, flauta e voz), Pedro Franco (guitarra, violão, bandolim, violino e voz) e Pedro Aune (baixo acústico, baixo elétrico, tuba e voz). A idealização e produção do projeto é de Andréa Alves, da Sarau Cultura Brasileira, responsável por espetáculos como ‘Elza’, ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, ‘Sísifo’ e ‘Macunaíma’.

“A Hora da Estrela” foi o último livro escrito por Clarice Lispector, que faleceu pouco tempo após o seu lançamento. Suas páginas narram a saga de Macabéa, imigrante nordestina cuja vida no Rio de Janeiro é marcada pela ausência de afeto e poesia. Vista pela sociedade como uma mulher desprovida de qualquer atrativo, ela se contenta com uma existência medíocre: ganha menos do que um salário, divide um quarto com quatro pessoas, sofre com um chefe rigoroso e não atrai a atenção de ninguém. Na obra literária, tal história é contada por um escritor, que vê Macabéa na rua e resolve narrar a vida de uma pessoa tão invisível, comum e sem brilho, em um exercício de alteridade. Para esta versão teatral, André Paes Leme propõe uma inversão e essa figura do escritor se transforma em uma atriz. Desta forma, Laila Garin tem o desafio de se alternar entre a Macabéa e a Atriz, que não somente narra, mas também comenta e lança uma série de questões ao longo da encenação. O espetáculo não somente faz uso de diálogos, mas coloca os atores como narradores, enquanto contracenam, fazendo uso de frases na íntegra do livro original.

André Paes Leme, que já assinou elogiadas adaptações de Guimarães Rosa (‘A Hora e Vez de Augusto Matraga’) e Nelson Rodrigues (‘Engraçadinha, Seus Amores e Seus Pecados’), teve ainda a parceria de Chico César no processo de criação. As músicas pontuam toda a dramaturgia e aparecem para ilustrar o estado emocional e o interior de cada personagem. Ao longo da montagem, as canções servem ainda para detalhar algum acontecimento e também para tirar as personagens do sofrido estágio em que se encontram, trazendo alguma fantasia para existências tão opacas.

Chico César vem de outra experiência bem-sucedida, ao ter a literatura como base de uma criação musical para teatro. Em 2017, ele assinou a trilha de ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, ao lado da Cia. Barca dos Corações Partidos. A experiência rendeu uma série de prêmios e indicações, inclusive ao Prêmio da Música Brasileira pelo álbum. ‘A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa’ vai trazer mais um conjunto de canções inéditas do compositor, com trechos musicados do próprio livro e criações livres, com base no original de Clarice Lispector.

O espetáculo marca ainda a primeira vez em que Laila Garin atua em uma peça de composições inéditas, produzidas ao longo do processo de ensaios. Após ser recordistas de premiações por seu trabalho em ‘Elis – A Musical’ e ‘Gota D’Água [a seco]’, Laila foi dirigida pela lendária Ariane Mnouckine em ‘As Comadres’, no início de 2019. Enquanto segue com uma série de projetos de TV, Laila se consagrou na última década como uma das grandes vozes do teatro musical brasileiro.

Histórico

“A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa” estreou em março de 2020 no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, em comemoração ao centenário de Clarice Lispector, mas teve a sua temporada interrompida pela pandemia do Covid-19. Após a pausa, o espetáculo retornou para uma temporada híbrida, entre maio e junho desse ano, seguindo todos os protocolos e lotação limitada, passando também pelo CCBB Brasília e CCBB BH. Em 2022, o musical cumpriu uma nova temporada no SESC Santana, em fevereiro. Na ocasião, também foi lançado o álbum “O Canto de Macabéa ou a Hora da Estrela”, com canções interpretadas por Chico César e Laila Garin, que pode ser conferido nas principais plataformas digitais.

Vivo Cultura

A nova temporada de “A Hora da Estrela – O Canto de Macabéia” tem o patrocínio da Vivo, uma das maiores incentivadoras da cultura no País. Clientes Vivo Valoriza, plataforma de relacionamento da marca, têm desconto de 50% na compra de até dois ingressos por CPF, válidos para qualquer apresentação. Para acessar o benefício, basta acessar o app da Vivo, clicar em Vivo Valoriza e realizar o resgate. Os vouchers são limitados. Fazem parte do programa os clientes pós-pago, controle e de serviços residenciais da Vivo, consulte a disponibilidade de benefícios de acordo com cada categoria.

Sinopse

Macabéa é uma migrante nordestina cuja vida é marcada pela ausência de afeto e poesia. Sua história é contada por uma atriz, que resolve narrar sua vida em um exercício de alteridade.

Ficha Técnica

Da obra de Clarice Lispector

Adaptação e Direção: André Paes Leme

Música: Chico César (canções originais) e Marcelo Caldi (direção musical e arranjos)

Idealização e Direção de Produção: Andréa Alves

Com Claudia Ventura, Leonardo Miggiorin e Laila Garin

Músicos:

Fabio Luna – Bateria, Percussão, Flauta e voz.

Pedro Franco – Guitarra, Violão, Bandolim, Violino e voz.

Pedro Aune – Baixo acústico, Baixo elétrico, Tuba e voz.

Produção:

Coordenação de Produção: Rafael Lydio

Produção Executiva: Flávia Primo

Assistente de Produção: Matheus Castro

Assessoria de imprensa: Pombo Correio.

Serviço:

A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa

Temporada: 3 de novembro a 11 de dezembro (exceto no dia 17/11)

De quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 18h

Teatro Vivo – Avenida Dr. Chucri Zaidan, 2460 – Vila Cordeiro – São Paulo (SP)

Ingressos: R$100 (inteira) e R$50 (meia-entrada)** | Preço popular (há limite por sessão): R$60 (inteira) e R$30 (meia-entrada)

**Meia-entrada para estudantes, idosos, professores, PCDs, funcionários da Vivo e participantes do programa Vivo Valoriza (com voucher de desconto)

Vendas online: https://bileto.sympla.com.br/event/76705/d/159075/s/1057209

Acessibilidade:

PNE (cadeirante) – 6 lugares + 6 acompanhantes

PMR – 2 lugares + 2 acompanhantes

Obeso – 3 lugares + 3 acompanhantes

Os ingressos dos acentos de acessibilidade poderão ser adquiridos através de reserva pela bilheteria (11) 3279-1520 (funcionamento somente nos dias de peça 2h antes da sessão) ou pelo e-mail teatrovivo@trimitraco.com.br

Classificação: 16 anos

Duração: 90 minutos.

(Fonte: Comunicação Corporativa Vivo)

Museu da Energia de São Paulo reabre suas portas com nova identidade visual e exposições permanentes

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: divulgação.

Uma grande notícia para os apaixonados por museus em São Paulo e em todo o Brasil. Depois de fechar temporariamente em agosto, o Museu da Energia de São Paulo abriu novamente suas portas ao público no dia 25 de outubro. O polo da capital paulista retoma com suas exposições permanentes e atividades inéditas para todas as idades. E terá uma nova identidade, uma cara nova, com a assinatura do artista Filiage, por meio do projeto Muros na Mata Atlântica. O artista mescla a tradição do muralismo com as pinceladas contemporâneas da street art e dessa forma o novo mural do museu celebra a biodiversidade da Mata Atlântica, reproduzindo espécies da flora e da fauna deste bioma que é tão importante para o Brasil.

Exposições permanentes

A exposição “São Paulo pelas lentes de Gaensly”, com o registro de Guilherme Gaensly, é uma verdadeira viagem no tempo pelas ruas da cidade. A mostra apresenta, além de objetos e documentos, uma seleção do maior acervo fotográfico conhecido do fotógrafo suíço, preservado pela Fundação Energia e Saneamento. Nos destaques da mostra, o público vai conhecer a câmera de Grande Formato 5×7, modelo similar utilizado pelo fotógrafo na época, cartas da Light para Gaensly e desenhos técnicos de iluminação pública, tais como os postes instalados no período pela empresa. Com a finalidade de fotografar as obras e patrimônio da Light, Gaensly acabou realizando uma extensa memória visual de São Paulo no período registro único da cidade que, em plena transformação urbana, deixava para trás suas características rurais.

Em “Tempos de Energia”, por meio de um rico acervo, tanto museológico quanto documental, a exposição apresenta importantes momentos da formação e expansão do setor elétrico paulista, exibindo a complexidade da implementação da energia e os seus reflexos em São Paulo, bem como os atuais desafios do setor. É também uma viagem de volta ao passado, onde o visitante verá, a partir desse acervo, o processo de formação do sistema hidrelétrico paulista e as transformações ocorridas nas residências, com a chegada de equipamentos como fogão elétrico, geladeiras, que para nós parece ser básico nos dias de hoje, mas que naqueles tempos foi uma verdadeira revolução.

Novidades a partir de novembro | Além dessa programação, o Museu da Energia de São Paulo terá uma extensa programação cultural em novembro, com a introdução de mais acessibilidade às exposições fixas, teatro para crianças, oficinas de fanzine, tintas naturais, musicalização e quadrinhos, entre outras atrações.

Serviço:

Reabertura do Museu da Energia de São Paulo

Endereço: Alameda Nothmann, 184 – Campos Elíseos, São Paulo (SP)

Informações pelos WhatsApp (11) 99169-8531 ou pelo e-mail (link).

Sobre a Fundação Energia e Saneamento

Desde 1998, a Fundação Energia e Saneamento pesquisa, preserva e divulga o patrimônio

histórico e cultural dos setores de energia e de saneamento ambiental. Atuando em várias regiões do Estado de São Paulo por meio das unidades do Museu da Energia (São Paulo, Itu e Salesópolis), realiza ações culturais e educativas que reforçam conceitos de cidadania e incentivam o uso responsável de recursos naturais, trabalhando nos eixos de história, ciência, tecnologia e meio ambiente.

Empresa mantenedora da Fundação Energia e Saneamento: CESP

Patrocinador Master: CTG Brasil

Patrocinador: Comgás – Companhia de Gás de São Paulo.

(Fonte: Betini Comunicação)

Uma em cada quatro mortes infantis em Pernambuco ocorre nas primeiras 24 horas de vida

Pernambuco, por Kleber Patricio

Foto: Charles Eugene/Unsplash.

Em Pernambuco, cerca de um quarto das mortes infantis entre 2000 e 2019 ocorreram nas primeiras 24 horas de vida. A gestação de curta duração e o baixo peso ao nascer foram relacionadas com a principal causa de mortes nesta faixa etária, que poderiam ter sido reduzidas com atenção adequada no pré-natal. É o que mostra estudo de pesquisadores do Instituto Aggeu Magalhães, da Fundação Oswaldo Cruz, de Pernambuco, publicado no último dia 24 na Revista Brasileira de Enfermagem.

A fim de analisar os riscos e as causas evitáveis da morte de bebês nas primeiras 24 horas de vida, os pesquisadores utilizaram dados de 2000 a 2019 dos sistemas de Informações sobre Mortalidade (SIM) e sobre Nascidos Vivos (Sinasc) do DataSUS. Ao todo, 52.831 óbitos infantis foram registrados neste período, sendo que óbitos nas primeiras 24 horas de vida representavam 13.601, ou seja, 25% deste montante.

O estudo revelou que a ​​idade gestacional, o sexo do bebê, o peso ao nascer, o tipo de gravidez e de trabalho de parto, a idade da mãe e a escolaridade materna têm relação com a morte prematura do recém-nascido.

Segundo analisa a pesquisadora Aline Beatriz dos Santos da Silva, coautora do estudo, a maioria das mortes infantis ocorre no primeiro dia de vida, o que faz com que a mortalidade de recém-nascidos seja considerada um problema de saúde pública mundial. “Essas mortes representam mais de dois terços do total de óbitos infantis e sua compreensão perpassa questões que revelam lacunas socioeconômicas e de acesso a serviços de saúde, pois os países e regiões de baixa renda são os mais atingidos”. Em 2019, a região Nordeste liderou o número de mortes de recém-nascidos nas primeiras 24 horas de vida, com 3.020 mortes registradas. Destas, 16% ocorreram no estado de Pernambuco.

Com os resultados da pesquisa, se torna mais fácil aos pesquisadores e profissionais de saúde identificar variáveis associadas ao óbito prematuro, segundo pontua a pesquisadora. Assim, se podem tomar decisões de atenção e cuidado a mulheres grávidas e recém-nascidos que diminuam essa mortalidade. “Para conseguir avançar de forma efetiva sob essa problemática, é necessário que as intervenções sejam respaldadas na realidade epidemiológica e de capacidade de rede assistencial à saúde materna e infantil de cada localidade, bem como do uso de evidências científicas aplicáveis a esses contextos”, finaliza.

Pesquisa indexada no Scielo – DOI: https://www.scielo.br/j/reben/a/c9b4sWCr7RtMd9jGXqSLxDt/?lang=pt.

(Fonte: Agência Bori)

MIS Campinas recebe exposição “Sob a Pele”, da fotógrafa francesa Pauline Daniel

Campinas, por Kleber Patricio

Algumas das fotografias de Pauline Daniel expostas no MIS com entrada gratuita. Foto: divulgação.

O MIS – Museu da Imagem e do Som de Campinas recebe a exposição “Sob a Pele”, de fotografias de Pauline Daniel, fotógrafa francesa que traz para o Brasil projeto que aborda a questão do desperdício de alimentos. O evento é gratuito e o horário de visitação é de terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábado, das 9h às 13h. Domingos e feriados, fechado. A mostra é uma parceria com a Aliança Francesa, MIS e Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas.

A exposição traz 13 fotos de frutas típicas brasileiras, como o mamão papaia, o abacaxi, o limão Taiti, a jaca e a goiaba, além de 7 fotos apresentadas na edição francesa da exposição, com alcachofras, peras e pimentões.

O trabalho de Pauline oferece as duas possíveis facetas de um mesmo alimento: o lado cru, marcado e danificado; depois sua versão descascada, trabalhada e roteirizada revelando seu brilho interior. As fotos, inéditas, foram produzidas no estúdio da fotógrafa brasileira Nana Moraes.

Segundo o chefe do MIS, Alexandre Sonego, “esta exposição marca a retomada das exposições internacionais no museu. A parceria com a Aliança Francesa é estratégica e importante para circulação das produções cinematográficas da França e abre caminho para o intercâmbio dos artistas franceses em Campinas”.

Essa série teve início na França em 2014 e continuou em 2022 durante uma residência de criação no Rio de Janeiro com o tema “Luta contra o desperdício”, com o apoio do Banco de Alimentos na França e do Ceasa/Rio de Janeiro.

Fotógrafa culinária acostumada a trabalhar com produtos frescos de alta qualidade, Pauline Daniel realizou essa série unicamente com frutas e legumes considerados impróprios para a venda.

Nesse conjunto de imagens, Pauline Daniel quis revelar esteticamente as frutas e os legumes danificados e prestes a serem descartados. Na escuridão do estúdio de fotografia, ela procurou trazer à luz o sabor real intrínseco de cada produto. Algumas imagens são construídas em dípticos que mostram as duas facetas possíveis de um mesmo alimento: o lado bruto danificado e a sua versão tratada revelando o seu brilho interior. Desta forma, o espectador/consumidor é convidado a refletir sobre a tirania da aparência tão enganosa. Usando o registro da sedução, as imagens levantam a questão da atração e da repulsa e propõem uma reflexão sobre a noção da “beleza interior”.

Pauline Daniel

Formada em Artes Plásticas pela Universidade Paris I e premiada pela Escola Nacional Superior de Fotografia de Arles em 2002, Pauline Daniel escolheu trabalhar com alimentos e explorá-los como campo de investigação plástica.

Ela foi vencedora de vários prêmios como o Foodprint Culinary Award na Bélgica em 2019,o Grand Prix FIPC 2019,o Grand Prix Milano no Festival Internacional da Fotografia Culinária em 2015 e o Premier Prix Food no 8° International Color Award 2015 em Los Angeles.

Seu trabalho foi exibido no Pavilhão da França na Exposição Universal de Milão em 2015 e na Friche de la Belle de Mai em Marselha em 2020, entre outros lugares.

Serviço:

Exposição “Sob a Pele”, fotografias de Pauline Daniel

Local: MIS – Museu da Imagem e do Som

Endereço: Rua Regente Feijó, 859, Centro, Campinas (SP)

Horário de visitação: terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábado, das 9h às 13h. Domingos e feriados, fechado

Entrada gratuita.

(Fonte: Prefeitura de Campinas)

Sinfônica de Campinas apresenta concerto gratuito sob regência de Ligia Amadio

Campinas, por Kleber Patricio

Ligia Amadio será a regente do concerto de sábado, 5 de novembro. Fotos: divulgação.

A Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas apresenta no próximo sábado, 5 de novembro, às 18h, concerto na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias – Estaca Campinas sob a batuta da maestra Ligia Amadio. A entrada é gratuita e a acomodação é feita por ordem de chegada, sendo dispensada a retirada de ingressos para acesso ao local.

O concerto terá como solista o trombonista Wilson Dias. No programa, a “Sonata em Ré”, do campineiro Carlos Gomes, popularmente conhecida como “O Burrico de Pau”; a “Suíte Holberg”, do norueguês Edvard Grieg; a “Valsa Triste”, do filandês Jean Sibelius; e o “Concertino para Trombone”, do compositor sueco Lars-Erik Larsson.

Sobre Ligia Amadio

Ligia Amadio é uma das mais destacadas maestras brasileiras da atualidade. Notabilizou-se internacionalmente por sua reconhecida exigência artística, seu carisma e suas vibrantes performances, sendo frequentemente convidada para atuar à frente das mais importantes orquestras, de norte a sul do país.

Bacharel em Música com habilitação em Regência e Mestre em Artes pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), foi premiada no célebre Concurso Internacional de Tóquio (1997) e no II Concurso Latino-Americano para Regentes de Orquestra em Santiago, no Chile (1998), tendo recebido, em 2001, o prêmio “Melhor Regente do Ano” no Brasil, outorgado pela Associação Paulista de Críticos de Arte.

Atuou como regente titular e diretora artística da Orquestra Sinfônica Nacional, entre 1996 e 2009, ocupou a função de regente titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Nacional de Cuyo, em Mendoza, Argentina, de 2000 a 2003, e em 2009 foi diretora artística e regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, sendo laureada com a Medalha Carlos Gomes, concedida pela Câmara Municipal.

De agosto de 2009 a dezembro de 2011 atuou como regente titular da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (OSUSP), sendo indicada, em 2011, para o prêmio Carlos Gomes em duas categorias por seu trabalho à frente da instituição, e, em 2012, premiada na categoria “Regente”, “pelo trabalho com a Orquestra Sinfônica da USP”.

Entre 2010 e 2014 ocupou a direção titular e artística da Orquestra Filarmônica de Mendoza. Para todos esses cargos, Ligia Amadio foi eleita pelos integrantes das respectivas orquestras.

Em 2014, convidada para a direção titular da Orquestra Filarmônica de Bogotá, realizou uma temporada dedicada completamente à música do século XX, na qual regeu 42 concertos.

Sua discografia reúne 11 CDs e 5 DVDs: à frente da Sinfônica Nacional, da Sinfônica da Rádio e Televisão Eslovenas e da Sinfônica de Mendoza, na Argentina. Entre eles, destaca-se a realização da coleção Música Brasileira no Tempo.

Sobre Wilson Dias

Primeiro bacharel em eufônio no Brasil pela Faculdade Mozarteum de São Paulo e pós-graduado em Performance e Pedagogia dos instrumentos de Metais e Regência Orquestral pela Faculdade de Ciência e Educação do Caparaó, é Primeiro Trombone Solista na Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas desde 1995, Regente associado e chefe de naipe dos metais da Orquestra Cristã Brasileira (OCB) e professor de Eufônio da Emesp (Escola de Música do Estado de São Paulo).

É frequentemente convidado a participar como docente em diversos cursos e festivais nacionais e internacionais, entre eles: Festival Trombonanza, em Santa Fé (Argentina); Peru LowBrass, em Lima e Festival de Metais em Arequipa (Peru); Festival de Metais em Guanajuato (México); Curso Internacional de Verão de Brasília; Festival Internacional de Música da Universidade Federal de Goiás e Festival Internacional de Metais da Unirio, entre outros. Tem se apresentado como solista frente a diversas instituições musicais no Brasil, Argentina e México e como músico convidado nas principais orquestras nacionais, como Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Filarmônica de Minas Gerais, Sinfônica de Porto Alegre e Sinfônica do Paraná.

Como regente convidado, já esteve à frente da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, da Banda Sinfônica de Sumaré, da Banda Sinfônica de Nova Odessa e da Banda Sinfônica da Academia da Força Aérea de Pirassununga.

Foi organizador dos Festivais Internacionais Carlos Gomes de Campinas nos anos de 2009, 2010 e 2012. É membro da Associação Brasileira de Trombonistas e da Associação de Eufônios e Tubas do Brasil. É regente da Orquestra Filarmônica Popular de Campinas e da Banda Musical Carlos Gomes de Campinas.

Serviço:

Concerto da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas

Dia e hora: 5 de novembro, 18h

Local: Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias – Estaca Campinas

Av. Nestor Castanheira, 379 – Vila Discola, Campinas (SP)

Entrada gratuita.

(Fonte: Prefeitura de Campinas)