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Lazer & Gastronomia

São Paulo, SP

Quatro viagens no tempo, um só lugar: o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual

por Kleber Patrício

Devido ao sucesso das três expedições em realidade virtual iniciadas em setembro de 2025, o Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual anuncia a prorrogação de suas atividades. Além da extensão do prazo, o centro cultural traz uma novidade de peso: a exibição simultânea de quatro roteiros distintos que transportam os visitantes por bilhões de anos de […]

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SESC São Paulo celebra centenário de Darcy Ribeiro com a mostra “Utopia brasileira – Darcy Ribeiro 100 anos”

São Paulo, por Kleber Patricio

Retrato de Darcy Ribeiro, 1995. Foto: Bob Wolfenson/Fundação Darcy Ribeiro.

Pioneiro, visionário e atuante em um projeto de nação – assim era Darcy Ribeiro, um importante personagem da história do país que deixou contribuições em diversas áreas de conhecimento. Para celebrar seu centenário e evocar a atualidade de seu pensamento, o SESC 24 de Maio recebe a exposição “Utopia brasileira – Darcy Ribeiro 100 anos” a partir do dia 17 de novembro.

Com curadoria de Isa Grinspum Ferraz, colaboradora de Darcy Ribeiro por mais de 10 anos, a mostra propõe um diálogo entre uma coleção de objetos e documentos originais da coleção do homenageado, obras de arte contemporânea, fotos e aparatos multimídia, com vídeos diversos e uma grande instalação audiovisual. A exposição integra a ação em rede “Diversos 22: Projetos, Memórias, Conexões”, desenvolvida pelo SESC São Paulo no contexto do centenário da Semana de Arte Moderna e do bicentenário da independência do país.

No vão central do SESC 24 de Maio, área com pé direito mais alto, os visitantes adentram uma experiência audiovisual imersiva, projetada em 360 graus, que apresenta o kuarup realizado em homenagem a Darcy Ribeiro em 2012, na reserva indígena do Xingu. Já no perímetro do espaço expositivo, a potência da sua reflexão e de sua obra será apresentada a partir de quatro facetas que traduzem o seu legado: o antropólogo, o educador, o político e o ensaísta e pensador do Brasil. Esses núcleos serão compostos de vídeos, plumárias indígenas coletadas por Darcy, fotografias, objetos, documentos, obras literárias, cartas originais inéditas e linha do tempo.

Em um momento de grande fragilidade social, o pensamento de Darcy Ribeiro se mostra valioso. Por isso, a curadora Isa Grinspum destaca que a contemporaneidade do estudioso é um aspecto importante para a mostra: “Mais do que uma homenagem aos cem anos do Darcy, mais do que algo memorialístico, eu quis trazer a potência e a atualidade de muitas das coisas que ele falou, sobretudo se pensarmos no que estamos vivendo hoje no Brasil. Para mim, ele não está morto. Não é a celebração de um pensador do século XX. Darcy Ribeiro é extremamente atual e essa é uma exposição sobre o Brasil”.

Darcy Ribeiro entre indígenas Urubu-Ka’apor, sem data. Fundação Darcy Ribeiro.

Além da curadoria principal, “Utopia brasileira” contou com a contribuição do curador assistente Marcelo Macca, do cineasta Eryk Rocha e dos consultores José Miguel Wisnik e Mércio Gomes. O projeto expográfico é de Marcelo Ferraz. A identidade visual, trabalhada a partir do conceito de constelação, explora imagens de intelectuais e artistas que influenciaram a trajetória de Darcy Ribeiro e é assinada por Gustavo Piqueira.

Reconhecido como homem de pensamento e ação, Darcy se destacou na defesa pelos povos indígenas do Xingu; na militância a favor da educação pública e de qualidade, criando universidades inovadoras, como a UNB; foi escritor de romances e ensaios de antropologia e sociologia, entre os quais se destaca “O povo brasileiro” (1995), e de romances, como “Maíra” (1976), além de atuar em várias frentes políticas.

Kuarup multimídia

A instalação audiovisual que promove uma imersão no kuarup de Darcy Ribeiro – cerimônia fúnebre póstuma ocorrida no território indígena do Xingu em 2012 – é um dos destaques da exposição “Utopia brasileira”. O kuarup é um ritual em homenagem aos mortos ilustres organizada por diversos povos indígenas do Alto Xingu em uma celebração de importante função socializante e pacificadora, que culmina em festejos, danças e um torneio de luta entre guerreiros.

Darcy Ribeiro com os indígenas Kadiwéu Alfredo e Ferraz, 1947. Acervo do Museu do Índio/Funai Brasil.

No caso de Darcy Ribeiro, essa celebração simbolizou mais um gesto de reconhecimento da parte dos povos originários em relação à contribuição e ao envolvimento do antropólogo na causa indígena. Na ocasião, o ritual foi documentado em vídeo. O material bruto de registro foi trabalhado pelo cineasta Eryk Rocha, que concebeu a montagem apresentada na exposição.

Além dessa grande oca circular, com projeção do chão ao teto e dos setores que apresentam as variadas atuações de Darcy, há ainda diálogos artísticos estabelecidos por meio da presença de algumas obras. Duas canções de Tom Zé, desenvolvidas para a peça “Língua brasileira”, de Felipe Hirsch, e muito conectadas com o pensamento do antropólogo, serão apresentadas em um nicho. Estarão expostas ainda obras de Regina Silveira, Anna Bella Geiger, Bob Wolfenson e do recém-falecido Emanoel Araújo.

Educativo e acessibilidade

Como parte do compromisso do SESC São Paulo com a educação e a acessibilidade, “Utopia Brasileira – Darcy Ribeiro 100 anos” chega com um programa composto de atividades que visam promover a mediação cultural e potencializar a experiência do público com os temas presentes na exposição.

Darcy Ribeiro com grafismos indígenas Kadiwéu, sem data. Fundação Darcy Ribeiro.

A ação educativa prevê a realização de visitas agendadas para grupos; visitas para públicos espontâneos aos finais de semana; programações educativas; material educativo voltado para profissionais da área de educação, saúde e assistência social e materiais acessíveis dispostos na exposição para utilização autônoma. Coordenada por Marcio Farias, a equipe é composta por profissionais da área de mediação com formações em Artes Visuais, Artes Cênicas, Ciências Sociais, História, Letras e Pedagogia.

A exposição conta com os seguintes recursos de acessibilidade: mobiliário acessível; audioguia geral e audiodescrição de objetos táteis; videoguia em Libras com Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE) e vibroblaster para obras sonoras; réplica, maquete e mapa táteis; piso podotátil e impressão dos textos em dupla leitura (português ampliado e Braile). Há também textos traduzidos para os idiomas: espanhol, francês e inglês. O SESC 24 de Maio é acessível a cadeiras de rodas por rampas e elevadores.

Sobre Darcy Ribeiro

Darcy Ribeiro nasceu em Montes Claros, Minas Gerais, em 26 de outubro de 1922. Em 1939, mudou-se para Belo Horizonte e ingressou na Faculdade de Medicina. Adiante, em 1942, abandonou o curso de Medicina e se mudou para São Paulo, onde passou a cursar Ciências Sociais na USP. O intelectual se formou em Antropologia pela Escola Livre de Sociologia e Política de São Paulo em 1946.

Darcy e Berta Ribeiro com quadro de Rondon ao fundo, sem data. Fundação Darcy Ribeiro.

No ano seguinte, iniciou seu trabalho como etnólogo no Serviço de Proteção ao Índio (SPI). Sua colaboração na instituição seguiu até 1956, atuando junto ao Marechal Rondon com indígenas do Pantanal, do Brasil Central e da Amazônia. Foi nesse intervalo que começou a planejar o Museu do Índio, inaugurado em 1953. O museu, localizado no Rio de Janeiro, é reconhecido pela Unesco como o primeiro no mundo a difundir a cultura indígena de forma a combater o preconceito.

Entre 1955 e 1956, o pioneiro Darcy Ribeiro atuou como professor de etnologia da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro. Na sequência, em 1957, foi nomeado por Anísio Teixeira diretor da Divisão de Estudos Sociais do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais, órgão do INEP. O trabalho do antropólogo no âmbito das instituições públicas continuaria até o fim de sua vida. Ainda em 1959, Darcy foi encarregado pelo presidente Juscelino Kubitschek de planejar a Universidade de Brasília, onde exerceu a função de primeiro Reitor em 1961.

Passou então, em 1962, ao cargo de ministro da Educação do Gabinete parlamentarista presidido por Hermes Lima na gestão do presidente João Goulart e, em 1963, foi nomeado chefe do Gabinete Civil da Presidência da República de Jango. Após o golpe militar, no ano seguinte, Darcy Ribeiro se exilou no Uruguai e teve os direitos políticos cassados pelo AI-1. Seus gestos de contribuição social e institucional, nesse momento, se estenderam a outros países da América Latina. No Uruguai, atuou como professor da Universidad de la Republica e participou da reforma e da fundação de universidades locais.

Arte plumária dos Urubu-Ka’apor, 1957, por Georgette Dumas. Guache sobre papel, baseado em fotografias realizadas por Darcy Ribeiro. Georgette Dumas/Fundação Darcy Ribeiro.

Após ter sido absolvido pelo STF das condenações militares que pesavam sobre ele, em 1968, Darcy regressou ao Brasil, porém acabou sendo preso e indiciado em processo por infração à Lei de Segurança Nacional após a edição do AI-5 em 13 de dezembro. Desse modo, partiu novamente para o exílio em 1969. Foi convidado pelo presidente Salvador Allende para assessorá-lo, em 1971, e atuou como professor da Universidad de Chile. Mudou-se para o Peru em 1972, onde trabalhou de assistente do presidente Juan Velasco Alvarado na organização do Centro de Participação Social, patrocinado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Também elaborou estudos para universidades do México e da Costa Rica.

O reconhecimento mundial da contribuição de Darcy Ribeiro é contínuo, permanente. Em 1978, foi laureado doutor honoris causa na Sorbonne, França. Posteriormente, já em 1979, foi anistiado, retornou ao Brasil e tornou-se professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro. No contexto da redemocratização, elegeu-se vice-governador do Estado do Rio de Janeiro na chapa de Leonel Brizola (PDT). Entre 1983 e 1986, como vice-governador, respondeu pela Secretaria de Ciência e Cultura e coordena o Projeto Especial de Educação, responsável pelo programa das escolas de horário integral – os Cieps. Além disso, inaugurou em sua gestão o Sambódromo.

Mais tarde, em 1990, Darcy Ribeiro se elegeu senador pelo PDT do Rio de Janeiro. No entanto, licenciou-se em 1991 para assumir a Secretaria Extraordinária de Programas Especiais do Estado do Rio de Janeiro, no governo Leonel Brizola. Durante essa década, deu prosseguimento aos seus feitos intelectuais e políticos em diversas ações, como a fundação da Universidade Estadual do Norte Fluminense (1994), a relatoria do Projeto da Lei de Diretrizes Bases da Educação (1995) e a idealização da Universidade Aberta do Brasil e da Escola Normal Superior (1996).

Darcy Ribeiro com elenco de peça teatral, sem data. Fundação Darcy Ribeiro.

Ingressou na Academia Brasileira de Letras em 1992, autor de diversas publicações como “Uirá sai à procura de Deus” (1957), obra de ficção baseada na vida indígena, “La universidad necessária” (1967), “Configurações histórico-culturais dos povos americanos” (1962), “UnB: invenção e descaminho” (1978), “Nossa escola é uma calamidade” (1984) e “O povo brasileiro” (1995).

Darcy morreu em Brasília no dia 17 de fevereiro de 1997. Seu corpo foi sepultado no Mausoléu da Academia Brasileira de Letras, no cemitério de São João Batista, no Rio de Janeiro.

Sobre o projeto Diversos 22

“Diversos 22 – Projetos, Memórias, Conexões” é uma ação em rede do SESC São Paulo, em celebração ao Centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 e ao Bicentenário da Independência do Brasil em 1822, com atividades artísticas e socioeducativas, programações virtuais e presenciais em unidades na capital, interior e litoral do estado de São Paulo, com o objetivo de marcar um arco temporal que evoca celebrações e reflexões de naturezas diferentes, mas integradas e em diálogo, acerca dos projetos, memórias e conexões relativos à efeméride, no sentido de discuti-los, aprofundá-los e ressignificá-los em face dos desafios apresentados no tempo presente. A programação teve início em setembro de 2021, com a realização do “Seminário Diversos 22: levantes modernistas”, e encerra-se em dezembro de 2022. Para mais informações: diversos22.sescsp.org.br.

Serviço:

“Utopia brasileira – Darcy Ribeiro 100 anos”

Local: SESC 24 de Maio

Abertura: 17 de novembro, às 19h

Período expositivo: 18 de novembro de 2022 até 25 de junho de 2023

Horário de funcionamento:  terça a sábado, das 9h às 21h; domingos e feriados, das 9h às 18h

Acessibilidade: mobiliário acessível; audioguia geral e audiodescrição de objetos táteis; videoguia em Libras com Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE) e vibroblaster para obras sonoras; réplica, maquete e mapa táteis; piso podotátil e impressão dos textos em dupla leitura (português ampliado e Braile)

Classificação Livre| Entrada gratuita

Não tem estacionamento

SESC 24 de Maio

Endereço: Rua 24 de Maio, 109 – República  – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 3350-6300

sescsp.org.br/24demaio

Transporte Público

Metrô República (350m).

(Fonte: Assessoria de Imprensa SESC 24 de Maio)

Polo Shopping Indaiatuba apresenta “o Natal do Quebra-Nozes”

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Imagem do projeto da decoração destacando o Trono do Papai Noel. Fotos: divulgação.

A magia do Natal chegou ao Polo Shopping Indaiatuba, com o lançamento da decoração “Natal do Quebra-Nozes”, no dia 12 de novembro, e a chegada do Papai Noel de helicóptero no estacionamento, no dia 15 de novembro. O Natal do centro de compras conta com atrações culturais gratuitas, ação solidária, promoção com sorteio de prêmios e descontos na Black Weekend.

Inauguração da Decoração de Natal

No dia 12, às 18h30, a decoração de Natal foi inaugurada com a apresentação do espetáculo “A Magia do Natal”. Seis personagens, dentre eles quatro cantores, se apresentaram em volta do cenário da decoração, cantando músicas natalinas e interagindo com os clientes do Shopping. Logo após a apresentação, os personagens fizeram o “corte de faixa” para abrir o cenário para a visitação do público.

Chegada do Papai Noel

No dia 15/11, às 14h, o público recebeu o Papai Noel no estacionamento do Polo Shopping. Ele chegou de helicóptero e foi recebido por uma Banda Marcial Natalina, composta por 10 músicos, três bailarinas e dois personagens. Depois, Noel e banda seguiram para o interior do shopping, realizando uma Parada Natalina pelos corredores. O cortejo foi encerrado no Trono do Papai Noel, onde o Bom Velhinho atenderá as crianças para anotar os pedidos de Natal até o dia 24/12.

Imagem do Piano Mágico.

Ainda no dia 12/11, às 16h na Praça Central, foi apresentado o espetáculo “O Natal do Quebra-Nozes”, contando a história do personagem que inspirou a decoração deste ano.

Atrações da Decoração de Natal

Na Praça Central do Shopping, foi montado um grande cenário representando a história do “Quebra-Nozes”. O projeto tem algumas interatividades gratuitas para deixar a decoração mais viva e atrativa para o público.

Na cena principal, acontece o “Show do Quebra Nozes”, com um Papai Noel tocando piano e uma orquestra de ratinhos, cada um com seu instrumento. Esses personagens animatrônicos executam um show a cada uma hora, com duração de 10 minutos.

No meio do cenário, há um brinquedo gigante, o “Piano Mágico”. Ali, o público de todas as idades pode se divertir tocando um grande teclado, que ao ser pisado acende as teclas e emite o som das notas musicais.

Promoção de Natal

Árvores com cartões da campanha solidária.

De 17 de novembro a 8 de janeiro de 2022, os clientes que fizerem suas compras de Natal no Polo Shopping Indaiatuba poderão participar de uma Promoção com sorteio de mais de R$140 mil reais em prêmios. O objetivo é aumentar a conversão de vendas nas lojas e o ticket médio do cliente.

A cada R$250,00 em compras nas lojas participantes da Promoção, o cliente pode cadastrar suas notas fiscais e receber um cupom para concorrer ao sorteio de um Carro Zero Citroen C3, cinco Scooters elétricas Shineray e três Viagens para o resort Iberostar Bahia. Nas compras realizadas de segunda a quinta-feira, os clientes ganharão cupons em dobro. Nove clientes diferentes serão premiados e o sorteio dos prêmios será realizado no dia 11 de janeiro de 2023.

Natal Solidário

A partir do dia 22 de novembro, o Polo Shopping realiza a campanha “Natal Solidário” para arrecadar doações de presentes para crianças e adolescentes carentes ou em risco social, pessoas com deficiência, idosos e pessoas em condição de rua. Esse é o 11º ano consecutivo da campanha, realizada em parceria com 11 entidades sociais de Indaiatuba.

Ofertas durante a Black Weekend.

Várias árvores de Natal são espalhadas pelo Shopping com cartões informativos sobre as pessoas atendidas pelas instituições parceiras. O cliente interessado em participar deve escolher um cartão, comprar um presente e entregar na central de doações até o dia 18 de dezembro. O Shopping se responsabiliza pela entrega às entidades, no final da campanha.

Instituições participantes em 2022:

ABID (Associação Beneficente): Atende crianças e adolescentes em situação de risco psicossocial ou vulnerabilidade social

AEDA (Associação Esperança do Amanhã): Oferece ajuda às famílias com vulnerabilidade social e que tem entre seus membros alguma pessoa em tratamento contra o câncer

APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais): Presta serviços de assistência social à pessoa portadora de deficiência

Centro de Referência em Atendimento à Pessoa com Deficiência: Espaço de convivência e capacitação profissional da pessoa com deficiência em idade acima de 15 anos.

Ciaspe (Centro de Inclusão e Assistência às Pessoas com Necessidades Especiais): Atende pessoas com deficiência intelectual, promovendo ações de inclusão

Cirva (Centro de Integração, Reabilitação e Vivência do Autista): Entidade que atende crianças, adolescentes e adultos com autismo e outros transtornos do desenvolvimento neuropsicológico e mental e suas famílias

Comunidade Farol: resgata pessoas em situação de rua, abandono e exclusão social, e direciona para uma vida mais digna

Espaço Avançar: Local destinado ao atendimento integrado e multidisciplinar aos autistas, com atividades que propiciam o desenvolvimento motor e social dos assistidos, atendimento escolar e terapêutico

Lar de Velhos Emmanuel: instituição que abriga idosos em condições de vulnerabilidade

Manaem: Atende crianças e adolescentes em situação de risco ou vulnerabilidade social, oferecendo atividades socioeducativas

Paasi (Polo de Assistência e Apoio Socioeducativo Infantil): atende crianças de 6 a 11 anos em situação de risco ou vulnerabilidade social.

Black Weekend

A Black Friday americana foi incorporada pelo varejo brasileiro e vem crescendo ano a ano. No Polo Shopping, a liquidação recebe o nome de Black Weekend e este ano acontecerá de 24 a 28 de novembro. Dezenas de lojas e quiosques do Shopping vão oferecer produtos com descontos de até 70%.

Além dos descontos das lojas, durante a Black Weekend, os clientes que comprarem no Polo Shopping terão cupons triplicados na Promoção de Natal, aumentando as chances de faturar um dos nove prêmios que serão sorteados.

Especial de Natal

Todos os anos, durante a temporada de Natal, o Polo Shopping apresenta diversas atrações culturais gratuitas, chamadas Especial de Natal, para tornar a visitação ao empreendimento ainda mais prazerosa e divertida. Este ano, os eventos acontecerão em três domingos seguidos.

A Banda Serial Funkers.

No dia 27 de novembro, será apresentado o espetáculo de teatro infantil “O Natal de Pinóquio”, no Topázio Cinemas, em duas sessões, às 15h e às 17h. Os ingressos são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes do evento na bilheteria do Topázio Cinemas.

Em 4 de dezembro, a banda Serial Funkers se apresenta às 18h na Praça Central do Polo Shopping Indaiatuba. Com referências do soul e do funk americano, no repertório da banda estão sucessos de Tim Maia, Michael Jackson, Jorge Ben Jor, James Brown e Wilson Simonal, além de várias composições próprias.

Para encerrar as apresentações natalinas, no dia 11 de dezembro, será apresentado o espetáculo de dança “Família Encanto”, da cia. de dança indaiatubana Espaço em Cena. As apresentações acontecerão às 16h e 18h, com entrada franca.

Serviço:

Show do Quebra-Nozes

Período: 12/11 a 2/1/2022

Horários: todos os dias, de 10h às 22h, a cada 1 hora.

Duração: 10 minutos

Participação gratuita.

Piano Mágico

Período: 12/11 a 2/1/2022

Horários: 11h às 22h

Os pais deverão acompanhar os filhos durante a brincadeira

Participação gratuita.

Papai Noel

Horários:

Seg. à Sab.: 13h às 20h30

Dom.: 13h às 20h

Dia 24/12: 11h às 16h

Valores das recordações:

Foto 10×15 – R$15,00

Foto imã 10×15 – R$25,00

Foto 15×20 – R$25,00

Foto imã 15×20 – R$35,00

Bola de Natal – R$10,00

Kit 3 Bola de Natal – R$25,00

Caneca Acrílica – R$25,00

Porta-Retrato com Foto 10×15 – R$30,00

Chaveiro – R$15,00.

Natal Solidário

Período: 22/11 a 18/12

Posto de Doações: loja de Natal, em frente à Centauro

Horário: 14h às 20h todos os dias.

Black Weekend

Período: 24 a 28/11 (quinta a segunda)

Descontos de até 70% nas lojas participantes

Quem compra na Black Weekend do Polo Shopping ganha o triplo de cupons na Promoção de Natal.

Especial de Natal

27/11 (domingo) – O Natal de Pinóquio (teatro Infantil)

4/12 (domingo) – 18h – Banda Serial Funkers (música)

11/12 (domingo) – 16h e 18h – Família Encanto (dança)

Local: Praça Central

Participação gratuita.

(Fonte: Alfapress)

Pinacoteca de São Paulo anuncia grade de exposições para 2023 e inaugura novo edifício

São Paulo, por Kleber Patricio

Imagem ilustrativa – Arquitetos Associados – Projeto Pinacoteca Contemporânea.

A Pinacoteca de São Paulo divulga a programação para 2023 e comemora a inauguração do novo edifício: a Pinacoteca Contemporânea. A abertura está prevista para 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo, com duas exposições de impacto: uma coletiva com obras do acervo do museu ocupará a Grande Galeria e a coreana Haegue Yang, destaque do cenário internacional de arte contemporânea, a Galeria Praça.

Sonho antigo da Pinacoteca de São Paulo, o novo espaço integrará o conjunto arquitetônico do museu – até então composto por dois edifícios, a Pina Luz e a Pina Estação – ao centenário Parque da Luz e aos bairros do Bom Retiro e da Luz. A Pina Contemporânea conta com um novo centro de atividades socioeducativas e área de serviços, com restaurante, loja e espaços de convivência. Além disso, o edifício passa a sediar a Biblioteca e o Centro de Documentação da Pinacoteca. Somadas as suas áreas e capacidade de público, os três prédios tornam o museu uma das maiores instituições de arte da América Latina.

“Localizado ao redor de uma grande praça, aberto ao parque e à livre circulação do público, o edifício da Pinacoteca Contemporânea promove o encontro e o diálogo, de forma acessível e inclusiva, fomentando a diversidade, a educação e a sustentabilidade. O novo espaço complementa os outros dois edifícios da Pinacoteca por meio de uma arquitetura permeável e acolhedora e reflete o espírito de integração social presente em todos os programas desenvolvidos pelo museu, favorecendo a experimentação da arte contemporânea”, explica Jochen Volz, diretor geral do museu.

Com uma programação integrada entre os prédios, em 2023 a Pinacoteca de São Paulo seguirá apresentando uma consistente pesquisa em torno de nomes históricos e contemporâneos da arte brasileira em diálogo com renomados artistas internacionais, dando visibilidade para uma multiplicidade de linguagens, temas e produções.

Sobre as exposições

Primeiro Semestre

O ano começa com a inauguração da Pina Contemporânea, recebendo as mostras inaugurais do novo espaço, Haegue Yang e obras de grandes dimensões na coleção Pinacoteca. Primeira sul-coreana a expor na instituição, Yang propõe uma instalação composta de esculturas feitas com persianas industriais que pendem do teto, como grandes móbiles, combinadas a outras esculturas móveis situadas no chão. Já a exposição que inaugura a nova sala de mostras temporárias do edifício será composta de obras de grandes dimensões em diversas linguagens (instalações, esculturas, pinturas, desenhos, vídeos) pertencentes ao acervo da Pinacoteca.

A Pina Luz recebe, a partir do dia 4 de março, a maior exposição individual já realizada sobre o artista de origem indígena Chico da Silva (1910-1985), reunindo coleções públicas e particulares em um recorte que vai de 1943 a 1984. Com trabalhos nunca expostos, a mostra apresentará os elementos tão característicos de sua iconografia, como os animais mitológicos. Ainda refletindo sobre a relação entre observação da natureza e imaginação, o Octógono, tradicional espaço do museu para projetos comissionados site-specific, recebe a instalação de Denilson Baniwa (1984), artista-jaguar que reflete em sua obra uma vivência enquanto indígena do tempo presente. No mesmo período, ocorre ainda uma mostra panorâmica de Maria Leontina (1917-1984) nas galerias temporárias do segundo andar.

Tradicionalmente revisitando obras de artistas brasileiros em exposições monográficas, o 4º andar da Pina Estação recebe exposição dedicada à carreira de Elisa Bracher (1965) a partir do dia 1º de abril. Regina Parra (1984) vai ocupar o 2º andar da Pina Estação, espaço dedicado às exposições que se constituem a partir do acervo, mas também em projetos experimentais.

Segundo semestre

Uma das mais célebres artistas argentinas da atualidade, Marta Minujín (1943) é o grande destaque na Pina Luz. A mostra panorâmica vai perpassar diferentes momentos da carreira da artista, com projetos imersivos que, ao articularem cor, som e movimento, tornam corpórea, sinestésica e lúdica a experiência política da arte. No Octógono, uma das mais proeminentes artistas brasileiras da atualidade, Sônia Gomes (1948), responde ao desafio de conceber uma obra que dialogue com a escala monumental do coração do edifício. Com uma trajetória extensa e diversificada, mas ainda pouco estudada pela crítica, Montez Magno (1934) completa a programação a partir de outubro.

Figura-chave do circuito internacional contemporâneo, a chinesa Cao Fei (1978) é o destaque da Pina Contemporânea no segundo semestre, com a abertura da mostra prevista para o dia 2 de setembro. Realizados em mídias como vídeo, instalação e performance, seus trabalhos são conhecidos por examinaras subjetividades, fantasias e afetos do presente, num contexto de rápidas transformações sociais atravessado pelo uso intensivo da tecnologia. Além da artista, Antonio Obá (1983) terá uma mostra individual na Galeria Praça do edifício a partir do fim de junho.

Para fechar o ano, Alex Cerveny (1963) reunirá no 2º andar da Pina Estação 23 desenhos e gravuras pertencentes ao acervo da Pinacoteca e apresentados pela primeira vez em conjunto, junto com de pinturas e esculturas de sua trajetória. No 4º andar do mesmo edifício, uma mostra retrospectiva apresentará 30 anos de trabalho de Jarbas Lopes (1964), com início em 24 de novembro.

Agenda de exposições:

PINACOTECA LUZ

Chico da Silva – Período: 4/3 a 28/5 – 1º andar – Curadoria: ThierryFreitas

Denilson Baniwa – Período: 18/3 a 30/7 – Octógono – Curadoria: Renato Menezes e Jochen Volz

Maria Leontina – Período: 13/5 a 10/9 – 2º andar – Curadoria: RenatoMenezes e Thierry Freitas

Marta Minujín – Período: 1/7 a 28/1/2024 – 1º andar – Curadoria: Ana Maria Maia

Sônia Gomes – Período: 09/09 a 28/01/2024 – Octógono – Curadoria: Renato Menezes

Montez Magno – Período: 21/10 a 3/3/2024 – 2º andar – Curadoria: Clarissa Diniz

PINACOTECA ESTAÇÃO

Elisa Bracher – Período: 1/4 a 17/9 – 4º andar – Curadoria: Pollyana Quintella

Regina Parra – Período: 1/4 a 13/8 – 2º andar – Curadoria: Ana Maria Maia

Alex Cerveny – Período: 16/9 a 10/3/2024 – 2º andar – Curadoria: Renato Menezes

Jarbas Lopes – Período: 24/11 a 31/3/2024 – 4º andar – Curadoria: Renato Menezes

PINACOTECA CONTEMPORÂNEA

Haegue Yang – Período: 25/01 a 28/05 – Galeria Praça – Curadoria: Jochen Volz

OBRAS DE GRANDES DIMENSÕES NA COLEÇÃO DA PINACOTECA

Período: 25/1 a 30/7 Grande Galeria

Curadoria: Ana Maria Maia e Yuri Quevedo

Antonio Obá – Período: 24/6 a 18/2/2024 – Sala1 – Curadoria: Ana Maria Maia

Cao Fei – Período: 2/9 a 14/4/2024 – Sala 2 – Curadoria: Pollyana Quintella.

(Fonte: Pinacoteca de São Paulo)

SAAE Indaiatuba participa de projeto piloto de remoção de fósforo no tratamento de efluentes

Indaiatuba, por Kleber Patricio

Laboratório onde estão sendo realizados os testes de efluentes. Fotos: divulgação.

O Serviço Autônomo de Água e Esgotos (SAAE) de Indaiatuba vem participando nos últimos meses, de um projeto inovador na remoção de fósforo no tratamento de efluentes na Estação de Tratamento de Esgotos Mário Araldo Candello (ETE MAC).

Desenvolvido pela empresa BRTech Soluções Tecnológicas em parceria com a Universidade Federal de São Carlos e Universidade Federal do ABC, o projeto contempla o desenvolvimento de um produto à base de argila e compostos químicos que prometem remover até 97% de fosfato presente nos efluentes. A pesquisa é supervisionada pela Dra. Flávia Camargo Alves Figueiredo e também conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

O produto é aplicado na etapa final de tratamento do efluente, tendo como resultado um composto rico em fósforo e nitrogênio que poderá ser utilizado de acordo com a atual legislação, permitido para uso em cultivos agrícolas e florestais na condição de fertilizante orgânico, como condicionador de solo ou substrato para plantas ou ainda como matéria prima na produção desses insumos e sua utilização segura na agricultura. “Os resultados obtidos até agora são promissores. Fico feliz que a nossa ETE MAC esteja contribuindo para este importante projeto”, comenta o superintendente do SAAE, engº Pedro Claudio Salla.

A Agência das Bacias Hidrográficas do Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), que engloba a região de Indaiatuba, evidenciou em seu Plano de Bacias a necessidade da inclusão dos parâmetros Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), Oxigênio Dissolvido (OD), nitrogênio, fósforo e coliformes termotolerantes para a adequação da qualidade das águas dos recursos hídricos das Bacias PCJ ao uso atualmente demandado e à preservação da vida aquática. Os parâmetros fósforo total e coliformes termotolerantes serão destaque na próxima revisão de metas da Agência, o que evidencia a necessidade de que os municípios tenham um tratamento adequado para a remoção de nutrientes.

“O lançamento de esgotos em corpos aquáticos ocasiona a degradação dos recursos hídricos, incluindo o enriquecimento em fósforo e consequente poluição de tais ambientes, tendo como consequência o crescimento de algas, que em algumas ocasiões, podem ser tóxicas. Tal cenário compromete os usos de rios, lagos e reservatórios, com consequências danosas para a vida aquática, saúde humana e manutenção das atividades econômicas”, conclui a Dra. Flávia Figueiredo.

(Fonte: Prefeitura de Indaiatuba)

Espetáculo “Silva”, do coletivo Os Incendiários, busca futuro revolucionário a partir da construção de uma subjetividade preta

São Paulo, por Kleber Patricio

Fotos: Karla Bright.

“O que falta para a combustão das nossas dores pretas?” – É esse o questionamento que norteia o espetáculo “Silva”, do coletivo Os Incendiários. O trabalho é livremente inspirado na intersecção entre o filme “Faça a coisa certa” (1989), de Spike Lee, e a peça “Biedermann e os incendiários” (1953), de Max Frisch, e tem a dramaturgia assinada por Lucas Moura, criador de “Desfazenda – Me enterrem fora desse lugar”.

Na trama, Silva é um homem negro, funcionário fiel de Biedermann, uma estátua cravada no meio da história do Brasil há 400 anos. Exausto, o protagonista da trama passa a se questionar sobre a imobilidade das coisas, incluindo a dele mesmo, em uma cidade que arde diante dos seus olhos. Nesse cenário, surgem três elementos, H1 (hidrogênio), C6 (carbono) e O8 (oxigênio). Responsáveis por gerar fogo, estão em busca de uma quarta força, para garantir uma combustão total.

Assim, entre brincadeiras, jogos, provocações e reflexões, Silva é revirado por esse trio e se vê diante de um dilema: dessa vez, é fogo ou fuga? Será que vale a pena mudar as regras da situação? A peça fará temporada no Teatro de Contêiner Mungunzá, de 14 de novembro a 21 de dezembro, de segunda a quarta, às 20h. Os ingressos custam R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada) e serão vendidos via plataforma Sympla e bilheteria.

Em busca de um futuro revolucionário

“Queríamos fazer uma peça que apontasse um novo horizonte possível de revolução. Como poderíamos construir uma ideia coletiva e potente que nos leve a uma possibilidade de mudança radical?”, conta o ator Filipe Celestino.

Com isso em mente, o processo para a construção do espetáculo “Silva” começou com a peça “Biedermann e os incendiários” (1953), de Max Frisch. O trabalho ganhou uma montagem em 2002, com a Cia. São Jorge de Variedades e direção de Georgette Fadel, e tinha como argumento a classe proletária invadindo a casa da burguesia. Inclusive, a produção foca nos dilemas dos ricos.

Quase duas décadas depois, quando Lilian Regina (da peça “Um Inimigo do Povo”, dirigida por José Fernando Peixoto de Azevedo) e Roma Oliveira (do musical “Tatuagem”, com direção de Kleber Montanheiro) entram em contato com essa dramaturgia, eles se questionam sobre quem seriam os proletários no Brasil de hoje. “Com mais de 50% da população brasileira sendo negra, entendemos que essa história só poderia ser contada por uma perspectiva preta e com protagonismo preto. Não existiria outra forma”, conta Roma Oliveira.

A dupla se juntou a Filipe Celestino (ator fundador do coletivo O Bonde) e Vaneza Francisca (da série “3%”, criada por Pedro Aguilera) e formou o coletivo Os Incendiários. Neste seu primeiro trabalho, o grupo se debruçou sobre o texto de Frisch, expandindo as discussões suscitadas por ele. Foi exatamente nessa fase de pesquisa que a América Latina foi tomada por queimadas de estátuas que eram grandes símbolos de opressão, como o Borba Gato, aqui no Brasil. E isso foi incorporado à dramaturgia de Silva.

“Na peça, os três elementos querem queimar a estátua do Biedermann e percebem que o Silva é exatamente o que faltava para gerar a combustão. Então, ao longo de todo o espetáculo, eles tentam acendê-lo, ou seja, fazê-lo tomar consciência da própria história. No fim, o plano funciona, gerando um movimento poderoso de queima de estátuas de vários colonizadores”, comenta Celestino.

Uma ação conjunta e poderosa

Para o grupo, é importante que todas as pessoas se empoderem a exemplo do protagonista. “O filme ‘Faça a coisa certa’, de Spike Lee, começa com um radialista falando ‘Acorda! Acorda! Acorda!’ e entendemos isso como uma metáfora dessa ação conjunta, tão necessária para acabar com a opressão”, defende Roma.

Como uma maneira de dar potência à narrativa, adicionando novas camadas, Os Incendiários convidaram Georgette Fadel para codirigir o trabalho em parceria com Nilcéia Vicente. O cenário é assinado por Julio Dojcsar, que também participou da montagem de “Biedermann e os incendiários”, de 2002.

Sinopse | O que é que falta pra combustão das nossas dores pretas? Numa cidade em brasas, de algum canto do Brasil, três elementos encontram Silva, um funcionário fiel, mas cansado da casa de Biedermann. Um dilema se apresenta a partir desse encontro: dessa vez será o fogo ou a fuga?

Ficha Técnica

Coletivo: Os Incendiários

Elenco: Filipe Celestino, Lilian Regina, Romário Oliveira e Vaneza Oliveira

Direção: Nilcéia Vicente e Georgette Fadel

Dramaturgia: Lucas Moura

Direção Musical: Melvin Santana

Criação e produção musical: Melvin Santana e Lucas Melifona

Músicos: Melvin Santana e Lucas Melifona

Preparação Corporal: Cristiano Karnas

Cenário: Julio Docjar

Figurino: Thais Dias

Assistência de Figurino: Carolina Gracindo

Desenho de Luz e operação de luz: Felipe Tchaça

Mídias Digitais: Diego Rodrigues

Arte Gráfica: Basq Anderson

Produção: Corpo Rastreado

Produção de Campo: Jeniffer Rossetti

Assessoria de imprensa: Canal Aberto

Assistência de Produção: Lilian Regina e Romário Oliveira.

Serviço:

“Silva”

De 14 de novembro a 21 de dezembro*

Segundas, terças e quartas, às 20h

Teatro de Contêiner Mungunzá (Rua dos Gusmões, 43 – Santa Ifigênia – São Paulo/SP)

*No dia 23 de novembro não haverá apresentação

Sessões extras em 22/11, 30/11 e 6/12 às 16h

Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada)

Vendas pelo site da Sympla e na bilheteria do teatro

Duração: 105min | Recomendação: 16 anos | Capacidade: 99 lugares.

(Fonte: Canal Aberto)