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Mostra coletiva “Do museu ao ateliê, do ateliê ao museu: o que a gráfica pode imaginar?” tem programação cultural gratuita no Museu Lasar Segall

São Paulo, SP, por Kleber Patricio

Mostra “Do museu ao ateliê, do ateliê ao museu:o que a gráfica pode imaginar?”, com curadoria de Luiz Armando Bagolin, no Museu Lasar Segall. Foto: Matheus Parizi.

A exposição “Do museu ao ateliê, do ateliê ao museu: o que a gráfica pode imaginar?”, com curadoria de Luiz Armando Bagolin, segue até o dia 19 de outubro de 2026 no Museu Lasar Segall, no bairro da Vila Mariana, em São Paulo. O evento, que tem entrada gratuita, conta com apoio da Associação Cultural de Amigos do Museu Lasar Segall e do Núcleo Marcello Grassmann.

A mostra ainda conta com programação cultural que envolve os artistas participantes entre setembro e outubro: Oficina de criação e impressão de matrizes de gravura em relevo e estêncil, nos dias 19 e 26 de setembro de 2026 (sábados), das 15h às 18h (10 vagas) coordenação de Tauany de Freitas, Zizi Batista e Cláudio Caropreso e Conversa entre curador, artistas e público sobre o tema  “Por que e para quem se grava hoje?”, no 03 de outubro de 2026 (sábado), das 15 às 17h (30 vagas) coordenação de  Luiz Armando Bagolin e Paulo Camillo Penna.

Oficina de criação e impressão de matrizes de gravura em relevo e estêncil, que acontece nos dias 19 e 26/09. Foto: Lucas Lacaz Ruiz/Divulgação.

Reunindo gravuras de doze artistas visuais — Amália Barrio, Cláudio Caropreso, Comtrario Pereira, Francisco Maringelli, Paulo Penna, PF Cozinha da Gravura (Tauany de Freitas e Ana Luiza Perrella), Pedro Pessoa, Rafael Kenji, Raphael Giannini, Ulysses Bôscolo e Zizi Baptista —, a mostra celebra o fazer gráfico em seu campo expandido, que vai da gravura em metal e da xilogravura à monotipia e ao desenho.

No centro da exposição está o ateliê de gravura como espaço coletivo de trabalho: o lugar onde a imagem não nasce pronta, mas se constrói por etapas, é reimpressa e se transforma a cada passagem pela matriz. Os doze artistas partilham essa prática comum — muitos deles formados ou atuantes em ateliês de gravura de São Paulo — e trazem para a sala um recorte dessa produção feita a muitas mãos.

A escolha do Museu Lasar Segall tem sentido preciso. A casa que foi residência e ateliê do pintor abriga, há décadas, um ateliê coletivo de gravura em plena atividade. Expor ali é aproximar as obras do próprio lugar em que muitas delas foram pensadas e impressas, e lembrar que o museu, antes e além da sala de exposição, é também um espaço de fazer.

Os artistas e curador da mostra “Do museu ao ateliê, do ateliê ao museu:o que a gráfica pode imaginar?”, no Museu Lasar Segall. Foto: Matheus Parizi.

“‘Do museu ao ateliê, do ateliê ao museu” não é um percurso que proponho: o primeiro trajeto é o que a casa vê quando se vira para dentro; o segundo, o que estas obras já fazem quando entram no acervo. E há um terceiro, que dispensa a sala: do lado de fora, a gráfica se cola ao muro, exposta ao tempo e a quem passa”, afirma o curador Luiz Armando Bagolin.

SERVIÇO:

Mostra “Do museu ao ateliê, do ateliê ao museu: o que a gráfica pode imaginar?”

Curadoria: Luiz Armando Bagolin

Artistas visuais: Amália Barrio, Cláudio Caropreso, Comtrario Pereira, Francisco Maringelli, Paulo Penna, PF Cozinha da Gravura (Tauany de Freitas e Ana Luiza Perrella), Pedro Pessoa, Rafael Kenji, Raphael Giannini, Ulysses Bôscolo e Zizi Baptista

Apoio: Associação Cultural de Amigos do Museu Lasar Segall e do Núcleo Marcello Grassmann

Período: 18 de julho a 19 de outubro de 2026

Visitação: Quarta a segunda, das 11h às 19h

Entrada: Gratuita e Livre.

Programação cultural

Dia: 19 e 26 de setembro de 2026 (sábados), das 15h às 18h

Oficina de criação e impressão de matrizes de gravura em relevo e estêncil

A oficina propõe a criação de matrizes em estêncil e MDF voltadas para impressões de cartazes e volantes.

Coordenação: Tauany de Freitas, Zizi Batista e Cláudio Caropreso

Vagas: 10

Inscrições: Por ordem de chegada no primeiro dia da oficina.

Serão ofertadas outras 10 vagas para moradores da comunidade Souza Ramos.

Gratuito

Dia: 03 de outubro de 2026 (sábado), das 15 às 17h

“Por que e para quem se grava hoje?”

Conversa entre curador, artistas e público sobre o tema da exposição Do Museu ao Ateliê, do Ateliê ao Museu: o que a gráfica pode imaginar? organizada em torno das questões: o que é e para que serve um ateliê de gravura hoje.

A conversa se compõe de dois movimentos: primeiro, o ateliê de gravura como categoria entre nós — os coletivos, os gabinetes, os acervos, em que cada artista fala a partir de sua experiência de ateliê; no segundo, a circulação da estampa para fora do campo — quem recebe a gravura hoje que não seja gravador ou tenha uma relação estreita com a gravura.

Coordenação: Luiz Armando Bagolin e Paulo Camillo Penna

Participantes: qualquer pessoa interessada em acompanhar a conversa.

Vagas: 30

Local: ateliê de gravura

Inscrições: Por ordem de chegada no dia da apresentação

Gratuito.

Local: Museu Lasar Segall

Rua Berta, 111, Vila Mariana, São Paulo/SP 04120-040

Tel: (11) 2159 0400

E-mail: info@mls.gov.br

Site: www.mls.gov.br

Redes sociais:

Museu Lasar Segall @museu_lasar_segall

Luiz Armando Bagolin @labagolin

Amália Barrio @amaliabarrio

Cláudio Caropreso @caropresoxilogravura

Comtrario Pereira @comtrario

Francisco Maringelli @franciscomaringelli

Paulo Penna @paulocpenna1970

PF Cozinha da Gravura (Tauany de Freitas e Ana Luiza

Perrella) @pf.cozinhadagravura

Pedro Pessoa @pedro_pessoa1

Rafael Kenji @kenji.rafa

Raphael Giannini @raphael_com_ph_

Ulysses Bôscolo @ulyssesbo

Zizi Baptista @zizibaptista.

(Com Erico Marmiroli/Marmiroli Comunicação)